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Relatório de Descendentes

Relatório de Descendentes

Maria Francisca de Barros
3 gerações (Bisnetos)
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  • Maria Francisca de Barros1 [#8111] (filha de Jacinto Gomes dos Santos e Francisca Maria de Jesus). Com Antônio Alves da Luz (filho de José Alves da Luz e Mariana Alves de Assunção), Coronel da Guarda Nacional.

    Notas sobre Maria Francisca de Barros: Conhecida como Cotinha.

    1. Filhos:
    2. F.1 - Pedro Alves da Luz
    3. F.2 - João Alves da Luz
    4. F.3 - Maria Francisca da Luz Barros
    5. F.4 - Ana da Luz Barros
    6. F.5 - Mariana da Luz Barros
    7. F.6 - Antônia da Luz Barros
    • F.1 - Pedro Alves da Luz2 [#9446] {Maria1}, Ten. Cel. da Guarda Nacional. Com Afra Florisbela Pires Cantarelli (filha de José Aníbal Cantarelli e Ana Florisbela de Assunção Pires).

      Notas sobre Pedro Alves da Luz: Coronel Pedro da Luz da Fazenda Barrinha, entre os municípios de Belém do São Francisco e Salgueiro. Foi prefeito de Belém do São Francisco de 1922 a 1926. Fazendeiro rico e respeitado, era padrinho de quase todo mundo naquela região, sendo que alguns adotaram o seu sobre nome “Luz” como homenagem. Sua vontade era ordem e sua palavra era Lei. Exemplo de retidão e bom caráter, era mais respeitado por sua bondade e pelo bem que fazia. Não deixou descendentes.

      Notas sobre Afra Florisbela Pires Cantarelli: Não deixou filhos.

    • F.2 - João Alves da Luz2 [#9162] {Maria1}. Casou-se com Luzia Benigna de Barros (filha de Manoel Nunes Nogueira de Barros e Mariana Benigna da Silva).
      1. Filhos:
      2. N.2.1 - Alberto de Barros Luz
      3. N.2.2 - Doralice Luz Gondim
      • N.2.1 - Alberto de Barros Luz3 [#9163] {Maria1 -> João2}. Com Antônia Neves da Luz (filha de Napoleão Franco da Cruz Neves e Ana Pereira Neves).

        Notas sobre Alberto de Barros Luz: Conhecido como Senhor da Luz. Residia em Jardim - CE. Teve outros 4 filhos que faleceram nos primeiros meses de vida.

        Notas sobre Antônia Neves da Luz: "Touzinha"

        1. Filhos:
        2. B.2.1.1 - Luzia Adelzira Neves da Luz
        3. B.2.1.2 - João Neves da Luz
        4. B.2.1.3 - Napoleão Neves da Luz
        5. B.2.1.4 - Terezinha Neves da Luz
        6. B.2.1.5 - Maria do Socorro Neves da Luz
        • B.2.1.1 - Luzia Adelzira Neves da Luz4 [#9942] {Maria1 -> João2 -> Alberto3}, Educadora.

          Notas sobre Luzia Adelzira Neves da Luz: Primeira neta de Napoleão Franco da Cruz Neves. Faleceu solteira.

        • B.2.1.2 - João Neves da Luz4 [#20172] {Maria1 -> João2 -> Alberto3}, Agricultor. Com (1) Maria Cléa Ancilon Pereira da Luz (filha de José Leite Pereira e Ceci Ancilon de Alencar Leite), Dona de Casa, 1966, em Fortaleza, Ceará, Brasil. Casou-se com (2) Cerli de Sá Peixoto.

          Notas sobre João Neves da Luz: Jardim - CE.

          Notas sobre Maria Cléa Ancilon Pereira da Luz: Morava em Jardim - CE.

          Notas sobre Cerli de Sá Peixoto: Teve apenas uma filha.

