Genealogia Pernambucana
Famílias Sertanejas
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Famílias Sertanejas
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Genealogia de famílias do sertão nordestino
Genealogia de famílias do sertão nordestino
Notas sobre Francisca das Chagas Pimenta: Irmã do Padre João Coelho.
Notas sobre Manoel Nunes da Silva: Foi dono das propriedades "Campo Santo" e "Santana", em Tacaratu-PE.
Notas sobre Aniceto Nunes da Silva: Foi o proprietário no Sertão, além da fazenda Sabá, de mais de 20 léguas de terras de extensão, subdivididas em 8 fazendas: Tamboril (que havia sido de Domingos Afonso), Balanças, Conceição, São Boa Ventura, Sítio (que mais tarde se transformou na cidade de Sítio dos Nunes), São Gonçalo, São Domingos e parte da antiga Fazenda das Flores, todas herdadas de seu pai. Inventário feito no 1º Cartório de Flores. A data de falecimento está conforme livro de tombo da Igreja de Flores. Enterrado por seu filho João Nunes no Sítio dos Nunes. Quando faleceu tinha entre 95 a 98 anos de idade. Informações de seu pentaneto Saulo Duarte.
Notas sobre Manoel Francisco da Silva: Morto pelos índios na Malhada da Pedra, em Floresta do Navio.
Notas sobre Cipriano Nunes da Silva: Morreu com 90 anos de idade e foi bisavô de Antônio Nunes, proprietário da fazenda Olho d'Água da Tiburuna, em Serra Talhada.
Notas sobre Rita Maria de Jesus: (Ritinha do Angico).
Notas sobre Cícero Nunes da Silva: Da familia Nunes de Sitio dos Nunes e Cavalcanti de Albuquerque de Palmeira dos Indios.
Notas sobre Inez Filomena Nogueira: Sem sucessão.
Notas sobre Filomena Nunes da Silva: (Madrinha Mena do Brejo).
Notas sobre Cezalina Nunes da Silva: (Cezinha).
Notas sobre Leopoldina Nunes da Silva: (Dina).
Notas sobre Adalberto Nunes da Silva: Faleceu mordido de cobra cascavel.
Notas sobre Ana Nunes de Barros: (Tanana).
Notas sobre Francisco Barros: (Chiquinho do São Miguel).
Notas sobre João Nunes da Silva: Foi o 4º Filho de Aniceto Nunes da Silva (considerado o maior latifundiário do seu tempo na região do Pajeú) e Antônia de Lourenço Aragão. Joao Nunes, descendia da Casa da Torre por parte da mãe e foi grande criador de gado em sua sesmaria que se estendia por mais de 6 léguas quadradas, tendo o que hoje é o Distrito de Sitio dos Nunes em Flores como sede. É o legítimo fundador de Sítio dos Nunes. Tio do Barão do Pajeú.
Fonte: Procuração de Padre Dário Nunes (filho de João Nunes) datada de 1892. Informações da neta Januária Nunes Duarte neta e falecida em 1976. Manuscritos de Maria Nóbia Nunes Duarte Rodrigues - trineta
Notas sobre Dário Nunes da Silva: Primeiro filho Capitão de Ordenança Joao Nunes.Ordenou-se em 22/05/1869 com 29 anos. Em 12.05.1874 foi designado pároco da Freguesia de Nossa Senhora das Montanhas em Cimbres (Pesqueira-PE) e em 09/12/1878 foi removido para Paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Pajeú das Flores. Retornou a Cimbres em 02/05/1879, mas por Ato do Monsenhor Jose Joaquim Camelo de Andrade ele foi reconduzido de volta para Flores em 09/12/1879. Pe. Dário era dono de 3/4 das terras que pertenceram ao seu pai João Nunes. Em 1880 o Pe. Dário Nunes foi transferido para o Rio de Janeiro. Consta em documentos da Arquidiocese do Rio de Janeiro que o Pe. Dario faleceu no ano de 1920 com 80 anos. Ele deve ter deixado sua terra por volta de 1880 já que existe registro de sua presença em Cantagalo (RJ) no Jornal “ O Apostolo” de 08 abril de 1881. Consta sua volta a Flores em 1892 quando passou uma procuração datada de 14/06/1892 para Antônio José de Sant' Anna dando poderes em sua ausência para agir em seu nome sobre as terras do Sitio dos Nunes e os bens que nela possuir.
Notas sobre Salviano Nunes da Silva: Sua descendência é conhecida como os Salvi de Sitio dos Nunes.
Notas sobre Emiliana Vitorina Nunes da Silva: Daí a descendência dos Duarte de Sitio dos Nunes.
Notas sobre Luiz Antônio Duarte: Eis aí a introdução da família Duarte oriunda de Alagoas na família Nunes de Sitio dos Nunes. Emiliana herdou parte significativa das terras de João Nunes.
Notas sobre Luiza Nunes Duarte: Morreu solteira.
Notas sobre Maria da Soledade: (Santinha).
Notas sobre Joaquim Nunes da Silva: (Joaquim Salve).
Notas sobre Constância Brasileira da Silva: Dos filhos do Capitão João Nunes Constância era a única que não se assinava por Nunes.
