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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quinta-Feira, 13-8-2020  

Relação dos Ancestrais de
Tomaz Ramos Nogueira

1 - Tomaz Ramos Nogueira - (filho de 2 - Francisco Ramos Nogueira e 3 - Catarina Benigna das Virgens) Solteiro.

Pais

2 - Francisco Ramos Nogueira (*1837) - (filho de 4 - Roberto Ramos Nogueira e 5 - Luzia Barbosa Nogueira) Chico Ramos, da Fazenda Serra Vermelha.
3 - Catarina Benigna das Virgens - (filha de 6 - Francisco Alves da Fonseca e 7 - Ana Maria das Virgens) (ou Catarina Alves de Barros).

Avós

4 - Roberto Ramos Nogueira (*1801, +1864) - (filho de 8 - João Antônio Ramos Nogueira e 9 - Maria Manoela do Nascimento) Era o proprietário da Fazenda Cipós. Faleceu de cólera-morbus em 1864. Foi testemunha do casamento de seu sobrinho Antônio da Costa Araújo (Totonho do Marmeleiro).
5 - Luzia Barbosa Nogueira (+18-11-1855) - (filha de 10 - Padre Francisco Barbosa Nogueira e 11 - Quitéria Pereira da Cunha) (ou Luzia Barbosa da Silva, conforme consta do registro de casamento de sua filha Águida). Morava na Fazenda Cipós.
6 - Francisco Alves da Fonseca - (filho de 13 - Claudiana Maria do Espírito Santo) Coronel. Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
7 - Ana Maria das Virgens (*1807, +ANTES DE 1860) - (filha de 14 - Manoel Lopes de Barros e 15 - Úrsula Maria das Virgens)

Bisavós

8 - João Antônio Ramos Nogueira Marinheiro. Marinheiro português, residiu em Flores e teve 16 filhos. Em discordia com o Capitão-Mor Joaquim Nunes de Magalhães, Pau-Ferro, fugiu para Pilão Arcado. Mandou buscar a família e, não sendo possível, evadiu-se em companhia de seu filho Manoel Joviniano Ramos Nogueira (Gente Boa), deixando a última notícia em Oeiras, antiga capital do Piaui.
9 - Maria Manoela do Nascimento - (filha de 18 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 19 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha)
10 - Padre Francisco Barbosa Nogueira (*1771, +18-02-1839) - (filho de 20 - Francisco Barbosa Nogueira e 21 - Maria da Silva Barros) Padre. (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
11 - Quitéria Pereira da Cunha (+15-10-1868) - (filha de 22 - Antônio Pereira da Cunha) Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
13 - Claudiana Maria do Espírito Santo Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
14 - Manoel Lopes de Barros (+1818) - (filho de 28 - Francisco Barbosa Nogueira e 29 - Maria da Silva Barros) Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
15 - Úrsula Maria das Virgens (*1785, +1860) - (filha de 30 - Vitorino Nunes de Barros e 31 - Ana Maria das Virgens) Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.

Trisavós

18 - José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
19 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 38 - Nome Desconhecido e 39 - Nome Desconhecido)
20 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 40 - João Nunes de Barros e 41 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
21 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 42 - Manoel Lopes Diniz e 43 - Maria de Barros da Silveira)
22 - Antônio Pereira da Cunha - (filho de 44 - Nome Desconhecido e 45 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Boqueirão, em Vila Vela (hoje, município de Belmonte - PE). Rendeiro da Fazenda Carnaúba, juntamente com José Carlos Rodrigues do Nascimento, que era casado com Ana Joana Batista Pereira da Cunha (parece ser irmã ou filha de Antônio Pereira da Cunha). Além da Carnaúba, José Carlos era dono da Canafístula e Sabonete. Doou como dote ao genro José Pereira da Silva a fazenda Carnaúba (ou a sua parte arrendada), tronco da família Pereira do sertão do Pajeú.
28 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 56 - João Nunes de Barros e 57 - Antônia Barbosa Nogueira) (Mesma pessoa de nº 20)
29 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 58 - Manoel Lopes Diniz e 59 - Maria de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 21)
30 - Vitorino Nunes de Barros (*1753, +ANTES DE 1801) - (filho de 60 - João Nunes de Barros e 61 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
31 - Ana Maria das Virgens Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.

