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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sábado, 4-7-2020  

Relação dos Ancestrais de
José Gonçalves Torres

1 - José Gonçalves Torres (*1844, +01-04-1922) - (filho de 2 - Antônio Gonçalves Torres e Silva e 3 - Anna Margarida de Sá) Coronel. (Coronel Cazé Torres). De Floresta. Comerciante e fazendeiro, dono de partes de terra nas Fazendas: Grande, Pedra Vermelha, Milagres, Jacurutú e Sítio Boqueirão na Serra do Arapuá. Capitão Secretário Geral da Guarda Nacional, e a 20.11.1869, recebeu a patente de Comandante Superior, dos municípios de Tacaratú e Floresta onde foi chefe do Partido Conservador e conselheiro Municipal por várias vezes, (de 1864 a 1889), presidente do 1º e do 4º e último Conselho Municipal de Intendência, (1889 a 1892), vereador em diversas legislaturas e prefeito 02 vezes, (de 1895 a 98 e de 1904 a 07), na sua última gestão a Vila da Floresta foi elevada á categoria de cidade, (a 20.06.1907), e foram plantados os tamarindos na rua principal, (antiga 07 de setembro), pelo funcionário João Gomes Barbosa, apelidado: "o pai dos tamarindos". (Fonte: Nivaldo Carvalho).

Pais

2 - Antônio Gonçalves Torres e Silva (+10-02-1899) - (filho de 4 - José Gonçalves Torres e 5 - Antônia Maria da Conceição) Capitão.
3 - Anna Margarida de Sá (+1847) - (filha de 6 - Manoel Gomes de Sá e 7 - Maria dos Anjos da Purificação) Morava na Faz. "Olho D'agua da Travessia".

Avós

4 - José Gonçalves Torres Alferes. Da Faz. "Alegre," no São Francisco.
5 - Antônia Maria da Conceição
6 - Manoel Gomes de Sá (*1775, +11-07-1875) - (filho de 12 - José Gomes de Sá e 13 - Feliciana da Silva da Purificação) Alferes. O Alferes Manoel Gomes e Maria Correia, foram os fundadores da Faz. Pedra Vermelha, situada na parte de cima da Faz. Capim Grosso. Seus descendentes são os Gonçalves, os Torres e outros.
7 - Maria dos Anjos da Purificação (+21-10-1867) - (filha de 14 - Custódia Gomes de Sá e 15 - Luciano Correia de Melo) (Maria Correia). Criou 16 filhos, conforme relações de herdeiros no seu inventário e de seu marido Manoel, em 1867 e 1875. Entre outros bens foram inventariadas terras nas Fazendas: "Pedra Vermelha"; "Retiro"e "Enjeitado" na Serra do Arapuá; "Fazenda Grande", no Moxotó; "Cabaças" em Salgueiro; "Riacho"; "Cravatá" e "Volta", na margem pernambucana do S. Francisco; e "Tapera" na Bahia. (Vê-se nos citados inventários, que são nomeados os filhos homens em 1º lugar e as filhas mulheres e filhos falecidos em 2º plano). (Fonte: Nivaldo Carvalho).

Bisavós

12 - José Gomes de Sá - (filho de 24 - Francisco Gomes de Sá e 25 - Antônia de Souza da Rocha) Capitão-comandante. De Gravatá.
13 - Feliciana da Silva da Purificação - (filha de 26 - Joaquim de Almeida da Silva Leal e 27 - Maria da Silva) (ou Feliciana da Silva Leal). Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.
14 - Custódia Gomes de Sá - (filho de 28 - Antônio Francisco de Novaes e 29 - Antônia Maria da Conceição) Os filhos do casal são baseados em tradição oral.
15 - Luciano Correia de Melo Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratú, em 1808. Era também boiadeiro e comerciava gado em boiadas conduzidas do sertão para a capital da Bahia, onde em 1797 foi encarregado de mandar celebrar diversas missas, a pedido do Cel. Manoel Lopes Diniz (o Filho), cumprindo determinação do testamento do pai, devidamente documentados, conforme recibos dos vigários celebrantes nos seguintes termos: "uma capela de missas (50 missas), pelas almas do pai, mãe e parentes de Manoel Lopes Diniz, na igreja de N. Srª. da Saúde e Glória, a 01.02.1797; uma capela de missas pela alma do defunto Manoel Lopes Diniz; outra capela de missas pelas almas do purgatório, na Bahia, a 22.03.2797; vinte cinco missas a N. Srª. da Soledade, em 26.03.1797; e 12 mil réis de missas no dia 23.12.1797". Documentos apontam que a sua descendência ficou no Termo de Pambú, na margem baiana do S. Francisco, mas há forte indício de que parte dela tenha migrado para Tacaratú, (se é que Tacaratú não fazia parte desse Termo), onde há uma antiga e numerosa família com este sobrenome. E também na Freguesia de Faz. Grande (Floresta), com presença destacada nas fazendas da Ribeira do Capim Grosso, principalmente na Fazenda "Pedra Vermelha," onde muitos dos descendentes dos seus primeiros donos, costumam afirmar que: "são Novaes, da Faz. Pedra Vermelha", observando-se que há grande incidência dos nomes Custódia e Luciano (a), na geração dos fundadores daquela fazenda, que faz parte da antiga Capim Grosso, herdada do Sargento-mor pela filha Custódia, em 1806. (Fonte: Nivaldo Carvalho).

