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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quinta-Feira, 20-1-2022  

Descendência de
Joana Fagundes da Silveira
4 gerações (Bisnetos)

1- Joana Fagundes da Silveira, nasc. em APROX 1650, em Jesus-Maria-José, de Pé-de-Banco, Ijaparatuba, comarca de Sergype d’El Rey, Bahia, Brasil, falecida, cas. em 1700, com Manoel de Barros e Souza (filho de Bento Barros e Alvim e Francisca de Abreu de Souza), nasc. em Penafiel, Porto, Portugal, falec. em 03-11-1752. ELE: Vindo para o Brasil, radicou-se em Sergipe.
F.1- Feliciana de Barros da Silveira, nasc. em 1670, em Lisboa, Portugal, falec. em 1759, cas. com Manoel de Souza da Rocha (filho de João da Rocha e Ignes Gomes), profissão: Capitão, nasc. em 1671, em São Bartolomeu-Terceira, Azores, Portugal, falec. em 1749. ELE: Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
N.1.1- Vitório de Souza da Rocha, cas. com Antônia Pereira Leite. ELE: Originário da Faz. "Tacoatiara", do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
B.1.1.1- Antônia Maria da Conceição, nasc. em 1758, falec. em 06-06-1830; e Antônio Francisco de Novaes (filho de José Francisco de Souza e Maria Francisca de Novaes), profissão: Sargento-Mor, nasc. em 1735, em Fazenda Capim Grosso, Floresta, Pernambuco, Brasil, falec. em 09-10-1806. ELA: Fez o seu testamento a 28.01.1817, quando contava 59 anos de idade e morava na sua Faz. "Misericórdia", tendo como testamenteiro seu filho José Francisco de Novaes.

Seus pais eram originários da Faz. "Tacoatiara," do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco, outrora pertencente aos seus avós paternos: Capitão Manoel de Souza da Rocha (+1749) e sua mulher Feliciana de Barros (da Silveira +1759). Em 1749, quando se encontrava preso no Recife o Capitão Manoel de Souza da Roxa (Rocha), pelo não recolhimento dos impostos, por ele arrematados, e o real donativo do ano de 1746, no valor total de 6 mil cruzados. Prestaram fiança para a sua libertação: o Alferes João Pinto Leal e sua mulher Maria de Barros (da Silveira); o Tenente Cel. Luiz Furtado de Almeida e sua mulher Beatriz de Souza da Silveira e o Capitão Jerônimo de Souza Ferraz e sua mulher Margarida de Souza (da Silveira), e como testemunha Manoel de Barros da Silveira. Deixando crer que eram parentes, pelo menos por afinidade, numa hipótese consistente de que a esposa do réu e as esposas dos fiadores eram irmãs; (inclusive a testemunha), filhas de Manoel de Barros e Souza e Joana Fagundes da Silveira, originários da freguesia de Jesus-Maria-José de Pé-de-Banco, em Sergipe Del Rei, que naquela época fazia parte da Bahia, e que em 1726 já estavam radicados na Missão do Pambú, do lado baiano do rio São Francisco, passando depois para o lado de Pernambuco (Cabrobó e Tacaratú), com ramificações estabelecidas no Ceará e Paraíba.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
. ELE: O Sargento Mor Antônio Francisco de Novaes foi grande criador de gado (bovino, cavalar, muar e criação miúda), estabelecido em fins do século XVIII na Fazenda "Capim Grosso", imensa extensão de terras, subdivididas atualmente em diversas pequenas e médias propriedades, grande parte dela ainda pertencentes aos seus descendentes ou a terceiros que as adquiriram por compra, desde a Fazenda "Tapera de Baixo," até a Fazenda "Pedra Vermelha". Tendo comprado aquela Fazenda, em 03.08.1796, a José Marques de Souza e sua mulher Rosa Maria Alves e Antônio de Souza e sua mulher Paula Perpétua de São Pedro, pelo preço de 700$000 (setecentos mil réis), com os seguintes limites; (conforme escrita da época):

