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Genealogia Pernambucana

Famílias Sertanejas

Genealogia de famílias do sertão nordestino

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Relação dos Ancestrais

Relação dos Ancestrais

Roberto Wilson Torres Pereira
Pais
Avós
  1. Afonso Deodato Pereira (✭08-01-1905, ✟12-07-1995) - (filho de 8 - José Deodato Pereira da Silva (Cazuza Deodato) e 9 - Constância Eponina Pereira de Sá) Através do cunhado e primo Argemiro Pereira de Menezes que em contato com o chefe político de Águas Belas, Audálio Tenório, foi para Águas Belas-PE na década de 50, onde na década de 60 foi nomeado Delegado de Polícia por 04 anos por indicação do já Deputado Estadual Audálio Tenório. Faleceu de insuficiência cárdio respiratória. Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
Bisavós
Trisavós
  1. Joaquim Pereira da Silva (✭1806, ✟1890) - (filho de 40 - José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) e 41 - Jacintha Osséria de Santo Antônio) Proprietário da fazenda Carnaúba (segundo Venício Feitosa Neves).
  2. Benevides de Souza Menezes (Bené) - (filho de 44 - Manoel Jerônimo de Menezes e 45 - Maria Angélica de Jesus) (ou Benevides Gomes de Menezes, ou Benevides Barbosa de Souza Menezes)
  3. Ana Jacinta de Menezes (✭1846) - (filha de 46 - Manoel Barbosa de Sá e 47 - Jacinta Maria de Jesus) (ou Ana Jacinta de Sá).
  4. Andrelino Pereira da Silva (Barão do Pajeú) (✭1823, ✟30-12-1901) - (filho de 48 - Manoel Pereira da Silva e 49 - Francisca Aragão da Silva (Francisca Nunes)) Comissário de Serra Talhada, comandante-superior de Flores, Ingazeira e Vila Bela, major e depois coronel da Guarda Nacional, Intendente do Município, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi condecorado com o título de Barão do Pajeú em 10-12-1888. Foi também o primeiro prefeito de Vila Bela (1892-1895).
    O documento de casamento foi pesquisado por Sérgio Elias Wanderley na Revista de História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva. Consta lá que ele tinha 24 anos e Maria 20 anos de idade.

