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  Memória: Nenhum nome memorizado. Segunda-Feira, 16-12-2019  

Descendência de
Maria de Barros da Silveira
4 gerações (Bisnetos)

1- Maria de Barros da Silveira, nasc. em Ijaparatuba, Bahia, falec. em Sim, cas. com João Pinto Leal, profissão: Alferes, nasc. em Porta Nova, Porto, Portugal, falec. em Sim. ELA: Também consta como Maria da Silveira Barros.
F.1- Maria de Barros da Silveira; e Manoel Lopes Diniz (filho de Bento Lopes e Águeda Maria Diniz), nasc. em 17-01-1709, em Porto, Portugal, falec. em 07-12-1796. ELE: De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
N.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839, cas. em 02-11-1794, com Ana Maria de Carvalho (filha de Gen. Frederico Licor). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
. ELA: Da fazenda Malhada Grande, na margem pernambucana do Rio São Francisco, hoje Belém do São Francisco-PE.
B.1.1.1- Maria, nasc. em 20-04-1789. NOTAS: Batismo celebrado por Padre Gonçalo Coelho de Lemos, tendo como padrinhos: Viturino Pereira da Silva, solteiro, e a mulher do Capitão Francisco Barbosa Nogueira (Maria). (Livro de Batismos de Flores).
B.1.1.2- Manuel Lopes Diniz Junior, nasc. em 1792; e Benedita Maria do Sacramento (filha de Domingos Dias da Costa e Clara Maria do Carmo). ELE: Casou-se na família Pereira Lacerda em Serra da Areia, Piancó, Paraíba. Descendem dele as famílias Vieira Lacerda e outras na região do Pinacó, Paraíba.. ELA: Parenta de Manoel Pereira da Silva Jacobina (conhecido por Padre Pereira) e residia na Serra da Areia, Conceição do Piancó, PB.
B.1.1.3- Maria de Barros da Assunção, nasc. em 1794, cas. em 22-11-1803, com Luiz Rodrigues da Cruz (filho de Francisco Rodrigues da Cruz e Maria Rosa de Jesus), profissão: Capitão-de-Conquista, nasc. em 1779, em São Salvador, Bispado de Roches, Portugal. ELE: Tomou parte em diversos movimentos revolucionários ocorridos no Nordeste. Em 1824, foi chamado para combater os revolucionários do Maranhão, chegando até Oeiras, no Piauí, onde adoeceu e teve que regressar para Pernambuco. Por essa razão, foi considerado traidor ou desertor, ficando preso por seis meses na cadeia de Flores - PE.
Em 1832, combateu ou foi partidário do General Pinto Madeira, na famosa Guerra do Pinto, no Ceará, onde foi morto em combate o seu filho Capitão Francisco Antônio de Barros. Também tomou parte na revolução da Serra Negra, em 1848, combatendo as forças do governo, ao lado do seu parente José Rodrigues de Moraes, neto do primeiro dono daquela serra, João Rodrigues de Moraes, morto em 1832.
N.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839; e Ana Tereza da Silva (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.
B.1.1.4- José Lopes Diniz, profissão: Capitão, falec. em 1863; e Maria Isabel Furtado (filha de Cirilo Gomes de Sá e Ana Furtado Leite). ELE: Da Fazenda Carnaubinha, terras do Brejo da Gama - PE.
B.1.1.5- Joaquim Lopes Diniz; e Ana Furtado de Figueiredo (filha de Manoel Furtado Leite Junior e Ana Maria de Figueiredo), nasc. em Coité, CE. ELE: (Paquim). Morava no Sítio Coité, Fazenda Brejo Grande, Mauriti, CE.. ELA: (Piti).
