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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sexta-Feira, 6-12-2019  

Descendência de
Ana Maria das Virgens
4 gerações (Bisnetos)

1- Ana Maria das Virgens, cas. com Vitorino Nunes de Barros (filho de João Nunes de Barros e Antônia Barbosa Nogueira), profissão: Capitão, nasc. em 1753, falec. em ANTES DE 1801. ELA: Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.. ELE: Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
F.1- Antônio Nunes de Barros, nasc. em 1780. NOTAS: Casado.
F.2- Úrsula Maria das Virgens, nasc. em 1785, falec. em 1860; e Manoel Lopes de Barros (filho de Francisco Barbosa Nogueira e Maria da Silva Barros), falec. em 1818. ELA: Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.. ELE: Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
N.2.1- Francisco Barbosa Nogueira, nasc. em 01-04-1803, falec. em 29-05-1859, cas. com Teodora Maria Quitéria (filha de Francisco Xavier de Moraes e Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva). ELE: Sucedeu ao pai na posse da Fazenda Escadinha.. ELA: (ou Teodora Barbosa Nogueira, ou ainda Teodora Nogueira de Moraes). Constriuiu a capela da Fazenda Escadinha, onde morava, em pagamento de uma promessa feita em 1856 de que, se a cólera-morbus não atingisse sua fazenda, nela mandaria construir uma capela, o que fez em 1862. Nela, foram enterrados, entre outros, ela própria e o seu filho, Dr. Tiburtino Barbosa Nogueira. A sede da fazenda e a capela foram inundadas pelas águas da barragem Serrinha, por volta de 1988.
B.2.1.1- João Nunes Nogueira de Barros, profissão: Coronel; e Luzia Ursulina de Barros (filha de Manoel Lopes de Barros e Úrsula Maria das Virgens), nasc. em 1818. ELE: Da Fazenda Teiú, em Serra Talhada, PE. Foi primeiro suplente de Juiz de Direito da comarca de Vila Bela, em 1882, onde foi também grande fazendeiro.. ELA: (ou Luzia Maria das Virgens).
B.2.1.2- Úrsula Maria Nogueira de Moraes, falec. em 21-05-1860; e Antônio Xavier de Moraes (filho de Francisco Xavier de Moraes e Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva), profissão: Coronel. ELE: (Coronel Moraes). Morava na Lagoa da Pedra. Nomeado, em 1886, Comandante Superior da Guarda Nacional dos municípios de Ingazeira, Flores e Vila Bela, pelo Imperador Dom Pedro II, conforme registro de Títulos e Patentes, representado por procuração pelo Bel. Tiburtino Barbosa Nogueira.
B.2.1.3- Maria Epaminondas de Barros; e Antônio Joaquim de Medeiros. ELA: (Mareta).. ELE: De Flores, PE.
B.2.1.4- Rosa Maria das Virgens, cas. em 25-11-1947, com Antônio Nunes de Barros (filho de Manoel Lopes de Barros e Úrsula Maria das Virgens). ELA: (ou Rosa Maria da Conceição).. ELE: Da Fazenda Surubim, Serra Talhada - PE.
B.2.1.5- Manoel Nunes Nogueira de Barros, profissão: Major da Guarda Nacional, falec. em 28-08-1891; e Mariana Benigna da Silva (filha de José Vitorino de Barros e Silva e Clara Gomes de Sá). ELE: Conhecido como Laborone. Rico fazendeiro e comerciante, no Pajeú.
B.2.1.6- Tiburtino Barbosa Nogueira, profissão: Bacharel em Direito, nasc. em 18-06-1839, em Fazenda Escadinha, PE, falec. em 06-06-1900; e Teodora Nogueira de Moraes (filha de Antônio Xavier de Moraes e Úrsula Maria Nogueira de Moraes), falec. em 23-07-1886. ELE: Homem elegante, educado, bacharel em Ciências e Letras e em Ciências Jurídicas e Sociais, fez parte da turma da Faculdade de Direito do Recife do ano de 1865. Foi promotor e depois Juiz de Direito de Vila Bela. Em 05-12-1865 foi nomeado Promotor Público da Comarca de Tacaratú - PE, que pertencia a Floresta (Reg. de Provisões 10/9 - fls. 24). Também foi promotor em Vila Bela, em 1882, cuja comarca geral e de primeira entrância tinha como juiz de direito o Dr. Arcôncio Pereira. Foi ainda deputado provincial no período de 1865 a 1867 e exerceu a função de juiz ou promotor em Missão Velha - CE. Foi sepultado na capela da Fazenda Escadinha, junto com os seus familiares. (Nivaldo Carvalho).. ELA: Faleceu de parto.
