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  Memória: Nenhum nome memorizado. Domingo, 5-7-2020  

Relação dos Ancestrais de
Zuleyde Moreira de Barros Alves

1 - Zuleyde Moreira de Barros Alves - (filha de 2 - Saturnino Moreira de Barros e 3 - Maria Alves do Nascimento Barros)

Pais

2 - Saturnino Moreira de Barros Primo legítimo de sua esposa.
3 - Maria Alves do Nascimento Barros - (filha de 6 - Raimundo Rodrigues do Nascimento e 7 - Ana Alves do Nascimento)

Avós

6 - Raimundo Rodrigues do Nascimento
7 - Ana Alves do Nascimento - (filha de 14 - Vicente Moreira de Andrade e 15 - Maria Anunciada Alves de Barros)

Bisavós

14 - Vicente Moreira de Andrade
15 - Maria Anunciada Alves de Barros - (filha de 30 - Saturnino Alves de Barros e 31 - Alexandrina Gomes de Moura) (Mariquinha).

Trisavós

30 - Saturnino Alves de Barros (*03-08-1856, +1919) - (filho de 60 - José Alves da Fonseca Barros e 61 - Alexandrina Maria da Conceição)
31 - Alexandrina Gomes de Moura (+26-02-1945) - (filha de 62 - Honório Gomes de Alcântara e 63 - Arina Cipriano Clementino de Moura) Conhecida como Dona Xanda. Irmã do fazendeiro Cassimiro Honório Dantas, da fazenda Riacho do Meio, Custódia-PE.

Tetravós

60 - José Alves da Fonseca Barros - (filho de 120 - Francisco Alves da Fonseca e 121 - Ana Maria das Virgens) Da fazenda Barra do Exu, Serra Talhada, PE. Antes de se casar com a sua legítima esposa, teve uma relação amorosa, não oficializada, com a cabocla Alexandrina Maria da Conceição, de descendência indígena e empregada da casa da família. Dessa relação nasceram 2 filhos naturais, que foram criados por ele com toda a regalia dos filhos legítimos. Anos depois, casou-se, legalmente, com Isabel Alves de Barros, e foram morar na fazenda Barra do Exu. (Fonte: Antonio Neto e José Alves Sobrinho - Pegadas de Um Sertanejo - Vida e memórias de José Saturnino, página 149).
61 - Alexandrina Maria da Conceição
62 - Honório Gomes de Alcântara
63 - Arina Cipriano Clementino de Moura

Pentavós

120 - Francisco Alves da Fonseca - (filho de 241 - Claudiana Maria do Espírito Santo) Coronel. Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
121 - Ana Maria das Virgens (*1807, +ANTES DE 1860) - (filha de 242 - Manoel Lopes de Barros e 243 - Úrsula Maria das Virgens)

Hexavós

241 - Claudiana Maria do Espírito Santo Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
242 - Manoel Lopes de Barros (+1818) - (filho de 484 - Francisco Barbosa Nogueira e 485 - Maria da Silva Barros) Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
243 - Úrsula Maria das Virgens (*1785, +1860) - (filha de 486 - Vitorino Nunes de Barros e 487 - Ana Maria das Virgens) Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.

Heptavós

484 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 968 - João Nunes de Barros e 969 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
485 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 970 - Manoel Lopes Diniz e 971 - Maria de Barros da Silveira)
486 - Vitorino Nunes de Barros (*1753, +ANTES DE 1801) - (filho de 972 - João Nunes de Barros e 973 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
487 - Ana Maria das Virgens Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.

Octavós

968 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
969 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 1938 - Nome Desconhecido)
970 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 1940 - Bento Lopes e 1941 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
971 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 1942 - João Pinto Leal e 1943 - Maria de Barros da Silveira)
972 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) (Mesma pessoa de nº 968)
973 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 1946 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 969)

Eneavós (9º avós)

1938 - Nome Desconhecido
1940 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 3880 - Gaspar Lopes e 3881 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
1941 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 3882 - Manoel Dias e 3883 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
1942 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
1943 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 3886 - Manoel de Souza da Rocha e 3887 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
1946 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 1938)

Decavós (10º avós)

3880 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 7760 - Manoel Francisco Lopes e 7761 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
3881 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 7762 - Gonçalo Teixeira e 7763 - Maria Francisca)
3882 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 7764 - Gaspar Dias e 7765 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
3883 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 7766 - Domingos Gonçalves e 7767 - Francisca Diniz)
3886 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
3887 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)

11º avós

7760 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 15520 - Gaspar Francisco e 15521 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
7761 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 15522 - Francisco Diniz e 15523 - Maria Dias)
7762 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 15524 - Antônio Teixeira e 15525 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
7763 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 15526 - Francisco Fernandes e 15527 - Violante Gonçalves)
7764 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
7765 - Maria Dias (+1699)
7766 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
7767 - Francisca Diniz (+1675)

12º avós

15520 - Gaspar Francisco - (filho de 31040 - Francisco Jorge e 31041 - Margarida Alves)
15521 - Catarina Lopes - (filha de 31042 - Gonçalo Lopes e 31043 - Margarida Alves)
15522 - Francisco Diniz (+1628)
15523 - Maria Dias (+1610)
15524 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
15525 - Maria Dias
15526 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
15527 - Violante Gonçalves (+1659)

13º avós

31040 - Francisco Jorge
31041 - Margarida Alves (+1632)
31042 - Gonçalo Lopes (+1631)
31043 - Margarida Alves (+1613)

Total de Ancestrais: 59
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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