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  Memória: Nenhum nome memorizado. Terça-Feira, 7-4-2020  

Relação dos Ancestrais de
Manoel Gomes da Cunha Pedroza

1 - Manoel Gomes da Cunha Pedroza (*1818, +01-08-1901) Barão de Bonito (Coronel). O Barão de Bonito.
Para falar das atividades do coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza, depois que ele chegou no município do Bonito, iniciaremos com a escritura do arrendamento que se encontra no primeiro cartório do Bonito, no livro nú­mero 3 (três) de notas, folhas 114v. Essa escritura foi pas­sada. pelo senhor Henrique Marques Lins, proprietário, na época, do engenho Ilha de Flores, para o senhor Manoel Gomes da Cunha Pedroza. A escritura foi feita no dia 12 de junho de 1850 e correspondia a três anos de arrenda­mento.
Partiu do arrendamento deste engenho, a epopéia do coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza, que tornou­-se um grande e poderoso proprietário de vários engenhos e político influente no município do Bonito e por toda a região, como veremos adiante.
Segundo o acervo de Orlando Cavalcanti, o senhor Manoel Gomes da Cunha Pedroza nasceu na fazenda Ma­lhadinha, no município de Limoeiro, no ano de 1818. Infe­lizmente, não descreve o nome dos seus pais, mas mencio­na seu casamento com dona Izabel Francisca de Moura Borba, que depois passou a chamar-se Izabel Francisca de Moura Pedroza, falecida no engenho Ilha de Flores, em 1882.
O que chama a atenção é a data do seu falecimento, uma vez que, no cartório do Bonito, o inventário de dona Izabel foi procedido no ano de 1899. Essa informação é encontrada apenas no índice. Os livros se estragaram e fo­ram incinerados.
O coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza e dona Izabel Francisca de Moura Pedroza tiveram 10 filhos. Não sabemos exatamente a ordem de nascimento dos mesmos.

VIDA POLÍTICA
O senhor Manoel Gomes da Cunha Pedroza ocupou vários cargos de destaque na vida política do Bonito. Por exemplo, foi:
- Suplente de Juiz Municipal
- Suplente de Delegado de Polícia
- Delegado de Polícia
- Major da Guarda Nacional
- Coronel da Guarda Nacional
- Chefe do Estado-Maior da Guarda Nacional
- Vereador de 1865 a 1868 - político notável, a ponto de chegar à Presidência da Câmara dos Vereadores que, naquele tempo, era a mola fundamental da administração dos municí­pios
- Presidente da Câmara
- Repetiu o mandato em 1869-1872, sendo tam­bém Presidente da Câmara e Intendente.
A maioria das reuniões dos Conselheiros Municipais era realizada na Casa Grande do Engenho Ilha de Flores, distante da sede do município mais de 30 quilômetros, via­gem feita a cavalo.
O coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza foi agra­ciado com o título de Barão do Bonito em 11 de agosto de 1888. Faleceu no dia 1 de agosto de 1901 no engenho de Ilha de Flores e sepultado na capela do cemitério local.
Pesquisa realizada por Amara Maria Pedrosa Silva, sua bisneta, no livro:
MOURA, Severino Rodrigues de. Senhores de Engenho e Usineiros, a nobreza de Pernambuco, FIAM-CEHM, SINDAÇÚCAR, 1998. Coleção Tempo Municipal, 17

Total de Ancestrais: 0
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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