B.1.1.6- Antônia Maria Diniz, nasc. em 1800, falec. em 01-07-1877; e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), profissão: Capitão. ELA: (Antoninha). Residia em São Pedro, Floresta.. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
B.1.1.7- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho, nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874, cas. com Manuela Furtado de Figueiredo (filha de Manoel Furtado Leite Junior e Ana Maria de Figueiredo). ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
B.1.1.7- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho, nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874, cas. com Ana Maria Diniz (filha de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres). ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
B.1.1.7- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho, nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874, cas. com Antônia Gomes de São Pedro e Sá (filha de José Alves de Carvalho e Sá e Isabel Leite de Sá). ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
N.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.1.1.8- Antônio Lopes da Silva, cas. com Silvana Ferreira da Silva (filha de José Ferreira da Silva). ELE: (ou Antônio Lopes Diniz). Por diversos conflitos com o próprio pai, acabou deserdado por escritura pública em 10-10-1830 e, por isso, substituiu o sobrenome Diniz por Silva. Em 16-03-1837, entrou com ação de habilitação à herança de seu pai.. ELA: (ou Silvana Maria de Barros).
B.1.1.9- Maria da Silva da Encarnação, nasc. em 1819, cas. com Manoel Antunes Bezerra, nasc. em 1809. ELE: Em pesquisas de Nivaldo Carvalho no Arquivo Público do Estado de Pernambuco, consta que no censo de 1859: "com 50 anos, mulato, natural do Brasil, casado com Maria da Silva, 40 anos, com com os filhos..". O filho Carlos não consta da relação de filhos do casal, ou por já ter o seu domicílio ou por ainda não ter nascido.
N.1.2- Vitorino Pinto da Silva, nasc. em 1754; e Sebastiana Ramalho (filha de Manoel Pinto Ramalho), nasc. em Corrente, CE. ELE: Batizou-se com 2 anos na Capela do Brejo do Pajeú, tendo com padrinhos Bartolomeu de Souza Ferraz e Margarida de Barros.
B.1.2.1- José Vitorino de Barros e Silva, profissão: Coronel; e Clara Gomes de Sá. ELE: Fundou a fazenda Bezerros, em Salgueiro - PE, hoje cidade e sede do município Verdejante.. ELA: Da Fazenda Brandões, imediações de Cabrobó-PE.
B.1.2.1- José Vitorino de Barros e Silva, profissão: Coronel; e Josefa (filha de Capitão Pereira). ELE: Fundou a fazenda Bezerros, em Salgueiro - PE, hoje cidade e sede do município Verdejante.
B.1.2.2- Manoel Pinto da Silva. NOTAS: Casado, não deixou descendentes.
B.1.2.3- João José da Silva. NOTAS: Casado, não deixou descendentes.
B.1.2.4- Antônio José da Silva; e Francisca
B.1.2.5- Bernardo Maciel de Souza, profissão: Capitão, nasc. em Água Branca, Floresta, PE; e Josina Cornélia de Souza Sá (filha de Antônio Gomes de Sá Roriz e Ana Etelvina Ramalho Silva). ELE: Conhecido como Capitão Bimbim. Faleceu na guerra do Paraguai.
B.1.2.6- Maria; e Alexandre Gomes de Sá, profissão: Major. ELE: Dos Brandões.
B.1.2.7- Ana Etelvina Ramalho Silva; e Antônio Gomes de Sá Roriz. ELE: Da Canoa.
N.1.3- Gonçalo Pinto da Silva, profissão: Capitão-Mor; e Claudiana Maria do Espírito Santo. ELA: Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
B.1.3.1- Catarina Maria do Espírito Santo; e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), profissão: Capitão. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
B.1.3.2- Ana Clara Pinto da Silva; e Jerônimo Pires de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), profissão: Capitão
N.1.4- José Lopes Diniz, profissão: Capitão, nasc. em 18-03-1760; e Josefa Gonçalves Torres (filha de e Geralda). ELE: Batizou-se na Capela de N. S. da Conceição, tendo como padrinhos Francisco Rezende Bezerra e Rosa Maria do Nascimento. Residia na fazenda Panela D'Água, município de Floresta, PE.. ELA: Sobrinha de Florência Maria de Barros.