Notas sobre José Raimundo Pimentel do Espirito Santo: José Raimundo Pimentel do Espírito Santo é o atual prefeito de Araripina-PE, eleito para o período (2017-2020). É médico do sistema público de saúde há mais de 16 anos e foi três vezes consecutivas deputado estadual por Pernambuco. Quando deputado, Raimundo foi presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça e presidente da Comissão de Administração Pública. Presidiu, também, as Comissões que acompanharam as obras da Transposição do Rio São Francisco e da Ferrovia Transnordestina. Foi suplente da Comissão de Educação e Cultura, Comissão Meio Ambiente e Comissão de Saúde e Assistência Social; Foi Presidente da Comissão de Ética Parlamentar, titular da Comissão de Ciência, Tecnologia e Informática; Presidiu a CPI que ajudou a colocar na cadeia todos os envolvidos no esquema do tráfico de órgãos em Pernambuco, em 2003, e, ainda, dirigiu os trabalhos da Comissão Especial que estudou a carência de leitos de UTI nos hospitais públicos de Pernambuco. Pimentel esteve à frente, também, dos trabalhos da Comissão Especial que acompanhou ações de desenvolvimento do Semiárido pernambucano e foi membro da CPI da Celpe em 2007. Em decorrência da sua grande atuação parlamentar, Raimundo Pimentel recebeu o Prêmio ILADH de Direitos Humanos, o Prêmio Amigo do Meio Ambiente, do CPRH, pelas ações em defesa do Arquipélago de Fernando de Noronha; recebeu, também, o Prêmio Leão do Norte de Desenvolvimento Econômico, pelo projeto do uso da mamona como combustível alternativo; Importante registrar que foi autor do Projeto de Lei que destina a madeira oriunda da supressão da vegetação nas obras da transposição do São Francisco para as empresas do polo gesseiro do Araripe. Em outubro de 2016, Raimundo Pimentel foi eleito prefeito de Araripina, pelo Partido Social Liberal – PSL, com 18.332 votos, o equivalente a 43,08% do total de votos válidos.
Notas sobre Maria do Socorro Holanda Muniz Falcão do Espírito Santo: Eleita para o seu primeiro mandato de Deputada Estadual por Pernambuco (2015 a 2018), Socorro Pimentel é membro titular das Comissões de Negócios Municipais, de Saúde e Assistência Social, de Defesa dos Direitos da Mulher e de Ética Parlamentar. Como suplente, faz parte das Comissões de Esporte e Lazer, de Meio Ambiente e de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular. A deputada tem como prioridade no seu mandato a defesa dos direitos da mulher, a saúde, educação, a defesa do meio ambiente e o abastecimento hídrico, sobretudo nas regiões castigadas pela seca. É formada em Medicina pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas. É pediatra e atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas cidades de Santa Cruz, Araripina e Ouricuri. Foi secretária de Saúde na cidade de Araripina em 1997 e diretora do Hospital e Maternidade Santa Maria, situado no mesmo local, entre 2000 e 2002. Em 2004, foi candidata à vice-prefeita do município. Em 2012, candidatou-se à prefeita, também em Araripina, ficando em segundo lugar, com 16.759 votos.
Notas sobre Josefa Pereira da Silva: Foi proprietária da fazenda Serrote. (segundo Venício Feitosa Neves). Joaquim Pereira da Silva detém documentos informando que é filha de João Pereira da Silva e Antônia Isabel de Sá. O inventário de seu pai encontra-se no Memorial da Justiça. Além do inventário, têm dois casamentos, na Paróquia de Villa Bella, de Filhas de Joaquim Nunes (#6052) e Josefa (#50723), onde consta que são netas de João Pereira da Silva e sua esposa Antônia Izabel de Sá.
Também aparece Josefa Maria da Silva.
Notas sobre Francisca Pereira da Silva: Veja família de T.1.8.2.4
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: (Sinharinha).
Notas sobre José Pereira da Silva: (Zuzinha).
Notas sobre Francisca Pereira Valões: Reside em Maceió-AL. Teve 8 filhos, dos quais 3 faleceram.
Notas sobre Moisés Bento: Da Fazenda Gavião.
Notas sobre Francisca Pereira Nunes: (Dona).
Notas sobre Francisco Pereira Nunes: (Chico).
Notas sobre Simplício Pereira Nunes: (Pai Piu).
Notas sobre Maria Pereira da Silva: Veja família de T.1.8.2.6
Notas sobre Verônica Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.9.1.2.8
Notas sobre Maria Pereira da Silva: (Lica).
Notas sobre José Pereira de Araújo: Veja família de Tn.1.9.3.3.1
Notas sobre Ana Pereira de Aguiar: Veja família de Tn.1.7.9.9.3
Notas sobre Maria Pereira de Siqueira: (Lia).
Notas sobre Manoel Pereira de França: (Padre Mina).
Notas sobre Aureliano Pereira da Silva: Sérgio Elias Wanderley, em conversa com o primo Valdir José Nogueira sobre como surgiu o sobrenome "Valões", constataram que foi Aureliano Pereira da Silva.
Aureliano, lendo o folheto distribuído na missa, edição especializada para as novenas de maio que falava sobre a vida do beato francês Félix de Valois, ficou comovido com a história e adotou o sobrenone "Valões" em seus filhos.
Notas sobre Izabel Pereira da Silva: (Bela).
Notas sobre Antônio Alexandre Pereira Silva: Cionhecido como Tonho Barraca.
Notas sobre Cícero Pereira da Silva: (Cícero Barraca). Da fazenda Lagoa da Pedra.
Notas sobre Teófila Marques Nogueira: (Branca).
Notas sobre Luiz Pereira da Silva: (Luiz Barraca).
Notas sobre Francisca Nunes de Barros: (Chiquinha).
Notas sobre João Pereira da Silva: (João Barraca).
Notas sobre Januária Linda de Barros: (Sinhá).
Notas sobre Antônio Pereira de Souza: Souzinha do Campo Alegre. Da fazenda Cacimba Nova. Casou-se com Philomena em 24 /12/1894, às 10h.da manhã na residência do juíz distrital de casamento José Avelino Pereira da Silva. Ele com 22 anos e Ela com 24 anos. Casou-se com Josina em 26/01/1909 às 11h. dá manhã com o juíz Gonzaga, Ela com 22 anos. Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
Notas sobre Maria Pereira da Silva: (Marica).
Notas sobre Adrião Marcolino Nogueira: Foram testemunhas do casamento: Balduino da Cruz Nogueira, Andrelino Marcolino Nogueira, João Marcolino Nogueira e Manoel Antônio Neto.
Fonte: Antonio Filho Neto
Notas sobre Luiz Pereira Zuza: (Luiz da Canafístula).
