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  Memória: Nenhum nome memorizado. Domingo, 25-10-2020  

Relação dos Ancestrais de
Carlos Alberto Passos

1 - Carlos Alberto Passos (*02-09-1954) - (filho de 2 - Hamilton Passos e 3 - América Ferraz Passos)

Pais

2 - Hamilton Passos (*30-01-1920)
3 - América Ferraz Passos (*08-07-1922, +25-04-1989) - (filha de 6 - Américo Barbosa de Souza Ferraz e 7 - Maria Anísia Cavalcanti Ferraz)

Avós

6 - Américo Barbosa de Souza Ferraz (*07-06-1892, +05-07-1961) - (filho de 12 - Faustino Barbosa de Souza Ferraz e 13 - Maria José Gomes de Souza) (Belo Horizonte).
7 - Maria Anísia Cavalcanti Ferraz (*09-05-1890, +13-10-1991) - (filha de 14 - Joaquim Antônio de Souza Araujo e 15 - Anísia Cavalcanti de Albuquerque) Morava na cidade de São Francisco em Minas Gerais.

Bisavós

12 - Faustino Barbosa de Souza Ferraz - (filho de 24 - Manoel Barbosa de Souza Ferraz e 25 - Maria Angélica de Jesus)
13 - Maria José Gomes de Souza - (filha de 26 - José Rodrigues Pereira Bento e 27 - Ana Maria da Silva)
14 - Joaquim Antônio de Souza Araujo - (filho de 28 - Antônio da Costa Araújo e 29 - Ana de Souza Ferraz)
15 - Anísia Cavalcanti de Albuquerque - (filha de 30 - Juvenal Gomes de Novaes e 31 - Benvinda Adelaide Cavalcanti Macambira) (ou Anísia Adelaide Cavalcanti).

Trisavós

24 - Manoel Barbosa de Souza Ferraz - (filho de 48 - Manoel Barbosa de Souza Ferraz e 49 - Antônia Joaquina de Jesus)
25 - Maria Angélica de Jesus - (filha de 50 - Luiz José do Espírito Santo e 51 - Ana Tereza de Jesus)
26 - José Rodrigues Pereira Bento
27 - Ana Maria da Silva
28 - Antônio da Costa Araújo - (filho de 56 - José da Costa Araújo e 57 - Gertrudes Ramos Nogueira) (Totonho do Marmeleiro). Morava na Missão de Baixa Verde, cidade de Triunfo - PE. A família "Das Virgens", residentes em Carro Quebrado, pé da serra, também de Triunfo, são também da família "Costa Araújo". Totonho do Marmeleiro foi encontrado morto nas caatingas de Lagoa da Telha, tendo falecido, provavelmente, quando andava campeando. Foi ele quem construiu o açude do Silêncio. Foram testemunhas de seu casamento: Delmiro Ramos Nogueira e Roberto Ramos Nogueira (bisavô de Olímpia de Sá Araújo, casada com o bisneto de Totonho do Marmeleiro, José Firmo de Araújo). Celebrou o seu casamento o Vigário Damaso D'Assumpção Pires.
29 - Ana de Souza Ferraz (*1826) - (filha de 58 - Manoel de Souza Ferraz e 59 - Clara Maria da Fonseca Moura) (ou Ana de Souza da Silveira, S'Aninha).
30 - Juvenal Gomes de Novaes (*1840) - (filho de 60 - Manoel Gomes de Sá e 61 - Anna Francisca de Novaes)
31 - Benvinda Adelaide Cavalcanti Macambira (+ANTES DE 1892) - (filha de 62 - Simião Correia Cavalcanti Macambira e 63 - Joana Alexandrina Macambira) Originária de Buique-PE.