"Da parte do nascente com a Fazenda Grande, no lugar chamado a Malhada Grande correndo rumo direto para a parte do Rio S. Francisco extrema com as fazendas da Pedra e Jatinan onde confronta com a lagoa da Catinga e daí correndo rumo direto para cima pela parte de cá da Serra Branca, buscando ao poente, até imparear, correndo rumo direito pela parte da Serra do Irapuá pelo altinho que está entre a baixinha do Papagaio e Riacho da Ingazeira até imparear ou confrontar com a ponta da Serra do Itó, correndo rumo pela Serra abaixo até o fim dela, extremando com a fazenda Panela d'Agua pelo Centro de uma para a de outra por onde for de razão, até imparear com a dita Malhada Grande, e para a parte do Curralinho e Campo Grande, extrema no Taboleiro do Capim Grosso de Fora, e assim extremando o dito comprador... por si etc... O Tam. Pº. Domingos Gomes". Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano".

Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano". Era dono ou rendeiro também dos Sítios "Enjeitado" e "Tamboril", na Serra do Arapuá, em cujas propriedades desenvolveu atividades pastoris e agrícolas, com seus agregados e escravos que naquelas propriedades laboravam temporariamente ou residiam.

No seu inventário deixa um patrimônio avaliado pelo Capitão-mor José Lopes Diniz e o Ajudante Antônio Manoel de Souza Ferraz, em 15.635$450 réis, em gado, imóveis, e os seguintes bens de raiz: "um Sítio de terras na Misericórdia, no Pajeú, com légua e meia de comprido, adquirido por compra a Manoel Correia de Melo, (possivelmente irmão do seu genro), e a Joaquim Fernandes de Cerqueira; um Sítio de Terras no Capim Grosso; um curral na Pedra Vermelha; um cercado e curral na Volta; um Sítio(?) na beira do São Francisco, havido por herança do sogro e pai Vitório de Souza, (Vitório de Souza da Rocha, inventariado em 1779); o Sítio Tapera de Paulo Afonso, na Ribeira do S. Francisco, Termo de Pambú, havido por compra; o Sítio Tamboril na Serra do Arapuá". Também figuram algumas dívidas, entre elas 43$530 réis ao crioulo Pascoal Coelho de Lemos, morador na Serra do Arapuá. Não havendo qualquer referência a um 1º ou 2º casamentos seu, conforme noticia Stella Noves. Se assim foi, só houve os 04 filhos com (a 2ª esposa?) Antônia Maria da Conceição, que são contemplados em seu testamento de 1817 e que dela são herdeiros em 1830.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
N.1.2- Antônia de Souza da Rocha, cas. com Francisco Gomes de Sá (filho de José Francisco de Seixas e Custódia Gomes de Sá), profissão: Capitão-Comandante. ELE: Da Fazenda Riacho, na embocadura do Riacho dos Mandantes no rio S. Francisco, hoje coberta pelas águas da barragem de Itaparica.
B.1.2.1- Francisco Gomes de Sá, profissão: Capitão-comandante; e Rosa Maria do Nascimento (filha de Manoel Lopes Diniz e Maria de Barros da Silveira). ELE: Residia no Riacho dos Mandantes.
B.1.2.2- Gabriel Gomes de Sá, cas. com Francisca Bernarda de Sá (filha de Antônio Francisco de Novaes e Antônia Maria da Conceição). ELE: Da Fazenda "Quixabinha", em Tacaratú.
B.1.2.3- David Gomes de Sá, profissão: Ajudante, falec. em 10-07-1826, cas. com Ana Maria de Sá (filha de Antônio Francisco de Novaes e Antônia Maria da Conceição), falec. em 26-08-1830. ELE: Morava na Faz. "Jacurutú," terras da Capim Grosso.. ELA: Morava na Faz. "Jacurutú," terras da Capim Grosso, herança do pai e sogro. É citada por Stella Novaes como Ana Novaes.
