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Genealogia Pernambucana

Famílias Sertanejas

Genealogia de famílias do sertão nordestino

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Relação dos Ancestrais

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Ana Nogueira da Silva
Pais
  1. Francisco Ramos Nogueira (✭1837) - (filho de 4 - Roberto Ramos Nogueira e 5 - Luzia Barbosa Nogueira) Chico Ramos, da Fazenda Serra Vermelha.
Avós
  1. Roberto Ramos Nogueira (✭1801, ✟1864) - (filho de 8 - João Antônio Ramos Nogueira e 9 - Maria Manoela do Nascimento) Era o proprietário da Fazenda Cipós. Faleceu de cólera-morbus em 1864. Foi testemunha do casamento de seu sobrinho Antônio da Costa Araújo (Totonho do Marmeleiro).
  2. Luzia Barbosa Nogueira (✟18-11-1855) - (filha de 10 - Padre Francisco Barbosa Nogueira e 11 - Quitéria Pereira da Cunha) (ou Luzia Barbosa da Silva, conforme consta do registro de casamento de sua filha Águida). Morava na Fazenda Cipós.
  3. Francisco Alves da Fonseca - (filho de 13 - Claudiana Maria do Espírito Santo) Coronel. Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
Bisavós
  1. João Antônio Ramos Nogueira - (filho de 16 - Antonio de Ramos Nogueira e 17 - Maria da Conceição) Marinheiro. Marinheiro português, residiu em Flores e teve 16 filhos. Em discordia com o Capitão-Mor Joaquim Nunes de Magalhães, Pau-Ferro, fugiu para Pilão Arcado. Mandou buscar a família e, não sendo possível, evadiu-se em companhia de seu filho Manoel Joviniano Ramos Nogueira (Gente Boa), deixando a última notícia em Oeiras, antiga capital do Piaui.
  2. Padre Francisco Barbosa Nogueira (✭1771, ✟18-02-1839) - (filho de 20 - Francisco Barbosa Nogueira e 21 - Maria da Silva Barros) Padre. (Padre Barbosa). O "Padre de Tacaratu". Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos." Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco). Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte. Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido). Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
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    (Escritura de Perfilhação do Padre Francisco Barbosa Nogueira) - Por Valdir José Nogueira de Moura

    Há poucos dias quando pesquisava no rico acervo documental do Memorial da Justiça de Pernambuco, folheando um antigo livro de lançamentos de escrituras públicas e procurações da velha Comarca de Pajeú de Flores do início do século XIX, nas páginas 32 e 33 do referido livro deparei-me com o registro de perfilhação do Padre Francisco Barbosa Nogueira, meu tetravô. Bom, e o que é Escritura Pública de Perfilhação? É um documento oficial criado em 1603, a partir das Ordenações Filipinas, no território luso-brasileiro, em razão do crescente índice de nascimentos de crianças de relacionamento natural ou espúrio, via concubinato, amancebamento ou relações esporádicas. Este documento foi criado durante os reinados de Felipe I, de Portugal e de Filipe II, da Espanha, sendo continuado durante o trono do rei D. João IV, de Portugal.
    Ora, a questão dos "filhos de padres" é um tema que por muito tempo foi tabu com a conseqüência freqüente, sobretudo no passado, de que essas crianças crescessem sem ter um pai conhecido e reconhecido. Na época imperial padres recorriam ao Rei para obter a legitimação dos seus filhos ilegítimos. Eram os filhos da fragilidade humana, sob os quais recaia todo o estigma da imoralidade do relacionamento entre os genitores, mas que, com a legitimação, poderiam tornar-se aptos aos atos da vida civil como se houvessem nascido de legitimo matrimônio. Diante disso, as Cartas de Legitimação constituem a primeira evidência da tolerância institucional com que a Coroa Portuguesa lidava com a questão da filiação ilegítima no território americano.
    Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, o Padre Francisco Barbosa Nogueira, nasceu em 1771 na Fazenda Escadinha (Serra Talhada) cujas terras arrendadas à Casa da Torre da Bahia, se tornariam até hoje propriedade hereditária da família Nogueira. Era filho do capitão Francisco Barbosa Nogueira e de Maria da Silva Barros. Neto paterno de João Nunes de Barros e Maria Barbosa Nogueira. Neto materno de Manoel Lopes Diniz e de Maria de Barros da Silveira, fundadores da fazenda Panela D’Água, localizada hoje em Carnaubeira da Penha. O Padre Francisco Barbosa Nogueira que era conhecido também como Padre Barbosa, teve uma relação marital com Quitéria Pereira da Cunha. Desse relacionamento nasceram 10 filhos, os quais foram legitimados por meio de escrituras públicas de Perfilhação, confirmando assim o caráter de um homem, acima de tudo justo. Diante das vicissitudes que surgiram ao trilhar de sua vida, Padre Barbosa sempre esteve tranqüilo em assumir a responsabilidade de seus atos. Firmado na dignidade de sua conduta, não tergiversou em reconhecer que teve 10 filhos e os legitimou por escrituras públicas.
    Os 9 primeiros filhos do Padre Barbosa foram perfilhados em 31 de julho de 1838, na Vila de Pajeú de Flores conforme transcrição do documento a seguir:

    "Escritura de Perfilhação que faz o reverendo Francisco Barbosa Nogueira como abaixo se declara:

    Saibam quanto este público instrumento de Escritura de Perfilhação vierem, que no ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e trinta e oito, aos trinta e um do mês de julho do dito ano, nesta Vila de Pajeú de Flores, no nosso Escritório apareceu o Reverendo Francisco Barbosa Nogueira, por ele me foi dito em presença das testemunhas solenemente pronunciadas e aferidas e todos demais declarados e conhecidos pelos próprios de que dou fé, que por fragilidade humana, sendo já clérigo de ordens sacras tivera nove filhos de nomes Balbino, Francisco, José, Antônio, Manoel, Luzia, Hermenegilda, Herculana e Carolina, com Quitéria Pereira da Cunha, mulher solteira, os quais ditos seus filhos é da sua boa e espontânea vontade, perfilhá-los como com efeito os perfilha para que eles possam ser seus herdeiros e gozar todas as honras e prerrogativas como se legítimos fossem, assim pede a Justiça de Sua Majestade Imperial e Constitucional de lhe confirmar esta Perfilhação, que depois de lhe ser lida por mim e por este outorgante, e eu como pessoa pública aditei em nome dos .......a quem a favor desta pertencer e disto mandou fazer esta Escritura em que jurou com as testemunhas presentes Padre Manoel Ferreira Rabelo e Major José Caetano Caipira Jaguaribe. Eu Antônio Domingues Andrade.
    Ass., Padre Francisco Barbosa Nogueira. Padre Manoel Ferreira Rabelo. Major José Caetano Caipira Jaguaribe".