          1. Filhos com (1) Maria Cléa Ancilon Pereira da Luz:
          2. T.2.1.2.1 - Alberto Barros Luz Neto
          3. T.2.1.2.2 - José Neves Pereira da Luz
          4. T.2.1.2.3 - João Neves da Luz Filho
          5. T.2.1.2.4 - Clécio Neves Pereira Luz
          6. T.2.1.2.5 - Antônio Neves Pereira Luz
          7. T.2.1.2.6 - Humberto Neves Pereira Luz
          8. T.2.1.2.7 - Fernando Neves Pereira Luz
          9. T.2.1.2.8 - Ana Clara Neves Pereira Luz
          10. T.2.1.2.9 - Napoleão Neves da Luz Sobrinho
          11. T.2.1.2.10 - Vanda Maria Neves Pereira Luz
        • B.2.1.3 - Napoleão Neves da Luz4 [#9944] {Maria1 -> João2 -> Alberto3}, 18-12-1927, Médico, 03-01-2005, com 77 anos e 16 dias de idade. Casou-se com Maria Sampaio Sá Neves da Luz (filha de Luiz Antônio de Sá Gonzaga e Nazinha Sampaio Sá).

          Notas sobre Napoleão Neves da Luz: Em 1953 formou-se em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco, especializando-se em clínica médica, gastroenterologia e obstetrícia. Depois de formado instalou-se profissionalmente em sua terra, onde atuou até a morte, adquirindo fama e credibilidade entre seus conterrâneos.

          Em 1972 fundou com recursos próprios a Casa de Saúde Santo Antônio, da qual foi Diretor Clínico, dedicando-se, com muito amor e espírito humanitário, aos pacientes que lhe eram confiados. Paralelamente ao exercício da Medicina, exerceu o magistério em Jardim, no antigo Ginásio Pe. Miguel Coelho e na Escola Normal Pe. Aldemir.

          Deixou 2 filhos adotivos: o médico Fernando Neves e a odontóloga Ana Clara.

          Informações obtidas do site http://www.noolhar.com/opovo/opiniao/437156.html. Maria Alacoque de Lima Pereira de Fortaleza

        • B.2.1.4 - Terezinha Neves da Luz4 [#9945] {Maria1 -> João2 -> Alberto3}, Professora. Casou-se com Gervásio Soares Sampaio.
        • B.2.1.5 - Maria do Socorro Neves da Luz4 [#9946] {Maria1 -> João2 -> Alberto3}, Professora. Casou-se com José de Luna Alencar.
      • N.2.2 - Doralice Luz Gondim3 [#9164] {Maria1 -> João2}, Nome de Nascimento: Doralice Barros da Luz. Com José Caminha de Anchieta Gondim, em Jardim, Ceará, Brasil, Coronel.

        Notas sobre José Caminha de Anchieta Gondim: Coronel Dudé de Jardim, Ex-prefeito de Jardim.

        1. Filhos:
        2. B.2.2.1 - Delzuite Luz Gondim
        3. B.2.2.2 - Djanir Luiz Gondim
        4. B.2.2.3 - Deonice Luz Gondim
        5. B.2.2.4 - Dermival Luz Gondim
        6. B.2.2.5 - Deusdedit Luiz Gondom
        7. B.2.2.6 - Diógenes Luz Gondim
        • B.2.2.1 - Delzuite Luz Gondim4 [#9948] {Maria1 -> João2 -> Doralice3}, Professora. Casou-se com José de Matos Barreto, Agricultor.
        • B.2.2.2 - Djanir Luiz Gondim4 [#9950] {Maria1 -> João2 -> Doralice3}, Professora.

          Notas sobre Djanir Luiz Gondim: Solteira.

        • B.2.2.3 - Deonice Luz Gondim4 [#9949] {Maria1 -> João2 -> Doralice3}, Professora. Casou-se com José Teófilo Machado, Tabelião.

          Notas sobre José Teófilo Machado: Juazeiro do Norte-CE.

        • B.2.2.4 - Dermival Luz Gondim4 [#9951] {Maria1 -> João2 -> Doralice3}, 08-12-1930, em Jardim, Ceará, Brasil, Padre.

          Notas sobre Dermival Luz Gondim: Dermival nasceu no dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em berço de ouro, no seio de uma família abastada. Desde criança, quando a mãe o tomava nos braços, profetizou olhando fixamente aqueles dois olhinhos azuis:

          - Finalmente nasceu meu padre!