B.1.4.1- Manuel Lopes Diniz, profissão: Major, falec. em ANTES DE 1859; e Ana Maria de Barros (filha de Luiz Rodrigues da Cruz e Maria de Barros da Assunção), nasc. em 1805. ELE: Residia na fazenda Roçado, Floresta, PE.
B.1.4.2- Francisco de Barros do Nascimento, profissão: Coronel, falec. em 28-10-1883; e Ana Maria de Carvalho Barros (filha de Francisco Alves de Carvalho e Antônia Maria Diniz). ELE: Foi presidente da Primeira Câmara de Vereadores da vila restaurada de Floresta, no ano de 1865.. ELA: (Nana).
B.1.4.2- Francisco de Barros do Nascimento, profissão: Coronel, falec. em 28-10-1883; e Clara Grata de Oliveira Barros. ELE: Foi presidente da Primeira Câmara de Vereadores da vila restaurada de Floresta, no ano de 1865.. ELA: Do Pão de Açúcar.
B.1.4.3- Joaquim Lopes Diniz, nasc. em 12-02-1812, falec. em 1907; e Gertrudes Maria das Virgens (filha de Manoel Lopes de Barros e Úrsula Maria das Virgens), nasc. em 1815, falec. em 04-03-1883. ELE: Residia na fazenda Tapuio, Floresta, PE.. ELA: (Gertrudinha).
B.1.4.4- José Lopes Diniz Filho
B.1.4.5- Ana Maria Diniz, cas. com Vitorino Pinto da Silva Sobrinho (filho de Manoel Lopes Diniz Filho e Ana Tereza da Silva), nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874. ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
B.1.4.6- Maria de Barros do Nascimento; e Gonçalo Gomes dos Santos (filho de Manoel Gomes dos Santos e Maria Águeda Diniz). ELA: (Barrinha).. ELE: Residia na Fazenda Campo Grande, Floresta, PE.
B.1.4.7- Clara Linda da Silva, falec. em 1888, cas. com Manoel Salvador da Cruz (filho de Luiz Rodrigues da Cruz e Maria de Barros da Assunção), profissão: Capitão, nasc. em 1810, falec. em 16-06-1873. ELA: Conhecida como Clarinha.. ELE: Foi criado na Fazenda Panela D'Água, por suas tias Clara Lina da Silva e Ana Maria Diniz, que o fizeram herdeiro único dos seus bens. Fundou a Fazenda Água Branca, em terras da Panela D'Água, Floresta, onde morava. Foi subdelegado (1845 a 1847) de Fazenda Grande e também membro da primeira Câmara Municipal de Floresta (de 1846 a 1849 e de 1849 a 1856), quando a sede ainda estava na Vila de Tacaratu.
B.1.4.8- Benedita Gonçalves Torres; e Vitorino Lopes de Barros (filho de Manoel Lopes de Barros e Úrsula Maria das Virgens), profissão: Coronel, falec. em 1877. ELE: (Major Vitorino). Da Fazenda Escadinha.
N.1.5- Rosa Maria do Nascimento; e Francisco Gomes de Sá (filho de Gomes de Sá e Gomes de Sá), profissão: Capitão-comandante. ELE: Residia no Riacho dos Mandantes.
B.1.5.1- Maria Gomes de Assunção; e Manoel de Carvalho Alves (filho de Manoel de Carvalho Alves e uma prima da segunda esposa). ELE: (Goiana Carvalho). Sabe-se que tinha 19 filhos. Não se sabe os nomes nem os descendentes dos outros filhos.
B.1.5.2- Cirilo Gomes de Sá, profissão: Alferes; e Ana Furtado Leite. ELE: Da Fazenda Santa Clara.. ELA: Cearense. Prima legítima de Izabel Furtado Leite, esposa de Gregório Barbosa.