B.2.1.6- Tiburtino Barbosa Nogueira, profissão: Bacharel em Direito, nasc. em 18-06-1839, em Fazenda Escadinha, PE, falec. em 06-06-1900; e Maria Antunes Nogueira (filha de João Alves Pereira de Lyra e Mariana Teixeira Antunes Lyra), nasc. em 08-10-1861, em Recife, PE, falec. em 11-10-1919. ELE: Homem elegante, educado, bacharel em Ciências e Letras e em Ciências Jurídicas e Sociais, fez parte da turma da Faculdade de Direito do Recife do ano de 1865. Foi promotor e depois Juiz de Direito de Vila Bela. Em 05-12-1865 foi nomeado Promotor Público da Comarca de Tacaratú - PE, que pertencia a Floresta (Reg. de Provisões 10/9 - fls. 24). Também foi promotor em Vila Bela, em 1882, cuja comarca geral e de primeira entrância tinha como juiz de direito o Dr. Arcôncio Pereira. Foi ainda deputado provincial no período de 1865 a 1867 e exerceu a função de juiz ou promotor em Missão Velha - CE. Foi sepultado na capela da Fazenda Escadinha, junto com os seus familiares. (Nivaldo Carvalho).. ELA: (Maroca).
B.2.1.7- José Epaminondas Nogueira de Barros, cas. com Francisca Nogueira de Moraes (filha de Antônio Xavier de Moraes e Úrsula Maria Nogueira de Moraes). ELE: Da Fazenda Castor, em Serra Talhada, PE, onde foi rico fazendeiro e político. Foi eleito vereador em 1882 e também foi deputado provincial.. ELA: (ou Francisca Ursulina de Moraes).
N.2.2- Vitorino Lopes de Barros, profissão: Coronel, falec. em 1877; e Benedita Gonçalves Torres (filha de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres). ELE: (Major Vitorino). Da Fazenda Escadinha.
B.2.2.1- Eustáquio Lopes de Barros, falec. em 15-05-1912, cas. em Fazenda Campo Grande, Floresta, PE, com Ana Maria Diniz (filha de Gonçalo Gomes dos Santos e Maria de Barros do Nascimento), falec. em 07-11-1911. ELE: Abastado fazendeiro e político em Floresta - PE. Dono de terras nas fazendas Panela D'Água, Campo Grande e Serra do Arapuá. Foi membro da Câmara de Vereadores de Floresta no período de 1881 a 1883 como vereador. Enfrentou, em 1896, a partilha judicial da Fazenda Panela D'Água que, anulada, lhe custou uma fortuna em prejuízos. Morava em Campo Grande. Separou-se de Ana Maria Diniz.
B.2.2.1- Eustáquio Lopes de Barros, falec. em 15-05-1912; e Ana Maria da Conceição (filha de e Alexandra). ELE: Abastado fazendeiro e político em Floresta - PE. Dono de terras nas fazendas Panela D'Água, Campo Grande e Serra do Arapuá. Foi membro da Câmara de Vereadores de Floresta no período de 1881 a 1883 como vereador. Enfrentou, em 1896, a partilha judicial da Fazenda Panela D'Água que, anulada, lhe custou uma fortuna em prejuízos. Morava em Campo Grande. Separou-se de Ana Maria Diniz.. ELA: Índia da tribo Umã, do brejo da Gameleira, hoje Olho D'Água do Padre.
B.2.2.2- Emiliana Benigna de Barros, nasc. em 1841. NOTAS: Solteira.
