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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quinta-Feira, 13-8-2020  

Relação dos Ancestrais de
Valdemiro Alves dos Santos

1 - Valdemiro Alves dos Santos - (filho de 2 - Olímpio Alves dos Santos e 3 - Antonia Florentino da Rocha)

Pais

2 - Olímpio Alves dos Santos - (filho de 4 - João Alves dos Santos e 5 - Tereza Alves dos Santos) Casado duas vezes com parentes.
3 - Antonia Florentino da Rocha

Avós

4 - João Alves dos Santos (*1853) - (filho de 8 - Balbino Barbosa Nogueira e 9 - Antônia Alves dos Santos)
5 - Tereza Alves dos Santos

Bisavós

8 - Balbino Barbosa Nogueira (+ANTES DE 1868) - (filho de 16 - Padre Francisco Barbosa Nogueira e 17 - Quitéria Pereira da Cunha)
9 - Antônia Alves dos Santos

Trisavós

16 - Padre Francisco Barbosa Nogueira (*1771, +18-02-1839) - (filho de 32 - Francisco Barbosa Nogueira e 33 - Maria da Silva Barros) Padre. (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
17 - Quitéria Pereira da Cunha (+15-10-1868) - (filha de 34 - Antônio Pereira da Cunha) Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.

Tetravós

32 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 64 - João Nunes de Barros e 65 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
33 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 66 - Manoel Lopes Diniz e 67 - Maria de Barros da Silveira)
34 - Antônio Pereira da Cunha - (filho de 68 - Nome Desconhecido e 69 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Boqueirão, em Vila Vela (hoje, município de Belmonte - PE). Rendeiro da Fazenda Carnaúba, juntamente com José Carlos Rodrigues do Nascimento, que era casado com Ana Joana Batista Pereira da Cunha (parece ser irmã ou filha de Antônio Pereira da Cunha). Além da Carnaúba, José Carlos era dono da Canafístula e Sabonete. Doou como dote ao genro José Pereira da Silva a fazenda Carnaúba (ou a sua parte arrendada), tronco da família Pereira do sertão do Pajeú.

Pentavós

64 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
65 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 130 - Nome Desconhecido)
66 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 132 - Bento Lopes e 133 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
67 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 134 - João Pinto Leal e 135 - Maria de Barros da Silveira)
68 - Nome Desconhecido
69 - Nome Desconhecido

Hexavós

130 - Nome Desconhecido
132 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 264 - Gaspar Lopes e 265 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
133 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 266 - Manoel Dias e 267 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
134 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
135 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 270 - Manoel de Souza da Rocha e 271 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.

Heptavós

264 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 528 - Manoel Francisco Lopes e 529 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
265 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 530 - Gonçalo Teixeira e 531 - Maria Francisca)
266 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 532 - Gaspar Dias e 533 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
267 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 534 - Domingos Gonçalves e 535 - Francisca Diniz)
270 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
271 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)

Octavós

528 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 1056 - Gaspar Francisco e 1057 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
529 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 1058 - Francisco Diniz e 1059 - Maria Dias)
530 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 1060 - Antônio Teixeira e 1061 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
531 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 1062 - Francisco Fernandes e 1063 - Violante Gonçalves)
532 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
533 - Maria Dias (+1699)
534 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
535 - Francisca Diniz (+1675)

Eneavós (9º avós)

1056 - Gaspar Francisco - (filho de 2112 - Francisco Jorge e 2113 - Margarida Alves)
1057 - Catarina Lopes - (filha de 2114 - Gonçalo Lopes e 2115 - Margarida Alves)
1058 - Francisco Diniz (+1628)
1059 - Maria Dias (+1610)
1060 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
1061 - Maria Dias
1062 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
1063 - Violante Gonçalves (+1659)

Decavós (10º avós)

2112 - Francisco Jorge
2113 - Margarida Alves (+1632)
2114 - Gonçalo Lopes (+1631)
2115 - Margarida Alves (+1613)

Total de Ancestrais: 48
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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