B.1.5.3- José Lopes de Sá
B.1.5.4- Gonçalo Gomes de Sá
B.1.5.5- Vitoriano Gomes de Sá; e Inácia Telles de Menezes (filha de Capitão Telles de Menezes). ELE: Moravam no Roque, na margem esquerda do Grande Rio.
B.1.5.6- Manoel Gomes Diniz. NOTAS: ?
B.1.5.7- Procópio Gomes de Sá. NOTAS: Residia no riacho dos Mandantes. Seus descendentes não são conhecidos.
B.1.5.8- Torquato Gomes de Sá
N.1.6- Maria da Silva Barros, falec. em 05-11-1837; e Francisco Barbosa Nogueira (filho de João Nunes de Barros e Antônia Barbosa Nogueira), profissão: Capitão, nasc. em 1756, falec. em 21-07-1819. ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
B.1.6.1- Padre Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Padre, nasc. em 1771, em Serra Talhada, PE, falec. em 18-02-1839; e Quitéria Pereira da Cunha (filha de Antônio Pereira da Cunha), falec. em 15-10-1868. ELE: (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
. ELA: Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
B.1.6.2- Manoel Lopes de Barros, falec. em 1818; e Úrsula Maria das Virgens (filha de Vitorino Nunes de Barros e Ana Maria das Virgens), nasc. em 1785, falec. em 1860. ELE: Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.. ELA: Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.
B.1.6.3- Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva, falec. em 1868, cas. com Francisco Xavier de Moraes, nasc. em Portugal, falec. em ANTES DE 1837. ELA: Da Fazenda Lagoa da Pedra.. ELE: Da Fazenda Catolé (entre Belmonte e Serra Talhada - PE) e era parente íntimo de João Rodrigues de Moraes, da Serra Negra.
Em 27/05/1811 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores.
Por volta do ano de 1778, era rendeiro da Casa da Torre, da Fazenda "Vinte e Oito", hoje no município de Serra Talhada - PE (conforme Livro do Vínculo do Morgado da Casa da Torre - Cartório do 1º Ofício de Serra Talhada - PE).
N.1.7- Maria Águeda Diniz; e Manoel Gomes dos Santos (filho de José da Mota e Silva), nasc. em Portugal
B.1.7.1- Gonçalo Gomes dos Santos (Veja família de B.1.4.6)
B.1.7.2- Manoel Gomes dos Santos; e Rosa Maria de Filgueiras. ELA: Parenta de Florência Maria de Barros.
B.1.7.3- José da Mota e Silva; e Francisca Maria do Espírito Santo (filha de Gregório Barbosa Nogueira e Isabel Furtado Leite). ELA: Cearense.
B.1.7.4- Ana Maria Diniz; e José Pires Ribeiro, nasc. em Portugal. ELA: Residia na fazenda Várzea, São José de Belmonte-PE. Conhecida como Ana Gomes.
N.1.8- Inácia Maria da Conceição; e Manoel de Carvalho Alves (filho de Jerónimo Coelho de Carvalho e Maria Fernandes Cardoso), nasc. em Portugal. ELE: Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
B.1.8.1- Francisco Alves de Carvalho (Veja família de B.1.3.1)
B.1.8.1- Francisco Alves de Carvalho, profissão: Capitão; e Antônia Maria Diniz (filha de Manoel Lopes Diniz Filho e Ana Tereza da Silva), nasc. em 1800, falec. em 01-07-1877. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.. ELA: (Antoninha). Residia em São Pedro, Floresta.
B.1.8.2- Jerônimo Pires de Carvalho (Veja família de B.1.3.2)
B.1.8.3- Maria Alves de Carvalho, falec. em 19-09-1841; e José de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Victoria dos Anjos da Cruz), nasc. em 1763, falec. em 1857. ELA: (Carvalha). Residia na fazenda Canabrava - Belém do São Francisco - PE. Foi a construtora da igreja de N. Sra. do Patrocínio.. ELE: Era neto ou bisneto de um francês de nome Felix (conhecido por Felix Francês) e residia na Fazenda Canabrava, Belém do São Francisco - PE. (Anotações de Maria Firmina de Carvalho, Sia Dita).