B.2.2.3- Martinha Benigna de Barros, nasc. em 1842
B.2.2.4- Úrsula Maria de Barros, cas. com Antônio Xavier de Moraes (filho de Francisco Xavier de Moraes e Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva), profissão: Coronel. ELE: (Coronel Moraes). Morava na Lagoa da Pedra. Nomeado, em 1886, Comandante Superior da Guarda Nacional dos municípios de Ingazeira, Flores e Vila Bela, pelo Imperador Dom Pedro II, conforme registro de Títulos e Patentes, representado por procuração pelo Bel. Tiburtino Barbosa Nogueira.
B.2.2.5- Brígida Benigna de Barros. NOTAS: Solteira.
B.2.2.6- José Lopes de Barros, cas. com Maria Nunes Benigna de Barros (filha de Antônio Nunes de Barros e Rosa Maria das Virgens). ELA: (Mareta).
B.2.2.6- José Lopes de Barros, cas. com Josefa Benigna de Barros (filha de Eustáquio Lopes de Barros e Ana Maria Diniz)
B.2.2.7- Manoel Lopes de Barros, cas. com Rosa Benigna de Barros (filha de Manoel Nunes Nogueira de Barros e Mariana Benigna da Silva). ELE: (Neco). Da Fazenda Cacimba do Boi. Casou-se duas vezes e não se sabe se os filhos são do primeiro ou segundo casamento. Segundo Siacota, ele foi casado com a sobrinha Josefa, filha de Eustáquio.
N.2.3- Ana Maria das Virgens, nasc. em 1807, falec. em ANTES DE 1860, cas. com Francisco Alves da Fonseca (filho de e Claudiana Maria do Espírito Santo), profissão: Coronel, nasc. em Curaçá, BA. ELE: Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
B.2.3.1- José Alves da Fonseca Barros; e Alexandrina Maria da Conceição. ELE: Da fazenda Barra do Exu, Serra Talhada, PE. Antes de se casar com a sua legítima esposa, teve uma relação amorosa, não oficializada, com a cabocla Alexandrina Maria da Conceição, de descendência indígena e empregada da casa da família. Dessa relação nasceram 2 filhos naturais, que foram criados por ele com toda a regalia dos filhos legítimos. Anos depois, casou-se, legalmente, com Isabel Alves de Barros, e foram morar na fazenda Barra do Exu. (Fonte: Antonio Neto e José Alves Sobrinho - Pegadas de Um Sertanejo - Vida e memórias de José Saturnino, página 149).
B.2.3.1- José Alves da Fonseca Barros, cas. com Isabel Maria da Silva Barros (filha de André Barbosa da Cunha e Maria da Silva Barros). ELE: Da fazenda Barra do Exu, Serra Talhada, PE. Antes de se casar com a sua legítima esposa, teve uma relação amorosa, não oficializada, com a cabocla Alexandrina Maria da Conceição, de descendência indígena e empregada da casa da família. Dessa relação nasceram 2 filhos naturais, que foram criados por ele com toda a regalia dos filhos legítimos. Anos depois, casou-se, legalmente, com Isabel Alves de Barros, e foram morar na fazenda Barra do Exu. (Fonte: Antonio Neto e José Alves Sobrinho - Pegadas de Um Sertanejo - Vida e memórias de José Saturnino, página 149).
B.2.3.2- Claudiana Maria das Virgens, cas. em 24-02-1845, com José Barbosa Nogueira (filho de Padre Francisco Barbosa Nogueira e Quitéria Pereira da Cunha), nasc. em 1818. ELA: (Caló).
B.2.3.3- João Alves de Barros. NOTAS: Do Olho d'Água.
B.2.3.4- Maria Alves de Barros, cas. com José de Souza Diniz. ELE: (Senhor). De Triunfo, PE.
B.2.3.5- Úrsula Alves de Barros, falec. em 1877, cas. com Manoel Pereira da Silva e Sá (filho de Francisco Pereira da Silva e Ana Mariano de Sá). ELA: (ou Úrsula Benigna das Virgens).. ELE: (Manoel da Passagem do Meio).