Trisavós

24 - Francisco Gomes de Sá - (filho de 48 - José Francisco de Seixas e 49 - Custódia Gomes de Sá) Capitão-Comandante. Da Fazenda Riacho, na embocadura do Riacho dos Mandantes no rio S. Francisco, hoje coberta pelas águas da barragem de Itaparica.
25 - Antônia de Souza da Rocha - (filha de 50 - Manoel de Souza da Rocha e 51 - Feliciana de Barros da Silveira)
26 - Joaquim de Almeida da Silva Leal - (filho de 52 - João Pinto Leal e 53 - Maria de Barros da Silveira)
27 - Maria da Silva
28 - Antônio Francisco de Novaes (+09-10-1806) - (filho de 56 - José Francisco de Souza e 57 - Esposa Ainda Desconhecida) Sargento-Mor. O Sargento Mor Antônio Francisco de Novaes foi grande criador de gado (bovino, cavalar, muar e criação miúda), estabelecido em fins do século XVIII na Fazenda "Capim Grosso", imensa extensão de terras, subdivididas atualmente em diversas pequenas e médias propriedades, grande parte dela ainda pertencentes aos seus descendentes ou a terceiros que as adquiriram por compra, desde a Fazenda "Tapera de Baixo," até a Fazenda "Pedra Vermelha". Tendo comprado aquela Fazenda, em 03.08.1796, a José Marques de Souza e sua mulher Rosa Maria Alves e Antônio de Souza e sua mulher Paula Perpétua de São Pedro, pelo preço de 700$000 (setecentos mil réis), com os seguintes limites; (conforme escrita da época):

"Da parte do nascente com a Fazenda Grande, no lugar chamado a Malhada Grande correndo rumo direto para a parte do Rio S. Francisco extrema com as fazendas da Pedra e Jatinan onde confronta com a lagoa da Catinga e daí correndo rumo direto para cima pela parte de cá da Serra Branca, buscando ao poente, até imparear, correndo rumo direito pela parte da Serra do Irapuá pelo altinho que está entre a baixinha do Papagaio e Riacho da Ingazeira até imparear ou confrontar com a ponta da Serra do Itó, correndo rumo pela Serra abaixo até o fim dela, extremando com a fazenda Panela d'Agua pelo Centro de uma para a de outra por onde for de razão, até imparear com a dita Malhada Grande, e para a parte do Curralinho e Campo Grande, extrema no Taboleiro do Capim Grosso de Fora, e assim extremando o dito comprador... por si etc... O Tam. Pº. Domingos Gomes".
Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano".

Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano". Era dono ou rendeiro também dos Sítios "Enjeitado" e "Tamboril", na Serra do Arapuá, em cujas propriedades desenvolveu atividades pastoris e agrícolas, com seus agregados e escravos que naquelas propriedades laboravam temporariamente ou residiam.