B.1.2.4- José Gomes de Sá, profissão: Capitão-comandante; e Feliciana da Silva da Purificação (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva), nasc. em Brejinho. ELE: De Gravatá.. ELA: (ou Feliciana da Silva Leal). Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.
N.1.3- Feliciano de Barros e Sousa. NOTAS: Emancipado em 1752.
F.2- Beatriz de Souza da Silveira, nasc. em Santo Antônio do Pambú, cas. com Luis Furtado Leite e Almeida, profissão: Coronel, nasc. em Ilha de São Miguel, Portugal
N.2.1- Maria de Assunção, nasc. em Cabrobó, Pernambuco, Brasil, cas. com Felix de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Joana Maria de Carvalho), nasc. em C.1724, em Santo Antônio do Pambú
N.2.2- Isabel Furtado Leite; e Gregório Barbosa Nogueira (filho de Nome Desconhecido). ELA: Diziam os antigos que era parenta de Florência Maria de Barros e que a roubaram das margens do rio São Francisco, para o Ceará. A família da menina soube que esta existia quando os pais adotivos mandaram convidar para o casamento. A menina furtada casou-se com um estrangeiro, e julgavam os antigos ser esta menina a origem do cognome Furtado.. ELE: Primo legítimo de Francisco Barbosa Nogueira, casado com Maria da Silva Barros.
B.2.2.1- Francisca Maria do Espírito Santo; e José da Mota e Silva (filho de Manoel Gomes dos Santos e Maria Águeda Diniz). ELA: Cearense.
B.2.2.2- Ana Maria do Espírito Santo; e Luiz Rodrigues da Cruz (filho de Francisco Rodrigues da Cruz e Maria Rosa de Jesus), profissão: Capitão-de-Conquista, nasc. em 1779, em São Salvador, Bispado de Roches, Portugal. ELA: Não deixou descendentes.. ELE: Tomou parte em diversos movimentos revolucionários ocorridos no Nordeste. Em 1824, foi chamado para combater os revolucionários do Maranhão, chegando até Oeiras, no Piauí, onde adoeceu e teve que regressar para Pernambuco. Por essa razão, foi considerado traidor ou desertor, ficando preso por seis meses na cadeia de Flores - PE. Em 1832, combateu ou foi partidário do General Pinto Madeira, na famosa Guerra do Pinto, no Ceará, onde foi morto em combate o seu filho Capitão Francisco Antônio de Barros. Também tomou parte na revolução da Serra Negra, em 1848, combatendo as forças do governo, ao lado do seu parente José Rodrigues de Moraes, neto do primeiro dono daquela serra, João Rodrigues de Moraes, morto em 1832.
B.2.2.3- Maria da Encarnação de Jesus; e Gonçalo Tavares Muniz, nasc. em Portugal. ELA: (ou Rita Maria do Espírito Santo).
F.3- Maria de Barros da Silveira, nasc. em 1690, em Ijaparatuba, Bahia, Brasil, falecida, cas. com João Pinto Leal (filho de Gaspar Dias e Maria Dias), profissão: Alferes, nasc. em 1660, em Porta Nova, Porto, Portugal, falec. em 1750. ELA: Também consta como Maria da Silveira Barros.
N.3.1- Maria de Barros da Silveira; e Manoel Lopes Diniz (filho de Bento Lopes e Águeda Maria Diniz), nasc. em 17-01-1709, em Porto, Portugal, falec. em 07-12-1796. ELE: De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
B.3.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839, cas. em 02-11-1794, com Ana Maria de Carvalho (filha de Gen. Frederico Licor). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia. Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.. ELA: Da fazenda Malhada Grande, na margem pernambucana do Rio São Francisco, hoje Belém do São Francisco-PE.
B.3.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839; e Ana Tereza da Silva (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva). ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia. Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.
