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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quarta-Feira, 22-10-2014  

Relação dos Ancestrais de
Gabriela Torres Laje

1 - Gabriela Torres Laje - (filha de 3 - Maria Cristina de Siqueira Torres)

Pais

3 - Maria Cristina de Siqueira Torres - (filha de 6 - Cícero Bulcão de Siqueira Torres e 7 - Maria Eunice de Siqueira Torres)

Avós

6 - Cícero Bulcão de Siqueira Torres - (filho de 12 - José de Anchieta de Siqueira Torres e 13 - Diva Bulcão de Siqueira Torres)
7 - Maria Eunice de Siqueira Torres

Bisavós

12 - José de Anchieta de Siqueira Torres - (filho de 24 - Pompeu Cidrão de Siqueira Torres e 25 - Rosa Vieira de Alencar) Radicou-se no Amazonas, onde constituiu família.
13 - Diva Bulcão de Siqueira Torres

Trisavós

24 - Pompeu Cidrão de Siqueira Torres - (filho de 48 - Joaquim Antônio de Siqueira Torres e 49 - Joaquina Vieira Sandes)
25 - Rosa Vieira de Alencar - (filha de 50 - João Damasceno)

Tetravós

48 - Joaquim Antônio de Siqueira Torres (*08-12-1808, +29-01-1888) - (filho de 96 - Theotônio Vitoriano de Siqueira Torres e 97 - Gertrudes Maria da Trindade Vieira Sandes) Barão. O Barão de Água Branca (1º Barão, a 15-11-1879). Tenente-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem de São Gregório Magno, agricultor, criador e comerciante, era chefe do Partido Liberal em sua cidade. Filantropo, mandou construir às suas expensas a Igreja Matriz de Água Branca, na qual gastou perto de quatrocentos mil cruzados. Casou-se a primeira vez com D. Joaquina Vieira Sandes e foram os pais de 3 filhos, dos quais ignoramos os nomes, e, em segundas núpcias com sua cunhada (irmã de sua primeira esposa), D. Joana Sandes, depois Baronesa de Água Branca. Tiveram, então, 12 filhos, entre os quais o Dr. Antônio (engenheiro) e o Padre Cícero Joaquim de Siqueira Torres, vigário de Água Branca. Quando viúvo de sua primeira esposa houve o Barão um filho: o Padre Joaquim Antônio de Siqueira Torres, também vigário de Água Branca.
49 - Joaquina Vieira Sandes - (filha de 98 - Antônio Vieira Sandes e 99 - Luiza Vieira Sandes)
50 - João Damasceno De Mata Grande-AL.

Pentavós

96 - Theotônio Vitoriano de Siqueira Torres (*1784, +12-01-1835) Capitão da Guarda Nac.. De Cimbres - PE, foi morar em Água Branca, faleceu com 51 anos, em 12/jan/1831
97 - Gertrudes Maria da Trindade Vieira Sandes (+02-01-1860) - (filha de 194 - Faustino Vieira Sandes e 195 - Maria da Conceição)
98 - Antônio Vieira Sandes - (filho de 196 - João Vieira Sandes e 197 - Leonor)
99 - Luiza Vieira Sandes (*1795, +1861)

Hexavós

194 - Faustino Vieira Sandes - (filho de 388 - Faustino Vieira Sandes)
195 - Maria da Conceição Irmã ou prima de D. Francisca Quitéria de Sá.
196 - João Vieira Sandes - (filho de 392 - Faustino Vieira Sandes)
197 - Leonor

Heptavós

388 - Faustino Vieira Sandes (*1680, +1760) Água Branca
Localizada numa das regiões mais altas de Alagoas, a 574 metros acima do nível do mar, distando 304 km de Maceíó, a cidade de Água Branca, tem tradição no Estado. Sua imponente Igreja matriz, a casa do Barão e outros sobrados construídos há mais de um século, se constituem num atração a parte a todos aqueles que se dirigem aquela bela cidade do alto Sertão alagoano, que possui um população de cerca de 4 mil habitantes na parte urbana e mais 13.861 na zona rural, segundo os últimos dados fornecidos pelo Anuário Estatístico de Alagoas, de 1998.
Sua história começa no século XVIII, com a chegada da família Vieira Sandes, ancestrais dos Torres, que permanecem na cidade e em outras partes de Alagoas, atuando na agricultura, pecuária, comércio, indústria, política, magistatura, magistério, medicina, literatura e em outros campos.
O coronel Faustino Vieira Sandes, foi o dono da sesmaria (grande propriedade) que originou a povoação de Água Branca, antes denominada Matinha de Água Branca, uma alusão a fonte de água muito branca que existia no local.
Terra fértil, logo a família Vieira Sandes começou o plantio de lavouras. Até a cana-de-açúcar foi plantada, gerando a implantação de engenhos de rapadura, que duraram vários anos. A fé católica presente na família, fez com que fosse erguida a primeira capela, em louvor de Nossa Senhora do Rosário. Só em 1864, criou-se a Freguesia, já com a nova padroeira: Nossa Senhora da Conceição. A vila foi criada em 24 de abril de 1875.
Famílias tradicionais: Vieira, Torres, Luna, Sandes, Bezerra de Melo, Feitosa, Villar, Menezes, Serpa, Bandeira (inclui Delmiro Gouveia).
Fonte: http://www.condorguinchos.com.br/reporter/livroc.htm -
A História de Alagoas dos Caetés aos Marajás - Jair Barbosa Pimentel
392 - Faustino Vieira Sandes (*1680, +1760) (Mesma pessoa de nº 388)

Total de Ancestrais: 20
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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