Tetravós

48 - Manoel Barbosa de Souza Ferraz (*1810) - (filho de 96 - Bonifácio de Souza Ferraz e 97 - Maria Teresa de Jesus) Da Faz. "Pau Pajeú", em Floresta, PE.
49 - Antônia Joaquina de Jesus (+26-06-1865) - (filha de 98 - Faustino Barbosa e 99 - Ana) Conhecida como Totonha.
50 - Luiz José do Espírito Santo Ferreiro.
51 - Ana Tereza de Jesus - (filha de 102 - Bonifácio de Souza Ferraz e 103 - Maria Teresa de Jesus) (Nicota).
56 - José da Costa Araújo
57 - Gertrudes Ramos Nogueira - (filha de 114 - João Antônio Ramos Nogueira e 115 - Maria Manoela do Nascimento) (ou Gertrudes Delfina Nogueira).
58 - Manoel de Souza Ferraz (+24-09-1833) - (filho de 116 - Dâmaso de Souza Ferraz e 117 - Joana Batista de Souza da Silveira) Arrendou, em 1819, uma propriedade denominada Algodões, cuja escritura foi confirmada em 12.05.1823. Em suas terras surgiu, em 1917, a povoação denominada Nazaré. Foi o sucessor de Dâmaso no comando político da família, chegando a ser suplente de vereador em Flores. Morreu assassinado por Balbino Alves quando banhava as filhas no riacho São Domingos. Seus descendentes se radicaram em Nazaré.
59 - Clara Maria da Fonseca Moura - (filha de 118 - Antônio José de Moura e 119 - Violante) (ou Clara Maria da Conceição, ou ainda Clara Maria da Penha, conforme registro de matrimônio de Antonio da Costa Araujo, seu neto).
60 - Manoel Gomes de Sá (*1822, +24-06-1872) - (filho de 120 - Antônio Luiz Gomes de Sá e 121 - Jesuína Gomes Lima) Major. (Major Gomes). Foi vereador na primeira Câmara Municipal da vila de Floresta, em 1846. Morava na Faz. Cabeça da Vaca, terras da Misericórdia, no Pajeú.
61 - Anna Francisca de Novaes (*1812, +15-08-1894) - (filha de 122 - José Francisco de Novaes e 123 - Josefa Gomes de Sá Novaes) Conhecida como Mãe Sinhá.
62 - Simião Correia Cavalcanti Macambira - (filho de 124 - Simião Correia Cavalcanti e 125 - Joana Maria de Albuquerque)
63 - Joana Alexandrina Macambira

Pentavós

96 - Bonifácio de Souza Ferraz (+1829) - (filho de 192 - Dâmaso de Souza Ferraz e 193 - Joana Batista de Souza da Silveira) Alferes. Morava na fazenda Curralinho. Foi nomeado alferes em 1791.
97 - Maria Teresa de Jesus - (filha de 194 - Antônio Barbosa de Sá e 195 - Angélica Maria da Conceição) Conhecida como Mãe Dodô.
98 - Faustino Barbosa
99 - Ana - (filha de 198 - José Gomes de Sá e 199 - Feliciana da Silva da Purificação) Conhecida como Aninha da "Lagoa do Pombo".
102 - Bonifácio de Souza Ferraz (+1829) - (filho de 204 - Dâmaso de Souza Ferraz e 205 - Joana Batista de Souza da Silveira) (Mesma pessoa de nº 96)
103 - Maria Teresa de Jesus - (filha de 206 - Antônio Barbosa de Sá e 207 - Angélica Maria da Conceição) (Mesma pessoa de nº 97)
114 - João Antônio Ramos Nogueira Marinheiro. Marinheiro português, residiu em Flores e teve 16 filhos. Em discordia com o Capitão-Mor Joaquim Nunes de Magalhães, Pau-Ferro, fugiu para Pilão Arcado. Mandou buscar a família e, não sendo possível, evadiu-se em companhia de seu filho Manoel Joviniano Ramos Nogueira (Gente Boa), deixando a última notícia em Oeiras, antiga capital do Piaui.
115 - Maria Manoela do Nascimento - (filha de 230 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 231 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha)
116 - Dâmaso de Souza Ferraz - (filho de 232 - Jerônimo de Souza Ferraz e 233 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Curralinho. Foi nomeado Capitão dos Forasteiros da Ribeira do Pajeú em 8-09-1780.
117 - Joana Batista de Souza da Silveira
118 - Antônio José de Moura A família MENDES DE MOURA originou-se de três portugueses que chegaram na região da ribeira do São Francisco, nas Fazendas Roque e Sabiúca, por volta do século XVIII. Eles foram: CIPRIANO JOSÉ DE MOURA, ANTÔNIO JOSÉ DE MOURA e MARIANO JOSÉ DE MOURA.
119 - Violante - (filha de 238 - Miguel da Fonseca)
120 - Antônio Luiz Gomes de Sá - (filho de 240 - José Luiz Correia de Sá e 241 - Antônia Vicência de Sá)
121 - Jesuína Gomes Lima - (filha de 242 - Inocêncio Gomes Lima e 243 - Joana Maria) (ou Jesuina Maria do Sacramento).
122 - José Francisco de Novaes (+29-04-1850) - (filho de 244 - Antônio Francisco de Novaes e 245 - Antônia Maria da Conceição) Tenente Coronel. Dono da Fazenda "Misericórdia", no Pajeú, apontada como berço da tradicional família Novaes de Floresta-PE, tendo em vista ser ele o único a repassar esse sobrenome para os seus descendentes. Figura importante na formação da história florestana, pois nela exerceu importantes cargos e funções públicas, entre elas: Capitão de Ordenança da 2ª Companhia do Termo de Flores (1818), Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratu (1820 e 1822), Juiz de Órfãos e Ordinário de Cabrobó (s/data). Também foi Delegado do Termo de Floresta, comarca de Flores (1849). Em 25.09.1847, na eleição promovida pela Assembléia Paroquial, obteve 271 votos para eleitor do Senado da Câmara Municipal da Vila da Floresta, onde também foram votados: seu filho de igual nome (José Francisco de Novaes Jr. -"O Capitão Moço") e seu neto Francisco Antônio Gomes Novaes. Em 1843 era dono de terras na serra do Arapuá, onde mantinha um oratório privado, e onde eram celebrados missas, batizados e casamentos. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
123 - Josefa Gomes de Sá Novaes - (filha de 246 - José Gomes de Sá e 247 - Feliciana da Silva da Purificação) Segundo Nivaldo Carvalho e outros, era prima de seu marido, José Francisco de Novaes.
124 - Simião Correia Cavalcanti
125 - Joana Maria de Albuquerque - (filha de 250 - Nome Desconhecido e 251 - Nome Desconhecido) Descendente direta de Duarte Coelho de Albuquerque, nobre lusitano, que foi o primeiro donatário da capitania de Pernambuco. Era tia de D. Frei Vital Maria, bispo de Olinda.