Tetravós

38 - Nome Desconhecido
39 - Nome Desconhecido
40 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
41 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 82 - Nome Desconhecido)
42 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 84 - Bento Lopes e 85 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
43 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 86 - João Pinto Leal e 87 - Maria de Barros da Silveira)
44 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 38)
45 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 39)
56 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) (Mesma pessoa de nº 40)
57 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 114 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 41)
58 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 116 - Bento Lopes e 117 - Águeda Maria Diniz) (Mesma pessoa de nº 42)
59 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 118 - João Pinto Leal e 119 - Maria de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 43)
60 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) (Mesma pessoa de nº 40)
61 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 122 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 41)

Pentavós

82 - Nome Desconhecido
84 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 168 - Gaspar Lopes e 169 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
85 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 170 - Manoel Dias e 171 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
86 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
87 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 174 - Manoel de Souza da Rocha e 175 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
114 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 82)
116 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 232 - Gaspar Lopes e 233 - Catarina Teixeira) (Mesma pessoa de nº 84)
117 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 234 - Manoel Dias e 235 - Ana Diniz) (Mesma pessoa de nº 85)
118 - João Pinto Leal (+Sim) (Mesma pessoa de nº 86)
119 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 238 - Manoel de Souza da Rocha e 239 - Feliciana de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 87)
122 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 82)

Hexavós

168 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 336 - Manoel Francisco Lopes e 337 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
169 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 338 - Gonçalo Teixeira e 339 - Maria Francisca)
170 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 340 - Gaspar Dias e 341 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
171 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 342 - Domingos Gonçalves e 343 - Francisca Diniz)
174 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
175 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)
232 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 464 - Manoel Francisco Lopes e 465 - Maria Antônia) (Mesma pessoa de nº 168)
233 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 466 - Gonçalo Teixeira e 467 - Maria Francisca) (Mesma pessoa de nº 169)
234 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 468 - Gaspar Dias e 469 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 170)
235 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 470 - Domingos Gonçalves e 471 - Francisca Diniz) (Mesma pessoa de nº 171)
238 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 174)
239 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 175)

Heptavós

336 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 672 - Gaspar Francisco e 673 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
337 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 674 - Francisco Diniz e 675 - Maria Dias)
338 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 676 - Antônio Teixeira e 677 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
339 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 678 - Francisco Fernandes e 679 - Violante Gonçalves)
340 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
341 - Maria Dias (+1699)
342 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
343 - Francisca Diniz (+1675)
464 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 928 - Gaspar Francisco e 929 - Catarina Lopes) (Mesma pessoa de nº 336)
465 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 930 - Francisco Diniz e 931 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 337)
466 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 932 - Antônio Teixeira e 933 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 338)
467 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 934 - Francisco Fernandes e 935 - Violante Gonçalves) (Mesma pessoa de nº 339)
468 - Gaspar Dias (+1667) (Mesma pessoa de nº 340)
469 - Maria Dias (+1699) (Mesma pessoa de nº 341)
470 - Domingos Gonçalves (+1664) (Mesma pessoa de nº 342)
471 - Francisca Diniz (+1675) (Mesma pessoa de nº 343)

Octavós

672 - Gaspar Francisco - (filho de 1344 - Francisco Jorge e 1345 - Margarida Alves)
673 - Catarina Lopes - (filha de 1346 - Gonçalo Lopes e 1347 - Margarida Alves)
674 - Francisco Diniz (+1628)
675 - Maria Dias (+1610)
676 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
677 - Maria Dias
678 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
679 - Violante Gonçalves (+1659)
928 - Gaspar Francisco - (filho de 1856 - Francisco Jorge e 1857 - Margarida Alves) (Mesma pessoa de nº 672)
929 - Catarina Lopes - (filha de 1858 - Gonçalo Lopes e 1859 - Margarida Alves) (Mesma pessoa de nº 673)
930 - Francisco Diniz (+1628) (Mesma pessoa de nº 674)
931 - Maria Dias (+1610) (Mesma pessoa de nº 675)
932 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) (Mesma pessoa de nº 676)
933 - Maria Dias (Mesma pessoa de nº 677)
934 - Francisco Fernandes (+1670) (Mesma pessoa de nº 678)
935 - Violante Gonçalves (+1659) (Mesma pessoa de nº 679)

Eneavós (9º avós)

1344 - Francisco Jorge
1345 - Margarida Alves (+1632)
1346 - Gonçalo Lopes (+1631)
1347 - Margarida Alves (+1613)
1856 - Francisco Jorge (Mesma pessoa de nº 1344)
1857 - Margarida Alves (+1632) (Mesma pessoa de nº 1345)
1858 - Gonçalo Lopes (+1631) (Mesma pessoa de nº 1346)
1859 - Margarida Alves (+1613) (Mesma pessoa de nº 1347)

Total de Ancestrais: 99
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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