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  Memória: Nenhum nome memorizado. Segunda-Feira, 22-7-2019  

Descendência de
Nome Desconhecido
4 gerações (Bisnetos)

1- Nome Desconhecido
F.1- Antônia Barbosa Nogueira, cas. com João Nunes de Barros, profissão: Sargento-Mor, falec. em ANTES DE 1761. ELE: Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
N.1.1- João Nunes de Barrros Filho, cas. com Francisca da Cruz Maciel. ELE: Foi o inventariante dos bens do pai em 1761.
N.1.2- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1747, falec. em 25-05-1798. NOTAS: Juiz Ordinário em 1790. Solteiro. Inventariado em 1803, tendo seis sobrinhas como herdeiras.
Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 10.06.1789 por Dom Tomaz José de Melo).
N.1.3- Vitorino Nunes de Barros, profissão: Capitão, nasc. em 1753, falec. em ANTES DE 1801, cas. com Ana Maria das Virgens. ELE: Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).. ELA: Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.
B.1.3.1- Antônio Nunes de Barros, nasc. em 1780. NOTAS: Casado.
B.1.3.2- Úrsula Maria das Virgens, nasc. em 1785, falec. em 1860; e Manoel Lopes de Barros (filho de Francisco Barbosa Nogueira e Maria da Silva Barros), falec. em 1818. ELA: Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.. ELE: Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
B.1.3.3- Brígida Maria das Virgens, cas. com José Francisco Coelho (filho de José Francisco Coelho e Cristina Maria de Jesus), nasc. em Freguesia de N. Sra. da Vitória, Oeiras, MA, falec. em 19-09-1835. ELA: Sem filhos.. ELE: Residente na Fazenda Tucutú. Em 1833 fez testamento dizendo terem sido pais de dois filhos, um macho e outra fêmea, ambos mortos.
B.1.3.4- Martinha, nasc. em 1794, cas. com José Alves Brandão
B.1.3.5- Maria, nasc. em 1797, cas. com João Alvares Brandão
B.1.3.6- Manoel Nunes de Barros, nasc. em 1800
B.1.3.7- Gertrudes, nasc. em 1801, cas. em ANTES DE 1829, com Antônio
B.1.3.8- Bárbara, nasc. em 1890, cas. com João Francisco Regis
N.1.4- Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Capitão, nasc. em 1756, falec. em 21-07-1819; e Maria da Silva Barros (filha de Manoel Lopes Diniz e Maria de Barros da Silveira), falec. em 05-11-1837. ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
B.1.4.1- Padre Francisco Barbosa Nogueira, profissão: Padre, nasc. em 1771, em Serra Talhada, PE, falec. em 18-02-1839; e Quitéria Pereira da Cunha (filha de Antônio Pereira da Cunha), falec. em 15-10-1868. ELE: (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
. ELA: Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
B.1.4.2- Manoel Lopes de Barros (Veja família de B.1.3.2)
B.1.4.3- Luzia Barbosa (ou Maria) da Silva, falec. em 1868, cas. com Francisco Xavier de Moraes, nasc. em Portugal, falec. em ANTES DE 1837. ELA: Da Fazenda Lagoa da Pedra.. ELE: Da Fazenda Catolé (entre Belmonte e Serra Talhada - PE) e era parente íntimo de João Rodrigues de Moraes, da Serra Negra.
Em 27/05/1811 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores.
Por volta do ano de 1778, era rendeiro da Casa da Torre, da Fazenda "Vinte e Oito", hoje no município de Serra Talhada - PE (conforme Livro do Vínculo do Morgado da Casa da Torre - Cartório do 1º Ofício de Serra Talhada - PE).
N.1.5- José Nunes de Barros, nasc. em 1766. ELE: Os filhos conhecidos são os que constavam de seu inventário.
B.1.5.1- Maria da Conceição. NOTAS: Seria a mãe de Nogueira Paz?
B.1.5.2- Maria das Virgens
B.1.5.3- Brígida
N.1.6- Josefa (ou Jorge?)
N.1.7- Antônio Nunes de Barros. NOTAS: Da Fazenda Tucutú. Era casado, sem filhos.
N.1.8- Maria da Cruz de Jesus, cas. com João Barbosa de Farias, profissão: Capitão, falec. em 05-11-1813. ELA: Sem filhos.. ELE: Licenciado e Juiz Ordinário em 1757. Morava na Fazenda Cachoeira. Fez testamento em 05-09-1802 na Fazenda Grande e seu funeral, também lá, foi realizado em 05-09-1813.
F.2- Nome Desconhecido
N.2.1- Gregório Barbosa Nogueira; e Isabel Furtado Leite (filha de Luis Furtado Leite e Almeida e Beatriz de Souza da Silveira). ELE: Primo legítimo de Francisco Barbosa Nogueira, casado com Maria da Silva Barros.. ELA: Diziam os antigos que era parenta de Florência Maria de Barros e que a roubaram das margens do rio São Francisco, para o Ceará. A família da menina soube que esta existia quando os pais adotivos mandaram convidar para o casamento. A menina furtada casou-se com um estrangeiro, e julgavam os antigos ser esta menina a origem do cognome Furtado.
B.2.1.1- Francisca Maria do Espírito Santo; e José da Mota e Silva (filho de Manoel Gomes dos Santos e Maria Águeda Diniz). ELA: Cearense.
B.2.1.2- Ana Maria do Espírito Santo; e Luiz Rodrigues da Cruz (filho de Francisco Rodrigues da Cruz e Maria Rosa de Jesus), profissão: Capitão-de-Conquista, nasc. em 1779, em São Salvador, Bispado de Roches, Portugal. ELA: Não deixou descendentes.. ELE: Tomou parte em diversos movimentos revolucionários ocorridos no Nordeste. Em 1824, foi chamado para combater os revolucionários do Maranhão, chegando até Oeiras, no Piauí, onde adoeceu e teve que regressar para Pernambuco. Por essa razão, foi considerado traidor ou desertor, ficando preso por seis meses na cadeia de Flores - PE.
Em 1832, combateu ou foi partidário do General Pinto Madeira, na famosa Guerra do Pinto, no Ceará, onde foi morto em combate o seu filho Capitão Francisco Antônio de Barros. Também tomou parte na revolução da Serra Negra, em 1848, combatendo as forças do governo, ao lado do seu parente José Rodrigues de Moraes, neto do primeiro dono daquela serra, João Rodrigues de Moraes, morto em 1832.
B.2.1.3- Maria da Encarnação de Jesus; e Gonçalo Tavares Muniz, nasc. em Portugal. ELA: (ou Rita Maria do Espírito Santo).

Resumo: 2 filhos, 9 netos, 17 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

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