Notas sobre Antônio Batista Pereira da Silva: Veja família de T.1.7.12.4
Notas sobre Luíza Pereira Diniz: Veja família de Tn.1.9.1.1.10
Notas sobre Joaquim Ramalho de Alencar: (Juca Peixoto).
Notas sobre Manoel Terto Alves: Conselheiro Municipal em Belmonte, PE, de 1895 a 1898.
Notas sobre Ana Alves da Silva: Casou-se com um rapaz da família Vieira, de Triunfo - PE.
Notas sobre Zé Vieira: Conhecido como Zeca Maginário ou Imaginário, porque fazia imagens dos santos. De Triunfo-PE.
Notas sobre Maria José das Virgens: (Licor).
Notas sobre José dos Santos: (Zezé).
Notas sobre França Terto: Irmã de Tino Terto, de Belmonte - PE.
Notas sobre Henrique Terto: Das Areias.
Notas sobre Ana Alves: De Conceição, PB.
Notas sobre José Alves: De Conceição, PB.
Notas sobre José Pereira da Silva Terto Brasil: Cangaceiro famoso de Sinhô Pereira, conhecido como Cajueiro e Zé Terto. Foi morar junto aos primos, os irmãos Sebastião Pereira e Silva (Sinhô Pereira) e Joaquim Pereira e Silva (Quincas), em Lagoa Grande-MG, onde foi fazendeiro. Conhecido em Lagoa Grande-MG, como Joaquim Araújo e Silva (Quinzão).
Notas sobre Carolina Pereira Alves: (Loló).
Notas sobre José Alves Terto: Morava no sítio Areia dos Terto, São José do Belmonte - PB.
Notas sobre Alexandre Pereira de Valões: Veja família de T.1.7.12.1
Notas sobre José Pereira Valões: Sepultado em Belmonte, PE.
Notas sobre Manoel Pereira Valões: Faleceu com 17anos, vítima de uma picada de cobra. Sepultado em Belmonte-PE.
Notas sobre Ana Pereira Valões: Foi para São Paulo na década de 20 e não se teve mais notícias.
Notas sobre Jacinta Pereira Tintão: (Sintô).
Notas sobre Gertrudes Pereira Valões: (Tudinha).
Notas sobre Antônio Pereira Valões: (Antônio de Cornélio).
Notas sobre Rita Pereira Valões: Solteira.
Notas sobre Aureliano Pereira Valões Neto: (Leriano).
Notas sobre Francisco Pereira de Valões: (Chico de Cornélio). Moram no povoado Baixa da Onça, Arapiraca-AL.
Notas sobre Manoel Pereira da Silva e Sá: (Manoel da Passagem do Meio).
Notas sobre Manoel Pereira da Silva Filho: (Né Pereira ou Né Dadu). Após o assassinato do tio, Padre Pereira, ele tomou pra si o intuito de realizar as vinganças contra a família Carvalho. Nisso, formou um bando de cangaceiros que ocasionalmente atacavam as fazendas Umburana, Piranhas e Varzea do Ú. Por ser protegido pelo seu padrinho, coronel Antônio Pereira, Né Pereira sofreu dura perseguição da polícia pernambucana que mandou para a região diversos oficias para apaziguar a famosa questão nordestina. Em 16 de outubro de 1916, na Fazenda Serrinha, em Serra Talhada (PE), Né Pereira foi assassinado a traição enquanto dormia por um de seus cabras, de nome Zé Grande (Palmeira). Movido por vingança, seu irmão mais novo, Sebastião Pereira e Silva (Sinhô Pereira), acompanhado do primo Luiz Padre, formaram um bando de cangaceiros que durante 5 anos (1917/1922) reinaram no cangaço nordestino até que foram embora do Nordeste. (Fonte: Vila Bela, os Pereiras e Outras Histórias, pag. 307, Luis Wilson).
Notas sobre Úrsula Pereira de Sá: Sobrinha de seu marido.
Notas sobre José Pereira da Silva: (Zé Menino).
Notas sobre Virtuosa Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.9.3.2.7
Notas sobre Joaquim Aureliano Pereira da Silva: Foi para Minas Gerais morar com o irmão Sinhô Pereira. Morou em Patos de Minas e em Lagoa Grande.
Notas sobre Maria José Bizarria de Araújo: (Lica).
Notas sobre Antônio Pereira da Silva Barros: (Antônio da Passagem do Meio).
Notas sobre Sebastião Pereira da Silva: (Sinhô Pereira). O caçula de 22 irmãos. Entrou para o cangaço, com a aquiescência da família, no ano de 1916, após a morte do irmão NÉ DADU. Formou bando para executar vindita contra alguns membros da família Carvalho. Foi um dos maiores expoentes na história do cangaço. Abandonou a luta no ano de 1922, indo para Goiás, deixando o bando na chefia de Lampião. (por Jorge Remígio). Em entrevista dada a Luiz Conrado de Lorena e Sá, em 1971, respondendo à pergunda "Por que Virgulino Ferreira da Silva ganhou o apelido de Lampião?", Sinhô Pereira respondeu: "Num combate, à noite, na fazenda Quixaba, o nosso companheiro Dé Araújo comentou que a boca do rifle de Virgulino mais parecia um lampião. Eu reclamei, dizendo que munição era adquirida a duras penas. Desse episódio resultou o Lampião que aterrorizou o Nordeste.". Dé Araújo era o apelido de Manoel Cavalcanti de Araújo (ou Rodrigo de Souza Nogueira, nome que adotou ao sair do cangaço), filho de João Antônio de Souza Araújo e Pacífica Benvinda Cavalcanti de Albuquerque. Sinhô Pereira foi considerado o maior inimigo dos Carvalhos. Era conhecido em Lagoa Grande-MG, como Francisco Maranhão e Chico Maranhão. Viveu maritalmente com Alina Araújo.
Notas sobre Alina Araújo: De Jati-CE.
Notas sobre Pedro Pereira Valões: (Pedro Genésio).
