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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sábado, 28-11-2020  

Descendência de
Faustino Vieira Sandes
4 gerações (Bisnetos)

1- Faustino Vieira Sandes, nasc. em 1680, falec. em 1760. ELE: Água Branca
Localizada numa das regiões mais altas de Alagoas, a 574 metros acima do nível do mar, distando 304 km de Maceíó, a cidade de Água Branca, tem tradição no Estado. Sua imponente Igreja matriz, a casa do Barão e outros sobrados construídos há mais de um século, se constituem num atração a parte a todos aqueles que se dirigem aquela bela cidade do alto Sertão alagoano, que possui um população de cerca de 4 mil habitantes na parte urbana e mais 13.861 na zona rural, segundo os últimos dados fornecidos pelo Anuário Estatístico de Alagoas, de 1998.
Sua história começa no século XVIII, com a chegada da família Vieira Sandes, ancestrais dos Torres, que permanecem na cidade e em outras partes de Alagoas, atuando na agricultura, pecuária, comércio, indústria, política, magistatura, magistério, medicina, literatura e em outros campos.
O coronel Faustino Vieira Sandes, foi o dono da sesmaria (grande propriedade) que originou a povoação de Água Branca, antes denominada Matinha de Água Branca, uma alusão a fonte de água muito branca que existia no local.
Terra fértil, logo a família Vieira Sandes começou o plantio de lavouras. Até a cana-de-açúcar foi plantada, gerando a implantação de engenhos de rapadura, que duraram vários anos. A fé católica presente na família, fez com que fosse erguida a primeira capela, em louvor de Nossa Senhora do Rosário. Só em 1864, criou-se a Freguesia, já com a nova padroeira: Nossa Senhora da Conceição. A vila foi criada em 24 de abril de 1875.
Famílias tradicionais: Vieira, Torres, Luna, Sandes, Bezerra de Melo, Feitosa, Villar, Menezes, Serpa, Bandeira (inclui Delmiro Gouveia).
Fonte: http://www.condorguinchos.com.br/reporter/livroc.htm -
A História de Alagoas dos Caetés aos Marajás - Jair Barbosa Pimentel
F.1- João Vieira Sandes, cas. com Leonor
N.1.1- Antônio Vieira Sandes, cas. com Luiza Vieira Sandes, nasc. em 1795, falec. em 1861
B.1.1.1- João Vieira Sandes
B.1.1.2- Luiz Vieira Sandes
B.1.1.3- Antônio Vieira Sandes
B.1.1.4- Jacintho Vieira Sandes
B.1.1.5- José Vieira Sandes
B.1.1.6- Francisco Vieira Sandes, nasc. em 1818
B.1.1.7- Serafim Vieira Sandes
B.1.1.8- Pedro Vieira Sandes
B.1.1.9- André Vieira Sandes
B.1.1.10- Victor Vieira Sandes
B.1.1.11- Maria Vieira Sandes
B.1.1.12- Joaquina Vieira Sandes, cas. com Joaquim Antônio de Siqueira Torres (filho de Theotônio Vitoriano de Siqueira Torres e Gertrudes Maria da Trindade Vieira Sandes), profissão: Barão, nasc. em 08-12-1808, em Água Branca, AL, falec. em 29-01-1888. ELE: O Barão de Água Branca (1º Barão, a 15-11-1879). Tenente-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem de São Gregório Magno, agricultor, criador e comerciante, era chefe do Partido Liberal em sua cidade. Filantropo, mandou construir às suas expensas a Igreja Matriz de Água Branca, na qual gastou perto de quatrocentos mil cruzados. Casou-se a primeira vez com D. Joaquina Vieira Sandes e foram os pais de 3 filhos, dos quais ignoramos os nomes, e, em segundas núpcias com sua cunhada (irmã de sua primeira esposa), D. Joana Sandes, depois Baronesa de Água Branca. Tiveram, então, 12 filhos, entre os quais o Dr. Antônio (engenheiro) e o Padre Cícero Joaquim de Siqueira Torres, vigário de Água Branca. Quando viúvo de sua primeira esposa houve o Barão um filho: o Padre Joaquim Antônio de Siqueira Torres, também vigário de Água Branca.
