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  Memória: Nenhum nome memorizado. Terça-Feira, 26-5-2020  

Descendência de
Feliciana de Barros da Silveira
4 gerações (Bisnetos)

1- Feliciana de Barros da Silveira, falec. em 1759, cas. com Manoel de Souza da Rocha, profissão: Capitão, falec. em 1749. ELE: Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
F.1- Vitório de Souza da Rocha, cas. com Antônia Pereira Leite. ELE: Originário da Faz. "Tacoatiara", do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
N.1.1- Antônia Maria da Conceição, nasc. em 1758, falec. em 06-06-1830; e Antônio Francisco de Novaes (filho de José Francisco de Souza e Esposa Ainda Desconhecida), profissão: Sargento-Mor, falec. em 09-10-1806. ELA: Fez o seu testamento a 28.01.1817, quando contava 59 anos de idade e morava na sua Faz. "Misericórdia", tendo como testamenteiro seu filho José Francisco de Novaes.

Seus pais eram originários da Faz. "Tacoatiara," do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco, outrora pertencente aos seus avós paternos: Capitão Manoel de Souza da Rocha (+1749) e sua mulher Feliciana de Barros (da Silveira +1759). Em 1749, quando se encontrava preso no Recife o Capitão Manoel de Souza da Roxa (Rocha), pelo não recolhimento dos impostos, por ele arrematados, e o real donativo do ano de 1746, no valor total de 6 mil cruzados. Prestaram fiança para a sua libertação: o Alferes João Pinto Leal e sua mulher Maria de Barros (da Silveira); o Tenente Cel. Luiz Furtado de Almeida e sua mulher Beatriz de Souza da Silveira e o Capitão Jerônimo de Souza Ferraz e sua mulher Margarida de Souza (da Silveira), e como testemunha Manoel de Barros da Silveira. Deixando crer que eram parentes, pelo menos por afinidade, numa hipótese consistente de que a esposa do réu e as esposas dos fiadores eram irmãs; (inclusive a testemunha), filhas de Manoel de Barros e Souza e Joana Fagundes da Silveira, originários da freguesia de Jesus-Maria-José de Pé-de-Banco, em Sergipe Del Rei, que naquela época fazia parte da Bahia, e que em 1726 já estavam radicados na Missão do Pambú, do lado baiano do rio São Francisco, passando depois para o lado de Pernambuco (Cabrobó e Tacaratú), com ramificações estabelecidas no Ceará e Paraíba.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
. ELE: O Sargento Mor Antônio Francisco de Novaes foi grande criador de gado (bovino, cavalar, muar e criação miúda), estabelecido em fins do século XVIII na Fazenda "Capim Grosso", imensa extensão de terras, subdivididas atualmente em diversas pequenas e médias propriedades, grande parte dela ainda pertencentes aos seus descendentes ou a terceiros que as adquiriram por compra, desde a Fazenda "Tapera de Baixo," até a Fazenda "Pedra Vermelha". Tendo comprado aquela Fazenda, em 03.08.1796, a José Marques de Souza e sua mulher Rosa Maria Alves e Antônio de Souza e sua mulher Paula Perpétua de São Pedro, pelo preço de 700$000 (setecentos mil réis), com os seguintes limites; (conforme escrita da época):

"Da parte do nascente com a Fazenda Grande, no lugar chamado a Malhada Grande correndo rumo direto para a parte do Rio S. Francisco extrema com as fazendas da Pedra e Jatinan onde confronta com a lagoa da Catinga e daí correndo rumo direto para cima pela parte de cá da Serra Branca, buscando ao poente, até imparear, correndo rumo direito pela parte da Serra do Irapuá pelo altinho que está entre a baixinha do Papagaio e Riacho da Ingazeira até imparear ou confrontar com a ponta da Serra do Itó, correndo rumo pela Serra abaixo até o fim dela, extremando com a fazenda Panela d'Agua pelo Centro de uma para a de outra por onde for de razão, até imparear com a dita Malhada Grande, e para a parte do Curralinho e Campo Grande, extrema no Taboleiro do Capim Grosso de Fora, e assim extremando o dito comprador... por si etc... O Tam. Pº. Domingos Gomes".
Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano".

Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano". Era dono ou rendeiro também dos Sítios "Enjeitado" e "Tamboril", na Serra do Arapuá, em cujas propriedades desenvolveu atividades pastoris e agrícolas, com seus agregados e escravos que naquelas propriedades laboravam temporariamente ou residiam.

