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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sexta-Feira, 26-4-2019  

Descendência de
Bento Lopes
4 gerações (Bisnetos)

1- Bento Lopes, nasc. em 05-06-1671, em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, falec. em 1740, cas. em 12-07-1700, em Santo André de Marecos, Porto - Portugal, com Águeda Maria Diniz (filha de Manoel Dias e Ana Diniz), nasc. em 05-02-1681, em Santo André de Marecos, Porto - Portugal, falec. em 1743. ELE: Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.. ELA: Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
F.1- Maria
F.2- Manoel
F.3- Manoel Lopes Diniz, nasc. em 17-01-1709, em Porto, Portugal, falec. em 07-12-1796; e Maria de Barros da Silveira (filha de João Pinto Leal e Maria de Barros da Silveira). ELE: De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
N.3.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839, cas. em 02-11-1794, com Ana Maria de Carvalho (filha de Gen. Frederico Licor). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
. ELA: Da fazenda Malhada Grande, na margem pernambucana do Rio São Francisco, hoje Belém do São Francisco-PE.
B.3.1.1- Maria, nasc. em 20-04-1789. NOTAS: Batismo celebrado por Padre Gonçalo Coelho de Lemos, tendo como padrinhos: Viturino Pereira da Silva, solteiro, e a mulher do Capitão Francisco Barbosa Nogueira (Maria). (Livro de Batismos de Flores).
B.3.1.2- Manuel Lopes Diniz Junior, nasc. em 1792; e Benedita Maria do Sacramento (filha de Domingos Dias da Costa e Clara Maria do Carmo). ELE: Casou-se na família Pereira Lacerda em Serra da Areia, Piancó, Paraíba. Descendem dele as famílias Vieira Lacerda e outras na região do Pinacó, Paraíba.. ELA: Parenta de Manoel Pereira da Silva Jacobina (conhecido por Padre Pereira) e residia na Serra da Areia, Conceição do Piancó, PB.
B.3.1.3- Maria de Barros da Assunção, nasc. em 1794, cas. em 22-11-1803, com Luiz Rodrigues da Cruz (filho de Francisco Rodrigues da Cruz e Maria Rosa de Jesus), profissão: Capitão-de-Conquista, nasc. em 1779, em São Salvador, Bispado de Roches, Portugal. ELE: Tomou parte em diversos movimentos revolucionários ocorridos no Nordeste. Em 1824, foi chamado para combater os revolucionários do Maranhão, chegando até Oeiras, no Piauí, onde adoeceu e teve que regressar para Pernambuco. Por essa razão, foi considerado traidor ou desertor, ficando preso por seis meses na cadeia de Flores - PE.
Em 1832, combateu ou foi partidário do General Pinto Madeira, na famosa Guerra do Pinto, no Ceará, onde foi morto em combate o seu filho Capitão Francisco Antônio de Barros. Também tomou parte na revolução da Serra Negra, em 1848, combatendo as forças do governo, ao lado do seu parente José Rodrigues de Moraes, neto do primeiro dono daquela serra, João Rodrigues de Moraes, morto em 1832.
N.3.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839; e Ana Tereza da Silva (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.
B.3.1.4- José Lopes Diniz, profissão: Capitão, falec. em 1863; e Maria Isabel Furtado (filha de Cirilo Gomes de Sá e Ana Furtado Leite). ELE: Da Fazenda Carnaubinha, terras do Brejo da Gama - PE.
B.3.1.5- Joaquim Lopes Diniz; e Ana Furtado de Figueiredo (filha de Manoel Furtado Leite Junior e Ana Maria de Figueiredo), nasc. em Coité, CE. ELE: (Paquim). Morava no Sítio Coité, Fazenda Brejo Grande, Mauriti, CE.. ELA: (Piti).
B.3.1.6- Antônia Maria Diniz, nasc. em 1800, falec. em 01-07-1877; e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), profissão: Capitão. ELA: (Antoninha). Residia em São Pedro, Floresta.. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
B.3.1.7- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho, nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874, cas. com Manuela Furtado de Figueiredo (filha de Manoel Furtado Leite Junior e Ana Maria de Figueiredo). ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
B.3.1.7- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho, nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874, cas. com Ana Maria Diniz (filha de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres). ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
B.3.1.7- Vitorino Pinto da Silva Sobrinho, nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874, cas. com Antônia Gomes de São Pedro e Sá (filha de José Alves de Carvalho e Sá e Isabel Leite de Sá). ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
N.3.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia.
Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.3.1.8- Antônio Lopes da Silva, cas. com Silvana Ferreira da Silva (filha de José Ferreira da Silva). ELE: (ou Antônio Lopes Diniz). Por diversos conflitos com o próprio pai, acabou deserdado por escritura pública em 10-10-1830 e, por isso, substituiu o sobrenome Diniz por Silva. Em 16-03-1837, entrou com ação de habilitação à herança de seu pai.. ELA: (ou Silvana Maria de Barros).
B.3.1.9- Maria da Silva da Encarnação, nasc. em 1819, cas. com Manoel Antunes Bezerra, nasc. em 1809. ELE: Em pesquisas de Nivaldo Carvalho no Arquivo Público do Estado de Pernambuco, consta que no censo de 1859: "com 50 anos, mulato, natural do Brasil, casado com Maria da Silva, 40 anos, com com os filhos..". O filho Carlos não consta da relação de filhos do casal, ou por já ter o seu domicílio ou por ainda não ter nascido.
N.3.2- Vitorino Pinto da Silva, nasc. em 1754; e Sebastiana Ramalho (filha de Manoel Pinto Ramalho), nasc. em Corrente, CE. ELE: Batizou-se com 2 anos na Capela do Brejo do Pajeú, tendo com padrinhos Bartolomeu de Souza Ferraz e Margarida de Barros.
B.3.2.1- José Vitorino de Barros e Silva, profissão: Coronel; e Clara Gomes de Sá. ELE: Fundou a fazenda Bezerros, em Salgueiro - PE, hoje cidade e sede do município Verdejante.. ELA: Da Fazenda Brandões, imediações de Cabrobó-PE.
B.3.2.1- José Vitorino de Barros e Silva, profissão: Coronel; e Josefa (filha de Capitão Pereira). ELE: Fundou a fazenda Bezerros, em Salgueiro - PE, hoje cidade e sede do município Verdejante.
B.3.2.2- Manoel Pinto da Silva. NOTAS: Casado, não deixou descendentes.
B.3.2.3- João José da Silva. NOTAS: Casado, não deixou descendentes.
B.3.2.4- Antônio José da Silva; e Francisca
B.3.2.5- Bernardo Maciel de Souza, profissão: Capitão, nasc. em Água Branca, Floresta, PE; e Josina Cornélia de Souza Sá (filha de Antônio Gomes de Sá Roriz e Ana Etelvina Ramalho Silva). ELE: Conhecido como Capitão Bimbim. Faleceu na guerra do Paraguai.
B.3.2.6- Maria; e Alexandre Gomes de Sá, profissão: Major. ELE: Dos Brandões.
B.3.2.7- Ana Etelvina Ramalho Silva; e Antônio Gomes de Sá Roriz. ELE: Da Canoa.
N.3.3- Gonçalo Pinto da Silva, profissão: Capitão-Mor; e Claudiana Maria do Espírito Santo. ELA: Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
B.3.3.1- Catarina Maria do Espírito Santo; e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), profissão: Capitão. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
B.3.3.2- Ana Clara Pinto da Silva; e Jerônimo Pires de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), profissão: Capitão
N.3.4- José Lopes Diniz, profissão: Capitão, nasc. em 18-03-1760; e Josefa Gonçalves Torres (filha de e Geralda). ELE: Batizou-se na Capela de N. S. da Conceição, tendo como padrinhos Francisco Rezende Bezerra e Rosa Maria do Nascimento. Residia na fazenda Panela D'Água, município de Floresta, PE.. ELA: Sobrinha de Florência Maria de Barros.
B.3.4.1- Manuel Lopes Diniz, profissão: Major, falec. em ANTES DE 1859; e Ana Maria de Barros (filha de Luiz Rodrigues da Cruz e Maria de Barros da Assunção), nasc. em 1805. ELE: Residia na fazenda Roçado, Floresta, PE.