Notas sobre Francisca Pereira Valões: (Chiquita).
Notas sobre José Pereira da Silva: (Duda).
Notas sobre José Pereira Valões: (Zé Genésio).
Notas sobre Inês Pereira da Silva: Casou-se a primeira vez com 13 anos e não teve filhos deste casamento. Separou-se e foi morar com Enock.
Notas sobre Enock Ignácio de Oliveira: Morou em Serra Talhada, onde estudou e comprou a loja “A Sertaneja” do ramo têxtil. Era político, fundou a UDN em Serra Talhada de oposição municipal e estadual na época. Era homem muito religioso, comunicativo, amava muito a família e tinha carinho especial pelos pobres, sempre trabalhando pelo bem coletivo.
Notas sobre Feliciano Morais: Ex-prefeito de Sertânia.
Notas sobre José Pereira de Aguiar: Da fazenda Tamboril. Foi casado com uma neta de Aniceto Nunes da Silva e, durante muitos anos exerceu a chefia política do município de Belmonte-PE.
Notas sobre Josepha Pereira da Silva: (ou Josefa Pereira de Aguiar).
Notas sobre Maria Lorena de Sá: (Dolores ).
Notas sobre José Conrado de Sá: (Zeca Conrado).
Notas sobre Herotildes Conrado de Lorena e Sá: (Sinhá).
Notas sobre Antonia Pereira de Aguiar: (Quinca Lacerda).
Notas sobre Ana Pereira de Aguiar: (Santana).
Notas sobre Joaquim Pereira de Aguiar: (Tintão).
Notas sobre Maria Gomes de Aguiar: Veja família de Tn.1.7.9.11.3
Notas sobre Josefa de Lorena e Sá: (Zefinha).
Notas sobre Custódio Conrado de Lorena e Sá: Casou duas vezes.
Notas sobre Maria Gomes de Aguiar: (Lira).
Notas sobre Joaquim Pereira de Aguiar: Veja família de Tn.1.7.9.9.7
Notas sobre Jacinta Pereira Xavier: (Sintô).
Notas sobre Eteide Pereira de Sá: (Teide).
Notas sobre José Pereira de Aguiar: (Aguiar).
Notas sobre Manoel Pereira Neves: (Sinhô).
Notas sobre Aureliano Pereira da Silva: Sérgio Elias Wanderley, em conversa com o primo Valdir José Nogueira sobre como surgiu o sobrenome "Valões", constataram que foi Aureliano Pereira da Silva.
Aureliano, lendo o folheto distribuído na missa, edição especializada para as novenas de maio que falava sobre a vida do beato francês Félix de Valois, ficou comovido com a história e adotou o sobrenone "Valões" em seus filhos.
Notas sobre Alexandre Pereira de Valões: Ao falecer, deixou dois filhos que foram reconhecidos.
Notas sobre Ana do Espírito Santo: (Mãe Donana). Viúva, foi para Alagoas em meados de 1932, após a grande seca da época. Faleceu provavelmente em 1955 na cidade de Palmeiras dos Índios, Alagoas, e sepultada no cemitério municipal local.
Notas sobre Olímpia Pereira Valões: Já falecida e sepultada no cemitério municipal de Palmeira dos Índios-Al, onde residia.
Notas sobre Antônia Pereira de Moraes: De Belmonte, PE.
Notas sobre Santino Pereira de Moraes: (Santino Tenório). Moram em Itaguajé-PR.
Notas sobre Francisca Pereira Valões: Reside em Maceió-AL. Teve 8 filhos, dos quais 3 faleceram.
Notas sobre Manoel Pereira Valões: Após o casamento foram morar em Ilhéus-BA.
Notas sobre Maria Pereira Valões: (Maria Menina). Sepultada no cemitério municipal de Palmeira dos Índios-Al, onde residia.
Notas sobre Honorina Pereira Valões: Já falecida e sepultada no cemitério municipal de Palmeira dos Índios-Al, onde residia.
Notas sobre Aurelina Pereira Valões: Faleceu de parto e foi sepultada no cemitério municipal de Palmeira dos Índios-Al, onde residia.
Notas sobre Autelina Pereira Valões: Já falecida e sepultada no cemitério municipal de Palmeira dos Índios-Al, onde residia. Solteira, adotou várias crianças.
Notas sobre José Pereira de Valões: Neto de Alexandre Pereira da Silva.
Notas sobre Ana Pereira da Silva: Faleceu de parto, juntamente com a criança recém-nascida.
Notas sobre Maria Emília Valões: (Dona).
Notas sobre Úrsula Pereira Valões: (Ursinha).
Notas sobre Antônio Epaminondas Nogueira de Barros: (Toinho). Da Fazenda Castor, em Serra Talhada - PE.
Notas sobre Napoleão Alves de Araújo: (Napoleão Amaro). Seu Napo, da vila de Bonome, Belmonte - PE. Irmão ou sobrinho do Major José Amaro, de Rio Branco.
Notas sobre Rita Pereira de Valões: (Ritinha).
Notas sobre José Bernardino dos Santos: Antigo conselheiro municipal em Vila Bela. Morava na Fazenda Ladeira Vermelha, em Bernardo Vieira, Serra Talhada - PE.
Notas sobre Manoel Pereira Valões: (Neco Valões). Ficou viúvo da primeira esposa.
Notas sobre Antônia de Sá Maranhão: (Antônia Maria das Virgens, Dona Totonha). Quando ficou viúva de Antônio de Carvalho Neto (#9138), casou com Manoel Pereira Valões (#12019) e mudou o nome para Antônia de Sá Maranhão (Totonha). Fonte: Sérgio Elias Wanderley
Notas sobre Bernadete: Irmã do cangaceiro Corisco.
Notas sobre Andrelino Florentino Pereira: Veja família de Tn.1.9.1.1.5
Notas sobre João Pereira de Valões: Foi chefe político, delegado de polícia e também era fazendeiro.
Notas sobre Maria Valões Vieira: Conhecida como Mariquinha Valões.