B.1.8.4- Clara Maria da Conceição; e João de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Victoria dos Anjos da Cruz), profissão: Alferes. ELA: Residia na fazenda Canabrava, PE.
N.1.9- Clara Lina da Silva
N.1.10- Ana Maria Diniz, nasc. em 18-11-1764. NOTAS: (Siá Dona).
F.2- Joaquim de Almeida da Silva Leal; e Maria da Silva
N.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Antônia (filha de Cypriano Gomes de Sá)
B.2.1.1- Ana. NOTAS: (Aninha "do Icó"). Era a avó de Zuza "da Lagoa do Icó" e de Chico Soares.
B.2.1.2- Antoninha; e Agostinho Gomes de Sá, profissão: Capitão
B.2.1.3- José Gomes da Silva; e Rosa
B.2.1.4- Francisco da Silva Leal Filho; e Quitéria. ELA: Da família Fonseca.
N.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Antônia. ELA: Da fazenda Brandões, ou Alegre, nas imediações de Cabrobó.
B.2.1.5- Joana Francisca da Silva, nasc. em 1801, falec. em 1880; e Gonçalo da Fonseca e Sá (filho de José da Fonseca e Quitéria Maria), nasc. em 1797, falec. em 1871. ELE: Conhecido como Gonçalinho.
N.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Maria de Souza da Silveira (filha de Dâmaso de Souza Ferraz e Joana Batista de Souza da Silveira). ELA: Conhecida como Mãe Grande dos Paus Pretos. Foi a tereceira esposa do viúvo Francisco da Silva Leal da Fazenda Paus Pretos, onde funcionou, no começo do século XIX, um Cartório de Notas da Povoação de Fazenda Grande, sob a orientação de seu filho Manoel da Silva Leal.
B.2.1.6- Manoel da Silva Leal; e Gertrudes Gomes de Sá (filha de Antônio Gomes de Sá e Rosa). ELE: Morava no Curralinho e foi vereador na primeira Câmara Municipal da vila de Floresta, em 1846.. ELA: (ou Gertrudes Francisca de Sá).
B.2.1.7- Alexandre da Silva Leal; e Rozalina Gomes de Sá (filha de Gonçalo da Fonseca e Sá e Joana Francisca da Silva). ELE: (Xandu da Fortuna).
B.2.1.7- Alexandre da Silva Leal. ELE: (Xandu da Fortuna).
B.2.1.8- Margarida de Souza e Silva, nasc. em 1804, falec. em 27-06-1878; e Serafim de Souza Ferraz (filho de Antônio de Souza Ferraz e Margarida Maria da Silveira), profissão: Tenente-coronel, nasc. em 1804, falec. em 02-12-1867. ELA: Conhecida como Guida.. ELE: Herdou 1/4 de legua de terras da Fazenda Navio, onde nasceu, viveu e morreu. Foi um dos chefes da "Revolução da Serra Negra" (1849-1850), sendo preso em 1850, conseguindo anistia. Por decreto de D. Pedro II, de 14/3/1860, recebeu o título de Oficial da Ordem da Rosa, cujo juramento se deu em 8/5/1862, no Palácio Imperial do Rio de Janeiro, sendo Procurador o Dr. José Ildefonso de Souza Ramos, presidente da província que lhe concedera anistia em 1850. Foi o líder da emancipação política de Floresta tendo sido o primeiro Presidente da Câmara municipal em 1846. Era chefe liberal na região.
B.2.1.9- Maria da Silva da Purificação, nasc. em 1807, falec. em 1862; e Alexandre Rufino Gomes (filho de José da Fonseca e Quitéria Maria), profissão: Tenente, nasc. em 1804, falec. em 1858. ELA: (Mariazinha).. ELE: Foi vereador na primeira Câmara Municipal da vila de Floresta, em 1846.