B.1.1.13- Joana Vieira Sandes, nasc. em 30-12-1830, falec. em 27-12-1923, cas. em Água Branca, AL, com Joaquim Antônio de Siqueira Torres (filho de Theotônio Vitoriano de Siqueira Torres e Gertrudes Maria da Trindade Vieira Sandes), profissão: Barão, nasc. em 08-12-1808, em Água Branca, AL, falec. em 29-01-1888. ELA: Baronesa de Água Branca. Era irmã da primeira esposa do Barão e teve com ele 12 filhos.. ELE: O Barão de Água Branca (1º Barão, a 15-11-1879). Tenente-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem de São Gregório Magno, agricultor, criador e comerciante, era chefe do Partido Liberal em sua cidade. Filantropo, mandou construir às suas expensas a Igreja Matriz de Água Branca, na qual gastou perto de quatrocentos mil cruzados. Casou-se a primeira vez com D. Joaquina Vieira Sandes e foram os pais de 3 filhos, dos quais ignoramos os nomes, e, em segundas núpcias com sua cunhada (irmã de sua primeira esposa), D. Joana Sandes, depois Baronesa de Água Branca. Tiveram, então, 12 filhos, entre os quais o Dr. Antônio (engenheiro) e o Padre Cícero Joaquim de Siqueira Torres, vigário de Água Branca. Quando viúvo de sua primeira esposa houve o Barão um filho: o Padre Joaquim Antônio de Siqueira Torres, também vigário de Água Branca.
B.1.1.14- Manuel Vieira Sandes
N.1.2- José Vieira Sandes. NOTAS: (José de Barros).
N.1.3- Joana Vieira Sandes
F.2- Faustino Vieira Sandes, nasc. em Boacica, perto de Penedo, Alagoas; e Maria da Conceição, nasc. em Fazenda Panela D'Água, Pernambuco. ELA: Irmã ou prima de D. Francisca Quitéria de Sá.
N.2.1- Gertrudes Maria da Trindade Vieira Sandes, falec. em 02-01-1860; e Theotônio Vitoriano de Siqueira Torres, profissão: Capitão da Guarda Nac., nasc. em 1784, falec. em 12-01-1835. ELE: De Cimbres - PE, foi morar em Água Branca, faleceu com 51 anos, em 12/jan/1831
B.2.1.1- Theotônio de Siqueira Torres Filho
B.2.1.2- Miguel Archanjo de Siqueira Torres, profissão: Padre, nasc. em Freguesia Nossa Senhora da Conceição da Água Branca, Alagoas, falec. em 30-09-1889. NOTAS: Designado para a prelazia de Paracatu - MG. Foi ele quem fez o primeiro livro do registro das terras do distrito do Rio Preto, então pertencente ao município de Paracatu - (Lei 601, de 18.09.1850 e Decreto 1318, de 30.01.1854 - época imperial-padroado civil). Além de vigário da paróquia de Paracatu, ele era Cônego da Capela Imperial. Seu falecimento ocorreu na dita cidade, no dia 30 de setembro de 1889, e seu corpo foi sepultado em Paracatu (o túmulo do vigário resiste ainda ao tempo e pode ser visto no cemitério da localidade onde faleceu).
B.2.1.3- João Alves de Siqueira Torres, nasc. em 1804, falec. em 1856, cas. com Mariana Gomes Ferreira, nasc. em 1825, falec. em 1897. ELA: De Floresta-PE.
B.2.1.4- Alexandre Alves de Siqueira Torres, profissão: Padre. NOTAS: Designado para a prelazia de Paracatu - MG.
B.2.1.5- Joaquim Antônio de Siqueira Torres (Veja família de B.1.1.12)
