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  Memória: Nenhum nome memorizado. Segunda-Feira, 20-9-2021  

Relação dos Ancestrais de
Manoel Joviniano Nogueira

1 - Manoel Joviniano Nogueira (*1885, +1940) - (filho de 2 - Francisco Ramos Nogueira e 3 - Claudiana Alves Torres) (Manoel Joviniano ou Manoel Ramos).

Pais

2 - Francisco Ramos Nogueira (*1837) - (filho de 4 - Roberto Ramos Nogueira e 5 - Luzia Barbosa Nogueira) Chico Ramos, da Fazenda Serra Vermelha.
3 - Claudiana Alves Torres - (filha de 6 - Manoel Clemente Ramos Nogueira e 7 - Úrsula Ramos Nogueira)

Avós

4 - Roberto Ramos Nogueira (*1801, +1864) - (filho de 8 - João Antônio Ramos Nogueira e 9 - Maria Manoela do Nascimento) Era o proprietário da Fazenda Cipós. Faleceu de cólera-morbus em 1864. Foi testemunha do casamento de seu sobrinho Antônio da Costa Araújo (Totonho do Marmeleiro).
5 - Luzia Barbosa Nogueira (+18-11-1855) - (filha de 10 - Padre Francisco Barbosa Nogueira e 11 - Quitéria Pereira da Cunha) (ou Luzia Barbosa da Silva, conforme consta do registro de casamento de sua filha Águida). Morava na Fazenda Cipós.
6 - Manoel Clemente Ramos Nogueira - (filho de 12 - João Antônio Ramos Nogueira e 13 - Maria Manoela do Nascimento)
7 - Úrsula Ramos Nogueira

Bisavós

8 - João Antônio Ramos Nogueira Marinheiro. Marinheiro português, residiu em Flores e teve 16 filhos. Em discordia com o Capitão-Mor Joaquim Nunes de Magalhães, Pau-Ferro, fugiu para Pilão Arcado. Mandou buscar a família e, não sendo possível, evadiu-se em companhia de seu filho Manoel Joviniano Ramos Nogueira (Gente Boa), deixando a última notícia em Oeiras, antiga capital do Piaui.
9 - Maria Manoela do Nascimento - (filha de 18 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 19 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha)
10 - Padre Francisco Barbosa Nogueira (*1771, +18-02-1839) - (filho de 20 - Francisco Barbosa Nogueira e 21 - Maria da Silva Barros) Padre. (Padre Barbosa). Presbítero secular da Igreja Católica Apostólica Romana, ordenado no seminário de Olinda, no início do século XIX. Em 25.05.1822 foi nomeado encarregado da freguesia da Fazenda Grande, tomando posse um mês depois, "diante de todos os fregueses, que nesse dia se achavam quase todos juntos pela solenidade do dia, no que se mostraram satisfeitos."
Algum tempo depois se retirou para Tacaratu-PE, donde tinha vindo por enfermidade dos olhos. (Conf. Livro "Registro e Provisões", 29/4 fls. 30v/31, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco).
Em 1799 recebe de seu tio materno, Vitorino Pinto da Silva, (por doação) a Fazenda "Várzea da Onça" (entre Mirandiba e Salgueiro), como dote necessário para sua ordenação, que se deu possivelmente no mesmo ano ou no seguinte.
Tomando conta da Freguesia de Fazenda Grande, em 1822, comprou duas casas de taipa, em construção, na Vila de Floresta, à sua tia Ana Maria Diniz (Siarana), conforme escritura de 16.11.1822, as quais teriam sido desmanchadas e construída a atual casa Paroquial (ou o "Chalé dos Pires" que dizem, foi construído pelo Pe. Américo Vasco e depois vendido para Manoel Pires de Carvalho Belfort, da Fazenda Cipó, e posteriormente comprado pela diocese de Floresta e demolido).
Exerceu funções eclesiásticas até a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia e foi sepultado na Igreja do Rosário, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Padre Antonio Gonçalves de Lima. Óbito registrado no livro n.1, página 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quitéria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.
11 - Quitéria Pereira da Cunha (+15-10-1868) - (filha de 22 - Antônio Pereira da Cunha) Era conhecida como "Quitéria Doida", por ter desafiado todas as proibições da Igreja, família e da sociedade, indo viver com um padre, o que era bastante marcante. Entretanto, era fato comum aos padres sertanejos daquela época ou anterior, serem "pais de família exemplares", o que ensejou a 1ª Constituição do Arcebispado da Bahia, em 1707, permitir em seu livro I, título 11, artigo 40, que os filhos desses padres fossem batizados não nas igrejas em que o pai fosse vigário, coadjutor, cura, capelão ou freguês, mas na freguesia mais próxima, sem pompa e sem acompanhamento, a não ser dos padrinhos. (Luiz Wilson - Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos). Era prima legítima de Maria Manoela do Nascimento, casada com João Antônio Ramos Nogueira.
12 - João Antônio Ramos Nogueira (Mesma pessoa de nº 8)
13 - Maria Manoela do Nascimento - (filha de 26 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 27 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha) (Mesma pessoa de nº 9)