B.3.1.1- Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia. Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.3.1.2- Vitorino Pinto da Silva, nasc. em 1754; e Sebastiana Ramalho (filha de Manoel Pinto Ramalho), nasc. em Corrente, Ceará, Brasil. ELE: Batizou-se com 2 anos na Capela do Brejo do Pajeú, tendo com padrinhos Bartolomeu de Souza Ferraz e Margarida de Barros.
B.3.1.3- Gonçalo Pinto da Silva, profissão: Capitão-Mor; e Claudiana Maria do Espírito Santo. ELA: Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
B.3.1.4- José Lopes Diniz, profissão: Capitão, nasc. em 18-03-1760; e Josefa Gonçalves Torres (filha de Geralda). ELE: Batizou-se na Capela de N. S. da Conceição, tendo como padrinhos Francisco Rezende Bezerra e Rosa Maria do Nascimento. Residia na fazenda Panela D'Água, município de Floresta, PE.. ELA: Sobrinha de Florência Maria de Barros.
B.3.1.5- Rosa Maria do Nascimento (Veja família de B.1.2.1)
B.3.1.6- Maria da Silva Barros, falec. em 05-11-1837; e Francisco Barbosa Nogueira (filho de João Nunes de Barros e Antônia Barbosa Nogueira), profissão: Capitão, nasc. em 1756, falec. em 21-07-1819. ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite. Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE. Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos. Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
B.3.1.7- Maria Águeda Diniz; e Manoel Gomes dos Santos (filho de José da Mota e Silva), nasc. em Portugal
B.3.1.8- Inácia Maria da Conceição; e Manoel de Carvalho Alves (filho de Jerónimo Coelho de Carvalho e Maria Fernandes Cardoso), nasc. em Portugal. ELE: Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
B.3.1.9- Clara Lina da Silva
B.3.1.10- Ana Maria Diniz, nasc. em 18-11-1764. NOTAS: (Siá Dona).
N.3.2- Joaquim de Almeida da Silva Leal; e Maria da Silva
B.3.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Antônia (filha de Cypriano Gomes de Sá)
B.3.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Antônia. ELA: Da fazenda Brandões, ou Alegre, nas imediações de Cabrobó.
B.3.2.1- Francisco da Silva Leal, nasc. em 1760, falec. em 1826; e Maria de Souza da Silveira (filha de Dâmaso de Souza Ferraz e Joana Batista de Souza da Silveira). ELA: Conhecida como Mãe Grande dos Paus Pretos. Foi a tereceira esposa do viúvo Francisco da Silva Leal da Fazenda Paus Pretos, onde funcionou, no começo do século XIX, um Cartório de Notas da Povoação de Fazenda Grande, sob a orientação de seu filho Manoel da Silva Leal.
B.3.2.2- Feliciana da Silva da Purificação (Veja família de B.1.2.4)
B.3.2.3- Antônia da Caiçara; e Cipriano de Souza Ferraz (filho de Jerônimo de Souza Ferraz e Margarida de Souza da Silveira). ELE: Era tido como filho de Jerônimo, mas não consta do inventário. Morava na Caiçara, no Navio.
B.3.2.4- Ana Tereza da Silva; e Manoel Lopes Diniz Filho (filho de Manoel Lopes Diniz e Maria de Barros da Silveira), profissão: Coronel, nasc. em 1751, falec. em 1839. ELA: Também conhecida por Ana Maria de Barros. Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.. ELE: Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia. Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
B.3.2.5- Inez
N.3.3- Félix. NOTAS: Foi embora para o Piaui.
N.3.4- Jacinto. NOTAS: Foi embora para o Piaui.
N.3.5- Geralda
B.3.5.1- Josefa Gonçalves Torres (Veja família de B.3.1.4)
N.3.6- Victoria dos Anjos da Cruz, nasc. em Freguesia do Cabrobó, cas. com Antônio de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Joana Maria de Carvalho), nasc. em C.1725, em Freguesia do Cabrobó, falec. em A.1787