Hexavós

192 - Dâmaso de Souza Ferraz - (filho de 384 - Jerônimo de Souza Ferraz e 385 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 116)
193 - Joana Batista de Souza da Silveira (Mesma pessoa de nº 117)
194 - Antônio Barbosa de Sá
195 - Angélica Maria da Conceição
198 - José Gomes de Sá - (filho de 396 - Francisco Gomes de Sá e 397 - Antônia de Souza da Rocha) Capitão-comandante. De Gravatá.
199 - Feliciana da Silva da Purificação - (filha de 398 - Joaquim de Almeida da Silva Leal e 399 - Maria da Silva) (ou Feliciana da Silva Leal). Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.
204 - Dâmaso de Souza Ferraz - (filho de 408 - Jerônimo de Souza Ferraz e 409 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 116)
205 - Joana Batista de Souza da Silveira (Mesma pessoa de nº 117)
206 - Antônio Barbosa de Sá (Mesma pessoa de nº 194)
207 - Angélica Maria da Conceição (Mesma pessoa de nº 195)
230 - José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
231 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 462 - Nome Desconhecido e 463 - Nome Desconhecido)
232 - Jerônimo de Souza Ferraz (+20-05-1770) Foi o primeiro Ferraz que chegou a outrora FAZENDA GRANDE do Sertão de Pernambuco (depois Vila de Floresta e hoje FLORESTA), à margem direita do lendário Rio Pajeú (afluente seco do "Grande Rio" ou do Rio São Francisco).
233 - Nome Desconhecido
238 - Miguel da Fonseca Dono da fazenda Santo Amaro Navio.
240 - José Luiz Correia de Sá Da Freguesia de Tacaratu.
241 - Antônia Vicência de Sá
242 - Inocêncio Gomes Lima
243 - Joana Maria
244 - Antônio Francisco de Novaes (+09-10-1806) - (filho de 488 - José Francisco de Souza e 489 - Esposa Ainda Desconhecida) Sargento-Mor. O Sargento Mor Antônio Francisco de Novaes foi grande criador de gado (bovino, cavalar, muar e criação miúda), estabelecido em fins do século XVIII na Fazenda "Capim Grosso", imensa extensão de terras, subdivididas atualmente em diversas pequenas e médias propriedades, grande parte dela ainda pertencentes aos seus descendentes ou a terceiros que as adquiriram por compra, desde a Fazenda "Tapera de Baixo," até a Fazenda "Pedra Vermelha". Tendo comprado aquela Fazenda, em 03.08.1796, a José Marques de Souza e sua mulher Rosa Maria Alves e Antônio de Souza e sua mulher Paula Perpétua de São Pedro, pelo preço de 700$000 (setecentos mil réis), com os seguintes limites; (conforme escrita da época):