    A ALMOFADA DE RENDA DE BILRO DA BARONESA DO PAJEÚ QUE VALIA UMA FORTUNA
    Na lendária Vila Bela de outrora, na história da fazenda Pitombeira, vicejam muitas histórias relacionadas com o seu primitivo proprietário, o Barão do Pajeú, da tradicional e numerosa família Pereira, cujo nome de batismo era Andrelino Pereira da Silva, sendo filho do Comandante Superior, coronel Manoel Pereira da Silva.
    Da família a qual pertencia, sobressaiu-se Andrelino, agraciado com o título de “Barão de Pajeú” por decreto imperial de 1º de dezembro de 1888. O referido barão chefiou, desde o Império, o Partido Conservador em Vila Bela. Muito rico dizem que possuía nas velhas arcas de cedro da Fazenda Pitombeira, trezentas redes, com que haveria de hospedar qualquer caravana.
    Nos tempos do Barão do Pajeú e do seu filho Coronel Antônio Pereira, a Fazenda Pitombeira continuava próspera e produtiva e se destacava, além da região do Pajeú como em todo alto e árido sertão pernambucano pela sua importância política, econômica e social.
    Opulento criador, a título de curiosidade a relação dos nomes de alguns animais deixados pelo fidalgo sertanejo, de acordo com seu testamento feito a 27 de agosto de 1901. Cavalos: Bebedor, Borborema, Borboleta, Bordado, Borrego, Cabeceira, Campina, Cravo-branco, Crumatá, Cruzeta, Cuidado, Dançarino, Lavandeira, Mancha, Marujo, Melado-bravo, Nevoeiro, Passarinho, Pensamento, Piáu, Pinto-macho, Raposão, Redondinho, Salvaterra, Tamborete e Vila-bela. Entre os burros: Beleza, Cajazeira, Castanhinho, Ceará, Cutia, Encardido, Enjeitado, Gazo, Pimpão, Quixaba e Tição. Entre as burras: Barra, Bonita, Castanha, Catolé, Fita-preta, Macaca e Praibana.
    Conta-se que durante o novenário da Padroeira Nossa Senhora da Penha, o rico barão escolhia a cada dia o tipo de animal de montaria em que a caravana partindo da Pitombeira, entre proprietários, familiares, vaqueiros e moradores, seguiria para participar das novenas na Matriz de Vila Bela. Dizia o barão: “Hoje iremos todos à novena em cavalos pampas pretos... amanhã em cavalos pampas castanhos...depois de amanhã em cavalos brancos...depois em cavalos melados...”,e assim por diante.
    O Barão do Pajeú casou duas vezes: a 1ª com Maria Osséria de Santo Antônio e a 2ª com a Baronesa do Pajeú, Verônica Pereira da Silva, havendo filhos de ambas. De Maria Osséria nasceram Manuel, Januária, Francisca, Generosa, e Ana; da Baronesa foi filho o coronel Antônio Andrelino Pereira da Silva, que veio a falecer no distrito do Carmo em São José do Belmonte, auxiliado por parentes e amigos.
    No tempo do apogeu e esplendor da Fazenda Pitombeira, na larga varanda da velha casa de vivenda, sentada sobre um couro de boi curtido, passava horas a fio a Baronesa do Pajeú, matando o seu tempo numa almofada bastante abaulada fazendo renda de bilro. Certo dia, tendo encerrado uma conversa um pouco acalorada com Dona Marica Pereira, sua nora, falou a baronesa: “Olhe Marica, quando eu morrer, vou deixar o meu dinheiro para você queimar.”
    O Barão do Pajeú faleceu a 30 de dezembro de 1901. Tempos depois, já doente e em tratamento com o afamado “Tio Cornélio de Sá” de Salgueiro, na época, o doutor de toda aquela região, não resistindo a uma forte infecção intestinal faleceu a Baronesa do Pajeú. Depois da sua morte, Dona Marica Pereira, julgando o que não teria mais importância e nem serventia resolveu queimar os pertences da baronesa. Entre os objetos destinados ao fogo, estava a velha almofada de fazer renda. Quando as chamas iam velozmente reduzindo tudo a cinzas, uma preta, antiga cozinheira da fazenda percebeu que junto com os resquícios chamuscados do enchimento da almofada, estava parte da fortuna da baronesa, ora detectada através de pedaços de algumas cédulas, já soltos no ar, dentro da fumaça escura se elevando no espaço. Entre os valores dos dez réis e dos mil réis, dos vinténs, dos tostões e dos cruzados, de uma enorme quantidade em dinheiro de cédulas da baronesa, foi tudo devorado pelo fogo.
    E cumpriu-se então o que a baronesa havia dito tempos antes:
    “Marica, quando eu morrer, vou deixar o meu dinheiro para você queimar.”
    Valdir José Nogueira de Moura
  5. Joaquim Rodrigues Florentino (Joaquim Marinheiro) (✭1830 aprox) Tenente-coronel. "Mais conhecido como Joaquim Marinheiro, uma vez ser descendente direto de portugueses." - Domingos Sávio Maximiano Roberto

    "Na Igreja de São Sebastião (Patos do Irerê [PB]?), estão sepultados os corpos de Joaquim Marinheiro, coronel Marçal e de dona Xanduzinha, neta de Marinheiro, mulher do caboclo Marcolino, além de outros pioneiros da região." - Rostand Medeiros

    Fonte:
    PERFIS DE PRINCESENSES ILUSTRES: CORONEL MARÇAL FLORENTINO DINIZ
    Domingos Sávio Maximiano Roberto, 03 de setembro de 2019
    Blog do Dominguinhos
    https://blogdodominguinhos.blogspot.com/2019/09/perfis-de-princesenses-ilustres.html

    O HISTÓRICO PATOS DE IRÊRÊ - PB
    Rostand Medeiros, 10 de janeiro de 2013
    Blog Opinião Triunfo
    http://opiniaotriunfodigital.blogspot.com/2013/01/o-historico-patos-de-irere-pb.html

