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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sexta-Feira, 29-5-2020  

Descendência de
Izabel Francisca de Moura Pedroza
4 gerações (Bisnetos)

1- Izabel Francisca de Moura Pedroza, cas. com Manoel Gomes da Cunha Pedroza, profissão: Barão de Bonito (Coronel), nasc. em 1818, em Fazenda Malhadinha, Limoeiro, PE, falec. em 01-08-1901. ELE: O Barão de Bonito.
Para falar das atividades do coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza, depois que ele chegou no município do Bonito, iniciaremos com a escritura do arrendamento que se encontra no primeiro cartório do Bonito, no livro nú­mero 3 (três) de notas, folhas 114v. Essa escritura foi pas­sada. pelo senhor Henrique Marques Lins, proprietário, na época, do engenho Ilha de Flores, para o senhor Manoel Gomes da Cunha Pedroza. A escritura foi feita no dia 12 de junho de 1850 e correspondia a três anos de arrenda­mento.
Partiu do arrendamento deste engenho, a epopéia do coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza, que tornou­-se um grande e poderoso proprietário de vários engenhos e político influente no município do Bonito e por toda a região, como veremos adiante.
Segundo o acervo de Orlando Cavalcanti, o senhor Manoel Gomes da Cunha Pedroza nasceu na fazenda Ma­lhadinha, no município de Limoeiro, no ano de 1818. Infe­lizmente, não descreve o nome dos seus pais, mas mencio­na seu casamento com dona Izabel Francisca de Moura Borba, que depois passou a chamar-se Izabel Francisca de Moura Pedroza, falecida no engenho Ilha de Flores, em 1882.
O que chama a atenção é a data do seu falecimento, uma vez que, no cartório do Bonito, o inventário de dona Izabel foi procedido no ano de 1899. Essa informação é encontrada apenas no índice. Os livros se estragaram e fo­ram incinerados.
O coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza e dona Izabel Francisca de Moura Pedroza tiveram 10 filhos. Não sabemos exatamente a ordem de nascimento dos mesmos.

VIDA POLÍTICA
O senhor Manoel Gomes da Cunha Pedroza ocupou vários cargos de destaque na vida política do Bonito. Por exemplo, foi:
- Suplente de Juiz Municipal
- Suplente de Delegado de Polícia
- Delegado de Polícia
- Major da Guarda Nacional
- Coronel da Guarda Nacional
- Chefe do Estado-Maior da Guarda Nacional
- Vereador de 1865 a 1868 - político notável, a ponto de chegar à Presidência da Câmara dos Vereadores que, naquele tempo, era a mola fundamental da administração dos municí­pios
- Presidente da Câmara
- Repetiu o mandato em 1869-1872, sendo tam­bém Presidente da Câmara e Intendente.
A maioria das reuniões dos Conselheiros Municipais era realizada na Casa Grande do Engenho Ilha de Flores, distante da sede do município mais de 30 quilômetros, via­gem feita a cavalo.
O coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza foi agra­ciado com o título de Barão do Bonito em 11 de agosto de 1888. Faleceu no dia 1 de agosto de 1901 no engenho de Ilha de Flores e sepultado na capela do cemitério local.
Pesquisa realizada por Amara Maria Pedrosa Silva, sua bisneta, no livro:
MOURA, Severino Rodrigues de. Senhores de Engenho e Usineiros, a nobreza de Pernambuco, FIAM-CEHM, SINDAÇÚCAR, 1998. Coleção Tempo Municipal, 17
F.1- Joaquina Rosa Gomes Pedroza
F.2- Maria do Carmo Gomes Pedroza
F.3- José Maria da Cunha Pedroza
F.4- Izabel Felismina Gomes Pedroza
F.5- Maria Joaquina Gomes Pedroza
F.6- Luzia Marcolina Gomes Pedroza
F.7- Manoel Honorato da Cunha Pedroza
F.8- Antônio Parízio da Cunha Pedroza
F.9- João Lustosa da Cunha Pedroza
F.10- Tereza Gomes Pedroza

Resumo: 10 filhos, 0 netos, 0 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

Atenção! Relatórios de tetranetos podem gerar uma grande quantidade de dados e não executar corretamente. Se esta mensagem aparecer no final do relatório, então está completo.


 
   
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