"Da parte do nascente com a Fazenda Grande, no lugar chamado a Malhada Grande correndo rumo direto para a parte do Rio S. Francisco extrema com as fazendas da Pedra e Jatinan onde confronta com a lagoa da Catinga e daí correndo rumo direto para cima pela parte de cá da Serra Branca, buscando ao poente, até imparear, correndo rumo direito pela parte da Serra do Irapuá pelo altinho que está entre a baixinha do Papagaio e Riacho da Ingazeira até imparear ou confrontar com a ponta da Serra do Itó, correndo rumo pela Serra abaixo até o fim dela, extremando com a fazenda Panela d'Agua pelo Centro de uma para a de outra por onde for de razão, até imparear com a dita Malhada Grande, e para a parte do Curralinho e Campo Grande, extrema no Taboleiro do Capim Grosso de Fora, e assim extremando o dito comprador... por si etc... O Tam. Pº. Domingos Gomes".
Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano".

Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano". Era dono ou rendeiro também dos Sítios "Enjeitado" e "Tamboril", na Serra do Arapuá, em cujas propriedades desenvolveu atividades pastoris e agrícolas, com seus agregados e escravos que naquelas propriedades laboravam temporariamente ou residiam.

No seu inventário deixa um patrimônio avaliado pelo Capitão-mor José Lopes Diniz e o Ajudante Antônio Manoel de Souza Ferraz, em 15.635$450 réis, em gado, imóveis, e os seguintes bens de raiz: "um Sítio de terras na Misericórdia, no Pajeú, com légua e meia de comprido, adquirido por compra a Manoel Correia de Melo, (possivelmente irmão do seu genro), e a Joaquim Fernandes de Cerqueira; um Sítio de Terras no Capim Grosso; um curral na Pedra Vermelha; um cercado e curral na Volta; um Sítio(?) na beira do São Francisco, havido por herança do sogro e pai Vitório de Souza, (Vitório de Souza da Rocha, inventariado em 1779); o Sítio Tapera de Paulo Afonso, na Ribeira do S. Francisco, Termo de Pambú, havido por compra; o Sítio Tamboril na Serra do Arapuá". Também figuram algumas dívidas, entre elas 43$530 réis ao crioulo Pascoal Coelho de Lemos, morador na Serra do Arapuá. Não havendo qualquer referência a um 1º ou 2º casamentos seu, conforme noticia Stella Noves. Se assim foi, só houve os 04 filhos com (a 2ª esposa?) Antônia Maria da Conceição, que são contemplados em seu testamento de 1817 e que dela são herdeiros em 1830.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
245 - Antônia Maria da Conceição (*1758, +06-06-1830) - (filha de 490 - Vitório de Souza da Rocha e 491 - Antônia Pereira Leite) Fez o seu testamento a 28.01.1817, quando contava 59 anos de idade e morava na sua Faz. "Misericórdia", tendo como testamenteiro seu filho José Francisco de Novaes.

Seus pais eram originários da Faz. "Tacoatiara," do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco, outrora pertencente aos seus avós paternos: Capitão Manoel de Souza da Rocha (+1749) e sua mulher Feliciana de Barros (da Silveira +1759). Em 1749, quando se encontrava preso no Recife o Capitão Manoel de Souza da Roxa (Rocha), pelo não recolhimento dos impostos, por ele arrematados, e o real donativo do ano de 1746, no valor total de 6 mil cruzados. Prestaram fiança para a sua libertação: o Alferes João Pinto Leal e sua mulher Maria de Barros (da Silveira); o Tenente Cel. Luiz Furtado de Almeida e sua mulher Beatriz de Souza da Silveira e o Capitão Jerônimo de Souza Ferraz e sua mulher Margarida de Souza (da Silveira), e como testemunha Manoel de Barros da Silveira. Deixando crer que eram parentes, pelo menos por afinidade, numa hipótese consistente de que a esposa do réu e as esposas dos fiadores eram irmãs; (inclusive a testemunha), filhas de Manoel de Barros e Souza e Joana Fagundes da Silveira, originários da freguesia de Jesus-Maria-José de Pé-de-Banco, em Sergipe Del Rei, que naquela época fazia parte da Bahia, e que em 1726 já estavam radicados na Missão do Pambú, do lado baiano do rio São Francisco, passando depois para o lado de Pernambuco (Cabrobó e Tacaratú), com ramificações estabelecidas no Ceará e Paraíba.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
246 - José Gomes de Sá - (filho de 492 - Francisco Gomes de Sá e 493 - Antônia de Souza da Rocha) (Mesma pessoa de nº 198)
247 - Feliciana da Silva da Purificação - (filha de 494 - Joaquim de Almeida da Silva Leal e 495 - Maria da Silva) (Mesma pessoa de nº 199)
250 - Nome Desconhecido
251 - Nome Desconhecido

