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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sexta-Feira, 14-8-2020  

Relação dos Ancestrais de
Rodrigo Bedê Avelino Silveira

1 - Rodrigo Bedê Avelino Silveira - (filho de 2 - Roberto Avelino Silveira e 3 - Marcela Bedê Aguiar)

Pais

2 - Roberto Avelino Silveira
3 - Marcela Bedê Aguiar - (filha de 6 - Marcos Fábio Bedê Silva Aguiar e 7 - Constância Pereira de Aguiar)

Avós

6 - Marcos Fábio Bedê Silva Aguiar Cel do Exército da reserva e Advogado.
7 - Constância Pereira de Aguiar - (filha de 14 - Luiz Pereira de Aguiar e 15 - Francisca Nunes Pereira) (Sônia).

Bisavós

14 - Luiz Pereira de Aguiar - (filho de 28 - Sebastião Pereira de Aguiar e 29 - Luzia Pereira da Silva) (Luiz Baião do Jatobá).
15 - Francisca Nunes Pereira (Minô).

Trisavós

28 - Sebastião Pereira de Aguiar - (filho de 56 - Joaquim Pereira da Silva e 57 - Severina Pereira de Aguiar) (Baiãozinho do Exu Velho).
29 - Luzia Pereira da Silva - (filha de 58 - Manoel Pereira da Silva e Sá e 59 - Úrsula Alves de Barros)

Tetravós

56 - Joaquim Pereira da Silva (*1804, +1890) - (filho de 112 - José Pereira da Silva e 113 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Proprietário da fazenda Carnaúba (segundo Venício Feitosa Neves).
57 - Severina Pereira de Aguiar - (filha de 115 - Tereza Maria) Teve como testemunha de casamento o Sr. Francisco Alves Santos Brasil. Fonte Valdir Nogueira.
58 - Manoel Pereira da Silva e Sá - (filho de 116 - Francisco Pereira da Silva e 117 - Ana Mariano de Sá) (Manoel da Passagem do Meio).
59 - Úrsula Alves de Barros (+1877) - (filha de 118 - Francisco Alves da Fonseca e 119 - Ana Maria das Virgens) (ou Úrsula Benigna das Virgens).

Pentavós

112 - José Pereira da Silva (+1837) - (filho de 224 - Manuel Pereira da Silva e 225 - Joaquina Pereira) Capitão. Conhecido como Zezinho. Tronco dos Pereiras da lendária Ribeira do Pajeú, no Sertão de Pernambuco. Diz-se em Serra Talhada que José Pereira chegara àquela região no século XVIII, egresso das Sesmarias do Alto Jaguaribe, nos Inhamuns, Estado do Ceará. Foi proprietário da Fazenda Carnaúba (mesmo nome da fazenda de seu pai), que pertence ao seu bisneto, deputado Argemiro Pereira. Algumas informações sobre os seus filhos foram obtidas do blog Cariri Cangaço - A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio (http://cariricangaco.blogspot.com.br/2013/03/a-chegada-de-sinho-pereira-ao-cariri.html?m=1). Foi dono da fazenda Mocambo. Capitão de Ordenanças, Vereador de Flores, Presidente da Câmara do Senado de Flores, Juiz Ordinário de Vila Bela, conforme documentos visto por Joaquim Pereira da Silva.
113 - Jacintha Océlia de Santo Antônio - (filha de 226 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 227 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha) (Ou Jacinta Rodrigues).
115 - Tereza Maria
116 - Francisco Pereira da Silva (*1793) - (filho de 232 - José Pereira da Silva e 233 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Coronel. Fundador da Vila de São Francisco. Vila Pajeú.
117 - Ana Mariano de Sá - (filha de 234 - José Mariano de Sá e 235 - Quitéria Rodrigues do Nascimento) (ou Manuela ?)
118 - Francisco Alves da Fonseca - (filho de 237 - Claudiana Maria do Espírito Santo) Coronel. Foi o primeiro proprietário da fazenda Barra do Exu, no município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, estado de Pernambuco. Em 1826 morava na Fazenda Grande, onde foi herdeiro de mãe.
119 - Ana Maria das Virgens (*1807, +ANTES DE 1860) - (filha de 238 - Manoel Lopes de Barros e 239 - Úrsula Maria das Virgens)

Hexavós

224 - Manuel Pereira da Silva (*1725) - (filho de 448 - Antônio Pereira da Silva e 449 - Maria Pereira da Silva) Da Fazenda Carnaúba, em Geremoabo, Estado da Bahia. Desembarcou em Salvador na primeira metade do século XVIII, vindo de Portugal. Na mesma caravela, vieram também quatro irmãos portugueses de nomes Marta, Alexandre, João Francisco (o caçula) e Leonel de Alencar Rego, que viera mais tarde a se casar com sua filha Maria da Assunção.

