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  Memória: Nenhum nome memorizado. Segunda-Feira, 22-4-2019  

Descendência de
João Nunes de Barros
4 gerações (Bisnetos)

1- João Nunes de Barros, profissão: Sargento-Mor, falec. em ANTES DE 1761, cas. com Antônia Barbosa Nogueira (filha de Nome Desconhecido). ELE: Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
F.1- João Nunes de Barrros Filho, cas. com Francisca da Cruz Maciel. ELE: Foi o inventariante dos bens do pai em 1761.
F.2- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1747, falec. em 25-05-1798. NOTAS: Juiz Ordinário em 1790. Solteiro. Inventariado em 1803, tendo seis sobrinhas como herdeiras.
Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 10.06.1789 por Dom Tomaz José de Melo).
F.3- Vitorino Nunes de Barros, profissão: Capitão, nasc. em 1753, falec. em ANTES DE 1801, cas. com Ana Maria das Virgens. ELE: Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).. ELA: Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.
N.3.1- Antônio Nunes de Barros, nasc. em 1780. NOTAS: Casado.
N.3.2- Úrsula Maria das Virgens, nasc. em 1785, falec. em 1860; e Manoel Lopes de Barros (filho de Francisco Barbosa Nogueira e Maria da Silva Barros), falec. em 1818. ELA: Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.. ELE: Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
B.3.2.1- Francisco Barbosa Nogueira, nasc. em 01-04-1803, falec. em 29-05-1859, cas. com Teodora Maria Quitéria (filha de Francisco Xavier de Moraes e Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva). ELE: Sucedeu ao pai na posse da Fazenda Escadinha.. ELA: (ou Teodora Barbosa Nogueira, ou ainda Teodora Nogueira de Moraes). Constriuiu a capela da Fazenda Escadinha, onde morava, em pagamento de uma promessa feita em 1856 de que, se a cólera-morbus não atingisse sua fazenda, nela mandaria construir uma capela, o que fez em 1862. Nela, foram enterrados, entre outros, ela própria e o seu filho, Dr. Tiburtino Barbosa Nogueira. A sede da fazenda e a capela foram inundadas pelas águas da barragem Serrinha, por volta de 1988.
B.3.2.2- Vitorino Lopes de Barros, profissão: Coronel, falec. em 1877; e Benedita Gonçalves Torres (filha de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres). ELE: (Major Vitorino). Da Fazenda Escadinha.
B.3.2.3- Ana Maria das Virgens, nasc. em 1807, falec. em ANTES DE 1860, cas. com Francisco Alves da Fonseca (filho de e Claudiana Maria do Espírito Santo), profissão: Coronel, nasc. em Curaçá, BA. ELE: Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
B.3.2.4- Manoel Lopes de Barros, profissão: Tenente-Coronel, cas. com Audézia (filha de Pai de Audézia e Mãe de Audézia). ELE: Siacota o tinha como morador da Barra do Pontal, em Santa Maria da Boa Vista, onde foi nomeado delegado em 1848. Em 1836, foi eleito vereador (com 306 votos) para a Câmara de Vereadores de Flores. Em 1837 foi indicado para sub-prefeito da Comarca do Pajeú, quando ainda era Major de um Esquadrão de Cavalaria naquela freguesia.. ELA: Ligada à família Pereira do Barão do Pajeú.
B.3.2.4- Manoel Lopes de Barros, profissão: Tenente-Coronel, cas. com uma irmã de Audézia (filha de Pai de Audézia e Mãe de Audézia). ELE: Siacota o tinha como morador da Barra do Pontal, em Santa Maria da Boa Vista, onde foi nomeado delegado em 1848. Em 1836, foi eleito vereador (com 306 votos) para a Câmara de Vereadores de Flores. Em 1837 foi indicado para sub-prefeito da Comarca do Pajeú, quando ainda era Major de um Esquadrão de Cavalaria naquela freguesia.. ELA: Ligada à família Pereira do Barão do Pajeú.
B.3.2.5- José Lopes de Barros. NOTAS: Morreu solteiro. Em 1822, este ou um homônimo seu, era vereador em Vila Bela.
B.3.2.6- João Nunes de Barros, cas. com Joaquina Mamede da Silva (filha de Francisco Pereira da Silva e Ana Mariano de Sá). ELE: Da Fazenda Preces, da Serra Vermelha. Morreu louco.
B.3.2.7- Maria da Silva Barros, nasc. em 1814, falec. em 05-02-1873, cas. com André Barbosa da Cunha. ELA: Consta que era parente de André, seu esposo.. ELE: Paraibano.