    Existe ainda uma segunda escritura, lavrada depois da primeira, em que o Padre Francisco Barbosa Nogueira faz o reconhecimento da filha Maria Rosa, nascida meses após a data em que foi lavrada a primeira escritura de Perfilhação.
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    Conta-se que, certo dia, vinha o padre junto ao acompanhante em viagem.
    Lá pras tantas, encontraram com um vaqueiro tangendo um touro, que não tardou em chamar a atenção dos viajantes:
    - Cuidado com a rês do filho do padre adiante, é braba e pode botar!
    Notando que o vaqueiro não tinha conhecido o padre, o acompanhante tratou de perguntar:
    - Oxe! E padre tem filho?
    Recebendo a resposta:
    - Eu não sei os outros, mas o de Tacaratu tem como o diabo!!!
  3. Quitéria Pereira da Cunha (✟15-10-1868) - (filha de 22 - Antônio Pereira da Cunha) Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
  4. Claudiana Maria do Espírito Santo Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
  5. Manoel Lopes de Barros (✟1818) - (filho de 28 - Francisco Barbosa Nogueira e 29 - Maria da Silva Barros) Capitão. Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
  6. Úrsula Maria das Virgens (✭1785, ✟1860) - (filha de 30 - Vitorino Nunes de Barros e 31 - Ana Maria das Virgens) Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.
Trisavós
  1. José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
  2. Francisco Barbosa Nogueira (✭1756, ✟21-07-1819) - (filho de 40 - João Nunes de Barros e 41 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite. Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE. Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos. Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
  3. Maria da Silva Barros (✭antes de 1757, ✟05-11-1837) - (filha de 42 - Manoel Lopes Diniz e 43 - Maria de Barros da Silveira)
  4. Antônio Pereira da Cunha - (filho de 44 - Nome Desconhecido e 45 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Boqueirão, em Vila Vela (hoje, município de Belmonte - PE). Rendeiro da Fazenda Carnaúba, juntamente com José Carlos Rodrigues do Nascimento, que era casado com Ana Joana Batista Pereira da Cunha (parece ser irmã ou filha de Antônio Pereira da Cunha). Além da Carnaúba, José Carlos era dono da Canafístula e Sabonete. Doou como dote ao genro José Pereira da Silva a fazenda Carnaúba (ou a sua parte arrendada), tronco da família Pereira do sertão do Pajeú.
  5. Francisco Barbosa Nogueira (✭1756, ✟21-07-1819) - (filho de 56 - João Nunes de Barros e 57 - Antônia Barbosa Nogueira) (Mesma pessoa de nº 20)
  6. Maria da Silva Barros (✭antes de 1757, ✟05-11-1837) - (filha de 58 - Manoel Lopes Diniz e 59 - Maria de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 21)
  7. Vitorino Nunes de Barros (✭1753, ✟antes de 1801) - (filho de 60 - João Nunes de Barros e 61 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
  8. Ana Maria das Virgens Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.
Tetravós
  1. João Nunes de Barros (✟antes de 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
  2. Manoel Lopes Diniz (✭17-01-1709, ✟07-12-1796) - (filho de 84 - Bento Lopes e 85 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

    Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
  3. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 38)
  4. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 39)
  5. João Nunes de Barros (✟antes de 1761) (Mesma pessoa de nº 40)
  6. Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 114 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 41)
  7. Manoel Lopes Diniz (✭17-01-1709, ✟07-12-1796) - (filho de 116 - Bento Lopes e 117 - Águeda Maria Diniz) (Mesma pessoa de nº 42)
  8. João Nunes de Barros (✟antes de 1761) (Mesma pessoa de nº 40)
  9. Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 122 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 41)
Pentavós
  1. Maria Genoveva Nogueira (✭1663 aprox)
  2. Bento Lopes (✭05-06-1671, ✟1740) - (filho de 168 - Gaspar Lopes e 169 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  3. Águeda Maria Diniz (✭05-02-1681, ✟1743) - (filha de 170 - Manoel Dias e 171 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
  4. João Pinto Leal (✭1660, ✟1750) - (filho de 172 - Gaspar Dias e 173 - Maria Dias) Alferes.
  5. Maria de Barros da Silveira (✭1690, ✟sim) - (filha de 174 - Manoel de Barros e Souza e 175 - Joana Fagundes da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
  6. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 82)
  7. Bento Lopes (✭05-06-1671, ✟1740) - (filho de 232 - Gaspar Lopes e 233 - Catarina Teixeira) (Mesma pessoa de nº 84)
  8. Águeda Maria Diniz (✭05-02-1681, ✟1743) - (filha de 234 - Manoel Dias e 235 - Ana Diniz) (Mesma pessoa de nº 85)
  9. João Pinto Leal (✭1660, ✟1750) - (filho de 236 - Gaspar Dias e 237 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 86)
  10. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 82)
Hexavós
  1. Manuel Joze Ramos (✭1640 aprox)
  2. Maria Claudina (✭1640 aprox)
  3. Gaspar Lopes (✭09-01-1640, ✟1675) - (filho de 336 - Manoel Francisco Lopes e 337 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
  4. Catarina Teixeira (✭01-11-1642, ✟1696) - (filha de 338 - Gonçalo Teixeira e 339 - Maria Francisca)
  5. Manoel Dias (✭1659, ✟1691) - (filho de 340 - Gaspar Dias e 341 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  6. Ana Diniz (✭14-05-1637, ✟1712) - (filha de 342 - Domingos Gonçalves e 343 - Francisca Diniz)
  7. Gaspar Dias (✭1630, ✟aprox 1690) - (filho de 344 - Francisco Dias e 345 - Isabel Luis) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  8. Maria Dias (✭1621, ✟1699)
  9. Manoel de Barros e Souza (✟03-11-1752) - (filho de 348 - Bento Barros e Alvim e 349 - Francisca de Abreu de Souza) Vindo para o Brasil, radicou-se em Sergipe.
  10. Joana Fagundes da Silveira (✭aprox 1650, ✟sim)
  11. Gaspar Lopes (✭09-01-1640, ✟1675) - (filho de 464 - Manoel Francisco Lopes e 465 - Maria Antônia) (Mesma pessoa de nº 168)
  12. Catarina Teixeira (✭01-11-1642, ✟1696) - (filha de 466 - Gonçalo Teixeira e 467 - Maria Francisca) (Mesma pessoa de nº 169)
  13. Manoel Dias (✭1659, ✟1691) - (filho de 468 - Gaspar Dias e 469 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 170)
  14. Ana Diniz (✭14-05-1637, ✟1712) - (filha de 470 - Domingos Gonçalves e 471 - Francisca Diniz) (Mesma pessoa de nº 171)
  15. Gaspar Dias (✭1630, ✟aprox 1690) - (filho de 472 - Francisco Dias e 473 - Isabel Luis) (Mesma pessoa de nº 172)
  16. Maria Dias (✭1621, ✟1699) (Mesma pessoa de nº 173)
  17. Joana Fagundes da Silveira (✭aprox 1650, ✟sim) (Mesma pessoa de nº 175)
Heptavós
  1. Manoel Francisco Lopes (✭1600, ✟1674) - (filho de 672 - Gaspar Francisco Lopes e 673 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
  2. Gonçalo Teixeira (✭16-01-1606, ✟1694) - (filho de 676 - Antônio Teixeira e 677 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
  3. Maria Francisca (✭21-03-1618, ✟1654) - (filha de 678 - Francisco Fernandes e 679 - Violante Gonçalves)
  4. Gaspar Dias (✭1630, ✟aprox 1690) - (filho de 680 - Francisco Dias e 681 - Isabel Luis) (Mesma pessoa de nº 172)
  5. Maria Dias (✭1621, ✟1699) (Mesma pessoa de nº 173)
  6. Domingos Gonçalves (✟1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  7. Francisca Diniz (✟1675)
  8. Francisco Dias (✭1610)
  9. Isabel Luis (✭1615)
  10. Bento Barros e Alvim (✭27-01-1630, ✟12-12-1716) - (filho de 696 - Domingos de Barros e 697 - Maria Manuel)