    Pesquisador: Joe Lopes
  6. Alexandrina Maria de Santana (ou Alexandrina Maria dos Santos).
Tetravós
  1. Francisco Pereira da Silva (✭1793) - (filho de 64 - José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) e 65 - Jacintha Osséria de Santo Antônio) Coronel. Fundador da Vila de São Francisco. Vila Pajeú.
  2. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 80 - Simplycio da Silva e 81 - Theresa de Jesus Maria) Capitão. Os ascendentes de José Pereira da Silva foram pesquisados por Joaquim Pereira da Silva e estão descritos na página 166 da Revista de História Municipal - CEHM, n. 12 - 2021.
    Tronco dos Pereiras da lendária Ribeira do Pajeú, no Sertão de Pernambuco. Diz-se em Serra Talhada que José Pereira chegara àquela região no século XVIII, egresso das Sesmarias do Alto Jaguaribe, nos Inhamuns, Estado do Ceará. Foi proprietário da Fazenda Carnaúba (mesmo nome da fazenda de seu pai), que pertence ao seu bisneto, deputado Argemiro Pereira. Algumas informações sobre os seus filhos foram obtidas do blog Cariri Cangaço - A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio (http://cariricangaco.blogspot.com.br/2013/03/a-chegada-de-sinho-pereira-ao-cariri.html?m=1). Foi dono da fazenda Mocambo. Capitão de Ordenanças, Vereador de Flores, Presidente da Câmara do Senado de Flores, Juiz Ordinário de Vila Bela, conforme documentos visto por Joaquim Pereira da Silva Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
  3. Maria Angélica de Jesus (✭1815) - (filha de 90 - Bonifácio de Souza Ferraz e 91 - Maria Teresa de Jesus) (ou Maria Angélica das Virgens). Conhecida como Mariazinha.
  4. Manoel Barbosa de Sá (✭1819, ✟11-08-1859) - (filho de 92 - Alexandre Gomes de Sá e 93 - Clara Maria de Sá) Morava na Faz. "Quixabinha".
  5. Manoel Pereira da Silva (✭1797, ✟02-05-1862) - (filho de 96 - José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) e 97 - Jacintha Osséria de Santo Antônio) Militar. Coronel da Guarda Nacional, Comandante Superior das Ordenanças de Flores, Ingazeira e Vila Bela, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi a maior figura do clã dos Pereira, chefe político da família e liderava o partido Conservador no Brasil Imperial naquela região. Proprietário da fazenda Belém (sengundo Venício Feitosa Neves).
Pentavós
  1. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 128 - Simplycio da Silva e 129 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  2. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) Comandante Superior. Segundo consta, foi casado com uma das filhas de José Carlos Rodrigues, provavelmente Quitéria Rodrigues do Nascimento.
    Aparece em documentos encontrados por Joaquim Pereira da Silva, ele casado com Luciana Maria das Candeias.
    Pelo ano citado 1821, acho que foi através do óbito de José Mariano de Sá. Seus filhos são herdeiros nas fazendas Catolé e Canafístula.
    Não aparece Ana (#4357) e nem Manoel (#4353) mas deixa lá. Acho que você deve colocar em notas de José Mariano sobre esse casamento e as demais informações.
    Fonte: Sérgio Elias Wanderley
  3. João Pereira da Silva (✭1786) - (filho de 136 - José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) e 137 - Jacintha Osséria de Santo Antônio) Proprietário da fazenda São Cristóvão, em Belmonte. Os nomes de seus filhos foram obtidos com Joaquim Pereira da Silva, que teve acesso ao inventário de João no Memorial da Justiça. Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
  4. Cirilo Gomes de Sá - (filho de 144 - Francisco Gomes de Sá e 145 - Rosa Maria do Nascimento) Alferes. Da Fazenda Santa Clara.
  5. Ana Furtado Leite - (filha de 146 - Manoel Furtado Leite e 147 - Joana Correia Platena) Cearense. Prima legítima de Izabel Furtado Leite, esposa de Gregório Barbosa.
  6. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 152 - Simplycio da Silva e 153 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  7. José Carlos Rodrigues do Nascimento (✭1730, ✟1797) - (filho de 164 - José Rodrigues de Carvalho e 165 - Maria da Rocha Mota) O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
  8. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
  9. Gonçalo Costa Lima Foi proprietário das Fazenda Soledade e São João, em Serra Talhada (PE), no inicio do século XIX. Foi ele o patriarca da família "Goncalves Lima", no qual o local foi por diversos anos conhecido como São João dos Limas, famoso local onde nasceu o primeiro padre (Antônio), o primeiro juiz de direito (Joaquim) e primeiro promotor-publico (Miguel) de Villa Bella, em 1851, quanto na organização dessa nova cidade criada no interior pernambucano.
  10. Manoel Telles de Menezes (✟1842) - (filho de 176 - Manoel Telles de Menezes e 177 - Ludovina Nicácia de Jesus) Em seu inventário pós-mortem consta que faleceu em 1842. Fonte: Anderson Bruno.
  11. Bonifácio de Souza Ferraz (✟1829) - (filho de 180 - Dâmaso de Souza Ferraz e 181 - Joana Batista de Souza da Silveira) Alferes. Morava na fazenda Curralinho. Foi nomeado alferes em 1791.
  12. Alexandre Gomes de Sá (✟1873) - (filho de 184 - Alexandre Gomes de Sá e 185 - Antônia Joaquina de Jesus) Da Fazenda "Quixabinha", em Tacaratú.
  13. Clara Maria de Sá (✟1874) - (filha de 186 - Gabriel Gomes de Sá e 187 - Francisca Bernarda de Sá) Morava na Faz. "Quixabinha" em Tacaratú.
  14. Antônio de Souza Ferraz Conhecido como Antoninho "do Curralinho".