B.3.4.2- Francisco de Barros do Nascimento, profissão: Coronel, falec. em 28-10-1883; e Ana Maria de Carvalho Barros (filha de Francisco Alves de Carvalho e Antônia Maria Diniz). ELE: Foi presidente da Primeira Câmara de Vereadores da vila restaurada de Floresta, no ano de 1865.. ELA: (Nana).
B.3.4.2- Francisco de Barros do Nascimento, profissão: Coronel, falec. em 28-10-1883; e Clara Grata de Oliveira Barros. ELE: Foi presidente da Primeira Câmara de Vereadores da vila restaurada de Floresta, no ano de 1865.. ELA: Do Pão de Açúcar.
B.3.4.3- Joaquim Lopes Diniz, nasc. em 12-02-1812, falec. em 1907; e Gertrudes Maria das Virgens (filha de Manoel Lopes de Barros e Úrsula Maria das Virgens), nasc. em 1815, falec. em 04-03-1883. ELE: Residia na fazenda Tapuio, Floresta, PE.. ELA: (Gertrudinha).
B.3.4.4- José Lopes Diniz Filho
B.3.4.5- Ana Maria Diniz, cas. com Vitorino Pinto da Silva Sobrinho (filho de Manoel Lopes Diniz Filho e Ana Tereza da Silva), nasc. em 1802, falec. em 31-01-1874. ELE: Morava no Brejo do Gama e na "Entre Serras".
B.3.4.6- Maria de Barros do Nascimento; e Gonçalo Gomes dos Santos (filho de Manoel Gomes dos Santos e Maria Águeda Diniz). ELA: (Barrinha).. ELE: Residia na Fazenda Campo Grande, Floresta, PE.
B.3.4.7- Clara Linda da Silva, falec. em 1888, cas. com Manoel Salvador da Cruz (filho de Luiz Rodrigues da Cruz e Maria de Barros da Assunção), profissão: Capitão, nasc. em 1810, falec. em 16-06-1873. ELA: Conhecida como Clarinha.. ELE: Foi criado na Fazenda Panela D'Água, por suas tias Clara Lina da Silva e Ana Maria Diniz, que o fizeram herdeiro único dos seus bens. Fundou a Fazenda Água Branca, em terras da Panela D'Água, Floresta, onde morava. Foi subdelegado (1845 a 1847) de Fazenda Grande e também membro da primeira Câmara Municipal de Floresta (de 1846 a 1849 e de 1849 a 1856), quando a sede ainda estava na Vila de Tacaratu.
B.3.4.8- Benedita Gonçalves Torres; e Vitorino Lopes de Barros (filho de Manoel Lopes de Barros e Úrsula Maria das Virgens), profissão: Coronel, falec. em 1877. ELE: (Major Vitorino). Da Fazenda Escadinha.
N.3.5- Rosa Maria do Nascimento; e Francisco Gomes de Sá (filho de Gomes de Sá e Gomes de Sá), profissão: Capitão-comandante. ELE: Residia no Riacho dos Mandantes.
B.3.5.1- Maria Gomes de Assunção; e Manoel de Carvalho Alves (filho de Manoel de Carvalho Alves e uma prima da segunda esposa). ELE: (Goiana Carvalho). Sabe-se que tinha 19 filhos. Não se sabe os nomes nem os descendentes dos outros filhos.
B.3.5.2- Cirilo Gomes de Sá, profissão: Alferes; e Ana Furtado Leite. ELE: Da Fazenda Santa Clara.. ELA: Cearense. Prima legítima de Izabel Furtado Leite, esposa de Gregório Barbosa.
B.3.5.3- José Lopes de Sá
B.3.5.4- Gonçalo Gomes de Sá
B.3.5.5- Vitoriano Gomes de Sá; e Inácia Telles de Menezes (filha de Capitão Telles de Menezes). ELE: Moravam no Roque, na margem esquerda do Grande Rio.
B.3.5.6- Manoel Gomes Diniz. NOTAS: ?
B.3.5.7- Procópio Gomes de Sá. NOTAS: Residia no riacho dos Mandantes. Seus descendentes não são conhecidos.
