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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sexta-Feira, 7-8-2020  

Relação dos Ancestrais de
Gustavo Pinho Sodré da Mota

1 - Gustavo Pinho Sodré da Mota (*25-03-2002) - (filho de 2 - José Murilo Sodré da Mota e 3 - Roberta Pinho da Mota)

Pais

2 - José Murilo Sodré da Mota (*13-08-1962)
3 - Roberta Pinho da Mota (*05-04-1964) - (filha de 6 - Fausto Siqueira Campos de Pinho e 7 - Carmem Dolores Mota Pinho)

Avós

6 - Fausto Siqueira Campos de Pinho (*21-09-1930) - (filho de 12 - Fausto Alves de Pinho e 13 - Natércia de Siqueira Campos Pinho)
7 - Carmem Dolores Mota Pinho (*20-06-1934)

Bisavós

12 - Fausto Alves de Pinho (*22-10-1903, +06-11-1982) - (filho de 24 - Boaventura Alves de Pinho e 25 - Maria Luiza Ribeiro de Pinho)
13 - Natércia de Siqueira Campos Pinho (*22-04-1901) - (filha de 26 - Manoel de Siqueira Campos e 27 - Maria Martins Campos)

Trisavós

24 - Boaventura Alves de Pinho (*APROX 1879, +01-05-1920) - (filho de 48 - Bernardino Alves de Pinho e 49 - Marina Ferreira de Pinho) Boaventura Alves de Pinho nasceu em Portugal mas naturalizou-se brasileiro, recifense. Era comerciante no ramo de confecções. Sócio da empresa Coelho e Pinho, com Domingos Coelho Soares, possuía duas lojas: a Loja do Coelho, na Rua Floriano Peixoto, nr. 56; e a Casa Apollo, também na Floriano Peixoto, nr. 74. Em apoio à idéia de Guilherme de Aquino Fonseca, que passou cinco anos na Inglaterra, presidiu a reunião que fundou o Sport Club Recife, em 13 de maio de 1913, e foi também seu primeiro presidente.
Algum tempo após o falecimento de Maria Luiza, Boaventura ficou noivo de sua irmã Quiquinha. No entanto, bem próximo ao casamento, em maio de 1920, com pouco mais de quarenta anos, ele veio a falecer por problemas cardíacos.
25 - Maria Luiza Ribeiro de Pinho (*APROX 1885, +02-04-1912) - (filha de 50 - David Gomes Ribeiro e 51 - Jacintha Juventina de Figueiredo Ribeiro) Maria Luiza Ribeiro de Pinho era brasileira, morreu cedo, em 1912, com 27 anos, quando a filha mais nova, tia Dulce, estava com menos de 2 anos. Tinha dois irmãos, David Ribeiro Junior e Francisca Gomes Ribeiro, nossa Quiquinha.
26 - Manoel de Siqueira Campos (*18-05-1874, +30-07-1928) - (filho de 52 - Francisco Siqueira Campos e 53 - Clara Câmara Siqueira Campos) Manuel de Siqueira Campos era negociante, conhecido como Coronel Dudú, filho de Francisco Siqueira Campos e Clara Câmara Siqueira Campos, tinha um armazém de estivas no Crato/CE, de onde chegou a ser prefeito e onde construiu um orfanato para crianças rejeitadas. Posteriormente mudou-se para Triunfo, onde foi também negociante (sua loja também vendia armas e munições) e agricultor (participou da instalação do Sindicato Agrícola de Triumpho, em 1907). Construiu o prédio do Teatro Guarani. Eram conhecidas suas ações para arranjar trabalho para os flagelados da estiagem. Na grande seca, ocorrida entre 1910 e 1915, construiu a estrada de Triunfo a Arcoverde. Também em 1915 iniciou a construção da estrada Rio Branco – Buíque. Na seca de 1919 mandou construir vários prédios, calçamentos e praças em Triunfo, além de outros serviços de interesses públicos. Casou-se com Maria Clara Martins Campos, com quem teve 5 filhos, falecida em abril de 1906. Um ano depois de ficar viúvo, casou com Emília Siqueira Campos, que tinha 17 anos à época, porém ela morreu 2 meses após o casamento. Não teve filhos do segundo casamento. Como curiosidade, foi quem levou o primeiro automóvel para a cidade do Crato aonde instarou-se o maior rebú por conta do "bicho de olhos de fogo".
27 - Maria Martins Campos (+01-04-1906)

Tetravós

48 - Bernardino Alves de Pinho
49 - Marina Ferreira de Pinho
50 - David Gomes Ribeiro (+01-06-1917)
51 - Jacintha Juventina de Figueiredo Ribeiro (*21 JAN ????, +26-07-1906)
52 - Francisco Siqueira Campos
53 - Clara Câmara Siqueira Campos

Total de Ancestrais: 16
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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