  15. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 192 - Simplycio da Silva e 193 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  16. Aniceto Nunes da Silva (✟25-10-1823) - (filho de 196 - Manoel Nunes da Silva e 197 - Francisca das Chagas Pimenta) Capitão-Mor. Foi o proprietário no Sertão, além da fazenda Sabá, de mais de 20 léguas de terras de extensão, subdivididas em 8 fazendas: Tamboril (que havia sido de Domingos Afonso), Balanças, Conceição, São Boa Ventura, Sítio (que mais tarde se transformou na cidade de Sítio dos Nunes), São Gonçalo, São Domingos e parte da antiga Fazenda das Flores, todas herdadas de seu pai. Inventário feito no 1º Cartório de Flores. A data de falecimento está conforme livro de tombo da Igreja de Flores. Enterrado por seu filho João Nunes no Sítio dos Nunes. Quando faleceu tinha entre 95 a 98 anos de idade. Informações de seu pentaneto Saulo Duarte.
  17. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 200 - Simplycio da Silva e 201 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  18. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
  19. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 240 - Simplycio da Silva e 241 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  20. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
Hexavós
  1. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 256 - José Simplício da Silva e 257 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  2. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  3. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 262 - Nome Desconhecido e 263 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  4. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 270 - Nome Desconhecido e 271 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  5. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 272 - Simplycio da Silva e 273 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  6. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
  7. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 280 - Simplycio da Silva e 281 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  8. Antônia Lourenço de Aragão (✭aprox 1746, ✟17-07-1846) - (filha de 286 - Ignácio de Aragão Osório e 287 - Maria Francisca de Jesus) (Mesma pessoa de nº 99)
  9. Francisco Gomes de Sá - (filho de 288 - Francisco Gomes de Sá e 289 - Antônia de Souza da Rocha) Capitão-comandante. Residia no Riacho dos Mandantes.
  10. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 296 - Simplycio da Silva e 297 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  11. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
  12. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 304 - José Simplício da Silva e 305 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  13. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  14. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 310 - Nome Desconhecido e 311 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  15. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
  16. Gonçalo Costa Lima (Mesma pessoa de nº 86)
  17. Anna Araújo da Fonseca (Mesma pessoa de nº 87)
  18. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742)
  19. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 342 - Nome Desconhecido e 343 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  20. Ludovina Nicácia de Jesus Da Faz. Tapera da Boa Esperança, (depois Tapera dos Valentões), na Bahia, e, com terras também no Curral do Roque, em Pernambuco.
  21. José Gomes de Sá - (filho de 356 - Francisco Gomes de Sá e 357 - Antônia de Souza da Rocha) Capitão-comandante. De Gravatá.
  22. Feliciana da Silva Leal - (filha de 358 - Joaquim de Almeida da Silva Leal e 359 - Maria da Silva) Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.
  23. Dâmaso de Souza Ferraz - (filho de 360 - Jerônimo de Souza Ferraz e 361 - Margarida de Souza da Silveira) Da Fazenda Curralinho. Foi nomeado Capitão dos Forasteiros da Ribeira do Pajeú em 8-09-1780.
  24. Alexandre Gomes de Sá (✟18-02-1800)
  25. Gabriel Gomes de Sá - (filho de 372 - Francisco Gomes de Sá e 373 - Antônia de Souza da Rocha) Da Fazenda "Quixabinha", em Tacaratú.
  26. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 384 - José Simplício da Silva e 385 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  27. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  28. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 390 - Nome Desconhecido e 391 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  29. Manoel Nunes da Silva Capitão. Foi dono das propriedades "Campo Santo" e "Santana", em Tacaratu-PE.
  30. Francisca das Chagas Pimenta Irmã do Padre João Coelho.
  31. Ignácio de Aragão Osório Descendente dos fidaldos da Casa da Torre de Garcia D'Avila - Bahia.
  32. Maria Francisca de Jesus De Cotinguiba, no Estado de Sergipe.
  33. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 400 - José Simplício da Silva e 401 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  34. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  35. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 406 - Nome Desconhecido e 407 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  36. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 414 - Nome Desconhecido e 415 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  37. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 480 - José Simplício da Silva e 481 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  38. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  39. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 486 - Nome Desconhecido e 487 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  40. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 494 - Nome Desconhecido e 495 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  41. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 496 - Simplycio da Silva e 497 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  42. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 66)
