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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quarta-Feira, 5-8-2020  

Relação dos Ancestrais de
José Olímpio Alves

1 - José Olímpio Alves - (filho de 2 - Olímpio Alves dos Santos e 3 - Leondia Alves dos Santos)

Pais

2 - Olímpio Alves dos Santos - (filho de 4 - João Alves dos Santos e 5 - Tereza Alves dos Santos) Casado duas vezes com parentes.
3 - Leondia Alves dos Santos - (filha de 6 - José Alves Nogueira e 7 - Maria Alves Lima)

Avós

4 - João Alves dos Santos (*1853) - (filho de 8 - Balbino Barbosa Nogueira e 9 - Antônia Alves dos Santos)
5 - Tereza Alves dos Santos
6 - José Alves Nogueira (*1846) - (filho de 12 - Balbino Barbosa Nogueira e 13 - Antônia Alves dos Santos) (Tio Zeco).
7 - Maria Alves Lima

Bisavós

8 - Balbino Barbosa Nogueira (+ANTES DE 1868) - (filho de 16 - Padre Francisco Barbosa Nogueira e 17 - Quitéria Pereira da Cunha)
9 - Antônia Alves dos Santos
12 - Balbino Barbosa Nogueira (+ANTES DE 1868) - (filho de 24 - Padre Francisco Barbosa Nogueira e 25 - Quitéria Pereira da Cunha) (Mesma pessoa de nº 8)
13 - Antônia Alves dos Santos (Mesma pessoa de nº 9)

Trisavós

16 - Padre Francisco Barbosa Nogueira (*1771, +18-02-1839) - (filho de 32 - Francisco Barbosa Nogueira e 33 - Maria da Silva Barros) Padre. (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
17 - Quitéria Pereira da Cunha (+15-10-1868) - (filha de 34 - Antônio Pereira da Cunha) Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
24 - Padre Francisco Barbosa Nogueira (*1771, +18-02-1839) - (filho de 48 - Francisco Barbosa Nogueira e 49 - Maria da Silva Barros) (Mesma pessoa de nº 16)
25 - Quitéria Pereira da Cunha (+15-10-1868) - (filha de 50 - Antônio Pereira da Cunha) (Mesma pessoa de nº 17)

Tetravós

32 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 64 - João Nunes de Barros e 65 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
33 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 66 - Manoel Lopes Diniz e 67 - Maria de Barros da Silveira)
34 - Antônio Pereira da Cunha - (filho de 68 - Nome Desconhecido e 69 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Boqueirão, em Vila Vela (hoje, município de Belmonte - PE). Rendeiro da Fazenda Carnaúba, juntamente com José Carlos Rodrigues do Nascimento, que era casado com Ana Joana Batista Pereira da Cunha (parece ser irmã ou filha de Antônio Pereira da Cunha). Além da Carnaúba, José Carlos era dono da Canafístula e Sabonete. Doou como dote ao genro José Pereira da Silva a fazenda Carnaúba (ou a sua parte arrendada), tronco da família Pereira do sertão do Pajeú.
48 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 96 - João Nunes de Barros e 97 - Antônia Barbosa Nogueira) (Mesma pessoa de nº 32)
49 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 98 - Manoel Lopes Diniz e 99 - Maria de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 33)
50 - Antônio Pereira da Cunha - (filho de 100 - Nome Desconhecido e 101 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 34)

Pentavós

64 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
65 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 130 - Nome Desconhecido)
66 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 132 - Bento Lopes e 133 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
67 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 134 - João Pinto Leal e 135 - Maria de Barros da Silveira)
68 - Nome Desconhecido
69 - Nome Desconhecido
96 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) (Mesma pessoa de nº 64)
97 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 194 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 65)
98 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 196 - Bento Lopes e 197 - Águeda Maria Diniz) (Mesma pessoa de nº 66)
99 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 198 - João Pinto Leal e 199 - Maria de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 67)
100 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 68)
101 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 69)