B.2.3.6- Antônio Alves da Fonseca Barros, profissão: Coronel, nasc. em 1835; e Úrsula Maria das Virgens (filha de Manoel Lopes de Barros e uma irmã de Audézia). ELE: (Coronel Antônio Alves da Barra do Exu). Fazendeiro rico e líder político da família Carvalho em Serra Talhada - PE. Disputava o poder com líderes da família Pereira, entre eles o Barão do Pajeú, de quem era inimigo mortal. Era sempre acusado como mentor e mandante de quase todos os atentados a membros da família Pereira, muitas delas criadas por oportunistas e pelo ódio que deixavam cegos vizinhos e parentes que se matavam por um sobrenome. Sofreu diversos ataques e emboscadas em sua fazenda, tendo entre os seus inimigos alguns de seus sobrinhos, filhos da irmã Úrsula, já falecida, e os filhos do segundo casamento do seu ex-cunhado, Manoel Pereira, liderados por Sebastião Pereira (Sinhô Pereira) e seu primo Luiz Padre que, retirando-se para o Estado de Goiás, entrega o seu bando ao cangaceiro Lampião, que continua aterrorizando e assassinando os seus inimigos, por recomendação do próprio "Sinhô Pereira". Casou-se já idoso. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
B.2.3.7- Joaquim Alves da Fonseca Barros, profissão: Coronel, nasc. em 1836, cas. com Ana Maria da Silva Barros (filha de André Barbosa da Cunha e Maria da Silva Barros). ELE: Fazendeiro e político em Vila Bela, onde foi eleito vereador em 1882. Sem filhos.
B.2.3.8- Bárbara Benigna de Barros, nasc. em 1837. NOTAS: Solteira.
B.2.3.9- Luzia Emília da Silva Barros, nasc. em 1838. NOTAS: (ou Luzia Benigna).
B.2.3.10- Catarina Benigna das Virgens, cas. com Francisco Ramos Nogueira (filho de Roberto Ramos Nogueira e Luzia Barbosa Nogueira), nasc. em 1837. ELA: (ou Catarina Alves de Barros).. ELE: Chico Ramos, da Fazenda Serra Vermelha.
N.2.4- Manoel Lopes de Barros, profissão: Tenente-Coronel, cas. com Audézia (filha de Pai de Audézia e Mãe de Audézia). ELE: Siacota o tinha como morador da Barra do Pontal, em Santa Maria da Boa Vista, onde foi nomeado delegado em 1848. Em 1836, foi eleito vereador (com 306 votos) para a Câmara de Vereadores de Flores. Em 1837 foi indicado para sub-prefeito da Comarca do Pajeú, quando ainda era Major de um Esquadrão de Cavalaria naquela freguesia.. ELA: Ligada à família Pereira do Barão do Pajeú.
B.2.4.1- Antônio Nunes de Barros, cas. com Andreza Thereza de Jesus
B.2.4.2- Vitorino Nunes de Barros; e Maria. ELA: (Cota). Da família Nunes.
N.2.4- Manoel Lopes de Barros, profissão: Tenente-Coronel, cas. com uma irmã de Audézia (filha de Pai de Audézia e Mãe de Audézia). ELE: Siacota o tinha como morador da Barra do Pontal, em Santa Maria da Boa Vista, onde foi nomeado delegado em 1848. Em 1836, foi eleito vereador (com 306 votos) para a Câmara de Vereadores de Flores. Em 1837 foi indicado para sub-prefeito da Comarca do Pajeú, quando ainda era Major de um Esquadrão de Cavalaria naquela freguesia.. ELA: Ligada à família Pereira do Barão do Pajeú.
B.2.4.3- Úrsula Maria das Virgens (Veja família de B.2.3.6)
N.2.5- José Lopes de Barros. NOTAS: Morreu solteiro. Em 1822, este ou um homônimo seu, era vereador em Vila Bela.
N.2.6- João Nunes de Barros, cas. com Joaquina Mamede da Silva (filha de Francisco Pereira da Silva e Ana Mariano de Sá). ELE: Da Fazenda Preces, da Serra Vermelha. Morreu louco.
B.2.6.1- Ana Nunes de Barros, nasc. em 1846, cas. em 30-10-1892, com Luiz Pereira da Silva e Sá (filho de Manoel Pereira da Silva e Sá e Úrsula Alves de Barros), nasc. em 1864. ELA: (ou Ana Benigna das Virgens).. ELE: Dono da Fazenda Casa Velha.