  43. José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) (✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 504 - Simplycio da Silva e 505 - Theresa de Jesus Maria) (Mesma pessoa de nº 40)
  44. Antônia Lourenço de Aragão (✭aprox 1746, ✟17-07-1846) - (filha de 510 - Ignácio de Aragão Osório e 511 - Maria Francisca de Jesus) (Mesma pessoa de nº 99)
Heptavós
  1. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  2. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  3. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  4. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  5. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  6. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  7. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  8. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  9. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 544 - José Simplício da Silva e 545 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  10. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  11. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 550 - Nome Desconhecido e 551 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  12. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 558 - Nome Desconhecido e 559 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  13. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 560 - José Simplício da Silva e 561 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  14. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  15. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 566 - Nome Desconhecido e 567 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  16. Manoel Nunes da Silva (Mesma pessoa de nº 196)
  17. Francisca das Chagas Pimenta (Mesma pessoa de nº 197)
  18. Ignácio de Aragão Osório (Mesma pessoa de nº 198)
  19. Maria Francisca de Jesus (Mesma pessoa de nº 199)
  20. Francisco Gomes de Sá (✟1789) - (filho de 576 - José Francisco de Seixas e 577 - Custódia Gomes de Sá) Capitão-Comandante. Da Fazenda Riacho, na embocadura do Riacho dos Mandantes no rio S. Francisco, hoje coberta pelas águas da barragem de Itaparica.
  21. Manoel Lopes Diniz (✭17-01-1709, ✟07-12-1796) - (filho de 580 - Bento Lopes e 581 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio.
    Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
  22. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 592 - José Simplício da Silva e 593 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  23. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  24. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 598 - Nome Desconhecido e 599 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  25. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 606 - Nome Desconhecido e 607 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  26. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  27. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  28. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  29. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  30. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  31. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 630 - Nome Desconhecido e 631 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  32. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  33. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  34. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  35. Jerônimo de Souza Ferraz (✭1702, ✟20-05-1770) - (filho de 720 - Silvestre de Souza Ferraz e 721 - Francisca de Souza Barbosa) Foi o primeiro Ferraz que chegou a outrora FAZENDA GRANDE do Sertão de Pernambuco (depois Vila de Floresta e hoje FLORESTA), à margem direita do lendário Rio Pajeú (afluente seco do "Grande Rio" ou do Rio São Francisco).
  36. José Pereira Maciel (✭aprox 1756, ✟sim) - (filho de 724 - Antônio Pereira Falcão e 725 - Maria Gomes Maciel) Capitão.
  37. Joanna de Souza da Silveira (✭1764) - (filha de 726 - Jerônimo de Souza Ferraz e 727 - Margarida de Souza da Silveira) Não deixaram filhos. Benemérita doadora das terras da fazenda Grande ao Senhor do Bom Jesus dos Aflitos. Renunciou à herança do pai em favor de seus irmãos.
  38. Antônio Francisco de Novaes (✭1735, ✟09-10-1806) - (filho de 748 - José Francisco de Souza e 749 - Maria Francisca de Novaes) Sargento-Mor. O Sargento Mor Antônio Francisco de Novaes foi grande criador de gado (bovino, cavalar, muar e criação miúda), estabelecido em fins do século XVIII na Fazenda "Capim Grosso", imensa extensão de terras, subdivididas atualmente em diversas pequenas e médias propriedades, grande parte dela ainda pertencentes aos seus descendentes ou a terceiros que as adquiriram por compra, desde a Fazenda "Tapera de Baixo," até a Fazenda "Pedra Vermelha". Tendo comprado aquela Fazenda, em 03.08.1796, a José Marques de Souza e sua mulher Rosa Maria Alves e Antônio de Souza e sua mulher Paula Perpétua de São Pedro, pelo preço de 700$000 (setecentos mil réis), com os seguintes limites; (conforme escrita da época):