B.2.1.10- João da Silva Leal, nasc. em 1816, falec. em 12-09-1889; e Maria Gomes de Sá (filha de David Gomes de Sá e Ana Maria de Sá), nasc. em 1818, falec. em 1879. ELE: (Janjão do Capim Grosso). da Faz. "Capim Grosso".. ELA: (Mariazinha). Morava na Faz. "Capim Grosso".
B.2.1.11- Quitéria Maria de Jesus, falec. em 05-09-1868; e Manoel Barbosa de Sá (filho de Alexandre Gomes de Sá e Clara Maria de Sá), nasc. em 1819, falec. em 11-08-1859. ELA: (ou Quitéria da Silva Leal).. ELE: Morava na Faz. "Quixabinha".
B.2.1.12- Joaquina Maria da Conceição; e Pedro de Souza Ferraz (filho de Thomé de Souza Ferraz Filho e Joana Gomes de Sá)
B.2.1.13- Antônia Maria da Purificação; e Narciso Gomes de Sá (filho de Antônio Gomes de Sá e Rosa), profissão: Tenente
B.2.1.14- Francisca; e Francisco (filho de David Barbosa e Francisca de Souza Ferraz). ELE: (Chico Brabo). Primo de sua esposa.
N.2.2- Feliciana da Silva da Purificação, nasc. em Brejinho; e José Gomes de Sá (filho de Francisco Gomes de Sá e Antônia de Souza da Rocha), profissão: Capitão-comandante. ELA: (ou Feliciana da Silva Leal). Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.. ELE: De Gravatá.
B.2.2.1- Antônio Gomes de Sá; e Rosa
B.2.2.2- Pedro Gomes de Sá; e uma mulher do Ambrósio. ELA: Talvez irmã de Joaninha "do Ambrósio".
B.2.2.3- Manoel Gomes de Sá, profissão: Alferes, nasc. em 1775, falec. em 11-07-1875, cas. com Maria dos Anjos da Purificação (filha de Custódia Gomes de Sá e Luciano Correia de Melo), falec. em 21-10-1867. ELE: O Alferes Manoel Gomes e Maria Correia, foram os fundadores da Faz. Pedra Vermelha, situada na parte de cima da Faz. Capim Grosso. Seus descendentes são os Gonçalves, os Torres e outros.. ELA: (Maria Correia). Criou 16 filhos, conforme relações de herdeiros no seu inventário e de seu marido Manoel, em 1867 e 1875. Entre outros bens foram inventariadas terras nas Fazendas: "Pedra Vermelha"; "Retiro"e "Enjeitado" na Serra do Arapuá; "Fazenda Grande", no Moxotó; "Cabaças" em Salgueiro; "Riacho"; "Cravatá" e "Volta", na margem pernambucana do S. Francisco; e "Tapera" na Bahia. (Vê-se nos citados inventários, que são nomeados os filhos homens em 1º lugar e as filhas mulheres e filhos falecidos em 2º plano). (Fonte: Nivaldo Carvalho).
B.2.2.4- Cipriano Gomes de Sá; e Maria José Mendes (filha de Manoel José de Moura e Vitória Angélica de Sá). ELE: Da Faz. "Riacho", no S. Francisco.. ELA: Das famílias Mendes e Maroto. Também conhecida como Maria José de Sá.
B.2.2.5- Ana; e Faustino Barbosa. ELA: Conhecida como Aninha da "Lagoa do Pombo".
