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Genealogia Pernambucana

Famílias Sertanejas

Genealogia de famílias do sertão nordestino

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Relação dos Ancestrais

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José Andrelino Pereira Valões
Pais
Avós
Bisavós
  1. Andrelino Pereira da Silva (✭1823, ✟30-12-1901) - (filho de 16 - Manoel Pereira da Silva e 17 - Francisca Aragão da Silva) Comissário de Serra Talhada, comandante-superior de Flores, Ingazeira e Vila Bela, major e depois coronel da Guarda Nacional, Intendente do Município, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi condecorado com o título de Barão do Pajeú em 10-12-1888. Foi também o primeiro prefeito de Vila Bela (1892-1895).
    O documento de casamento foi pesquisado por Sérgio Elias Wanderley na Revista de História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva. Consta lá que ele tinha 24 anos e Maria 20 anos de idade.

    A ALMOFADA DE RENDA DE BILRO DA BARONESA DO PAJEÚ QUE VALIA UMA FORTUNA
    Na lendária Vila Bela de outrora, na história da fazenda Pitombeira, vicejam muitas histórias relacionadas com o seu primitivo proprietário, o Barão do Pajeú, da tradicional e numerosa família Pereira, cujo nome de batismo era Andrelino Pereira da Silva, sendo filho do Comandante Superior, coronel Manoel Pereira da Silva.
    Da família a qual pertencia, sobressaiu-se Andrelino, agraciado com o título de “Barão de Pajeú” por decreto imperial de 1º de dezembro de 1888. O referido barão chefiou, desde o Império, o Partido Conservador em Vila Bela. Muito rico dizem que possuía nas velhas arcas de cedro da Fazenda Pitombeira, trezentas redes, com que haveria de hospedar qualquer caravana.
    Nos tempos do Barão do Pajeú e do seu filho Coronel Antônio Pereira, a Fazenda Pitombeira continuava próspera e produtiva e se destacava, além da região do Pajeú como em todo alto e árido sertão pernambucano pela sua importância política, econômica e social.
    Opulento criador, a título de curiosidade a relação dos nomes de alguns animais deixados pelo fidalgo sertanejo, de acordo com seu testamento feito a 27 de agosto de 1901. Cavalos: Bebedor, Borborema, Borboleta, Bordado, Borrego, Cabeceira, Campina, Cravo-branco, Crumatá, Cruzeta, Cuidado, Dançarino, Lavandeira, Mancha, Marujo, Melado-bravo, Nevoeiro, Passarinho, Pensamento, Piáu, Pinto-macho, Raposão, Redondinho, Salvaterra, Tamborete e Vila-bela. Entre os burros: Beleza, Cajazeira, Castanhinho, Ceará, Cutia, Encardido, Enjeitado, Gazo, Pimpão, Quixaba e Tição. Entre as burras: Barra, Bonita, Castanha, Catolé, Fita-preta, Macaca e Praibana.
    Conta-se que durante o novenário da Padroeira Nossa Senhora da Penha, o rico barão escolhia a cada dia o tipo de animal de montaria em que a caravana partindo da Pitombeira, entre proprietários, familiares, vaqueiros e moradores, seguiria para participar das novenas na Matriz de Vila Bela. Dizia o barão: “Hoje iremos todos à novena em cavalos pampas pretos... amanhã em cavalos pampas castanhos...depois de amanhã em cavalos brancos...depois em cavalos melados...”,e assim por diante.
    O Barão do Pajeú casou duas vezes: a 1ª com Maria Osséria de Santo Antônio e a 2ª com a Baronesa do Pajeú, Verônica Pereira da Silva, havendo filhos de ambas. De Maria Osséria nasceram Manuel, Januária, Francisca, Generosa, e Ana; da Baronesa foi filho o coronel Antônio Andrelino Pereira da Silva, que veio a falecer no distrito do Carmo em São José do Belmonte, auxiliado por parentes e amigos.
    No tempo do apogeu e esplendor da Fazenda Pitombeira, na larga varanda da velha casa de vivenda, sentada sobre um couro de boi curtido, passava horas a fio a Baronesa do Pajeú, matando o seu tempo numa almofada bastante abaulada fazendo renda de bilro. Certo dia, tendo encerrado uma conversa um pouco acalorada com Dona Marica Pereira, sua nora, falou a baronesa: “Olhe Marica, quando eu morrer, vou deixar o meu dinheiro para você queimar.”
    O Barão do Pajeú faleceu a 30 de dezembro de 1901. Tempos depois, já doente e em tratamento com o afamado “Tio Cornélio de Sá” de Salgueiro, na época, o doutor de toda aquela região, não resistindo a uma forte infecção intestinal faleceu a Baronesa do Pajeú. Depois da sua morte, Dona Marica Pereira, julgando o que não teria mais importância e nem serventia resolveu queimar os pertences da baronesa. Entre os objetos destinados ao fogo, estava a velha almofada de fazer renda. Quando as chamas iam velozmente reduzindo tudo a cinzas, uma preta, antiga cozinheira da fazenda percebeu que junto com os resquícios chamuscados do enchimento da almofada, estava parte da fortuna da baronesa, ora detectada através de pedaços de algumas cédulas, já soltos no ar, dentro da fumaça escura se elevando no espaço. Entre os valores dos dez réis e dos mil réis, dos vinténs, dos tostões e dos cruzados, de uma enorme quantidade em dinheiro de cédulas da baronesa, foi tudo devorado pelo fogo.
    E cumpriu-se então o que a baronesa havia dito tempos antes:
    “Marica, quando eu morrer, vou deixar o meu dinheiro para você queimar.”
    Valdir José Nogueira de Moura
  2. Joaquim Rodrigues Florentino (✭1830 aprox) "Joaquim Rodrigues Florentino (mais conhecido como Joaquim Marinheiro, uma vez ser descendente direto de portugueses)." - Domingos Sávio Maximiano Roberto