    "Da parte do nascente com a Fazenda Grande, no lugar chamado a Malhada Grande correndo rumo direto para a parte do Rio S. Francisco extrema com as fazendas da Pedra e Jatinan onde confronta com a lagoa da Catinga e daí correndo rumo direto para cima pela parte de cá da Serra Branca, buscando ao poente, até imparear, correndo rumo direito pela parte da Serra do Irapuá pelo altinho que está entre a baixinha do Papagaio e Riacho da Ingazeira até imparear ou confrontar com a ponta da Serra do Itó, correndo rumo pela Serra abaixo até o fim dela, extremando com a fazenda Panela d'Agua pelo Centro de uma para a de outra por onde for de razão, até imparear com a dita Malhada Grande, e para a parte do Curralinho e Campo Grande, extrema no Taboleiro do Capim Grosso de Fora, e assim extremando o dito comprador... por si etc... O Tam. Pº. Domingos Gomes". Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano".

    Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano". Era dono ou rendeiro também dos Sítios "Enjeitado" e "Tamboril", na Serra do Arapuá, em cujas propriedades desenvolveu atividades pastoris e agrícolas, com seus agregados e escravos que naquelas propriedades laboravam temporariamente ou residiam.

    No seu inventário deixa um patrimônio avaliado pelo Capitão-mor José Lopes Diniz e o Ajudante Antônio Manoel de Souza Ferraz, em 15.635$450 réis, em gado, imóveis, e os seguintes bens de raiz: "um Sítio de terras na Misericórdia, no Pajeú, com légua e meia de comprido, adquirido por compra a Manoel Correia de Melo, (possivelmente irmão do seu genro), e a Joaquim Fernandes de Cerqueira; um Sítio de Terras no Capim Grosso; um curral na Pedra Vermelha; um cercado e curral na Volta; um Sítio(?) na beira do São Francisco, havido por herança do sogro e pai Vitório de Souza, (Vitório de Souza da Rocha, inventariado em 1779); o Sítio Tapera de Paulo Afonso, na Ribeira do S. Francisco, Termo de Pambú, havido por compra; o Sítio Tamboril na Serra do Arapuá". Também figuram algumas dívidas, entre elas 43$530 réis ao crioulo Pascoal Coelho de Lemos, morador na Serra do Arapuá. Não havendo qualquer referência a um 1º ou 2º casamentos seu, conforme noticia Stella Noves. Se assim foi, só houve os 04 filhos com (a 2ª esposa?) Antônia Maria da Conceição, que são contemplados em seu testamento de 1817 e que dela são herdeiros em 1830.

    Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
  39. Antônia Maria da Conceição (✭1758, ✟06-06-1830) - (filha de 750 - Vitório de Souza da Rocha e 751 - Antônia Pereira Leite) Fez o seu testamento a 28.01.1817, quando contava 59 anos de idade e morava na sua Faz. "Misericórdia", tendo como testamenteiro seu filho José Francisco de Novaes.

    Seus pais eram originários da Faz. "Tacoatiara," do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco, outrora pertencente aos seus avós paternos: Capitão Manoel de Souza da Rocha (+1749) e sua mulher Feliciana de Barros (da Silveira +1759). Em 1749, quando se encontrava preso no Recife o Capitão Manoel de Souza da Roxa (Rocha), pelo não recolhimento dos impostos, por ele arrematados, e o real donativo do ano de 1746, no valor total de 6 mil cruzados. Prestaram fiança para a sua libertação: o Alferes João Pinto Leal e sua mulher Maria de Barros (da Silveira); o Tenente Cel. Luiz Furtado de Almeida e sua mulher Beatriz de Souza da Silveira e o Capitão Jerônimo de Souza Ferraz e sua mulher Margarida de Souza (da Silveira), e como testemunha Manoel de Barros da Silveira. Deixando crer que eram parentes, pelo menos por afinidade, numa hipótese consistente de que a esposa do réu e as esposas dos fiadores eram irmãs; (inclusive a testemunha), filhas de Manoel de Barros e Souza e Joana Fagundes da Silveira, originários da freguesia de Jesus-Maria-José de Pé-de-Banco, em Sergipe Del Rei, que naquela época fazia parte da Bahia, e que em 1726 já estavam radicados na Missão do Pambú, do lado baiano do rio São Francisco, passando depois para o lado de Pernambuco (Cabrobó e Tacaratú), com ramificações estabelecidas no Ceará e Paraíba.

    Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
  40. Antônio Barbosa de Sá (Mesma pessoa de nº 182)
  41. Angélica Maria da Conceição (Mesma pessoa de nº 183)
  42. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  43. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  44. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  45. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  46. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  47. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  48. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  49. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  50. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  51. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  52. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  53. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  54. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  55. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  56. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  57. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  58. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  59. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  60. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  61. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  62. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  63. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 992 - José Simplício da Silva e 993 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  64. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  65. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 998 - Nome Desconhecido e 999 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  66. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 1006 - Nome Desconhecido e 1007 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  67. Simplycio da Silva (✟26-06-1783) - (filho de 1008 - José Simplício da Silva e 1009 - ??? Pereira) (Mesma pessoa de nº 80)
  68. Theresa de Jesus Maria (Mesma pessoa de nº 81)
  69. Ana Joana Batista Pereira da Cunha (✭aprox 1755) - (filha de 1014 - Nome Desconhecido e 1015 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 83)
  70. Manoel Nunes da Silva (Mesma pessoa de nº 196)
  71. Francisca das Chagas Pimenta (Mesma pessoa de nº 197)
  72. Ignácio de Aragão Osório (Mesma pessoa de nº 198)
  73. Maria Francisca de Jesus (Mesma pessoa de nº 199)
Octavós
  1. Francisco Rodrigues de Figueiredo (✭antes de 1646) (Mesma pessoa de nº 328)
  2. Francisco Rodrigues de Figueiredo (✭antes de 1646) (Mesma pessoa de nº 328)
  3. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  4. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  5. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  6. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  7. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  8. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  9. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  10. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  11. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  12. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  13. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  14. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  15. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  16. José Francisco de Seixas (✭aprox 1680, ✟aprox 1760) Capitão-Mor e Juiz Ordinário. Nomeado Tenente da Cia. do Cel. Francº Rodrigues de Figueiredo em 1729; em 1732 Cap. do Regitº da Infantaria da Ordem da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas; em 1833 e 1738, Juiz Ordinário da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas, em nomeações seqüenciadas, até 1757, quando ainda aparece como Juiz Ordinário de Cabrobó. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
  17. Manoel de Souza da Rocha (✭1671, ✟1749) - (filho de 1156 - João da Rocha e 1157 - Ignes Gomes) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
  18. Bento Lopes (✭05-06-1671, ✟1740) - (filho de 1160 - Gaspar Lopes e 1161 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  19. Águeda Maria Diniz (✭05-02-1681, ✟1743) - (filha de 1162 - Manoel Dias e 1163 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
  20. João Pinto Leal (✭1660, ✟1750) - (filho de 1164 - Gaspar Dias e 1165 - Maria Dias) Alferes.
  21. Maria de Barros da Silveira (✭1690, ✟sim) - (filha de 1166 - Manoel de Barros e Souza e 1167 - Joana Fagundes da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
  22. Manoel de Barros e Souza (✭aprox 1660, ✟após 1714) - (filho de 1172 - Manoel de Azevedo e Silva e 1173 - Violante Maria de Andrade Lobo) Manoel de Barros e Sousa, Souza, nasceu em Arrifana de Sousa, Penafiel, Porto. Sebastião Diogo de Barros e Sousa Lobo, Processo de Habilitação Ordens Menores, 1787. Natural do Reino do Algarve, estudante, filho de Manoel de Azevedo e Silva e de D. Violante Maria de Andrade Lobo, naturais da Vila de Loulé, Faro. Neto paterno do Sargento Mor Diogo de Barros e Sousa, n. na Vila de Loulé, Faro, e de D. Joana de Azevedo e Silva, n. na Freguesia de São Sebastião dos Carros, termo da Vila de Mértola, Beja. Processo de Sebastião Diogo de Barros Sousa Lobo, residente em Loulé, filho de Manuel de Azevedo e Silva e de Violante Maria de Andrade Lobo. Ordens menores 1787. PT/ADBJA/DIO/CEBJA/002/0531.