B.2.6.2- Praxedes Nunes de Barros, cas. com Ana Benigna das Virgens (filha de Manoel Pereira da Silva e Sá e Úrsula Alves de Barros). ELE: Da Fazenda Preces.
B.2.6.3- Manuela Benigna de Barros, cas. com José Pereira da Silva e Sá (filho de Manoel Pereira da Silva e Sá e Úrsula Alves de Barros). ELA: (Leleca).. ELE: Conhecido como Zuza da Canafístula. Tomou Pedro da Luz, da fazenda Barrinha, na Serra do Umã, como padrinho de um de seus filho. Em homenagem ao padrinho, seu filho passou a se assinar com o seu nome, vindo daí os Pereiras da Luz. Foi o 5° prefeito de Serra Talhada - 1904/1907.
B.2.6.4- Maria Benigna de Barros, cas. com Raimundo Xavier de Moraes (filho de Antônio Xavier de Moraes e Úrsula Maria Nogueira de Moraes). ELA: (Dona).
B.2.6.5- Constância Nunes Pereira, cas. com Luiz Pereira de Aguiar (filho de Sebastião Pereira de Aguiar e Luzia Pereira da Silva). ELA: Da Fazenda Malhada da Areia.. ELE: (Luiz Baião do Jatobá).
B.2.6.5- Constância Nunes Pereira, cas. com Francisco Lopes da Silva Barros (filho de André Barbosa da Cunha e Maria da Silva Barros), nasc. em 1863. ELA: Da Fazenda Malhada da Areia.
B.2.6.6- Gertrudes da Silva Barros, cas. com Antônio Barbosa de Barros (filho de André Barbosa da Cunha e Maria da Silva Barros), nasc. em 1851. ELA: Da Fazenda Ponta do Poço.. ELE: (Toinho).
B.2.6.7- Sebastião Nunes de Barros, nasc. em 1855, cas. em 13-06-1894, com Maria Benigna de Barros (filha de Praxedes Nunes de Barros e Ana Benigna das Virgens). ELE: Faleceu solteiro.
B.2.6.8- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1860, cas. em 30-10-1892, com Joaquina Mamede da Silva (filha de Praxedes Nunes de Barros e Ana Benigna das Virgens), nasc. em 1869
B.2.6.9- Cincinato Nunes de Barros, cas. com Luzia Alves de Barros (filha de José Alves da Fonseca Barros e Isabel Maria da Silva Barros). ELE: (Natinho).
B.2.6.10- Francisco Nunes de Barros, cas. com Luíza Pereira da Silva (filha de Francisco Pereira da Silva Neto e Generosa Pereira da Silva). ELA: (Mãe Zuzu).
N.2.7- Maria da Silva Barros, nasc. em 1814, falec. em 05-02-1873, cas. com André Barbosa da Cunha. ELA: Consta que era parente de André, seu esposo.. ELE: Paraibano.
B.2.7.1- João Barbosa de Barros, falec. em 18-06-1915, cas. em ANTES DE 1873, com Jacinta Maria de Carvalho (filha de Manoel de Carvalho Alves e Ana Joaquina do Amor Divino). ELE: (Janjão). Da Quixabeira.
B.2.7.2- Isaac Barbosa Nunes de Barros, nasc. em 1845. NOTAS: Solteiro. Em 1882 era Juiz de Paz em Serra Talhada - PE.
B.2.7.3- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1846, cas. com Rosa Maria de Carvalho (filha de Manoel de Carvalho Alves e Ana Joaquina do Amor Divino). ELE: (Manoel Cabeludo).
B.2.7.4- Tereza Maria da Silva Barros, nasc. em 1848
B.2.7.5- José Otaviano de Barros, nasc. em 1849, cas. com Ana Alves de Barros (filha de José Alves da Fonseca Barros e Isabel Maria da Silva Barros). ELE: (ou José Lopes da Silva Barros).
B.2.7.6- Antônio Barbosa de Barros (Veja família de B.2.6.6)
B.2.7.7- Úrsula Maria da Silva Barros, nasc. em 1852, cas. com José Lopes de Barros (filho de Joaquim Lopes Diniz e Gertrudes Maria das Virgens). ELE: (Cazuza do Arupuá).