Notas sobre Jacinta Pereira Tintão: Veja família de T.1.7.8.5
Notas sobre Antônio Batista Pereira da Silva: (Batista Valões).
Notas sobre Ana Joaquina do Amor Divino: Morava na Baixa Grande, freguesia de Jardim-CE. Faleceu de ataque apoplético com 74 anos. Enterrada no cemitério de Belmonte-PE.
Notas sobre Simplício Pereira da Silva: Proprietário da Fazenda Olho d'Agua. Revolucionário. Casou duas vezes. Chegou ao título de Coronel da Guarda Nacional e foi o maior desbravador daquela mata virgem. Tornou-se uma lenda em sua época, os seus feitos são extensos, participou ativamente no sertão de várias convulsões políticas que se sucederam após a abdicação de D. Pedro I. (Fonte: A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio - Blog Cariri Cangaço). Promovido a Tenente Coronel em 19/11/1842.
Notas sobre Antônio Simplício Pereira da Silva: Esteve presente na tomada de Flores-PE, é citado na carta pelo então delegado de Vila Bela, Manoel Pereira da Silva.
Fonte: Sérgio Elias Wanderley. Revista de História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva.9
Notas sobre Jacinta Pereira da Silva: Consta no documento de casamento Jacinta Osséria de Santo Antônio, padrinhos os tios Manoel e Francisco Pereira da Silva.
Notas sobre Rita Maria da Silva: Foram testemunhas de seu casamento: Jacinto Mariano de Sá e José Matheus Pereira da Silva.
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: Consta em documento de casamento com José, o nome como sendo Generosa Maria da Silva e que tinham 19 anos de idade.
Fonte: Sérgio Elias Wanderley. História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva.
Notas sobre José Pereira da Silva Neto: Veja família de B.1.9.5
Notas sobre Cassiano Pereira da Silva: Veja família de B.1.9.6
Notas sobre Maria Josefina Pereira da Silva: (Marica).
Notas sobre Cincinato Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.8.2.3.1
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: (Lozinha).
Notas sobre José Pereira de Araújo: Veja família de Tn.1.9.3.3.1
Notas sobre José Sebastião Pereira da Silva: Veja família de T.1.9.2.3
Notas sobre Arcôncio Pereira da Silva: Veja família de T.1.9.2.2
Notas sobre Cincinato Pereira da Silva: Atuou como delegado de Belmonte e juiz municipal do mesmo município, na qualidade de 1º suplente, cf. Diário de Pernambuco de 05 de nov. 1892, p.1, c. 5, nº 251, a. LXVIII; 14 de set. 1901, p. 2, c. 1, nº 120 e de 04 de abr. 1906, a. 86, nº 76, p. 1, c. 7.
Notas sobre Olímpia das Mercês Menezes: Segunda esposa de Cincinato.
Notas sobre Francisca Pereira da Silva: (Dona).
Notas sobre José Simplício Pereira: (Pereirão).
Notas sobre Maria Pereira da Silva: (Iaiá).
Notas sobre Antônio Cassiano Pereira da Silva: Foi prefeito de Belmonte entre 1892 a 1895.
Notas sobre Maria Antônia da Soledade Cruz Neves: (Dona Soledade).
Notas sobre Juvenal Pereira Neves: Faleceu solteiro.
Notas sobre Crispim Pereira de Araújo: Veja família de Tn.1.9.3.3.6
Notas sobre Manuel Pereira Neves: (Siné).
Notas sobre Ana Alves de Araújo Neves: (Santa).
Notas sobre Francisca Neves Pereira: (Francisquinha).
Notas sobre Crispim Pereira de Araújo: Veja família de Tn.1.9.3.3.6
Notas sobre Antônia Pereira Neves: (Totoinha).
Notas sobre Franscisco Rosendo: Da família Tavares Quental.
Notas sobre José Cassiano Pereira Neves: "Zé de Iôiô"
Notas sobre Maria Pereira Neves: "Maricas"
Notas sobre Ana Pereira Neves: (Donana). Faleceu solteira com 102 anos de idade em Belmonte. Era proprietária da fazenda Baixio.
Notas sobre Maria Pereira Neves: (Yaya). Faleceu solteira.
Notas sobre Maria Neves Pereira: (Neves).
Notas sobre José Inácio de Souza Neto: (Sinhô). Neto do Major José Inácio de Souza.
Notas sobre Manoel Pereira da Silva: Coronel da Guarda Nacional, Comandante Superior das Ordenanças de Flores, Ingazeira e Vila Bela, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi a maior figura do clã dos Pereira, chefe político da família e liderava o partido Conservador no Brasil Imperial naquela região. Proprietário da fazenda Belém (sengundo Venício Feitosa Neves).
Notas sobre Andrelino Pereira da Silva: Comissário de Serra Talhada, comandante-superior de Flores, Ingazeira e Vila Bela, major e depois coronel da Guarda Nacional, Intendente do Município, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi condecorado com o título de Barão do Pajeú em 10-12-1888. Foi também o primeiro prefeito de Vila Bela (1892-1895).
O documento de casamento foi pesquisado por Sérgio Elias Wanderley na Revista de História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva. Consta lá que ele tinha 24 anos e Maria 20 anos de idade.
A ALMOFADA DE RENDA DE BILRO DA BARONESA DO PAJEÚ QUE VALIA UMA FORTUNA
Na lendária Vila Bela de outrora, na história da fazenda Pitombeira, vicejam muitas histórias relacionadas com o seu primitivo proprietário, o Barão do Pajeú, da tradicional e numerosa família Pereira, cujo nome de batismo era Andrelino Pereira da Silva, sendo filho do Comandante Superior, coronel Manoel Pereira da Silva.
Da família a qual pertencia, sobressaiu-se Andrelino, agraciado com o título de “Barão de Pajeú” por decreto imperial de 1º de dezembro de 1888. O referido barão chefiou, desde o Império, o Partido Conservador em Vila Bela. Muito rico dizem que possuía nas velhas arcas de cedro da Fazenda Pitombeira, trezentas redes, com que haveria de hospedar qualquer caravana.