B.2.2.6- Feliciana Gomes de Sá; e Manoel Telles de Menezes (filho de Capitão Telles de Menezes)
B.2.2.7- Josefa Gomes de Sá Novaes; e José Francisco de Novaes (filho de Antônio Francisco de Novaes e Antônia Maria da Conceição), profissão: Tenente Coronel, falec. em 29-04-1850. ELA: Segundo Nivaldo Carvalho e outros, era prima de seu marido, José Francisco de Novaes.. ELE: Dono da Fazenda "Misericórdia", no Pajeú, apontada como berço da tradicional família Novaes de Floresta-PE, tendo em vista ser ele o único a repassar esse sobrenome para os seus descendentes. Figura importante na formação da história florestana, pois nela exerceu importantes cargos e funções públicas, entre elas: Capitão de Ordenança da 2ª Companhia do Termo de Flores (1818), Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratu (1820 e 1822), Juiz de Órfãos e Ordinário de Cabrobó (s/data). Também foi Delegado do Termo de Floresta, comarca de Flores (1849). Em 25.09.1847, na eleição promovida pela Assembléia Paroquial, obteve 271 votos para eleitor do Senado da Câmara Municipal da Vila da Floresta, onde também foram votados: seu filho de igual nome (José Francisco de Novaes Jr. -"O Capitão Moço") e seu neto Francisco Antônio Gomes Novaes. Em 1843 era dono de terras na serra do Arapuá, onde mantinha um oratório privado, e onde eram celebrados missas, batizados e casamentos. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
B.2.2.8- Maria Gomes de Sá; e Francisco Xavier de Sá
N.2.3- Antônia da Caiçara; e Cipriano de Souza Ferraz (filho de Jerônimo de Souza Ferraz e Margarida de Souza da Silveira). ELE: Era tido como filho de Jerônimo, mas não consta do inventário. Morava na Caiçara, no Navio.
B.2.3.1- Dominga de Souza Ferraz; e Manoel Freire da Silva
N.2.4- Ana Tereza da Silva; e Manoel Lopes Diniz Filho (filho de Manoel Lopes Diniz e Maria de Barros da Silveira), profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.2.4.1- José Lopes Diniz (Veja família de B.1.1.4)
B.2.4.2- Joaquim Lopes Diniz (Veja família de B.1.1.5)
B.2.4.3- Antônia Maria Diniz (Veja família de B.1.1.6)
B.2.4.4- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho (Veja família de B.1.1.7)
B.2.4.4- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho (Veja família de B.1.1.7)
B.2.4.4- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho (Veja família de B.1.1.7)
N.2.5- Inez
F.3- Félix. NOTAS: Foi embora para o Piaui.
F.4- Jacinto. NOTAS: Foi embora para o Piaui.
F.5- Geralda
N.5.1- Josefa Gonçalves Torres (Veja família de N.1.4)
F.6- Victoria dos Anjos da Cruz, nasc. em Freguesia do Cabrobó, cas. com Antônio de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Joana Maria de Carvalho), nasc. em C.1725, em Freguesia do Cabrobó, falec. em A.1787
N.6.1- Barnabé de Sá Araújo, nasc. em 1760. NOTAS: Em 1790 é solteiro, com 30 anos, morador na fazenda dos Brandões. Deve ter falecido sem descendentes pois não é herdeiro em 1812. (Yony Sampaio).
N.6.2- Antônia de Sá Araújo, falec. em 1812. NOTAS: Faleceu solteira.
N.6.3- Cipriano de Sá Roriz; e Mariana Gomes de Sá. ELE: Também consta seu nome como Cipriano Gomes de Sá Roriz. Morador na fazenda Brandões.. ELA: Mariana e Cipriano foram pais de 11 filhos.
B.6.3.1- Ana Gomes de Sá; e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Maria Gomes de Assunção). ELA: Dos Brandões.. ELE: Residia em Bom Sucesso.
N.6.4- João de Sá Araújo (Veja família de B.1.8.4)
N.6.5- Victoria dos Anjos, cas. com Antônio Gonçalves
N.6.6- Maria de Sá Araújo, cas. com Ignacio Gonsalves Torres, profissão: Capitão Comandante
N.6.7- José de Sá Araújo (Veja família de B.1.8.3)

Resumo: 6 filhos, 23 netos, 73 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

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