Trisavós

18 - José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
19 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 38 - Nome Desconhecido e 39 - Nome Desconhecido)
20 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 40 - João Nunes de Barros e 41 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
21 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 42 - Manoel Lopes Diniz e 43 - Maria de Barros da Silveira)
22 - Antônio Pereira da Cunha - (filho de 44 - Nome Desconhecido e 45 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Boqueirão, em Vila Vela (hoje, município de Belmonte - PE). Rendeiro da Fazenda Carnaúba, juntamente com José Carlos Rodrigues do Nascimento, que era casado com Ana Joana Batista Pereira da Cunha (parece ser irmã ou filha de Antônio Pereira da Cunha). Além da Carnaúba, José Carlos era dono da Canafístula e Sabonete. Doou como dote ao genro José Pereira da Silva a fazenda Carnaúba (ou a sua parte arrendada), tronco da família Pereira do sertão do Pajeú.
26 - José Carlos Rodrigues do Nascimento (Mesma pessoa de nº 18)
27 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 54 - Nome Desconhecido e 55 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 19)

Tetravós

38 - Nome Desconhecido
39 - Nome Desconhecido
40 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
41 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 82 - Nome Desconhecido)
42 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 84 - Bento Lopes e 85 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
43 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 86 - João Pinto Leal e 87 - Maria de Barros da Silveira)
44 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 38)
45 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 39)
54 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 38)
55 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 39)

Pentavós

82 - Nome Desconhecido
84 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 168 - Gaspar Lopes e 169 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
85 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 170 - Manoel Dias e 171 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
86 - João Pinto Leal (*1660, +1750) - (filho de 172 - Gaspar Dias e 173 - Maria Dias) Alferes.
87 - Maria de Barros da Silveira (*1690, +Sim) - (filha de 174 - Manoel de Barros e Souza e 175 - Joana Fagundes da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.

Hexavós

168 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 336 - Manoel Francisco Lopes e 337 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
169 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 338 - Gonçalo Teixeira e 339 - Maria Francisca)
170 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 340 - Gaspar Dias e 341 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
171 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 342 - Domingos Gonçalves e 343 - Francisca Diniz)
172 - Gaspar Dias (*1630, +APROX 1690) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
173 - Maria Dias (+1699)
174 - Manoel de Barros e Souza (+03-11-1752) - (filho de 348 - Bento Barros e Alvim e 349 - Francisca de Abreu de Souza) Vindo para o Brasil, radicou-se em Sergipe.
175 - Joana Fagundes da Silveira (*APROX 1650, +Sim)

Heptavós

336 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 672 - Gaspar Francisco e 673 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
337 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 674 - Francisco Diniz e 675 - Maria Dias)
338 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 676 - Antônio Teixeira e 677 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
339 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 678 - Francisco Fernandes e 679 - Violante Gonçalves)
340 - Gaspar Dias (*1630, +APROX 1690) (Mesma pessoa de nº 172)
341 - Maria Dias (+1699) (Mesma pessoa de nº 173)
342 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
343 - Francisca Diniz (+1675)
348 - Bento Barros e Alvim (*27-01-1630, +12-12-1716) - (filho de 696 - Domingos de Barros e 697 - Maria Manuel)
349 - Francisca de Abreu de Souza (*1638, +04-03-1714) - (filha de 698 - Miguel Rebello de Sousa e 699 - Angela de Abreu)

Octavós

672 - Gaspar Francisco - (filho de 1344 - Francisco Jorge e 1345 - Margarida Alves)
673 - Catarina Lopes - (filha de 1346 - Gonçalo Lopes e 1347 - Margarida Alves)
674 - Francisco Diniz (+1628)
675 - Maria Dias (+1610)
676 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
677 - Maria Dias
678 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
679 - Violante Gonçalves (+1659)
696 - Domingos de Barros (+24-06-1669) - (filho de 1392 - Gaspar de Barros)
697 - Maria Manuel (*08-05-1591) - (filha de 1394 - Guaspar João e 1395 - Anna João)
698 - Miguel Rebello de Sousa (*1608, +26-08-1688)
699 - Angela de Abreu (*APROX 1589, +17-07-1674)

Eneavós (9º avós)

1344 - Francisco Jorge
1345 - Margarida Alves (+1632)
1346 - Gonçalo Lopes (+1631)
1347 - Margarida Alves (+1613)
1392 - Gaspar de Barros
1394 - Guaspar João (+12-08-1653)
1395 - Anna João (+1668)

Total de Ancestrais: 71
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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