Heptavós

384 - Jerônimo de Souza Ferraz (+20-05-1770) (Mesma pessoa de nº 232)
385 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 233)
396 - Francisco Gomes de Sá - (filho de 792 - José Francisco de Seixas e 793 - Custódia Gomes de Sá) Capitão-Comandante. Da Fazenda Riacho, na embocadura do Riacho dos Mandantes no rio S. Francisco, hoje coberta pelas águas da barragem de Itaparica.
397 - Antônia de Souza da Rocha - (filha de 794 - Manoel de Souza da Rocha e 795 - Feliciana de Barros da Silveira)
398 - Joaquim de Almeida da Silva Leal - (filho de 796 - João Pinto Leal e 797 - Maria de Barros da Silveira)
399 - Maria da Silva
408 - Jerônimo de Souza Ferraz (+20-05-1770) (Mesma pessoa de nº 232)
409 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 233)
462 - Nome Desconhecido
463 - Nome Desconhecido
488 - José Francisco de Souza - (filho de 976 - José Francisco de Seixas e 977 - Custódia Gomes de Sá)
489 - Esposa Ainda Desconhecida Possivelmente originária dos Novaes de Cabrobó.
490 - Vitório de Souza da Rocha - (filho de 980 - Manoel de Souza da Rocha e 981 - Feliciana de Barros da Silveira) Originário da Faz. "Tacoatiara", do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
491 - Antônia Pereira Leite
492 - Francisco Gomes de Sá - (filho de 984 - José Francisco de Seixas e 985 - Custódia Gomes de Sá) (Mesma pessoa de nº 396)
493 - Antônia de Souza da Rocha - (filha de 986 - Manoel de Souza da Rocha e 987 - Feliciana de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 397)
494 - Joaquim de Almeida da Silva Leal - (filho de 988 - João Pinto Leal e 989 - Maria de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 398)
495 - Maria da Silva (Mesma pessoa de nº 399)

Octavós

792 - José Francisco de Seixas Capitão-Mor e Juiz Ordinário. Nomeado Tenente da Cia. do Cel. Francº Rodrigues de Figueiredo em 1729; em 1732 Cap. do Regitº da Infantaria da Ordem da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas; em 1833 e 1738, Juiz Ordinário da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas, em nomeações seqüenciadas, até 1757, quando ainda aparece como Juiz Ordinário de Cabrobó. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
793 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 1586 - David Gomes de Sá)
794 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
795 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)
796 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
797 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 1594 - Manoel de Souza da Rocha e 1595 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
976 - José Francisco de Seixas (Mesma pessoa de nº 792)
977 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 1954 - David Gomes de Sá) (Mesma pessoa de nº 793)
980 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 794)
981 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 795)
984 - José Francisco de Seixas (Mesma pessoa de nº 792)
985 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 1970 - David Gomes de Sá) (Mesma pessoa de nº 793)
986 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 794)
987 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 795)
988 - João Pinto Leal (+Sim) (Mesma pessoa de nº 796)
989 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 1978 - Manoel de Souza da Rocha e 1979 - Feliciana de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 797)

Eneavós (9º avós)

1586 - David Gomes de Sá Tenente Coronel.
1594 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 794)
1595 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 795)
1954 - David Gomes de Sá (Mesma pessoa de nº 1586)
1970 - David Gomes de Sá (Mesma pessoa de nº 1586)
1978 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 794)
1979 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 795)

Total de Ancestrais: 112
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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