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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quarta-Feira, 16-1-2019  

Francisco Barbosa Nogueira

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Nome:  Francisco Barbosa Nogueira (#4453)
Nascimento:  1756 em: 
Falecimento:  21-07-1819 em: 
Idade:  Aproximadamente 63 anos, em 1819.
Profissão:  Capitão
Pai:  João Nunes de Barros
Mãe:  Antônia Barbosa Nogueira
Notas:  (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).

Filhos com
Nome:  Maria da Silva Barros (#4411)
Nascimento:  em: 
Falecimento:  05-11-1837 em: 
Idade: 
Pai:  Manoel Lopes Diniz
Mãe:  Maria de Barros da Silveira

1º Filho:  Padre Francisco Barbosa Nogueira (#4360)
Nascimento:  1771 em:  Serra Talhada, PE
Falecimento:  18-02-1839 em:  Flores, PE
Idade:  Aproximadamente 68 anos, em 1839.
Profissão:  Padre
Notas:  (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.

2º Filho:  Manoel Lopes de Barros (#4455)
Nascimento:  em: 
Falecimento:  1818 em: 
Idade: 
Notas:  Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.

3ª Filha:  Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva (#4454)
Nascimento:  em: 
Falecimento:  1868 em: 
Idade: 
Notas:  Da Fazenda Lagoa da Pedra.

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