    "Na Igreja de São Sebastião (Patos do Irerê [PB]?), estão sepultados os corpos de Joaquim Marinheiro, coronel Marçal e de dona Xanduzinha, neta de Marinheiro, mulher do caboclo Marcolino, além de outros pioneiros da região." - Rostand Medeiros

    Fonte:
    PERFIS DE PRINCESENSES ILUSTRES: CORONEL MARÇAL FLORENTINO DINIZ
    Domingos Sávio Maximiano Roberto, 03 de setembro de 2019
    Blog do Dominguinhos
    https://blogdodominguinhos.blogspot.com/2019/09/perfis-de-princesenses-ilustres.html

    O HISTÓRICO PATOS DE IRÊRÊ - PB
    Rostand Medeiros, 10 de janeiro de 2013
    Blog Opinião Triunfo
    http://opiniaotriunfodigital.blogspot.com/2013/01/o-historico-patos-de-irere-pb.html

    Pesquisador: Joe Lopes
  3. Aureliano Pereira Valões (✭1832, ✟1891) - (filho de 24 - Alexandre Pereira da Silva e 25 - Joana Baptista de Sá) Major da Guarda Nacional. Foi o primeiro varão com o sobrenome "Valões".
  4. Manoel Pereira da Silva e Sá - (filho de 28 - Francisco Pereira da Silva e 29 - Ana Joana Batista) Major. (Manoel da Passagem do Meio).
  5. Úrsula Alves de Barros (✟1877) - (filha de 30 - Francisco Alves da Fonseca e 31 - Ana Maria das Virgens) (ou Úrsula Benigna das Virgens).
Trisavós
  1. Manoel Pereira da Silva (✭1797, ✟02-05-1862) - (filho de 32 - José Pereira da Silva e 33 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Militar. Coronel da Guarda Nacional, Comandante Superior das Ordenanças de Flores, Ingazeira e Vila Bela, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi a maior figura do clã dos Pereira, chefe político da família e liderava o partido Conservador no Brasil Imperial naquela região. Proprietário da fazenda Belém (sengundo Venício Feitosa Neves).
  2. Francisco Pereira da Silva (✭1793) - (filho de 36 - José Pereira da Silva e 37 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Coronel. Fundador da Vila de São Francisco. Vila Pajeú.
  3. Alexandre Pereira da Silva (✭1807, ✟18-05-1838) - (filho de 48 - José Pereira da Silva e 49 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Morto pelos fanáticos do Reino Encantado da Pedra Bonita, em Vila Bela. Ele recebia uma publicação católica, edição especializada para as novenas de maio, que falava sobre a vida do beato francês, Félix de Valois. Muito comovido com a história, ele falou para esposa Joana: "Vou adotar este sobrenome para os nossos filhos".
    Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
  4. Josefa Pereira da Silva - (filha de 54 - João Pereira da Silva e 55 - Antônia Isabel de Sá) Foi proprietária da fazenda Serrote. (segundo Venício Feitosa Neves). Joaquim Pereira da Silva detém documentos informando que é filha de João Pereira da Silva e Antônia Isabel de Sá. O inventário de seu pai encontra-se no Memorial da Justiça. Além do inventário, têm dois casamentos, na Paróquia de Villa Bella, de Filhas de Joaquim Nunes (#6052) e Josefa (#50723), onde consta que são netas de João Pereira da Silva e sua esposa Antônia Izabel de Sá.
    Também aparece Josefa Maria da Silva.
  5. Francisco Alves da Fonseca - (filho de 61 - Claudiana Maria do Espírito Santo) Coronel. Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
Tetravós
  1. José Pereira da Silva (✟1837) - (filho de 64 - Manuel Pereira da Silva e 65 - Joaquina Pereira) Capitão. Conhecido como Zezinho. Tronco dos Pereiras da lendária Ribeira do Pajeú, no Sertão de Pernambuco. Diz-se em Serra Talhada que José Pereira chegara àquela região no século XVIII, egresso das Sesmarias do Alto Jaguaribe, nos Inhamuns, Estado do Ceará. Foi proprietário da Fazenda Carnaúba (mesmo nome da fazenda de seu pai), que pertence ao seu bisneto, deputado Argemiro Pereira. Algumas informações sobre os seus filhos foram obtidas do blog Cariri Cangaço - A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio (http://cariricangaco.blogspot.com.br/2013/03/a-chegada-de-sinho-pereira-ao-cariri.html?m=1). Foi dono da fazenda Mocambo. Capitão de Ordenanças, Vereador de Flores, Presidente da Câmara do Senado de Flores, Juiz Ordinário de Vila Bela, conforme documentos visto por Joaquim Pereira da Silva Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