Nos tempos do Barão do Pajeú e do seu filho Coronel Antônio Pereira, a Fazenda Pitombeira continuava próspera e produtiva e se destacava, além da região do Pajeú como em todo alto e árido sertão pernambucano pela sua importância política, econômica e social.
Opulento criador, a título de curiosidade a relação dos nomes de alguns animais deixados pelo fidalgo sertanejo, de acordo com seu testamento feito a 27 de agosto de 1901. Cavalos: Bebedor, Borborema, Borboleta, Bordado, Borrego, Cabeceira, Campina, Cravo-branco, Crumatá, Cruzeta, Cuidado, Dançarino, Lavandeira, Mancha, Marujo, Melado-bravo, Nevoeiro, Passarinho, Pensamento, Piáu, Pinto-macho, Raposão, Redondinho, Salvaterra, Tamborete e Vila-bela. Entre os burros: Beleza, Cajazeira, Castanhinho, Ceará, Cutia, Encardido, Enjeitado, Gazo, Pimpão, Quixaba e Tição. Entre as burras: Barra, Bonita, Castanha, Catolé, Fita-preta, Macaca e Praibana.
Conta-se que durante o novenário da Padroeira Nossa Senhora da Penha, o rico barão escolhia a cada dia o tipo de animal de montaria em que a caravana partindo da Pitombeira, entre proprietários, familiares, vaqueiros e moradores, seguiria para participar das novenas na Matriz de Vila Bela. Dizia o barão: “Hoje iremos todos à novena em cavalos pampas pretos... amanhã em cavalos pampas castanhos...depois de amanhã em cavalos brancos...depois em cavalos melados...”,e assim por diante.
O Barão do Pajeú casou duas vezes: a 1ª com Maria Osséria de Santo Antônio e a 2ª com a Baronesa do Pajeú, Verônica Pereira da Silva, havendo filhos de ambas. De Maria Osséria nasceram Manuel, Januária, Francisca, Generosa, e Ana; da Baronesa foi filho o coronel Antônio Andrelino Pereira da Silva, que veio a falecer no distrito do Carmo em São José do Belmonte, auxiliado por parentes e amigos.
No tempo do apogeu e esplendor da Fazenda Pitombeira, na larga varanda da velha casa de vivenda, sentada sobre um couro de boi curtido, passava horas a fio a Baronesa do Pajeú, matando o seu tempo numa almofada bastante abaulada fazendo renda de bilro. Certo dia, tendo encerrado uma conversa um pouco acalorada com Dona Marica Pereira, sua nora, falou a baronesa: “Olhe Marica, quando eu morrer, vou deixar o meu dinheiro para você queimar.”
O Barão do Pajeú faleceu a 30 de dezembro de 1901. Tempos depois, já doente e em tratamento com o afamado “Tio Cornélio de Sá” de Salgueiro, na época, o doutor de toda aquela região, não resistindo a uma forte infecção intestinal faleceu a Baronesa do Pajeú. Depois da sua morte, Dona Marica Pereira, julgando o que não teria mais importância e nem serventia resolveu queimar os pertences da baronesa. Entre os objetos destinados ao fogo, estava a velha almofada de fazer renda. Quando as chamas iam velozmente reduzindo tudo a cinzas, uma preta, antiga cozinheira da fazenda percebeu que junto com os resquícios chamuscados do enchimento da almofada, estava parte da fortuna da baronesa, ora detectada através de pedaços de algumas cédulas, já soltos no ar, dentro da fumaça escura se elevando no espaço. Entre os valores dos dez réis e dos mil réis, dos vinténs, dos tostões e dos cruzados, de uma enorme quantidade em dinheiro de cédulas da baronesa, foi tudo devorado pelo fogo.
E cumpriu-se então o que a baronesa havia dito tempos antes:
“Marica, quando eu morrer, vou deixar o meu dinheiro para você queimar.”
Valdir José Nogueira de Moura
Notas sobre Verônica Pereira da Silva: Baronesa do Pajeú.
Notas sobre Manoel Andrelino Pereira da Silva: Conhecido por "seu" Né da Caiçara.
Notas sobre Andrelino Florentino Pereira: (Seu Dino da Caiçara).
Notas sobre Antônio Pereira Diniz: Assassinado em Guarabira-PB.
Notas sobre Luíza Pereira Diniz: (Lulu).
Notas sobre Maria Alexandrina Pereira da Silva: Era sobrinha de seu esposo, Manoel Florentino Diniz.
Notas sobre Manuela de Sá Maranhão: (Leleca).
Notas sobre Maria Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.7.2.1.6
Notas sobre Ana Pereira da Silva: (Nanôa).
Notas sobre José de Sá Maranhão: (Cazuza).
Notas sobre Cícero Pereira Maranhão: (Conhecido como Cícero Lero)
Notas sobre Verônica Pereira da Silva: (Sinhá)
Notas sobre Francisca Maria Pereira da Silva: (Chiquinha).
Notas sobre Manoel Pereira da Silva Jacobina: (Padre Pereira).
Figura respeitada e acatada na cidade, tinha esse apelido de padre por ter estudando no Seminário de Olinda. Foi eleito o 2º prefeito de Serra Talhada (1895/1898). Após a morte do sogro, Barão do Pajeú, ele liderou juntamente com o cunhado, Antônio Pereira, a chefia politica da família Pereira. Devido a questão familiar entre Pereira e Carvalho, no inicio do século XIX, Padre Pereira foi assassinado em 20 de outubro de 1907, aos 72 anos, na Fazenda Poço da Pedra, em Serra Talhada (PE). O crime recaiu ao cabra Luís de França (jagunço do major João Barbosa Nogueira, genro de Manoel Pereira da Silva - Manoel da Passagem do Meio e esposo de Benvenuta, sobrinha de Padre Pereira). Anos depois, em 1914, o filho do mesmo Luiz Padre matou por vingança o cabra Luís de França, no povoado de São João do Barro Vermelho, em Serra Talhada. (Fonte: Vila Bela, os Pereiras e Outras Histórias, pag. 280, Luis Wilson).