No seu inventário deixa um patrimônio avaliado pelo Capitão-mor José Lopes Diniz e o Ajudante Antônio Manoel de Souza Ferraz, em 15.635$450 réis, em gado, imóveis, e os seguintes bens de raiz: "um Sítio de terras na Misericórdia, no Pajeú, com légua e meia de comprido, adquirido por compra a Manoel Correia de Melo, (possivelmente irmão do seu genro), e a Joaquim Fernandes de Cerqueira; um Sítio de Terras no Capim Grosso; um curral na Pedra Vermelha; um cercado e curral na Volta; um Sítio(?) na beira do São Francisco, havido por herança do sogro e pai Vitório de Souza, (Vitório de Souza da Rocha, inventariado em 1779); o Sítio Tapera de Paulo Afonso, na Ribeira do S. Francisco, Termo de Pambú, havido por compra; o Sítio Tamboril na Serra do Arapuá". Também figuram algumas dívidas, entre elas 43$530 réis ao crioulo Pascoal Coelho de Lemos, morador na Serra do Arapuá. Não havendo qualquer referência a um 1º ou 2º casamentos seu, conforme noticia Stella Noves. Se assim foi, só houve os 04 filhos com (a 2ª esposa?) Antônia Maria da Conceição, que são contemplados em seu testamento de 1817 e que dela são herdeiros em 1830.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
B.1.1.1- Custódia Gomes de Sá, cas. com Luciano Correia de Melo, profissão: Capitão. ELE: Os filhos do casal são baseados em tradição oral.. ELA: Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratú, em 1808. Era também boiadeiro e comerciava gado em boiadas conduzidas do sertão para a capital da Bahia, onde em 1797 foi encarregado de mandar celebrar diversas missas, a pedido do Cel. Manoel Lopes Diniz (o Filho), cumprindo determinação do testamento do pai, devidamente documentados, conforme recibos dos vigários celebrantes nos seguintes termos: "uma capela de missas (50 missas), pelas almas do pai, mãe e parentes de Manoel Lopes Diniz, na igreja de N. Srª. da Saúde e Glória, a 01.02.1797; uma capela de missas pela alma do defunto Manoel Lopes Diniz; outra capela de missas pelas almas do purgatório, na Bahia, a 22.03.2797; vinte cinco missas a N. Srª. da Soledade, em 26.03.1797; e 12 mil réis de missas no dia 23.12.1797". Documentos apontam que a sua descendência ficou no Termo de Pambú, na margem baiana do S. Francisco, mas há forte indício de que parte dela tenha migrado para Tacaratú, (se é que Tacaratú não fazia parte desse Termo), onde há uma antiga e numerosa família com este sobrenome. E também na Freguesia de Faz. Grande (Floresta), com presença destacada nas fazendas da Ribeira do Capim Grosso, principalmente na Fazenda "Pedra Vermelha," onde muitos dos descendentes dos seus primeiros donos, costumam afirmar que: "são Novaes, da Faz. Pedra Vermelha", observando-se que há grande incidência dos nomes Custódia e Luciano (a), na geração dos fundadores daquela fazenda, que faz parte da antiga Capim Grosso, herdada do Sargento-mor pela filha Custódia, em 1806. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
B.1.1.2- José Francisco de Novaes, profissão: Tenente Coronel, falec. em 29-04-1850, cas. com Maria Valéria de Jesus, falec. em 05-09-1808. ELE: Dono da Fazenda "Misericórdia", no Pajeú, apontada como berço da tradicional família Novaes de Floresta-PE, tendo em vista ser ele o único a repassar esse sobrenome para os seus descendentes. Figura importante na formação da história florestana, pois nela exerceu importantes cargos e funções públicas, entre elas: Capitão de Ordenança da 2ª Companhia do Termo de Flores (1818), Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratu (1820 e 1822), Juiz de Órfãos e Ordinário de Cabrobó (s/data). Também foi Delegado do Termo de Floresta, comarca de Flores (1849). Em 25.09.1847, na eleição promovida pela Assembléia Paroquial, obteve 271 votos para eleitor do Senado da Câmara Municipal da Vila da Floresta, onde também foram votados: seu filho de igual nome (José Francisco de Novaes Jr. -"O Capitão Moço") e seu neto Francisco Antônio Gomes Novaes. Em 1843 era dono de terras na serra do Arapuá, onde mantinha um oratório privado, e onde eram celebrados missas, batizados e casamentos. (Fonte: Nivaldo Carvalho).. ELA: Da família Soares da beira do S. Francisco. Observa-se que no seu inventário, em 1808, há um filho a mais, e o curador dos órfãos é Francisco da Silva Soares, (este com 20 anos em 1800 e declarado cunhado de Alexandre Gomes de Sá, morto por índios a 18.02.1800...), que seria tio dos menores. (Nivaldo Carvalho).