  2. Aniceto Nunes da Silva (✟25-10-1823) - (filho de 68 - Manoel Nunes da Silva e 69 - Francisca das Chagas Pimenta) Capitão-Mor. Foi o proprietário no Sertão, além da fazenda Sabá, de mais de 20 léguas de terras de extensão, subdivididas em 8 fazendas: Tamboril (que havia sido de Domingos Afonso), Balanças, Conceição, São Boa Ventura, Sítio (que mais tarde se transformou na cidade de Sítio dos Nunes), São Gonçalo, São Domingos e parte da antiga Fazenda das Flores, todas herdadas de seu pai. Inventário feito no 1º Cartório de Flores. A data de falecimento está conforme livro de tombo da Igreja de Flores. Enterrado por seu filho João Nunes no Sítio dos Nunes. Quando faleceu tinha entre 95 a 98 anos de idade. Informações de seu pentaneto Saulo Duarte.
  3. José Pereira da Silva (✟1837) - (filho de 72 - Manuel Pereira da Silva e 73 - Joaquina Pereira) (Mesma pessoa de nº 32)
  4. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) Comandante Superior. Segundo consta, foi casado com uma das filhas de José Carlos Rodrigues, provavelmente Quitéria Rodrigues do Nascimento.
    Aparece em documentos encontrados por Joaquim Pereira da Silva, ele casado com Luciana Maria das Candeias.
    Pelo ano citado 1821, acho que foi através do óbito de José Mariano de Sá. Seus filhos são herdeiros nas fazendas Catolé e Canafístula.
    Não aparece Ana (#4357) e nem Manoel (#4353) mas deixa lá. Acho que você deve colocar em notas de José Mariano sobre esse casamento e as demais informações.
    Fonte: Sérgio Elias Wanderley
  5. José Pereira da Silva (✟1837) - (filho de 96 - Manuel Pereira da Silva e 97 - Joaquina Pereira) (Mesma pessoa de nº 32)
  6. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 38)
  7. Antônia Lourenço de Aragão (✭aprox 1746, ✟17-07-1846) - (filha de 106 - Ignácio de Aragão Osório e 107 - Maria Francisca de Jesus) (Mesma pessoa de nº 35)
  8. João Pereira da Silva (✭1786) - (filho de 108 - José Pereira da Silva e 109 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Proprietário da fazenda São Cristóvão, em Belmonte. Os nomes de seus filhos foram obtidos com Joaquim Pereira da Silva, que teve acesso ao inventário de João no Memorial da Justiça. Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
  9. José Pereira da Silva (✟1837) - (filho de 112 - Manuel Pereira da Silva e 113 - Joaquina Pereira) (Mesma pessoa de nº 32)
  10. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 38)
  11. Claudiana Maria do Espírito Santo Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
  12. Manoel Lopes de Barros (✟1818) - (filho de 124 - Francisco Barbosa Nogueira e 125 - Maria da Silva Barros) Capitão. Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
  13. Úrsula Maria das Virgens (✭1785, ✟1860) - (filha de 126 - Vitorino Nunes de Barros e 127 - Ana Maria das Virgens) Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.
Pentavós
  1. Manuel Pereira da Silva (✭1725) - (filho de 128 - Antônio Pereira da Silva e 129 - Maria Pereira da Silva) Da Fazenda Carnaúba, em Geremoabo, Estado da Bahia. Desembarcou em Salvador na primeira metade do século XVIII, vindo de Portugal. Na mesma caravela, vieram também quatro irmãos portugueses de nomes Marta, Alexandre, João Francisco (o caçula) e Leonel de Alencar Rego, que viera mais tarde a se casar com sua filha Maria da Assunção.