O grande pesquisador da família Pereira, Sérgio Elias Wanderley, informa que ele foi assassinado no dia 15 de outubro de 1907, entre 09h e 1Oh da manhã. Também informa que, lendo o livro de Valdir Nogueira, ele cita que Padre Pereira casou com 26 anos de idade com Francisca, ela com 13 anos, na Fazenda Massapê no dia 26/8/1867. Também diz que, Venício Feitosa Neves, em seu livro Pereiras do Pajeú e Feitosas dos Inhamuns, diz que recebeu das mãos de Wilson Araújo e Póvoa (neto de Padre Pereira) uma cópia da Carta Patente, datada de 30 de junho de 1895, nomeando o cidadão Coronel Manuel Pereira da Silva Jacobina para o Posto de Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional do Município de Vila Bela, no Estado de Pernambuco, documento emitido por o Palácio da Presidência da República dos Estados Unidos do Brasil, assinado por o Presidente Prudente de Moraes.
Fonte: Sérgio Elias Wanderley
Notas sobre Antônio Pereira da Silva Jacobina: (Antônio Padre).
Notas sobre Ana Pereira de Araújo: Veja família de Tn.1.9.3.3.5
Notas sobre Luís Pereira da Silva: (Luís Padre). Em Goiás apresentava-se com o nome de José Araújo e Silva ou Zeca Piauí. Faleceu de uma operação mal sucedida de vesícula. Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
Notas sobre Benjamim Pereira da Silva: (interdito).
Notas sobre Crispim Pereira de Araújo: Veja família de Tn.1.9.3.3.6
Notas sobre Ana Pereira da Silva: (interdita, doente).
Notas sobre Francisco Pereira da Silva Neto: (Francisco da Ipoeira).
Notas sobre Maria Pereira da Silva: Conhecida por Marica.
Notas sobre Antônio Andrelino Pereira da Silva: Veja família de T.1.9.1.6
Notas sobre Emília Pereira da Silva: Pela data de nascimento dos filhos, tudo leva a crer que seu casamento religioso foi realizado em 1896 ou 1897, quando ela tinha vinte ou vinte e um anos. (Luiz Ferraz Filho).
Notas sobre Francisco Vieira Lima: (Major Chico Vieira). Foi o 4° prefeito de Serra Talhada 1901/1904.
Quando chegou em Serra Talhada, ele era viúvo da primeira esposa Honorata, de cujo matrimônio tiveram três filhos. A tradição familiar diz que ele era natural de Mata Grande - AL, porém, consta na certidão de casamento que ele era natural de Sertânia - PE. (Luiz Ferraz Filho).
Notas sobre Francisco Pereira da Gama: Foi proprietário da Fazenda Várzea da Madeira.
Notas sobre Luíza Pereira da Silva: (Mãe Zuzu).
Notas sobre Luiza Nunes Wanderley: (Louzinha).
Notas sobre Olindina Pereira Wanderley: Com o falecimento de seus pais, com 9 anos de idade, foi morar com sua irmã Emília.
Notas sobre Manoel Nunes Wanderley: (Nezinho). Da fazenda Varzinha, hoje conhecida como Fazenda Varginha, povoado Santa Rita - Serra Talhada - PE. Foi Delegado de Cedro-CE, onde residiu de 1923 a 1928. Em um caderno de anotações ele diz: "Mudei-me de minha Terra natal, Vila Bela-Pernambuco no dia 14 de janeiro de 1932, cheguei aqui em Viçosa-Alagoas no dia 15 de novembro de l936". Faleceu de febre tifóide. Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
Notas sobre Ana Maria Pereira da Silva: (Ana do Cedro).
Notas sobre Francisco Pereira da Silva: (Chiquinho do Cedro). Da fazenda Cedro.
Notas sobre Manoel Pereira Zuza: (Manoel Zuza da Canafístula).
Notas sobre Francisco de Sá Maranhão: (Senhor Bendito).
Notas sobre Manoel Pereira BemBém: (Nezinho).
Notas sobre Antônio Andrelino Pereira da Silva: Foi o terceiro prefeito de Vila Bela (1898-1901). Valente e respeitado, foi a maior figura nas lutas contra os Carvalhos.
Notas sobre Maria Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.9.1.4.1
Notas sobre Maria Pereira da Silva: (Lica).
Notas sobre Jordão Nogueira Paz: Morreu assassinado por inimigos. Foi um dos mais prósperos comerciantes da Vila São Francisco, em Serra Talhada - PE no início do século XX. (Luiz Ferraz Filho).
Notas sobre Verônica Pereira da Silva: Morreu solteira.
Notas sobre Francisco Pereira da Silva: Conhecido por Francisco Belém.
Notas sobre Rosa Pereira da Silva: Morreu solteira.
Notas sobre Laura Vieira Belém: Foi funcionária da Prefeitura de Petrolândia-PE. Foi sepultada em Petrolândia-PE.
Notas sobre Arthur Vieira Lima: Depois de casado foi morar no Juazeiro-CE e por orientação do Padre Cícero Romão Batista foi morar em Tacaratu-PE, onde adquiriu a Fazenda Viração e foi Prefeito por duas vezes, depois foi morar na antiga Petrolândia-PE. Era amigo pessoal e compadre do Padre Cícero do Juazeiro, padrinho de um de seus filhos. Foi funcionário do DNOCS. Sepultado em Petrolândia-PE. Informações de sua filha Emília. (Fonte: Sérgio Elias Wanderley).
Notas sobre Manoel Pereira da Silva: Manoel Belém.
Notas sobre Januária Pereira da Silva: Aarece também Januária Osséria de Santo Antônio.
Fonte: Sérgio Elias Wanderley. Revista de Historia Municipal, por Joaquim Pereira da Silva.