B.3.2.8- Gertrudes Maria das Virgens, nasc. em 1815, falec. em 04-03-1883; e Joaquim Lopes Diniz (filho de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres), nasc. em 12-02-1812, falec. em 1907. ELA: (Gertrudinha).. ELE: Residia na fazenda Tapuio, Floresta, PE.
B.3.2.9- Antônio Nunes de Barros, cas. em 25-11-1947, com Rosa Maria das Virgens (filha de Francisco Barbosa Nogueira e Teodora Maria Quitéria). ELE: Da Fazenda Surubim, Serra Talhada - PE.. ELA: (ou Rosa Maria da Conceição).
B.3.2.10- Luzia Ursulina de Barros, nasc. em 1818; e João Nunes Nogueira de Barros (filho de Francisco Barbosa Nogueira e Teodora Maria Quitéria), profissão: Coronel. ELA: (ou Luzia Maria das Virgens).. ELE: Da Fazenda Teiú, em Serra Talhada, PE. Foi primeiro suplente de Juiz de Direito da comarca de Vila Bela, em 1882, onde foi também grande fazendeiro.
N.3.3- Brígida Maria das Virgens, cas. com José Francisco Coelho (filho de José Francisco Coelho e Cristina Maria de Jesus), nasc. em Freguesia de N. Sra. da Vitória, Oeiras, MA, falec. em 19-09-1835. ELA: Sem filhos.. ELE: Residente na Fazenda Tucutú. Em 1833 fez testamento dizendo terem sido pais de dois filhos, um macho e outra fêmea, ambos mortos.
N.3.4- Martinha, nasc. em 1794, cas. com José Alves Brandão
N.3.5- Maria, nasc. em 1797, cas. com João Alvares Brandão
N.3.6- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1800
N.3.7- Gertrudes, nasc. em 1801, cas. em ANTES DE 1829, com Antônio
N.3.8- Bárbara, nasc. em 1890, cas. com João Francisco Regis
F.4- Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Capitão, nasc. em 1756, falec. em 21-07-1819; e Maria da Silva Barros (filha de Manoel Lopes Diniz e Maria de Barros da Silveira), falec. em 05-11-1837. ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
N.4.1- Padre Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Padre, nasc. em 1771, em Serra Talhada, PE, falec. em 18-02-1839; e Quitéria Pereira da Cunha (filha de Antônio Pereira da Cunha), falec. em 15-10-1868. ELE: (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
. ELA: Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
B.4.1.1- Luzia Barbosa Nogueira, falec. em 18-11-1855; e Roberto Ramos Nogueira (filho de João Antônio Ramos Nogueira e Maria Manoela do Nascimento), nasc. em 1801, falec. em 1864. ELA: (ou Luzia Barbosa da Silva, conforme consta do registro de casamento de sua filha Águida). Morava na Fazenda Cipós.. ELE: Era o proprietário da Fazenda Cipós. Faleceu de cólera-morbus em 1864. Foi testemunha do casamento de seu sobrinho Antônio da Costa Araújo (Totonho do Marmeleiro).
B.4.1.2- Balbino Barbosa Nogueira, falec. em ANTES DE 1868; e Antônia Alves dos Santos
B.4.1.3- Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Alferes, nasc. em Flores, PE, falec. em 1904, cas. em 01-09-1837, em Fazenda Vargem Grande, Flores, PE, com Genoveva Maria Bezerra de Vasconcelos (filha de Gonçalo Francisco dos Santos e Maria Bezerra de Vasconcelos), nasc. em Flores, PE. ELE: Foi proprietário da Fazenda Escadinha.. ELA: Da Fazenda Várzea Grande, em Triunfo - PE. No casamento de Andrelino, seu filho, seu nome consta como Genoveva Francelina Barbosa.
B.4.1.4- José Barbosa Nogueira, nasc. em 1818, cas. em 24-02-1845, com Claudiana Maria das Virgens (filha de Francisco Alves da Fonseca e Ana Maria das Virgens). ELA: (Caló).
B.4.1.5- Hermenegilda Barbosa Nogueira; e Francisco Vicente da Silva. ELA: Com descendentes na Paraíba.. ELE: Descendente do Riacho do Navio.
B.4.1.6- Carolina Jocelina da Silva, nasc. em 1824; e José Alves dos Santos. ELA: (ou Carolina Jocelina Nogueira, ou ainda Carolina Marcionila da Silva).. ELE: (Cazuza Terto). De quem procedeu a família do Jazigo. Era cego.