No seu inventário deixa um patrimônio avaliado pelo Capitão-mor José Lopes Diniz e o Ajudante Antônio Manoel de Souza Ferraz, em 15.635$450 réis, em gado, imóveis, e os seguintes bens de raiz: "um Sítio de terras na Misericórdia, no Pajeú, com légua e meia de comprido, adquirido por compra a Manoel Correia de Melo, (possivelmente irmão do seu genro), e a Joaquim Fernandes de Cerqueira; um Sítio de Terras no Capim Grosso; um curral na Pedra Vermelha; um cercado e curral na Volta; um Sítio(?) na beira do São Francisco, havido por herança do sogro e pai Vitório de Souza, (Vitório de Souza da Rocha, inventariado em 1779); o Sítio Tapera de Paulo Afonso, na Ribeira do S. Francisco, Termo de Pambú, havido por compra; o Sítio Tamboril na Serra do Arapuá". Também figuram algumas dívidas, entre elas 43$530 réis ao crioulo Pascoal Coelho de Lemos, morador na Serra do Arapuá. Não havendo qualquer referência a um 1º ou 2º casamentos seu, conforme noticia Stella Noves. Se assim foi, só houve os 04 filhos com (a 2ª esposa?) Antônia Maria da Conceição, que são contemplados em seu testamento de 1817 e que dela são herdeiros em 1830.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
29 - Antônia Maria da Conceição (*1758, +06-06-1830) - (filha de 58 - Vitório de Souza da Rocha e 59 - Antônia Pereira Leite) Fez o seu testamento a 28.01.1817, quando contava 59 anos de idade e morava na sua Faz. "Misericórdia", tendo como testamenteiro seu filho José Francisco de Novaes.

Seus pais eram originários da Faz. "Tacoatiara," do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco, outrora pertencente aos seus avós paternos: Capitão Manoel de Souza da Rocha (+1749) e sua mulher Feliciana de Barros (da Silveira +1759). Em 1749, quando se encontrava preso no Recife o Capitão Manoel de Souza da Roxa (Rocha), pelo não recolhimento dos impostos, por ele arrematados, e o real donativo do ano de 1746, no valor total de 6 mil cruzados. Prestaram fiança para a sua libertação: o Alferes João Pinto Leal e sua mulher Maria de Barros (da Silveira); o Tenente Cel. Luiz Furtado de Almeida e sua mulher Beatriz de Souza da Silveira e o Capitão Jerônimo de Souza Ferraz e sua mulher Margarida de Souza (da Silveira), e como testemunha Manoel de Barros da Silveira. Deixando crer que eram parentes, pelo menos por afinidade, numa hipótese consistente de que a esposa do réu e as esposas dos fiadores eram irmãs; (inclusive a testemunha), filhas de Manoel de Barros e Souza e Joana Fagundes da Silveira, originários da freguesia de Jesus-Maria-José de Pé-de-Banco, em Sergipe Del Rei, que naquela época fazia parte da Bahia, e que em 1726 já estavam radicados na Missão do Pambú, do lado baiano do rio São Francisco, passando depois para o lado de Pernambuco (Cabrobó e Tacaratú), com ramificações estabelecidas no Ceará e Paraíba.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.

Tetravós

48 - José Francisco de Seixas Capitão-Mor e Juiz Ordinário. Nomeado Tenente da Cia. do Cel. Francº Rodrigues de Figueiredo em 1729; em 1732 Cap. do Regitº da Infantaria da Ordem da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas; em 1833 e 1738, Juiz Ordinário da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas, em nomeações seqüenciadas, até 1757, quando ainda aparece como Juiz Ordinário de Cabrobó. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
49 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 98 - David Gomes de Sá)
50 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
51 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)
52 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
53 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 106 - Manoel de Souza da Rocha e 107 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
56 - José Francisco de Souza - (filho de 112 - José Francisco de Seixas e 113 - Custódia Gomes de Sá)
57 - Esposa Ainda Desconhecida Possivelmente originária dos Novaes de Cabrobó.
58 - Vitório de Souza da Rocha - (filho de 116 - Manoel de Souza da Rocha e 117 - Feliciana de Barros da Silveira) Originário da Faz. "Tacoatiara", do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
59 - Antônia Pereira Leite

Pentavós

98 - David Gomes de Sá Tenente Coronel.
106 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 50)
107 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 51)
112 - José Francisco de Seixas (Mesma pessoa de nº 48)
113 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 226 - David Gomes de Sá) (Mesma pessoa de nº 49)
116 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 50)
117 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 51)

Hexavós

226 - David Gomes de Sá (Mesma pessoa de nº 98)

Total de Ancestrais: 34
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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