          Dona Doralice Luz se surpreendeu quando Dermival, já um adolescente, anunciou contente que poderia fazer o enxoval dele, porque seguiria os votos, como almejava o sonho materno. Aos doze anos, levado ao Seminário do Crato pelas mãos do pai, o prestigioso Coronel Daudet, o menino foi aos poucos compreendendo seu chamado, engajando-se para abraçar definitivamente o sacerdócio. O garoto chegou a recusar uma possibilidade de estudar na Europa, porque estava intimamente ligado às suas raízes, ao Cariri e a uma paixão especial que nascia consigo naqueles tempos: uma motocicleta.

          Descer a Chapada do Araripe, do Crato até Jardim, era uma das experiências mais prazerosas que aquele seminarista se entregava. A velocidade e o vento no rosto, com aquele cheiro verde e úmido, tinham o gosto de uma incomparável liberdade. Tudo fazia pensar que sofreria muito se se ausentasse dali. No Ceará, ele poderia realizar suas ambições.

          Ordenou-se aos vinte e seis anos, celebrando sua primeira missa na terra natal. Três meses depois, recebeu a notícia de que o bispo o nomeara para assumir temporariamente a paróquia de Brejo Santo, pastoreada pelo sofrido padre Pedro Inácio Ribeiro, acometido de uma artrite reumatoide que lhe paralisava gradativamente o corpo. Lá, Dermival seria o vigário cooperador.

          Feliz e animado por finalmente poder iniciar a prática da obra de Deus, resolveu chegar cedo, no dia seguinte, até seu destino. "Seria um excelente passeio pela serra molhada pelas chuvas de março trazidas por São José", pensou o jovem.

          A manhã daquela quinta-feira, 07 de março de 1957, amanheceu cinzenta. Uma cerração cobria toda a cidade e caía uma neblina calma e silenciosa, depois de uma madrugada inteira de tempestade. O padre adivinhava que a estrada não estaria em muito boas condições, o que não chegou a desanimá-lo, mesmo com insistência do octogenário pai, que julgava um disparate fazer uma travessia daquelas em uma motocicleta. Seria mais prudente ir a cavalo. Mas Dermival estava decidido. Recentemente havia trocado sua motocicleta por uma maior, mais vigorosa, que não o faria temer, pois, antes de tudo, ia em nome de Deus e da Santa Mãe.

          Saiu de casa pouco antes da seis. A viagem foi realmente uma aventura. As estradas estavam péssimas. Em um determinado trecho alagado, precisou do auxílio de alguns transeuntes, que o ajudaram a atravessar a moto nos braços e carregá-lo nos ombros, pois não sabia nadar.

          A velocidade na estrada, o vento forte e o calor do sol secaram logo a batina molhada, que exibia principalmente as barras amarrotadas de lama.

          Quando a moto adentrou na Avenida Santos Dummont, derrubando com o rastro veloz, uma tabuleta de cartaz do Cine Itamaraty, foi um acontecimento. Quem passeava pelo comércio parou para ver aquela inusitada figura: decerto seria o novo padre cooperador, a batina não deixava mentir. Era um padre aventureiro. As crianças se alvoroçavam e corriam atrás daquela novidade.

          Padre Pedro estava na calçada da casa paroquial, quando viu a motocicleta se aproximar, trazendo um jovem distinto, que logo anunciou sua missão:

          - Boa tarde, padre Pedro. Sou Dermival, o novo vigário cooperador.

          O adoentado pároco esboçou um sorriso de satisfação. O bispo mandava-lhe um menino! Vendo o jovem padre com uma pequena bolsa, certamente seus pertences mais pessoais, e aquele estado de suas roupas, pensou: "O rapaz precisa de um banho, de descanso". Indicou a casa do cooperador ali perto, onde ele deveria se hospedar, quem sabe repousar um pouco...

          - Nada disso, padre Pedro. Eu vim para morar com o senhor!

          - Mas meu filho, aqui não é morada para um rapaz como você. Aqui não tem o conforto a que está acostumado. Aqui tudo é muito simples. O que você tem a ganhar morando com um velho padre e suas irmãs doidas?

          - Pois acaba de chegar mais um doido, padre! - E ambos riram-se.

          A notícia do novo padre foi o acontecimento da semana. A Matriz estava mais lotada do que o de costume. Todos se apinhavam concentrados para assistir àquele sério e instruído rapaz, de voz grave e português escorreito, cooperar com o andamento das missas, às vezes, celebrá-las por inteiro, considerando a frágil saúde do vigário maior.