B.1.1.2- José Francisco de Novaes, profissão: Tenente Coronel, falec. em 29-04-1850; e Josefa Gomes de Sá Novaes (filha de José Gomes de Sá e Feliciana da Silva da Purificação). ELE: Dono da Fazenda "Misericórdia", no Pajeú, apontada como berço da tradicional família Novaes de Floresta-PE, tendo em vista ser ele o único a repassar esse sobrenome para os seus descendentes. Figura importante na formação da história florestana, pois nela exerceu importantes cargos e funções públicas, entre elas: Capitão de Ordenança da 2ª Companhia do Termo de Flores (1818), Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratu (1820 e 1822), Juiz de Órfãos e Ordinário de Cabrobó (s/data). Também foi Delegado do Termo de Floresta, comarca de Flores (1849). Em 25.09.1847, na eleição promovida pela Assembléia Paroquial, obteve 271 votos para eleitor do Senado da Câmara Municipal da Vila da Floresta, onde também foram votados: seu filho de igual nome (José Francisco de Novaes Jr. -"O Capitão Moço") e seu neto Francisco Antônio Gomes Novaes. Em 1843 era dono de terras na serra do Arapuá, onde mantinha um oratório privado, e onde eram celebrados missas, batizados e casamentos. (Fonte: Nivaldo Carvalho).. ELA: Segundo Nivaldo Carvalho e outros, era prima de seu marido, José Francisco de Novaes.
B.1.1.3- Francisca Bernarda de Sá, cas. com Gabriel Gomes de Sá (filho de Francisco Gomes de Sá e Antônia de Souza da Rocha). ELE: Da Fazenda "Quixabinha", em Tacaratú.
B.1.1.4- Ana Maria de Sá, falec. em 26-08-1830, cas. com David Gomes de Sá (filho de Francisco Gomes de Sá e Antônia de Souza da Rocha), profissão: Ajudante, falec. em 10-07-1826. ELA: Morava na Faz. "Jacurutú," terras da Capim Grosso, herança do pai e sogro. É citada por Stella Novaes como Ana Novaes.. ELE: Morava na Faz. "Jacurutú," terras da Capim Grosso.
F.2- Antônia de Souza da Rocha, cas. com Francisco Gomes de Sá (filho de José Francisco de Seixas e Custódia Gomes de Sá), profissão: Capitão-Comandante. ELE: Da Fazenda Riacho, na embocadura do Riacho dos Mandantes no rio S. Francisco, hoje coberta pelas águas da barragem de Itaparica.
N.2.1- Gabriel Gomes de Sá (Veja família de B.1.1.3)
N.2.2- David Gomes de Sá (Veja família de B.1.1.4)
N.2.3- José Gomes de Sá, profissão: Capitão-comandante; e Feliciana da Silva da Purificação (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva), nasc. em Brejinho. ELE: De Gravatá.. ELA: (ou Feliciana da Silva Leal). Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.
B.2.3.1- Antônio Gomes de Sá; e Rosa
B.2.3.2- Pedro Gomes de Sá; e uma mulher do Ambrósio. ELA: Talvez irmã de Joaninha "do Ambrósio".
B.2.3.3- Manoel Gomes de Sá, profissão: Alferes, nasc. em 1775, falec. em 11-07-1875, cas. com Maria dos Anjos da Purificação (filha de Custódia Gomes de Sá e Luciano Correia de Melo), falec. em 21-10-1867. ELE: O Alferes Manoel Gomes e Maria Correia, foram os fundadores da Faz. Pedra Vermelha, situada na parte de cima da Faz. Capim Grosso. Seus descendentes são os Gonçalves, os Torres e outros.. ELA: (Maria Correia). Criou 16 filhos, conforme relações de herdeiros no seu inventário e de seu marido Manoel, em 1867 e 1875. Entre outros bens foram inventariadas terras nas Fazendas: "Pedra Vermelha"; "Retiro"e "Enjeitado" na Serra do Arapuá; "Fazenda Grande", no Moxotó; "Cabaças" em Salgueiro; "Riacho"; "Cravatá" e "Volta", na margem pernambucana do S. Francisco; e "Tapera" na Bahia. (Vê-se nos citados inventários, que são nomeados os filhos homens em 1º lugar e as filhas mulheres e filhos falecidos em 2º plano). (Fonte: Nivaldo Carvalho).