    Manoel de Barros e Sousa casou-se com Joana Fagundes da Silveira, natural de Pé do Banco, Sergipe. Filhos: 1.-3.
    1. Beatriz de Sousa da Silveira, Pambu, Bom Conselho, Bahia. Casou-se com o Tenente Coronel Luís Furtado Leite e Almeida nasceu a 13 de fevereiro de 1700, na Freguesia da Povoação, Ilha de São Miguel, Açores, filho de Lourenço de Almeida Carneiro e de Isabel Furtado de Mendonça. Ver filhos no título Luís Furtado Leite e Almeida.
    2. Joana Fagundes de Sousa, Pambu, Bom Conselho, Bahia, casou-se com o Sargento Mor Manoel da Cruz Neves, natural do Porto. Ver filhos no título Manoel da Cruz Neves.
    3. Isabel de Sousa da Silveira, n. Pé do Banco, Sergipe. Casou-se com o Sargento Mor Antônio Pereira Lima, natural da Freguesia de Geraz de Lima. Ver filhos no título Antônio Pereira Lima.

    Registrou-se:- Manoel de Barros e Souza c.c. Mariana Dias, pais de:
    1. Serafim Rabelo da Silveira, natural do Cabrobó, Pernambuco. Casou-se (1) com Ana Francisca. Casou-se (2) a 16 de janeiro de 1797, na Igreja Matriz de São José do Cariri Novo, Missão Velha, com Vicência Brígida da Conceição, n. Cariri cearense, filha de Antônio da Costa e de Lourença do Rosário, solteira.
    Cf. Livro de Matrimônio, Missão Velha. 1790/1800. 123.
    Cf. Livro de Batismos, Missão Velha. 1748/1764. familysearch.org. 65.

    Fonte: Siará Grande – Uma Provincia Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil, página 1774, registro nº 1527. , Autor: LIMA, Francisco Araujo, Fortaleza, 2016.
  23. Joana Fagundes da Silveira (✭aprox 1663, ✟após 1714)
  24. José Simplício da Silva (Mesma pessoa de nº 160)
  25. ??? Pereira (Mesma pessoa de nº 161)
  26. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  27. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  28. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  29. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  30. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  31. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  32. Francisco Rodrigues de Figueiredo (✭antes de 1646) (Mesma pessoa de nº 328)
  33. Maria da Rocha Mota (✟antes de 1742) (Mesma pessoa de nº 165)
  34. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 166)
  35. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 167)
  36. Manuel Paes da Costa (✭aprox 1660)
  37. Francisco Rodrigues de Figueiredo (✭antes de 1646) (Mesma pessoa de nº 328)
  38. José Francisco de Seixas (✭aprox 1680, ✟aprox 1760) (Mesma pessoa de nº 576)
  39. Custódia Gomes de Sá (✭1696, ✟1760) - (filha de 1426 - David Gomes de Sá e 1427 - Engracia Soares) (Mesma pessoa de nº 577)
  40. Manoel de Souza da Rocha (✭1671, ✟1749) - (filho de 1428 - João da Rocha e 1429 - Ignes Gomes) (Mesma pessoa de nº 578)
  41. João Pinto Leal (✭1660, ✟1750) - (filho de 1432 - Gaspar Dias e 1433 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 582)
  42. João Pinto Leal (✭1660, ✟1750) - (filho de 1444 - Gaspar Dias e 1445 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 582)
  43. Maria Gomes Maciel (✭aprox 1730, ✟sim)
  44. Jerônimo de Souza Ferraz (✭1702, ✟20-05-1770) - (filho de 1452 - Silvestre de Souza Ferraz e 1453 - Francisca de Souza Barbosa) (Mesma pessoa de nº 360)
  45. José Francisco de Seixas (✭aprox 1680, ✟aprox 1760) (Mesma pessoa de nº 576)
  46. Custódia Gomes de Sá (✭1696, ✟1760) - (filha de 1490 - David Gomes de Sá e 1491 - Engracia Soares) (Mesma pessoa de nº 577)
  47. Manoel de Souza da Rocha (✭1671, ✟1749) - (filho de 1492 - João da Rocha e 1493 - Ignes Gomes) (Mesma pessoa de nº 578)