Hexavós

130 - Nome Desconhecido
132 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 264 - Gaspar Lopes e 265 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
133 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 266 - Manoel Dias e 267 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
134 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
135 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 270 - Manoel de Souza da Rocha e 271 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
194 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 130)
196 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 392 - Gaspar Lopes e 393 - Catarina Teixeira) (Mesma pessoa de nº 132)
197 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 394 - Manoel Dias e 395 - Ana Diniz) (Mesma pessoa de nº 133)
198 - João Pinto Leal (+Sim) (Mesma pessoa de nº 134)
199 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 398 - Manoel de Souza da Rocha e 399 - Feliciana de Barros da Silveira) (Mesma pessoa de nº 135)

Heptavós

264 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 528 - Manoel Francisco Lopes e 529 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
265 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 530 - Gonçalo Teixeira e 531 - Maria Francisca)
266 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 532 - Gaspar Dias e 533 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
267 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 534 - Domingos Gonçalves e 535 - Francisca Diniz)
270 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
271 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)
392 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 784 - Manoel Francisco Lopes e 785 - Maria Antônia) (Mesma pessoa de nº 264)
393 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 786 - Gonçalo Teixeira e 787 - Maria Francisca) (Mesma pessoa de nº 265)
394 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 788 - Gaspar Dias e 789 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 266)
395 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 790 - Domingos Gonçalves e 791 - Francisca Diniz) (Mesma pessoa de nº 267)
398 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 270)
399 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 271)

Octavós

528 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 1056 - Gaspar Francisco e 1057 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
529 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 1058 - Francisco Diniz e 1059 - Maria Dias)
530 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 1060 - Antônio Teixeira e 1061 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
531 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 1062 - Francisco Fernandes e 1063 - Violante Gonçalves)
532 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
533 - Maria Dias (+1699)
534 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
535 - Francisca Diniz (+1675)
784 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 1568 - Gaspar Francisco e 1569 - Catarina Lopes) (Mesma pessoa de nº 528)
785 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 1570 - Francisco Diniz e 1571 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 529)
786 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 1572 - Antônio Teixeira e 1573 - Maria Dias) (Mesma pessoa de nº 530)
787 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 1574 - Francisco Fernandes e 1575 - Violante Gonçalves) (Mesma pessoa de nº 531)
788 - Gaspar Dias (+1667) (Mesma pessoa de nº 532)
789 - Maria Dias (+1699) (Mesma pessoa de nº 533)
790 - Domingos Gonçalves (+1664) (Mesma pessoa de nº 534)
791 - Francisca Diniz (+1675) (Mesma pessoa de nº 535)

Eneavós (9º avós)

1056 - Gaspar Francisco - (filho de 2112 - Francisco Jorge e 2113 - Margarida Alves)
1057 - Catarina Lopes - (filha de 2114 - Gonçalo Lopes e 2115 - Margarida Alves)
1058 - Francisco Diniz (+1628)
1059 - Maria Dias (+1610)
1060 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
1061 - Maria Dias
1062 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
1063 - Violante Gonçalves (+1659)
1568 - Gaspar Francisco - (filho de 3136 - Francisco Jorge e 3137 - Margarida Alves) (Mesma pessoa de nº 1056)
1569 - Catarina Lopes - (filha de 3138 - Gonçalo Lopes e 3139 - Margarida Alves) (Mesma pessoa de nº 1057)
1570 - Francisco Diniz (+1628) (Mesma pessoa de nº 1058)
1571 - Maria Dias (+1610) (Mesma pessoa de nº 1059)
1572 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) (Mesma pessoa de nº 1060)
1573 - Maria Dias (Mesma pessoa de nº 1061)
1574 - Francisco Fernandes (+1670) (Mesma pessoa de nº 1062)
1575 - Violante Gonçalves (+1659) (Mesma pessoa de nº 1063)

Decavós (10º avós)

2112 - Francisco Jorge
2113 - Margarida Alves (+1632)
2114 - Gonçalo Lopes (+1631)
2115 - Margarida Alves (+1613)
3136 - Francisco Jorge (Mesma pessoa de nº 2112)
3137 - Margarida Alves (+1632) (Mesma pessoa de nº 2113)
3138 - Gonçalo Lopes (+1631) (Mesma pessoa de nº 2114)
3139 - Margarida Alves (+1613) (Mesma pessoa de nº 2115)

Total de Ancestrais: 94
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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