B.2.3.4- Cipriano Gomes de Sá; e Maria José Mendes (filha de Manoel José de Moura e Vitória Angélica de Sá). ELE: Da Faz. "Riacho", no S. Francisco.. ELA: Das famílias Mendes e Maroto. Também conhecida como Maria José de Sá.
B.2.3.5- Ana; e Faustino Barbosa. ELA: Conhecida como Aninha da "Lagoa do Pombo".
B.2.3.6- Feliciana Gomes de Sá; e Manoel Telles de Menezes (filho de Capitão Telles de Menezes)
B.2.3.7- Josefa Gomes de Sá Novaes; e José Francisco de Novaes (filho de Antônio Francisco de Novaes e Antônia Maria da Conceição), profissão: Tenente Coronel, falec. em 29-04-1850. ELA: Segundo Nivaldo Carvalho e outros, era prima de seu marido, José Francisco de Novaes.. ELE: Dono da Fazenda "Misericórdia", no Pajeú, apontada como berço da tradicional família Novaes de Floresta-PE, tendo em vista ser ele o único a repassar esse sobrenome para os seus descendentes. Figura importante na formação da história florestana, pois nela exerceu importantes cargos e funções públicas, entre elas: Capitão de Ordenança da 2ª Companhia do Termo de Flores (1818), Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratu (1820 e 1822), Juiz de Órfãos e Ordinário de Cabrobó (s/data). Também foi Delegado do Termo de Floresta, comarca de Flores (1849). Em 25.09.1847, na eleição promovida pela Assembléia Paroquial, obteve 271 votos para eleitor do Senado da Câmara Municipal da Vila da Floresta, onde também foram votados: seu filho de igual nome (José Francisco de Novaes Jr. -"O Capitão Moço") e seu neto Francisco Antônio Gomes Novaes. Em 1843 era dono de terras na serra do Arapuá, onde mantinha um oratório privado, e onde eram celebrados missas, batizados e casamentos. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
B.2.3.8- Maria Gomes de Sá; e Francisco Xavier de Sá
F.3- Maria de Barros da Silveira, nasc. em Ijaparatuba, Bahia, falec. em Sim, cas. com João Pinto Leal, profissão: Alferes, nasc. em Porta Nova, Porto, Portugal, falec. em Sim. ELA: Também consta como Maria da Silveira Barros.
N.3.1- Maria de Barros da Silveira; e Manoel Lopes Diniz (filho de Bento Lopes e Águeda Maria Diniz), nasc. em 17-01-1709, em Porto, Portugal, falec. em 07-12-1796. ELE: De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
B.3.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839, cas. em 02-11-1794, com Ana Maria de Carvalho (filha de Gen. Frederico Licor). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
. ELA: Da fazenda Malhada Grande, na margem pernambucana do Rio São Francisco, hoje Belém do São Francisco-PE.
B.3.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839; e Ana Tereza da Silva (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.
B.3.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.3.1.2- Vitorino Pinto da Silva, nasc. em 1754; e Sebastiana Ramalho (filha de Manoel Pinto Ramalho), nasc. em Corrente, CE. ELE: Batizou-se com 2 anos na Capela do Brejo do Pajeú, tendo com padrinhos Bartolomeu de Souza Ferraz e Margarida de Barros.
B.3.1.3- Gonçalo Pinto da Silva, profissão: Capitão-Mor; e Claudiana Maria do Espírito Santo. ELA: Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
B.3.1.4- José Lopes Diniz, profissão: Capitão, nasc. em 18-03-1760; e Josefa Gonçalves Torres (filha de e Geralda). ELE: Batizou-se na Capela de N. S. da Conceição, tendo como padrinhos Francisco Rezende Bezerra e Rosa Maria do Nascimento. Residia na fazenda Panela D'Água, município de Floresta, PE.. ELA: Sobrinha de Florência Maria de Barros.
B.3.1.5- Rosa Maria do Nascimento; e Francisco Gomes de Sá (filho de Gomes de Sá e Gomes de Sá), profissão: Capitão-comandante. ELE: Residia no Riacho dos Mandantes.