  11. Manoel Francisco Lopes (✭1600, ✟1674) - (filho de 928 - Gaspar Francisco Lopes e 929 - Catarina Lopes) (Mesma pessoa de nº 336)
  12. Maria Antônia (✟1655) - (filha de 930 - Francisco Diniz e 931 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 337)
  13. Gonçalo Teixeira (✭16-01-1606, ✟1694) - (filho de 932 - Antônio Teixeira e 933 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 338)
  14. Maria Francisca (✭21-03-1618, ✟1654) - (filha de 934 - Francisco Fernandes e 935 - Violante Gonçalves) (Mesma pessoa de nº 339)
  15. Gaspar Dias (✭1630, ✟aprox 1690) - (filho de 936 - Francisco Dias e 937 - Isabel Luis) (Mesma pessoa de nº 172)
  16. Maria Dias (✭1621, ✟1699) (Mesma pessoa de nº 173)
  17. Domingos Gonçalves (✟1664) (Mesma pessoa de nº 342)
  18. Francisca Diniz (✟1675) (Mesma pessoa de nº 343)
  19. Francisco Dias (✭1610) (Mesma pessoa de nº 344)
  20. Isabel Luis (✭1615) (Mesma pessoa de nº 345)
  21. Bento Barros e Alvim (✭27-01-1630, ✟12-12-1716) - (filho de 952 - Domingos de Barros e 953 - Maria Manuel) (Mesma pessoa de nº 348)
  22. Francisca de Abreu de Souza (✭1638, ✟04-03-1714) - (filha de 954 - Miguel Rebello de Sousa e 955 - Angela de Abreu) (Mesma pessoa de nº 349)
Octavós
  1. Francisco Diniz (✟1628)
  2. Maria Dias (✟1610)
  3. Antônio Teixeira (✭sec xvi, ✟1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
  4. Francisco Fernandes (✟1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
  5. Francisco Dias (✭1610) (Mesma pessoa de nº 344)
  6. Isabel Luis (✭1615) (Mesma pessoa de nº 345)
  7. Domingos de Barros (✟24-06-1669) - (filho de 1392 - Gaspar de Barros)
  8. Maria Manuel (✭08-05-1591) - (filha de 1394 - Guaspar João e 1395 - Anna João)
  9. Miguel Rebello de Sousa (✭1608, ✟26-08-1688)
  10. Angela de Abreu (✭aprox 1589, ✟17-07-1674)
  11. Gaspar Francisco Lopes (✭1560 aprox, ✟sim) - (filho de 1856 - Francisco Jorge Maria do Espírito Santo e 1857 - Margarida Alves) (Mesma pessoa de nº 672)
  12. Catarina Lopes (✭1575 aprox) - (filha de 1858 - Gonçalo Lopes e 1859 - Margarida Alves) (Mesma pessoa de nº 673)
  13. Francisco Diniz (✟1628) (Mesma pessoa de nº 674)
  14. Maria Dias (✟1610) (Mesma pessoa de nº 675)
  15. Antônio Teixeira (✭sec xvi, ✟1658) (Mesma pessoa de nº 676)
  16. Maria Dias (Mesma pessoa de nº 677)
  17. Francisco Fernandes (✟1670) (Mesma pessoa de nº 678)
  18. Violante Gonçalves (✟1659) (Mesma pessoa de nº 679)
  19. Francisco Dias (✭1610) (Mesma pessoa de nº 344)
  20. Isabel Luis (✭1615) (Mesma pessoa de nº 345)
  21. Domingos de Barros (✟24-06-1669) - (filho de 1904 - Gaspar de Barros) (Mesma pessoa de nº 696)
  22. Maria Manuel (✭08-05-1591) - (filha de 1906 - Guaspar João e 1907 - Anna João) (Mesma pessoa de nº 697)
  23. Miguel Rebello de Sousa (✭1608, ✟26-08-1688) (Mesma pessoa de nº 698)
  24. Angela de Abreu (✭aprox 1589, ✟17-07-1674) (Mesma pessoa de nº 699)
Eneavós
  1. Margarida Alves (✭1540 aprox, ✟1632 aprox)
  2. Gonçalo Lopes (✭1550, ✟1631)
  3. Margarida Alves (✭1555, ✟1623)
  4. Guaspar João (✟12-08-1653)
  5. Anna João (✟1668)
  6. Francisco Jorge Maria do Espírito Santo (✭1545 aprox, ✟sim) (Mesma pessoa de nº 1344)
  7. Margarida Alves (✭1540 aprox, ✟1632 aprox) (Mesma pessoa de nº 1345)
  8. Gonçalo Lopes (✭1550, ✟1631) (Mesma pessoa de nº 1346)
  9. Margarida Alves (✭1555, ✟1623) (Mesma pessoa de nº 1347)
  10. Gaspar de Barros (Mesma pessoa de nº 1392)
  11. Guaspar João (✟12-08-1653) (Mesma pessoa de nº 1394)
  12. Anna João (✟1668) (Mesma pessoa de nº 1395)
Total de Ancestrais: 137
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, se for um número par, significa que é o pai da pessoa que tem aquele número divido por 2. Por exemplo, a pessoa de número 40 é o pai da pessoa de número 20. Se for um número ímpar, significa que é a mãe da pessoa que tem o aquele número - 1, dividido por 2. Por exemplo, a pessoa de número 41 é a mãe da pessoa de número 20 ((41 - 1) / 2 = 20).
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  • Uma organização internacional sem fins lucrativos que oferece ferramentas gratuitas para ajudá-lo a descobrir sua genealogia. Muitas pessoas aqui neste site já possuem links para seus registros no Family Search.
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Dados do arquivo
Data: Domingo, 25-9-2022 19:34 GMT - DB1
Pessoas: 108.857
Famílias: 34.582
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