    Manuel ou Manoel, migrou para o brasil via Salvador e encaminhou-se para as sesmarias dos Inhamuns no Ceará. Em 1777, fugindo da grande seca, subiu a serra do icó e instalou se em Russas onde fundou a vila de São Cosme e Damião, vindo a chamar se mais tarde de Pereiro (divisa com o RN), em sua homenagem. Da mesma forma a serra recebeu o nome de serra dos Pereiros. Outras fontes referem se a Manuel Pereira do Canto , que obedece a mesma história, porém o põe CASADO com a Sra. Catarina Cardosa da Rocha Resende Macrina [#43654] , segunda esposa de Francisco Alves Feitosa (#43655) mãe em algumas fontes de José Pereira da Silva (#4340) e Antônio Pereira de Souza (#56750). Algumas fontes Relatam que Catarina Macrina trouxe outros filhos do leito de Manuel Pereira do Canto (Silva), dentre eles Antônio Pereira da Silva que posteriormente instala se na divisa de PE e BA. Quanto ao Capitão Zezinho, segundo tradição oral, homem calado que falava pouco das origens, após desavença com o Coronel Francisco Feitosa, tomou rumo a barranca do Pajeú das Flores, e daí sabe se toda história até a fundação de Serra Talhada. Fica ainda no Vácuo a correlação sabida da Sra. Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que casou se com Leonel Pereira de Alencar (Alenquer) do Rego (#6197) que teve na família títulos de nobreza negados por ter sangue de cristão novo convertido. Leonel foi companheiro de viagem de Manuel Pereira para o Brasil, e desposou sua filha Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que deu origem ao clã dos Alencar do Rego de Exu, tornando se figura imponente na história, tendo o nome Pereira ofuscado. Contudo daí comprova se a parentela do Pereiras do Pajeu aos Alencar do Rego, junção que trás na história uma herança de sangue terrível, porém trás a fundação de tês cidades: Serra Talhada, Pereiro (PE) e Catarina no Ceará