B.2.7.8- Isabel Maria da Silva Barros, cas. com José Alves da Fonseca Barros (filho de Francisco Alves da Fonseca e Ana Maria das Virgens). ELE: Da fazenda Barra do Exu, Serra Talhada, PE. Antes de se casar com a sua legítima esposa, teve uma relação amorosa, não oficializada, com a cabocla Alexandrina Maria da Conceição, de descendência indígena e empregada da casa da família. Dessa relação nasceram 2 filhos naturais, que foram criados por ele com toda a regalia dos filhos legítimos. Anos depois, casou-se, legalmente, com Isabel Alves de Barros, e foram morar na fazenda Barra do Exu. (Fonte: Antonio Neto e José Alves Sobrinho - Pegadas de Um Sertanejo - Vida e memórias de José Saturnino, página 149).
B.2.7.9- Luzia Maria da Silva Barros, nasc. em 1859
B.2.7.10- Francisco Lopes da Silva Barros, nasc. em 1863, cas. com Constância Nunes Pereira (filha de João Nunes de Barros e Joaquina Mamede da Silva). ELA: Da Fazenda Malhada da Areia.
B.2.7.11- Ana Maria da Silva Barros (Veja família de B.2.3.7)
N.2.8- Gertrudes Maria das Virgens, nasc. em 1815, falec. em 04-03-1883; e Joaquim Lopes Diniz (filho de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres), nasc. em 12-02-1812, falec. em 1907. ELA: (Gertrudinha).. ELE: Residia na fazenda Tapuio, Floresta, PE.
B.2.8.1- Manoel Lopes dos Santos Barros, cas. em 15-06-1857, com Josefa Gonçalves Torres (filha de Manoel Salvador da Cruz e Clara Linda da Silva), nasc. em 29-07-1836, falec. em 01-10-1919. ELE: (Manoel Surtibão).. ELA: (Zefinha do Campo Alegre).
B.2.8.2- Antônio Valgueiro dos Santos Barros, profissão: Major, nasc. em 1845, cas. em 1867, com Josefa Torres de Carvalho Barros (filha de Francisco de Barros do Nascimento e Ana Maria de Carvalho Barros), nasc. em 1847. ELE: (Major Valgueiro).
B.2.8.2- Antônio Valgueiro dos Santos Barros, profissão: Major, nasc. em 1845; e Ana Maria de Carvalho (filha de Norberto Gomes dos Santos e Inácia Maria de Carvalho). ELE: (Major Valgueiro).. ELA: Não deixou filhos.
B.2.8.2- Antônio Valgueiro dos Santos Barros, profissão: Major, nasc. em 1845; e Josefa Maria de Carvalho Barros (filha de Antônio Alves de Carvalho e Silva e Maria de Barros da Assunção). ELE: (Major Valgueiro).
B.2.8.2- Antônio Valgueiro dos Santos Barros, profissão: Major, nasc. em 1845; e Antônia Maria de Carvalho (filha de Manoel Lopes Furtado e Clara Linda de Carvalho). ELE: (Major Valgueiro).. ELA: (Toinha). Sem sucessão.
B.2.8.3- José Lopes de Barros (Veja família de B.2.7.7)
B.2.8.4- Catarina Palateus Stuart Barros, cas. em 28-10-1873, com João Rodrigues de Barros (filho de Manoel Salvador da Cruz e Clara Linda da Silva), profissão: Major, nasc. em 27-01-1847, falec. em 22-11-1922. ELA: Não deixou filhos.. ELE: Foi vereador em Floresta-PE, de 1877 a 1881, e subprefeito de 1904 a 1907. Residia na fazenda Tapuio, Floresta-PE. Não teve filhos.
B.2.8.5- Inêz Palateus de Castro Barros; e João Militão da Silva Barros (filho de Manoel Lopes dos Santos Barros e Josefa Gonçalves Torres), profissão: Tenente-Coronel. ELE: Expressiva personagem política em Floresta-PE, onde foi Intendente, no início da República e, depois, Conselheiro Municipal.