          Espalhava-se a fama de sua beleza e daquele exotismo: um homem intocável e imaculado, com estampa de artista de cinema, sobre uma motocicleta pelas estradas daqueles sertões adentro, celebrando missas e ministrando sacramentos.

          As beatas diziam:

          - Parece um anjo de luz!

          As moças cochichavam:

          - É até pecado deixar que moços bonitos assim se ordenem padres...

          Foi preciso uma campanha de cima do púlpito para aplacar uma onda de paixonite coletiva. Aos poucos, aquele sonho utópico e adolescente arrefeceu nas moças mais insistentes, diante da seriedade e convicção do novo padre, firme de sua missão. Sentia-se cada vez mais pertencente àquela gente amiga, que o acolhia a um irmão.

          De visão empreendedora, fez muitos investimentos na cidade, como uma fábrica de mosaicos, uma madeireira, uma farmácia e construção de muitos prédios. Em 1965, abriu um cinema: o Cine Paroquial, que exibia muitos clássicos, especialmente filmes bíblicos, de comédias e faroeste.

          Seu cuidado com os bons rumos da paróquia inspirou no bispo de lhe dar definitivamente o título de pároco, pois o padre Pedro a cada dia estava mais impossibilitado de continuar no ofício. Dermival, entretanto, recusou aquela hipótese, pois seria cooperador de padre Padre até o fim dos seus dias.

          Naquela altura, já era um homem de extremado respeito, de escudo moral intransponível. Se fosse feito um censo para eleger a maior autoridade de Brejo Santo, seguramente o padre Dermival seria o possível vencedor. Naturalmente, tornou-se conselheiro de homens respeitáveis.

          Nos idos de chumbo da Ditadura, Brejo Santo teve militares vasculhando a cidade em busca de opositores das ideias do Governo. Era a caça aos comunistas. para levar esse infamante título, bastaria ter ideias libertadoras.

          Um alto tenente da região foi consultar o padre Dermival sobre quem especialmente seriam três rapazes, suspeitos de subversão: Chico Andorinha, Zé Carlos e professor Bezerrinha. O padre garantiu-lhe que seriam somente estudantes, gente de boa família, convencendo-o de que exageravam naquelas infundadas denúncias. Foi o salvo-conduto, portanto, dos fervorosos rapazes.

          Em 1973, padre Pedro dava sinais de que faria sua viagem celestial. Em vida, padre Dermival já o tinha como santo, diante de tanta resignação para com a traumática doença. A artrite acarretava-lhe ondas de dores insuportáveis, inchaço nos membros, roubando-lhe os movimentos, sem falar na gradativa cegueira. Quanto mais sofria, mais orava. Testemunha daquele silencioso calvário, o padre cooperador veio assumir definidamente a paróquia depois que se fechou a pedra de mármore sobre o corpo santo de Padre Pedro Inácio Ribeiro.

          Sepultado no interior da Igreja Matriz, o Brejo poderia dizer que agora tinha um santo. Se vivo Padre Pedro operava milagres, ao lado de uma milícia de anjos, passou a derramar graças infindáveis sobre aquela terra.

          Anos depois, passou a residir no bairro São Francisco. Naquelas terras dadas pela fé para apadrinhamento do santo humilde e generoso, reconstruiria o Santuário, destruído por uma forte chuva. A obra inspiraria mais nosso povo sobre os ideais franciscanos.

          Tornou-se um dos homens mais respeitados pela Igreja. Recebeu o título de Monsenhor e, a partir de 2005, passou a ser Vigário Geral da Diocese do Crato.

          Deixa para Brejo Santo um legado firme, de respeito, moral, empreendedorismo e devoção no Sagrado Coração de Jesus, em São Francisco e na Virgem Maria.

          Por Hérlon Fernandes Gomes - Porto Velho, 03 de agosto de 2019.

        • B.2.2.5 - Deusdedit Luiz Gondom4 [#9952] {Maria1 -> João2 -> Doralice3}, Oficial do Exército.

          Notas sobre Deusdedit Luiz Gondom: Casado e com filhos.