B.3.6.1- Barnabé de Sá Araújo, nasc. em 1760. NOTAS: Em 1790 é solteiro, com 30 anos, morador na fazenda dos Brandões. Deve ter falecido sem descendentes pois não é herdeiro em 1812. (Yony Sampaio).
B.3.6.2- Antônia de Sá Araújo, falec. em 1812. NOTAS: Faleceu solteira.
B.3.6.3- Cipriano de Sá Roriz; e Mariana Gomes de Sá. ELE: Também consta seu nome como Cipriano Gomes de Sá Roriz. Morador na fazenda Brandões.. ELA: Mariana e Cipriano foram pais de 11 filhos.
B.3.6.4- João de Sá Araújo, profissão: Alferes; e Clara Maria da Conceição (filha de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição). ELA: Residia na fazenda Canabrava, PE.
B.3.6.5- Victoria dos Anjos, cas. com Antônio Gonçalves
B.3.6.6- Maria de Sá Araújo, cas. com Ignacio Gonsalves Torres, profissão: Capitão Comandante
B.3.6.7- José de Sá Araújo, nasc. em 1763, falec. em 1857; e Maria Alves de Carvalho (filha de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição), falec. em 19-09-1841. ELE: Era neto ou bisneto de um francês de nome Felix (conhecido por Felix Francês) e residia na Fazenda Canabrava, Belém do São Francisco - PE. (Anotações de Maria Firmina de Carvalho, Sia Dita).. ELA: (Carvalha). Residia na fazenda Canabrava - Belém do São Francisco - PE. Foi a construtora da igreja de N. Sra. do Patrocínio.
N.3.7- Margarida de Souza da Silveira, nasc. em 1733, falec. em 1801, cas. com Jerônimo de Souza Ferraz (filho de Silvestre de Souza Ferraz e Francisca de Souza Barbosa), nasc. em 1702, falec. em 20-05-1770. ELE: Foi o primeiro Ferraz que chegou a outrora FAZENDA GRANDE do Sertão de Pernambuco (depois Vila de Floresta e hoje FLORESTA), à margem direita do lendário Rio Pajeú (afluente seco do "Grande Rio" ou do Rio São Francisco).
B.3.7.1- Bartolomeu de Souza Ferraz. NOTAS: Foi testemunha na escritura de doação da Fazenda Grande ao Senhor do Bom Jesus dos Aflitos, em 23.01.1776.
B.3.7.2- Dâmaso de Souza Ferraz; e Joana Batista de Souza da Silveira (filha de José Pereira Maciel e Joanna de Souza da Silveira). ELE: Da Fazenda Curralinho. Foi nomeado Capitão dos Forasteiros da Ribeira do Pajeú em 8-09-1780.
B.3.7.3- Ignácio de Souza Ferraz
B.3.7.4- Antônio de Souza Ferraz. NOTAS: Solteiro.
B.3.7.5- Silvestre de Souza Ferraz. NOTAS: Solteiro.
B.3.7.6- Thomé de Souza Ferraz, profissão: Alferes; e Anna Maria do Nascimento. ELE: Foi testemunha na escritura de doacao da Fazenda Grande ao Senhor do Bom Jesus dos Aflitos, em 23.01.1776, onde hoje se encontra a cidade de Floresta, Pernambuco.. ELA: (Donana).
B.3.7.7- Joanna de Souza da Silveira, nasc. em 1764, em Pernambuco, Brasil; e José Pereira Maciel (filho de Antônio Pereira Falcão e Maria Gomes Maciel), profissão: Capitão, nasc. em APROX 1756, em Brasil, falecido. ELA: Não deixaram filhos. Benemérita doadora das terras da fazenda Grande ao Senhor do Bom Jesus dos Aflitos. Renunciou à herança do pai em favor de seus irmãos.
B.3.7.8- Faustino de Souza Ferraz, profissão: Capitão. NOTAS: Nomeado Capitão de Infantaria a 8 de junho de 1797. Não se sabe se deixou filhos.
B.3.7.9- Antônio Manoel de Souza Ferraz, profissão: Ajud. de mestre de campo; e Dona Rosa
B.3.7.10- Anna de Souza da Silveira; e Luiz Antônio Marques de Souza. ELA: Morava no sítio Mororó, termo da vila de Cimbres (Pesqueira).
B.3.7.11- Cipriano de Souza Ferraz (Veja família de B.3.2.3)