B.4.1.7- Herculana Barbosa Nogueira, nasc. em 1826; e Francisco Bezerra de Vasconcelos (filho de Gonçalo Francisco dos Santos e Maria Bezerra de Vasconcelos). ELA: Tinha 12 anos no dia do arrolamento dos bens de seu pai, 03/06/1839.. ELE: De Flores - PE.
B.4.1.8- Antônio Pereira da Cunha, nasc. em 1827; e Vicência Maria de Jesus (filha de Manoel Bezerra de Vasconcelos). ELE: Tinha 11 anos no dia do arrolamento dos bens de seu pai, 03/06/1839.
B.4.1.9- Maria Rosa de Sant'Ana; e Tomaz de Vilanova de Lima. ELA: Com descendentes em Caiçarinha, Serra Talhada - PE.
B.4.1.10- Manoel Barbosa Nogueira, nasc. em 1830; e Maria Manoela do Nascimento (filha de Roberto Ramos Nogueira e Luzia Barbosa Nogueira), nasc. em 07-07-1838. ELE: Conhecido por Neco da Matilha.. ELA: Foi batizada pelo Pe. Francisco Barbosa Nogueira, seu avô.
N.4.2- Manoel Lopes de Barros (Veja família de N.3.2)
N.4.3- Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva, falec. em 1868, cas. com Francisco Xavier de Moraes, nasc. em Portugal, falec. em ANTES DE 1837. ELA: Da Fazenda Lagoa da Pedra.. ELE: Da Fazenda Catolé (entre Belmonte e Serra Talhada - PE) e era parente íntimo de João Rodrigues de Moraes, da Serra Negra.
Em 27/05/1811 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores.
Por volta do ano de 1778, era rendeiro da Casa da Torre, da Fazenda "Vinte e Oito", hoje no município de Serra Talhada - PE (conforme Livro do Vínculo do Morgado da Casa da Torre - Cartório do 1º Ofício de Serra Talhada - PE).
B.4.3.1- Antônio Xavier de Moraes, profissão: Coronel; e Úrsula Maria Nogueira de Moraes (filha de Francisco Barbosa Nogueira e Teodora Maria Quitéria), falec. em 21-05-1860. ELE: (Coronel Moraes). Morava na Lagoa da Pedra. Nomeado, em 1886, Comandante Superior da Guarda Nacional dos municípios de Ingazeira, Flores e Vila Bela, pelo Imperador Dom Pedro II, conforme registro de Títulos e Patentes, representado por procuração pelo Bel. Tiburtino Barbosa Nogueira.
B.4.3.1- Antônio Xavier de Moraes, profissão: Coronel, cas. com Úrsula Maria de Barros (filha de Vitorino Lopes de Barros e Benedita Gonçalves Torres). ELE: (Coronel Moraes). Morava na Lagoa da Pedra. Nomeado, em 1886, Comandante Superior da Guarda Nacional dos municípios de Ingazeira, Flores e Vila Bela, pelo Imperador Dom Pedro II, conforme registro de Títulos e Patentes, representado por procuração pelo Bel. Tiburtino Barbosa Nogueira.
B.4.3.2- Luzia (ou Ana) Xavier de Moraes, falec. em ANTES DE 1868. NOTAS: Segundo Siacota, casou-se e foi morar no Sul. Teria falecido muito jovem e deixado uma filha de nome Ana, como consta no inventário da avó materna.
B.4.3.3- Teodora Maria Quitéria (Veja família de B.3.2.1)
F.5- José Nunes de Barros, nasc. em 1766. ELE: Os filhos conhecidos são os que constavam de seu inventário.
N.5.1- Maria da Conceição. NOTAS: Seria a mãe de Nogueira Paz?
N.5.2- Maria das Virgens
N.5.3- Brígida
F.6- Josefa (ou Jorge?)
F.7- Antônio Nunes de Barros. NOTAS: Da Fazenda Tucutú. Era casado, sem filhos.
F.8- Maria da Cruz de Jesus, cas. com João Barbosa de Farias, profissão: Capitão, falec. em 05-11-1813. ELA: Sem filhos.. ELE: Licenciado e Juiz Ordinário em 1757. Morava na Fazenda Cachoeira. Fez testamento em 05-09-1802 na Fazenda Grande e seu funeral, também lá, foi realizado em 05-09-1813.

Resumo: 8 filhos, 14 netos, 23 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

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