Notas sobre Sebastião Pereira da Silva: (Sebastião do Baixio). Foi proprietário da fazenda Baixio. Teve 32 filhos nos dois matrimônios. Óbito n°36 em 29-07-1892, com 81 anos na fazenda Baixio.
Notas sobre Manoel Sebastião Pereira da Silva: (Baião da Aldeiota).
Notas sobre Sebastião Pereira da Silva: (Baiãozinho da Aldeiota).
Notas sobre Arcôncio Pereira da Silva: Foi da turma de 1872 da Academia de Direito do Recife. Ex-Deputado Provincial. Abolicionista. Foi juiz de direito na comarca de Floresta até ser removido para a de Vila Bela, cf. Jornal do Recife. Recife, 05 de abr. 1888, p. 2, c. 3.
Diário de Pernambuco. Recife, 12 de set. 1889, a. LXV, nº 206, p. 2, c. 5. "De uma carta de Belmonte, datada de 26 de Agosto proximo findo, copiamos os seguintes topicos, que se referem ao infausto passamento do nosso honrado amigo o Dr. Arconcio Pereira da Silva, lamentavel acontecimento de que já demos conhecimento aos leitores: «No dia 17 do corrente, ás 10 1/2 horas da noite, achando-se em companhia do digno vigario Siqueira Torres e de outros amigos, n'uma reunião familiar, a conversar sobre o nada da vida humana, expirou repentinamente o nosso querido juiz de direito Dr. Arconcio Pereira da Silva. «Ultimamente vivia elle a queixar-se do coração, e de momento a momento aggravavam os seus males. «Ao enterro do inditoso moço concorreram para mais de 200 pessoas de todos os credos politicos, pois era elle grandemente estimado nesta comarca. «Á beira da sepultura pronunciou sentidas palavras de despedida o advogado Melquisedeche de Vasconcellos. «O Dr. Arconcio deixa viuva e tres filhos menores, na maior probreza»."
Notas sobre José Sebastião Pereira da Silva: (Cazuzinha da Cachoeira). Proprietário da fazenda Cacheira e Feijão. Foi o primeiro prefeito de São José do Belmonte-PE.
Notas sobre Cassiano Pereira da Silva: Óbito n° 1, em 30-04-1915, folhas 134 e 135v, imagem 138, 61 anos, Guarda Fio.
Fonte: Sérgio Elias Wanderley. Revista de Historia Municipal, por Joaquim Pereira da Silva.
Notas sobre Ana Pereira de Sá: (Naninha). Faleceu em Vila Bela com 25 anos de idade.
Notas sobre Antônio Burgos de Santana: Nasceu na Fazenda Açude, município de Flores (PE), falecendo em Custódia (PE), às 7:00 horas da manhã, aos 28 anos de idade.
Notas sobre José Cassiano Pereira: Antigo funcionário dos Correios e Telégrafos em Pesqueira.
Notas sobre José Deodato Pereira da Silva: (Cazuza Deodato). Proprietário da fazenda Olho d'Água, em Vila Bela.
Notas sobre Manoel Pereira Lins: (Né da Carnaúba). Foi prefeito de São José do Belmonte - PE, de 1902 a 1904 e vereador em Serra Talhada em três legislaturas (1922 a 1928).
Notas sobre Manoel Pereira Lins: (Né da Carnaúba). Foi prefeito de São José do Belmonte - PE, de 1902 a 1904 e vereador em Serra Talhada em três legislaturas (1922 a 1928).
Notas sobre Antônio Alves de Araújo Maroto: Veja família de Tn.1.9.3.3.3
Notas sobre Jonas Pereira Lins: Da fazenda Carnaúba.
Notas sobre Virtuosa Pereira da Silva: (Filó).
Notas sobre José Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.7.8.6.3
Notas sobre Francisca Pereira da Silva: (Chiquinha Maroto).
Notas sobre Galdino Alves de Araújo Maroto: Da Fazenda Queimada Grande.
Notas sobre José Pereira de Araújo: (Zé Maroto).
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: Veja família de Tn.1.8.2.1.3
Notas sobre Januário Pereira de Araújo: (Sinhô Maroto).
Notas sobre Úrsula Nunes de Barros: Da Fazenda Prece dos Nunes.
Notas sobre Antônio Alves de Araújo Maroto: (Antônio Maroto). De Jati, Ceará.
Notas sobre Joaquina Pereira de Araújo: (Quina).
Notas sobre Ana Pereira de Araújo: (Santa Maroto).
Notas sobre Antônio Pereira da Silva Jacobina: Veja família de Tn.1.9.1.3.1
Notas sobre Crispim Pereira de Araújo: (Ioiô Maroto).
Notas sobre Francisca Neves Pereira: Veja família de Tn.1.8.2.7.5
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: Veja família de T.1.7.1.1
Notas sobre Januária Pereira da Silva: (Nuca). Solteira.
Notas sobre João Ribeiro de Barros Feitosa: Da Fazenda Malhada.
Notas sobre José Pereira da Silva Neto: Do Olho d'Água, em Belmonte. Em documento de casamento consta José Nunes Pereira.
Fonte: Sérgio Elias Wanderley. História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva.
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: Veja família de B.1.8.2
Notas sobre Cassiano Pereira da Silva: Faleceu de congestão cerebral, com 51 anos.
Notas sobre Generosa Pereira da Silva: Veja família de B.1.8.2
Notas sobre Bibiana Matildes da Silva: Seu testamento foi iniciado em 21/02/1816 (documento da igreja de Flores-PE).
Gerações | Pessoas | Casamentos | Pessoas c.c/outros Descendentes |
---|---|---|---|
Filhos | 2 | 2 | 0 |
Netos | 9 | 6 | 0 |
Bisnetos | 27 | 25 | 5 |
Trinetos | 82 | 73 | 11 |
Tetranetos | 262 | 189 | 25 |
Pentanetos | 705 | - | - |
Totais | 1087 | 295 | 41 |
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