B.2.1.5- Joaquim Antônio de Siqueira Torres, profissão: Barão, nasc. em 08-12-1808, em Água Branca, AL, falec. em 29-01-1888. ELE: O Barão de Água Branca (1º Barão, a 15-11-1879). Tenente-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem de São Gregório Magno, agricultor, criador e comerciante, era chefe do Partido Liberal em sua cidade. Filantropo, mandou construir às suas expensas a Igreja Matriz de Água Branca, na qual gastou perto de quatrocentos mil cruzados. Casou-se a primeira vez com D. Joaquina Vieira Sandes e foram os pais de 3 filhos, dos quais ignoramos os nomes, e, em segundas núpcias com sua cunhada (irmã de sua primeira esposa), D. Joana Sandes, depois Baronesa de Água Branca. Tiveram, então, 12 filhos, entre os quais o Dr. Antônio (engenheiro) e o Padre Cícero Joaquim de Siqueira Torres, vigário de Água Branca. Quando viúvo de sua primeira esposa houve o Barão um filho: o Padre Joaquim Antônio de Siqueira Torres, também vigário de Água Branca.
B.2.1.5- Joaquim Antônio de Siqueira Torres, profissão: Barão, nasc. em 08-12-1808, em Água Branca, AL, falec. em 29-01-1888, cas. em Água Branca, AL, com Joana Vieira Sandes (filha de Antônio Vieira Sandes e Luiza Vieira Sandes), nasc. em 30-12-1830, falec. em 27-12-1923. ELE: O Barão de Água Branca (1º Barão, a 15-11-1879). Tenente-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem de São Gregório Magno, agricultor, criador e comerciante, era chefe do Partido Liberal em sua cidade. Filantropo, mandou construir às suas expensas a Igreja Matriz de Água Branca, na qual gastou perto de quatrocentos mil cruzados. Casou-se a primeira vez com D. Joaquina Vieira Sandes e foram os pais de 3 filhos, dos quais ignoramos os nomes, e, em segundas núpcias com sua cunhada (irmã de sua primeira esposa), D. Joana Sandes, depois Baronesa de Água Branca. Tiveram, então, 12 filhos, entre os quais o Dr. Antônio (engenheiro) e o Padre Cícero Joaquim de Siqueira Torres, vigário de Água Branca. Quando viúvo de sua primeira esposa houve o Barão um filho: o Padre Joaquim Antônio de Siqueira Torres, também vigário de Água Branca.. ELA: Baronesa de Água Branca. Era irmã da primeira esposa do Barão e teve com ele 12 filhos.
B.2.1.6- Faustina Clemência da Trindade de Siqueira Torres, cas. com José Mangueira. ELE: De Paulo Afonso-BA.
B.2.1.7- Francisca de Siqueira Torres
B.2.1.8- Maria da Conceição de Siqueira Torres
B.2.1.9- Gertrudes Senhorinha de Siqueira Torres. ELA: Seus filhos acompanharam o Vigário Torres (seu irmão) a Paracatu e deram origem aos Torres de Unaí e de Paracatu.
B.2.1.10- Engrácia de Siqueira Torres
N.2.2- Antônio Vieira Sandes
N.2.3- Joaninha Vieira Sandes
N.2.4- Rosa Vieira Sandes
N.2.5- Maria Vieira Sandes
N.2.6- Faustina Vieira Sandes
N.2.7- Bento Vieira Sandes
N.2.8- Figueiredo Vieira Sandes
F.3- José Vieira Sandes, cas. com Francisca
N.3.1- Aleixo Vieira Sandes
N.3.2- Manoel Madeira Vieira Sandes
N.3.3- Luiza Vieira Sandes
N.3.4- Caetana Vieira sandes
N.3.5- Francisca Vieira Sandes
N.3.6- Mariana Vieira Sandes

Resumo: 3 filhos, 17 netos, 24 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

Atenção! Relatórios de tetranetos podem gerar uma grande quantidade de dados e não executar corretamente. Se esta mensagem aparecer no final do relatório, então está completo.


 
   
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