        • B.2.2.6 - Diógenes Luz Gondim4 [#9953] {Maria1 -> João2 -> Doralice3}, Farmacêutico-bioquímico-analista.

          Notas sobre Diógenes Luz Gondim: Juazeiro do Norte-CE. Casado e com filhos.

    • F.3 - Maria Francisca da Luz Barros2 [#9447] {Maria1}. Com Antônio Onias de Carvalho Barros (filho de João Barbosa de Barros e Jacinta Maria de Carvalho).

      Notas sobre Maria Francisca da Luz Barros: (Cotinha).

      Notas sobre Antônio Onias de Carvalho Barros: Foi o primeiro a usar o sobrenome Onias, que passou à sua descendência. Morava em Belmonte - PE, onde era fazendeiro, político e negociante. Foi conselheiro daquele município em três legislaturas (1907/1910, 1911/1913 e 1913/1915). Em consequência de questão entre seus familiares e pessoas da família Pereira, em 1918, retirou-se para Aquidabã - SE, onde fixou residência com parte dos parentes que o acompanharam.

      1. Filhos:
      2. N.3.1 - Pedro Onias de Carvalho
      3. N.3.2 - José Onias de Carvalho
      4. N.3.3 - Joaquim Onias de Carvalho
      5. N.3.4 - Ana Tercina de Carvalho
      6. N.3.5 - Ester Onias de Carvalho
      7. N.3.6 - João Onias de Carvalho
      8. N.3.7 - Haydée Onias de Carvalho
      9. N.3.8 - Nair Onias de Carvalho
    • F.4 - Ana da Luz Barros2 [#9448] {Maria1}. Com Manoel Aníbal Pires Cantarelli (filho de José Aníbal Cantarelli e Ana Florisbela de Assunção Pires).

      Notas sobre Ana da Luz Barros: Conhecida como Donana.

      1. Filhos:
      2. N.4.1 - Áurea Pires da Luz Cantarelli
      3. N.4.2 - Alisses da Luz Pires Cantarelli
      4. N.4.3 - Afra Pires da Luz Cantarelli
    • F.5 - Mariana da Luz Barros2 [#9211] {Maria1}. Com Odilon de Barros Alencar e Silva (filho de Levino Lopes de Barros e Silva e Maria Dorcelina de Alencar e Silva), 12-01-1865, Major, 31-10-1926, em Fazenda Mocambo, Salgueiro, Pernambuco, Brasil, com 61 anos, 9 meses e 19 dias de idade.

      Notas sobre Mariana da Luz Barros: Conhecida como Barrinha.

      1. Filhos:
      2. N.5.1 - Maria Luiza Dorcelina de Alencar Barros
      3. N.5.2 - Levino Lopes de Barros e Silva Neto
      4. N.5.3 - Maria Alice de Alencar Barros
      5. N.5.4 - Belizarina de Alencar Barros
      6. N.5.5 - Ibrantina de Alencar Barros
      7. N.5.6 - Ana de Alencar Barros
      8. N.5.7 - Pedro Odilon de Alencar Barros
      9. N.5.8 - Mário Odilon de Barros Alencar Luz
      10. N.5.9 - Diva de Alencar Barros
      11. N.5.10 - Corina de Alencar Barros
    • F.6 - Antônia da Luz Barros2 [#9195] {Maria1}. Com Tristão Lopes da Silva Barros (filho de Antônio Lopes da Silva Barros e Luíza Docelina de Alencar Barros).

      Notas sobre Antônia da Luz Barros: Conhecida como Toinha.

      1. Filhos:
      2. N.6.1 - Maria Antonieta da Luz Barros
      3. N.6.2 - Antônio da Luz Barros
      4. N.6.3 - José da Luz Barros
      5. N.6.4 - Luiza
      6. N.6.5 - João Alves da Luz
Nomenclatura:
∈ - Indica que a pessoa teve relacionamentos (casamento ou não), com ou sem filhos.
✟ - Indica que a pessoa já é falecida.
Gerações Pessoas Casamentos Pessoas c.c/outros Descendentes
Filhos660
Netos28191
Bisnetos76342
Trinetos108--
Totais 218 59 3

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Data: Terça-Feira, 29-11-2022 22:42 GMT - DB2
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