    Fonte: José Lacet de Lima Junior.
  2. José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
  3. Manoel Nunes da Silva Capitão. Foi dono das propriedades "Campo Santo" e "Santana", em Tacaratu-PE.
  4. Francisca das Chagas Pimenta Irmã do Padre João Coelho.
  5. Ignácio de Aragão Osório Descendente dos fidaldos da Casa da Torre de Garcia D'Avila - Bahia.
  6. Maria Francisca de Jesus De Cotinguiba, no Estado de Sergipe.
  7. Joaquina Pereira (Mesma pessoa de nº 65)
  8. Joaquina Pereira (Mesma pessoa de nº 65)
  9. Manoel Nunes da Silva (Mesma pessoa de nº 68)
  10. Francisca das Chagas Pimenta (Mesma pessoa de nº 69)
  11. Ignácio de Aragão Osório (Mesma pessoa de nº 70)
  12. Maria Francisca de Jesus (Mesma pessoa de nº 71)
  13. José Pereira da Silva (✟1837) - (filho de 216 - Manuel Pereira da Silva e 217 - Joaquina Pereira) (Mesma pessoa de nº 32)
  14. José Mariano de Sá (✟11-04-1821) (Mesma pessoa de nº 38)
  15. Joaquina Pereira (Mesma pessoa de nº 65)
  16. Francisco Barbosa Nogueira (✭1756, ✟21-07-1819) - (filho de 248 - João Nunes de Barros e 249 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite. Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE. Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos. Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
  17. Maria da Silva Barros (✭antes de 1757, ✟05-11-1837) - (filha de 250 - Manoel Lopes Diniz e 251 - Maria de Barros da Silveira)
  18. Vitorino Nunes de Barros (✭1753, ✟antes de 1801) - (filho de 252 - João Nunes de Barros e 253 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
  19. Ana Maria das Virgens Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.
Hexavós
  1. Antônio Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 128)
  2. Maria Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 129)
  3. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  4. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  5. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  6. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  7. Antônio Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 128)
  8. Maria Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 129)
  9. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  10. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  11. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  12. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  13. Joaquina Pereira (Mesma pessoa de nº 65)
  14. Antônio Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 128)
  15. Maria Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 129)
  16. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  17. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  18. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  19. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  20. João Nunes de Barros (✟antes de 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
  21. Manoel Lopes Diniz (✭17-01-1709, ✟07-12-1796) - (filho de 500 - Bento Lopes e 501 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

    Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
  22. João Nunes de Barros (✟antes de 1761) (Mesma pessoa de nº 248)
  23. Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 506 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 249)
Heptavós
  1. Antônio Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 128)
  2. Maria Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 129)
  3. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  4. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  5. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 134)
  6. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 135)
  7. Bento Lopes (✭05-06-1671, ✟1740) - (filho de 1000 - Gaspar Lopes e 1001 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  8. Águeda Maria Diniz (✭05-02-1681, ✟1743) - (filha de 1002 - Manoel Dias e 1003 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
  9. João Pinto Leal (✭1660, ✟1750) - (filho de 1004 - Gaspar Dias e 1005 - Maria Dias) Alferes.
  10. Maria de Barros da Silveira (✭1690, ✟sim) - (filha de 1006 - Manoel de Barros e Souza e 1007 - Joana Fagundes da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
  11. Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 498)
Octavós
  1. Gaspar Lopes (✭09-01-1640, ✟1675) - (filho de 2000 - Manoel Francisco Lopes e 2001 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
  2. Catarina Teixeira (✭01-11-1642, ✟1696) - (filha de 2002 - Gonçalo Teixeira e 2003 - Maria Francisca)
  3. Manoel Dias (✭1659, ✟1691) - (filho de 2004 - Gaspar Dias e 2005 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  4. Ana Diniz (✭14-05-1637, ✟1712) - (filha de 2006 - Domingos Gonçalves e 2007 - Francisca Diniz)
  5. Gaspar Dias (✭1630, ✟aprox 1690) - (filho de 2008 - Francisco Dias e 2009 - Isabel Luis) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  6. Maria Dias (✭1621, ✟1699)
  7. Manoel de Barros e Souza (✟03-11-1752) - (filho de 2012 - Bento de Barros e Alvim e 2013 - Francisca de Abreu de Souza) Vindo para o Brasil, radicou-se em Sergipe.
  8. Joana Fagundes da Silveira (✭aprox 1650, ✟sim)
Eneavós
  1. Manoel Francisco Lopes (✭1600, ✟1674) - (filho de 4000 - Gaspar Francisco Lopes e 4001 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
  2. Gonçalo Teixeira (✭16-01-1606, ✟1694) - (filho de 4004 - Antônio Teixeira e 4005 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
  3. Gaspar Dias (✭1630, ✟aprox 1690) - (filho de 4008 - Francisco Dias e 4009 - Isabel Luis) (Mesma pessoa de nº 1004)
  4. Maria Dias (✭1621, ✟1699) (Mesma pessoa de nº 1005)
  5. Domingos Gonçalves (✟1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
  6. Francisca Diniz (✟1675)
  7. Francisco Dias (✭1610)
  8. Isabel Luis (✭1615)
  9. Bento de Barros e Alvim (✭27-01-1630, ✟12-12-1716) - (filho de 4024 - Domingos de Barros e 4025 - Maria Manuel)
Decavós
  1. Francisco Diniz (✟1628)
  2. Maria Dias (✟1610)
  3. Antônio Teixeira (✭sec xvi, ✟1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
  4. Francisco Fernandes (✟1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
  5. Francisco Dias (✭1610) (Mesma pessoa de nº 2008)
  6. Isabel Luis (✭1615) (Mesma pessoa de nº 2009)
  7. Domingos de Barros (✟24-06-1669) - (filho de 8048 - Gaspar de Barros)
  8. Maria Manuel (✭08-05-1591) - (filha de 8050 - Guaspar João e 8051 - Anna João)
  9. Miguel Rebello de Sousa (✭1608, ✟26-08-1688)
  10. Angela de Abreu (✭aprox 1589, ✟17-07-1674)
Undecavós
  1. Margarida Alves (✭1540 aprox, ✟1632 aprox)
  2. Gonçalo Lopes (✭1550, ✟1631)
  3. Margarida Alves (✭1555, ✟1623)
  4. Guaspar João (✟12-08-1653)
  5. Anna João (✟1668)
Total de Ancestrais: 174
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, se for um número par, significa que é o pai da pessoa que tem aquele número divido por 2. Por exemplo, a pessoa de número 40 é o pai da pessoa de número 20. Se for um número ímpar, significa que é a mãe da pessoa que tem o aquele número - 1, dividido por 2. Por exemplo, a pessoa de número 41 é a mãe da pessoa de número 20 ((41 - 1) / 2 = 20).
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  • Brother's Keeper
    O melhor programa para registro de dados genealógicos, usado por mim desde o início deste trabalho.
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    Site dos descendentes de Valério Coelho Rodrigues, com sua história, descendentes e muitas outras informações.
  • Uma organização internacional sem fins lucrativos que oferece ferramentas gratuitas para ajudá-lo a descobrir sua genealogia. Muitas pessoas aqui neste site já possuem links para seus registros no Family Search.
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    Deseja pesquisar mais sobre sua família e não sabe como fazer? Aqui você vai encontrar dicas importantes.
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Dados do arquivo
Data: Sábado, 3-12-2022 7:15 GMT - DB1
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