F.4- Joana Fagundes de Sousa, cas. em 1740, com Manuel da Cruz Neves, profissão: Sargento-mor, nasc. em Porto, Portugal. ELA: Originária de Sergipe e radicada em Santo Antônio de Pambú-BA.. ELE: Foi o primeiro CRUZ NEVES a chegar no Nordeste e no Brasil.
N.4.1- Isabel da Cruz Neves, cas. em 1756, em Sítio Santana, Barbalha, Ceará, Brasil, com Domingos Paes Landim (filho de José Paes Landim). ELE: Tiveram 15 filhos, dando origem aos Cruz e aos Landim do Sítio Brejão, de Barbalha e Missão Velha.
N.4.2- Narcisa da Cruz Neves, cas. em 1762, com Cosme Tavares da Cruz
N.4.3- Eufrásia da Cruz Neves, cas. com Francisco de Freitas Fragoso
N.4.4- Antônio da Cruz Neves, profissão: Tenente, nasc. em 1740, falec. em 1834; e Ana de Azevedo. ELE: "Tonico da Serra do Mato", tronco comum dos Cruz Neves, Pereira Neves e Cruz Sampaio de Jardim-CE e sertões de Pernambuco.
B.4.4.1- Antônia da Cruz Neves, cas. com Pedro Álvares Pereira
N.4.4- Antônio da Cruz Neves, profissão: Tenente, nasc. em 1740, falec. em 1834, cas. com Maria Vieira de Jesus. ELE: "Tonico da Serra do Mato", tronco comum dos Cruz Neves, Pereira Neves e Cruz Sampaio de Jardim-CE e sertões de Pernambuco.
B.4.4.2- Manuel da Cruz Neves
B.4.4.3- Francisco Borges da Cruz Neves
B.4.4.4- Gonçalo da Cruz Neves
B.4.4.5- Ana Maria de Jesus, cas. com Joaquim José de Santa Ana. ELE: Constituiu o tronco dos Santana de Barbalha e Missão Velha-CE.
B.4.4.6- Antonia Maria de Jesus, cas. com Paulo Alves Pereira
B.4.4.7- Maria de Jesus
B.4.4.8- Isabel da Cruz Neves
B.4.4.9- Antônio da Cruz Neves Júnior; e Jacinta Xavier da Silveira. ELA: Também consta seu nome como Jacinta Xavier de Vasconcelos.
B.4.4.9- Antônio da Cruz Neves Júnior, cas. com Francisca Rosa dos Santos
N.4.4- Antônio da Cruz Neves, profissão: Tenente, nasc. em 1740, falec. em 1834. ELE: "Tonico da Serra do Mato", tronco comum dos Cruz Neves, Pereira Neves e Cruz Sampaio de Jardim-CE e sertões de Pernambuco.
B.4.4.10- Maria da Cruz Neves, cas. com Felipe Benício
B.4.4.10- Maria da Cruz Neves, cas. com Félix José de Barros Leite
N.4.4- Antônio da Cruz Neves, profissão: Tenente, nasc. em 1740, falec. em 1834, cas. com Francisca Maria de Jesus. ELE: "Tonico da Serra do Mato", tronco comum dos Cruz Neves, Pereira Neves e Cruz Sampaio de Jardim-CE e sertões de Pernambuco.. ELA: Neta paterna do sargento-mor Manoel da Cruz Neves, português do bispado do Porto, e Joana Fagundes de Sousa. Neta materna do Tenente Antonio Correia de Sampaio e Maria Lourenço Coutinho da Encarnação.
B.4.4.11- Quitéria da Cruz Neves, nasc. em Jardim, Ceará, Brasil; e Manuel de Sá Araújo (filho de José de Sá Araújo e Maria Alves de Carvalho), nasc. em Fazenda Canabrava, Belém do São Francisco, Pernambuco, Brasil, falec. em 20-11-1862. ELE: Residia em Salgueiro - PE. Construiu a primeira igreja de Salgueiro e foram os fundadores da cidade de Salgueiro, em 23 de dezembro de 1835.
B.4.4.12- Maria da Cruz Neves. NOTAS: Falecida criança
B.4.4.13- Maria da Cruz Neves. NOTAS: Falecida criança
B.4.4.14- José da Cruz Neves. NOTAS: Falecido criança
B.4.4.15- Antônio da Cruz Neves. NOTAS: Falecido criança
N.4.5- Marcelino da Cruz Neves, cas. em 1773, com Maria da Conceição
F.5- Isabel de Sousa da Silveira, cas. com Antônio Pereira de Lima, nasc. em Gerais de Lima, Portugal

Resumo: 5 filhos, 17 netos, 57 bisnetos, 0 trinetos e 0 tetranetos.


gerações.

Atenção! Relatórios de tetranetos podem gerar uma grande quantidade de dados e não executar corretamente. Se esta mensagem aparecer no final do relatório, então está completo.


 
   
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