B.3.5.8- Torquato Gomes de Sá
N.3.6- Maria da Silva Barros, falec. em 05-11-1837; e Francisco Barbosa Nogueira (filho de João Nunes de Barros e Antônia Barbosa Nogueira), profissão: Capitão, nasc. em 1756, falec. em 21-07-1819. ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
B.3.6.1- Padre Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Padre, nasc. em 1771, em Serra Talhada, PE, falec. em 18-02-1839; e Quitéria Pereira da Cunha (filha de Antônio Pereira da Cunha), falec. em 15-10-1868. ELE: (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
. ELA: Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
B.3.6.2- Manoel Lopes de Barros, falec. em 1818; e Úrsula Maria das Virgens (filha de Vitorino Nunes de Barros e Ana Maria das Virgens), nasc. em 1785, falec. em 1860. ELE: Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.. ELA: Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.
B.3.6.3- Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva, falec. em 1868, cas. com Francisco Xavier de Moraes, nasc. em Portugal, falec. em ANTES DE 1837. ELA: Da Fazenda Lagoa da Pedra.. ELE: Da Fazenda Catolé (entre Belmonte e Serra Talhada - PE) e era parente íntimo de João Rodrigues de Moraes, da Serra Negra.
Em 27/05/1811 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores.
Por volta do ano de 1778, era rendeiro da Casa da Torre, da Fazenda "Vinte e Oito", hoje no município de Serra Talhada - PE (conforme Livro do Vínculo do Morgado da Casa da Torre - Cartório do 1º Ofício de Serra Talhada - PE).
N.3.7- Maria Águeda Diniz; e Manoel Gomes dos Santos (filho de José da Mota e Silva), nasc. em Portugal
B.3.7.1- Gonçalo Gomes dos Santos (Veja família de B.3.4.6)
B.3.7.2- Manoel Gomes dos Santos; e Rosa Maria de Filgueiras. ELA: Parenta de Florência Maria de Barros.
B.3.7.3- José da Mota e Silva; e Francisca Maria do Espírito Santo (filha de Gregório Barbosa Nogueira e Isabel Furtado Leite). ELA: Cearense.
B.3.7.4- Ana Maria Diniz; e José Pires Ribeiro, nasc. em Portugal. ELA: Residia na fazenda Várzea, São José de Belmonte-PE. Conhecida como Ana Gomes.
N.3.8- Inácia Maria da Conceição; e Manoel de Carvalho Alves (filho de Jerónimo Coelho de Carvalho e Maria Fernandes Cardoso), nasc. em Portugal. ELE: Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
B.3.8.1- Francisco Alves de Carvalho (Veja família de B.3.3.1)
B.3.8.1- Francisco Alves de Carvalho, profissão: Capitão; e Antônia Maria Diniz (filha de Manoel Lopes Diniz Filho e Ana Tereza da Silva), nasc. em 1800, falec. em 01-07-1877. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.. ELA: (Antoninha). Residia em São Pedro, Floresta.
B.3.8.2- Jerônimo Pires de Carvalho (Veja família de B.3.3.2)
B.3.8.3- Maria Alves de Carvalho, falec. em 19-09-1841; e José de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Victoria dos Anjos da Cruz), nasc. em 1763, falec. em 1857. ELA: (Carvalha). Residia na fazenda Canabrava - Belém do São Francisco - PE. Foi a construtora da igreja de N. Sra. do Patrocínio.. ELE: Era neto ou bisneto de um francês de nome Felix (conhecido por Felix Francês) e residia na Fazenda Canabrava, Belém do São Francisco - PE. (Anotações de Maria Firmina de Carvalho, Sia Dita).
B.3.8.4- Clara Maria da Conceição; e João de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Victoria dos Anjos da Cruz), profissão: Alferes. ELA: Residia na fazenda Canabrava, PE.
N.3.9- Clara Lina da Silva
N.3.10- Ana Maria Diniz, nasc. em 18-11-1764. NOTAS: (Siá Dona).
F.4- Teresa
F.5- Clara
F.6- Antônio
F.7- José

Resumo: 7 filhos, 10 netos, 45 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

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