Manuel ou Manoel, migrou para o brasil via Salvador e encaminhou-se para as sesmarias dos Inhamuns no Ceará. Em 1777, fugindo da grande seca, subiu a serra do icó e instalou se em Russas onde fundou a vila de São Cosme e Damião, vindo a chamar se mais tarde de Pereiro (divisa com o RN), em sua homenagem. Da mesma forma a serra recebeu o nome de serra dos Pereiros.
Outras fontes referem se a Manuel Pereira do Canto , que obedece a mesma história, porém o põe CASADO com a Sra. Catarina Cardosa da Rocha Resende Macrina [#43654] , segunda esposa de Francisco Alves Feitosa (#43655) mãe em algumas fontes de José Pereira da Silva (#4340) e Antônio Pereira de Souza (#56750).
Algumas fontes Relatam que Catarina Macrina trouxe outros filhos do leito de Manuel Pereira do Canto (Silva), dentre eles Antônio Pereira da Silva que posteriormente instala se na divisa de PE e BA. Quanto ao Capitão Zezinho, segundo tradição oral, homem calado que falava pouco das origens, após desavença com o Coronel Francisco Feitosa, tomou rumo a barranca do Pajeú das Flores, e daí sabe se toda história até a fundação de Serra Talhada.
Fica ainda no Vácuo a correlação sabida da Sra. Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que casou se com Leonel Pereira de Alencar (Alenquer) do Rego (#6197) que teve na família títulos de nobreza negados por ter sangue de cristão novo convertido.
Leonel foi companheiro de viagem de Manuel Pereira para o Brasil, e desposou sua filha Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que deu origem ao clã dos Alencar do Rego de Exu, tornando se figura imponente na história, tendo o nome Pereira ofuscado. Contudo daí comprova se a parentela do Pereiras do Pajeu aos Alencar do Rego, junção que trás na história uma herança de sangue terrível, porém trás a fundação de tês cidades: Serra Talhada, Pereiro (PE) e Catarina no Ceará
Fonte: José Lacet de Lima Junior.
225 - Joaquina Pereira
226 - José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
227 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 454 - Nome Desconhecido e 455 - Nome Desconhecido)
232 - José Pereira da Silva (+1837) - (filho de 464 - Manuel Pereira da Silva e 465 - Joaquina Pereira) (Mesma pessoa de nº 112)
233 - Jacintha Océlia de Santo Antônio - (filha de 466 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 467 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha) (Mesma pessoa de nº 113)
234 - José Mariano de Sá Segundo consta, foi casado com uma das filhas de José Carlos Rodrigues, provavelmente Quitéria Rodrigues do Nascimento.
235 - Quitéria Rodrigues do Nascimento - (filha de 470 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 471 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha)
237 - Claudiana Maria do Espírito Santo Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
238 - Manoel Lopes de Barros (+1818) - (filho de 476 - Francisco Barbosa Nogueira e 477 - Maria da Silva Barros) Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
239 - Úrsula Maria das Virgens (*1785, +1860) - (filha de 478 - Vitorino Nunes de Barros e 479 - Ana Maria das Virgens) Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.

Heptavós

448 - Antônio Pereira da Silva
449 - Maria Pereira da Silva
454 - Nome Desconhecido
455 - Nome Desconhecido
464 - Manuel Pereira da Silva (*1725) - (filho de 928 - Antônio Pereira da Silva e 929 - Maria Pereira da Silva) (Mesma pessoa de nº 224)
465 - Joaquina Pereira (Mesma pessoa de nº 225)
466 - José Carlos Rodrigues do Nascimento (Mesma pessoa de nº 226)
467 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 934 - Nome Desconhecido e 935 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 227)
470 - José Carlos Rodrigues do Nascimento (Mesma pessoa de nº 226)
471 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 942 - Nome Desconhecido e 943 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 227)
476 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 952 - João Nunes de Barros e 953 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
477 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 954 - Manoel Lopes Diniz e 955 - Maria de Barros da Silveira)
478 - Vitorino Nunes de Barros (*1753, +ANTES DE 1801) - (filho de 956 - João Nunes de Barros e 957 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
479 - Ana Maria das Virgens Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.

Octavós

928 - Antônio Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 448)
929 - Maria Pereira da Silva (Mesma pessoa de nº 449)
934 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 454)
935 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 455)
942 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 454)
943 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 455)
952 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
953 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 1906 - Nome Desconhecido)
954 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 1908 - Bento Lopes e 1909 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
955 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 1910 - João Pinto Leal e 1911 - Maria de Barros da Silveira)
956 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) (Mesma pessoa de nº 952)
957 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 1914 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 953)

Eneavós (9º avós)

1906 - Nome Desconhecido
1908 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 3816 - Gaspar Lopes e 3817 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
1909 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 3818 - Manoel Dias e 3819 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
1910 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
1911 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 3822 - Manoel de Souza da Rocha e 3823 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
1914 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 1906)

Decavós (10º avós)

3816 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 7632 - Manoel Francisco Lopes e 7633 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
3817 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 7634 - Gonçalo Teixeira e 7635 - Maria Francisca)
3818 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 7636 - Gaspar Dias e 7637 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
3819 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 7638 - Domingos Gonçalves e 7639 - Francisca Diniz)
3822 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
3823 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)

11º avós

7632 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 15264 - Gaspar Francisco e 15265 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
7633 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 15266 - Francisco Diniz e 15267 - Maria Dias)
7634 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 15268 - Antônio Teixeira e 15269 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
7635 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 15270 - Francisco Fernandes e 15271 - Violante Gonçalves)
7636 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
7637 - Maria Dias (+1699)
7638 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
7639 - Francisca Diniz (+1675)

12º avós

15264 - Gaspar Francisco - (filho de 30528 - Francisco Jorge e 30529 - Margarida Alves)
15265 - Catarina Lopes - (filha de 30530 - Gonçalo Lopes e 30531 - Margarida Alves)
15266 - Francisco Diniz (+1628)
15267 - Maria Dias (+1610)
15268 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
15269 - Maria Dias
15270 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
15271 - Violante Gonçalves (+1659)

13º avós

30528 - Francisco Jorge
30529 - Margarida Alves (+1632)
30530 - Gonçalo Lopes (+1631)
30531 - Margarida Alves (+1613)

Total de Ancestrais: 88
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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