B.2.8.6- Benedito Lopes de Barros; e Amélia Eponina Barros (filha de Manoel Lopes dos Santos Barros e Josefa Gonçalves Torres). ELE: Da fazenda Campo Alegre.
B.2.8.7- Maria Palateus Stuart Barros, cas. em 21-08-1863, com Dionísio Lopes de Barros (filho de Vitorino Pinto da Silva Sobrinho e Ana Maria Diniz), nasc. em 1832. ELA: (Sinhá).. ELE: Herdou da mãe, em 1863, a Fazenda Cacimbinhas, terras da Panela D'Água, Floresta, PE, onde morou e criou sua prole.
B.2.8.8- Primo Lopes de Barros, profissão: Tenente, cas. com Clara Maria da Soledade (filha de Antônio Rodrigues da Cruz e Maria Alves de Carvalho), nasc. em 07-05-1852, falec. em 19-11-1881
B.2.8.8- Primo Lopes de Barros, profissão: Tenente, cas. com Ana Maria de Carvalho (filha de Antônio Rodrigues da Cruz e Maria Alves de Carvalho), nasc. em 01-09-1844, falec. em 10-05-1892. ELA: (Naninha).
B.2.8.8- Primo Lopes de Barros, profissão: Tenente, cas. em 08-02-1896, com Manoela Maria de Carvalho (filha de Manoel Lopes da Silva Barros e Maria Teodora de Carvalho), nasc. em 05-06-1870, falec. em 17-06-1942. ELA: (Dona).
B.2.8.8- Primo Lopes de Barros, profissão: Tenente
B.2.8.9- Theodoro Lopes de Barros; e Maria Ursulina de Barros (filha de José Lopes de Barros e Úrsula Maria da Silva Barros). ELE: Da Faz. "Arapuá", no Pajeú.
B.2.8.10- João do Nascimento Lopes Barros, profissão: Coronel, nasc. em 25-12-1860, em Floresta, PE, falec. em 1926; e Salustiana (filha de Francisco de Barros do Nascimento e Clara Grata de Oliveira Barros), nasc. em 08-06-1866. ELA: Seus filhos morreram todos pequenos.
B.2.8.10- João do Nascimento Lopes Barros, profissão: Coronel, nasc. em 25-12-1860, em Floresta, PE, falec. em 1926; e Maria de Góes Campos Barros (filha de José Alves de Góes e Melo e Francisca Laudelina Campos Góes), nasc. em 1874, em Flores, PE, falec. em 1929. ELA: Conhecida como D. Marocas.
B.2.8.11- Josefa Gonçalves Torres, cas. em 20-11-1867, com João Rodrigues de Barros (filho de Manoel Salvador da Cruz e Clara Linda da Silva), profissão: Major, nasc. em 27-01-1847, falec. em 22-11-1922. ELA: Não deixou filhos.. ELE: Foi vereador em Floresta-PE, de 1877 a 1881, e subprefeito de 1904 a 1907. Residia na fazenda Tapuio, Floresta-PE. Não teve filhos.
N.2.9- Antônio Nunes de Barros (Veja família de B.2.1.4)
N.2.10- Luzia Ursulina de Barros (Veja família de B.2.1.1)
F.3- Brígida Maria das Virgens, cas. com José Francisco Coelho (filho de José Francisco Coelho e Cristina Maria de Jesus), nasc. em Freguesia de N. Sra. da Vitória, Oeiras, MA, falec. em 19-09-1835. ELA: Sem filhos.. ELE: Residente na Fazenda Tucutú. Em 1833 fez testamento dizendo terem sido pais de dois filhos, um macho e outra fêmea, ambos mortos.
F.4- Martinha, nasc. em 1794, cas. com José Alves Brandão
F.5- Maria, nasc. em 1797, cas. com João Alvares Brandão
F.6- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1800
F.7- Gertrudes, nasc. em 1801, cas. em ANTES DE 1829, com Antônio
F.8- Bárbara, nasc. em 1890, cas. com João Francisco Regis

Resumo: 8 filhos, 10 netos, 59 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

Atenção! Relatórios de tetranetos podem gerar uma grande quantidade de dados e não executar corretamente. Se esta mensagem aparecer no final do relatório, então está completo.


 
   
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