B.3.1.6- Maria da Silva Barros, falec. em 05-11-1837; e Francisco Barbosa Nogueira (filho de João Nunes de Barros e Antônia Barbosa Nogueira), profissão: Capitão, nasc. em 1756, falec. em 21-07-1819. ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
B.3.1.7- Maria Águeda Diniz; e Manoel Gomes dos Santos (filho de José da Mota e Silva), nasc. em Portugal
B.3.1.8- Inácia Maria da Conceição; e Manoel de Carvalho Alves (filho de Jerónimo Coelho de Carvalho e Maria Fernandes Cardoso), nasc. em Portugal. ELE: Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
B.3.1.9- Clara Lina da Silva
B.3.1.10- Ana Maria Diniz, nasc. em 18-11-1764. NOTAS: (Siá Dona).
N.3.2- Joaquim de Almeida da Silva Leal; e Maria da Silva
B.3.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Antônia (filha de Cypriano Gomes de Sá)
B.3.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Antônia. ELA: Da fazenda Brandões, ou Alegre, nas imediações de Cabrobó.
B.3.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Maria de Souza da Silveira (filha de Dâmaso de Souza Ferraz e Joana Batista de Souza da Silveira). ELA: Conhecida como Mãe Grande dos Paus Pretos. Foi a tereceira esposa do viúvo Francisco da Silva Leal da Fazenda Paus Pretos, onde funcionou, no começo do século XIX, um Cartório de Notas da Povoação de Fazenda Grande, sob a orientação de seu filho Manoel da Silva Leal.
B.3.2.2- Feliciana da Silva da Purificação (Veja família de N.2.3)
B.3.2.3- Antônia da Caiçara; e Cipriano de Souza Ferraz (filho de Jerônimo de Souza Ferraz e Margarida de Souza da Silveira). ELE: Era tido como filho de Jerônimo, mas não consta do inventário. Morava na Caiçara, no Navio.
B.3.2.4- Ana Tereza da Silva; e Manoel Lopes Diniz Filho (filho de Manoel Lopes Diniz e Maria de Barros da Silveira), profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.3.2.5- Inez
N.3.3- Félix. NOTAS: Foi embora para o Piaui.
N.3.4- Jacinto. NOTAS: Foi embora para o Piaui.
N.3.5- Geralda
B.3.5.1- Josefa Gonçalves Torres (Veja família de B.3.1.4)
N.3.6- Victoria dos Anjos da Cruz, nasc. em Freguesia do Cabrobó, cas. com Antônio de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Joana Maria de Carvalho), nasc. em C.1725, em Freguesia do Cabrobó, falec. em A.1787
B.3.6.1- Barnabé de Sá Araújo, nasc. em 1760. NOTAS: Em 1790 é solteiro, com 30 anos, morador na fazenda dos Brandões. Deve ter falecido sem descendentes pois não é herdeiro em 1812. (Yony Sampaio).
B.3.6.2- Antônia de Sá Araújo, falec. em 1812. NOTAS: Faleceu solteira.
B.3.6.3- Cipriano de Sá Roriz; e Mariana Gomes de Sá. ELE: Também consta seu nome como Cipriano Gomes de Sá Roriz. Morador na fazenda Brandões.. ELA: Mariana e Cipriano foram pais de 11 filhos.
B.3.6.4- João de Sá Araújo, profissão: Alferes; e Clara Maria da Conceição (filha de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição). ELA: Residia na fazenda Canabrava, PE.
B.3.6.5- Victoria dos Anjos, cas. com Antônio Gonçalves
B.3.6.6- Maria de Sá Araújo, cas. com Ignacio Gonsalves Torres, profissão: Capitão Comandante
B.3.6.7- José de Sá Araújo, nasc. em 1763, falec. em 1857; e Maria Alves de Carvalho (filha de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), falec. em 19-09-1841. ELE: Era neto ou bisneto de um francês de nome Felix (conhecido por Felix Francês) e residia na Fazenda Canabrava, Belém do São Francisco - PE. (Anotações de Maria Firmina de Carvalho, Sia Dita).. ELA: (Carvalha). Residia na fazenda Canabrava - Belém do São Francisco - PE. Foi a construtora da igreja de N. Sra. do Patrocínio.
F.4- Feliciano de Barros e Sousa. NOTAS: Emancipado em 1752.

Resumo: 4 filhos, 10 netos, 35 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

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