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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quinta-Feira, 25-2-2021  

Relação dos Ancestrais de
Antônio Serafim de Souza Ferraz

1 - Antônio Serafim de Souza Ferraz (*1836, +1872) - (filho de 2 - Serafim de Souza Ferraz e 3 - Margarida de Souza e Silva) Tenente-Coronel. (Coronel Totonho da Serra Branca). Pelo Decreto Imperial de 10.4.1868, foi nomeado Tenente Coronel Chefe do Estado Maior do Comando Superior da Guarda Nacional dos Municípios de Tacaratu e Floresta, PE.

Pais

2 - Serafim de Souza Ferraz (*1804, +02-12-1867) - (filho de 4 - Antônio de Souza Ferraz e 5 - Margarida Maria da Silveira) Tenente-coronel. Herdou 1/4 de legua de terras da Fazenda Navio, onde nasceu, viveu e morreu. Foi um dos chefes da "Revolução da Serra Negra" (1849-1850), sendo preso em 1850, conseguindo anistia. Por decreto de D. Pedro II, de 14/3/1860, recebeu o título de Oficial da Ordem da Rosa, cujo juramento se deu em 8/5/1862, no Palácio Imperial do Rio de Janeiro, sendo Procurador o Dr. José Ildefonso de Souza Ramos, presidente da província que lhe concedera anistia em 1850. Foi o líder da emancipação política de Floresta tendo sido o primeiro Presidente da Câmara municipal em 1846. Era chefe liberal na região.
3 - Margarida de Souza e Silva (*1804, +27-06-1878) - (filha de 6 - Francisco da Silva Leal e 7 - Maria de Souza da Silveira) Conhecida como Guida.

Avós

4 - Antônio de Souza Ferraz - (filho de 8 - Dâmaso de Souza Ferraz e 9 - Joana Batista de Souza da Silveira)
5 - Margarida Maria da Silveira - (filha de 10 - Thomé de Souza Ferraz e 11 - Anna Maria do Nascimento)
6 - Francisco da Silva Leal (*1760, +1826) - (filho de 12 - Joaquim de Almeida da Silva Leal e 13 - Maria da Silva)
7 - Maria de Souza da Silveira - (filha de 14 - Dâmaso de Souza Ferraz e 15 - Joana Batista de Souza da Silveira) Conhecida como Mãe Grande dos Paus Pretos. Foi a tereceira esposa do viúvo Francisco da Silva Leal da Fazenda Paus Pretos, onde funcionou, no começo do século XIX, um Cartório de Notas da Povoação de Fazenda Grande, sob a orientação de seu filho Manoel da Silva Leal.

Bisavós

8 - Dâmaso de Souza Ferraz - (filho de 16 - Jerônimo de Souza Ferraz e 17 - Nome Desconhecido) Da Fazenda Curralinho. Foi nomeado Capitão dos Forasteiros da Ribeira do Pajeú em 8-09-1780.
9 - Joana Batista de Souza da Silveira
10 - Thomé de Souza Ferraz - (filho de 20 - Jerônimo de Souza Ferraz e 21 - Margarida de Souza da Silveira) Alferes. Foi testemunha na escritura de doacao da Fazenda Grande ao Senhor do Bom Jesus dos Aflitos, em 23.01.1776, onde hoje se encontra a cidade de Floresta, Pernambuco.
11 - Anna Maria do Nascimento (Donana).
12 - Joaquim de Almeida da Silva Leal - (filho de 24 - João Pinto Leal e 25 - Maria de Barros da Silveira)
13 - Maria da Silva
14 - Dâmaso de Souza Ferraz - (filho de 28 - Jerônimo de Souza Ferraz e 29 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 8)
15 - Joana Batista de Souza da Silveira (Mesma pessoa de nº 9)

Trisavós

16 - Jerônimo de Souza Ferraz (+20-05-1770) Foi o primeiro Ferraz que chegou a outrora FAZENDA GRANDE do Sertão de Pernambuco (depois Vila de Floresta e hoje FLORESTA), à margem direita do lendário Rio Pajeú (afluente seco do "Grande Rio" ou do Rio São Francisco).
17 - Nome Desconhecido
20 - Jerônimo de Souza Ferraz (+20-05-1770) (Mesma pessoa de nº 16)
21 - Margarida de Souza da Silveira (+1801)
24 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
25 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 50 - Manoel de Souza da Rocha e 51 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
28 - Jerônimo de Souza Ferraz (+20-05-1770) (Mesma pessoa de nº 16)
29 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 17)

Tetravós

50 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
51 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)

Total de Ancestrais: 24
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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