Início | Sobrenomes | Fotos | Livros | Outras Famílias
Fale Comigo   
Famílias
Sertanejas
Localização de pessoas 
   
  Memória: Nenhum nome memorizado. Sexta-Feira, 18-9-2020  

Relação dos Ancestrais de
Kara Novais Emerson

1 - Kara Novais Emerson - (filha de 2 - Tom Emerson II e 3 - Martha Cristina Barbosa de Novais)

Pais

2 - Tom Emerson II
3 - Martha Cristina Barbosa de Novais (*28-01-1959) - (filha de 6 - José Novais Sobrinho e 7 - Anaíde Barbosa Nunes)

Avós

6 - José Novais Sobrinho (*25-03-1918, +14-10-2001) - (filho de 12 - Antonio Juvenal Gomes de Sá Novais e 13 - Joana Gomes Ferreira)
7 - Anaíde Barbosa Nunes (*28-10-1925, +16-08-1994)

Bisavós

12 - Antonio Juvenal Gomes de Sá Novais (*1880, +APROX 1970) - (filho de 24 - Juvenal Gomes de Novaes e 25 - Alexandrina Maria de Jesus)
13 - Joana Gomes Ferreira (*28-05-1894, +16-06-1989)

Trisavós

24 - Juvenal Gomes de Novaes (*1840) - (filho de 48 - Manoel Gomes de Sá e 49 - Anna Francisca de Novaes)
25 - Alexandrina Maria de Jesus - (filha de 50 - Alexandre Feitosa e 51 - Maria Josefa de Jesus) Já vivia maritalmente com Juvenal quando se casou com ele.

Tetravós

48 - Manoel Gomes de Sá (*1822, +24-06-1872) - (filho de 96 - Antônio Luiz Gomes de Sá e 97 - Jesuína Gomes Lima) Major. (Major Gomes). Foi vereador na primeira Câmara Municipal da vila de Floresta, em 1846. Morava na Faz. Cabeça da Vaca, terras da Misericórdia, no Pajeú.
49 - Anna Francisca de Novaes (*1812, +15-08-1894) - (filha de 98 - José Francisco de Novaes e 99 - Josefa Gomes de Sá Novaes) Conhecida como Mãe Sinhá.
50 - Alexandre Feitosa
51 - Maria Josefa de Jesus (Maria Praquió).

Pentavós

96 - Antônio Luiz Gomes de Sá - (filho de 192 - José Luiz Correia de Sá e 193 - Antônia Vicência de Sá)
97 - Jesuína Gomes Lima - (filha de 194 - Inocêncio Gomes Lima e 195 - Joana Maria) (ou Jesuina Maria do Sacramento).
98 - José Francisco de Novaes (+29-04-1850) - (filho de 196 - Antônio Francisco de Novaes e 197 - Antônia Maria da Conceição) Tenente Coronel. Dono da Fazenda "Misericórdia", no Pajeú, apontada como berço da tradicional família Novaes de Floresta-PE, tendo em vista ser ele o único a repassar esse sobrenome para os seus descendentes. Figura importante na formação da história florestana, pois nela exerceu importantes cargos e funções públicas, entre elas: Capitão de Ordenança da 2ª Companhia do Termo de Flores (1818), Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Tacaratu (1820 e 1822), Juiz de Órfãos e Ordinário de Cabrobó (s/data). Também foi Delegado do Termo de Floresta, comarca de Flores (1849). Em 25.09.1847, na eleição promovida pela Assembléia Paroquial, obteve 271 votos para eleitor do Senado da Câmara Municipal da Vila da Floresta, onde também foram votados: seu filho de igual nome (José Francisco de Novaes Jr. -"O Capitão Moço") e seu neto Francisco Antônio Gomes Novaes. Em 1843 era dono de terras na serra do Arapuá, onde mantinha um oratório privado, e onde eram celebrados missas, batizados e casamentos. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
99 - Josefa Gomes de Sá Novaes - (filha de 198 - José Gomes de Sá e 199 - Feliciana da Silva da Purificação) Segundo Nivaldo Carvalho e outros, era prima de seu marido, José Francisco de Novaes.

Hexavós

192 - José Luiz Correia de Sá Da Freguesia de Tacaratu.
193 - Antônia Vicência de Sá
194 - Inocêncio Gomes Lima
195 - Joana Maria
196 - Antônio Francisco de Novaes (+09-10-1806) - (filho de 392 - José Francisco de Souza e 393 - Esposa Ainda Desconhecida) Sargento-Mor. O Sargento Mor Antônio Francisco de Novaes foi grande criador de gado (bovino, cavalar, muar e criação miúda), estabelecido em fins do século XVIII na Fazenda "Capim Grosso", imensa extensão de terras, subdivididas atualmente em diversas pequenas e médias propriedades, grande parte dela ainda pertencentes aos seus descendentes ou a terceiros que as adquiriram por compra, desde a Fazenda "Tapera de Baixo," até a Fazenda "Pedra Vermelha". Tendo comprado aquela Fazenda, em 03.08.1796, a José Marques de Souza e sua mulher Rosa Maria Alves e Antônio de Souza e sua mulher Paula Perpétua de São Pedro, pelo preço de 700$000 (setecentos mil réis), com os seguintes limites; (conforme escrita da época):

"Da parte do nascente com a Fazenda Grande, no lugar chamado a Malhada Grande correndo rumo direto para a parte do Rio S. Francisco extrema com as fazendas da Pedra e Jatinan onde confronta com a lagoa da Catinga e daí correndo rumo direto para cima pela parte de cá da Serra Branca, buscando ao poente, até imparear, correndo rumo direito pela parte da Serra do Irapuá pelo altinho que está entre a baixinha do Papagaio e Riacho da Ingazeira até imparear ou confrontar com a ponta da Serra do Itó, correndo rumo pela Serra abaixo até o fim dela, extremando com a fazenda Panela d'Agua pelo Centro de uma para a de outra por onde for de razão, até imparear com a dita Malhada Grande, e para a parte do Curralinho e Campo Grande, extrema no Taboleiro do Capim Grosso de Fora, e assim extremando o dito comprador... por si etc... O Tam. Pº. Domingos Gomes".
Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano".

Além de comprar a "Capim Grosso", arrendou do Morgado da Casa da Torre, na Bahia, o Sítio "Jatobá"; "extremando esta Fazenda pela parte de cima da ponta da Serra Grande do Oití, cortando direito a Quixaba e dahi cortando rumo direito a serra Grande do Olho d'Agua, e pela parte de baixo no Posso da Engazeira, e para a parte do Poente onde reparte as agoas para hua e outra parte, pagando de renda 2$000 (dois mil réis), em cada ano". Era dono ou rendeiro também dos Sítios "Enjeitado" e "Tamboril", na Serra do Arapuá, em cujas propriedades desenvolveu atividades pastoris e agrícolas, com seus agregados e escravos que naquelas propriedades laboravam temporariamente ou residiam.

No seu inventário deixa um patrimônio avaliado pelo Capitão-mor José Lopes Diniz e o Ajudante Antônio Manoel de Souza Ferraz, em 15.635$450 réis, em gado, imóveis, e os seguintes bens de raiz: "um Sítio de terras na Misericórdia, no Pajeú, com légua e meia de comprido, adquirido por compra a Manoel Correia de Melo, (possivelmente irmão do seu genro), e a Joaquim Fernandes de Cerqueira; um Sítio de Terras no Capim Grosso; um curral na Pedra Vermelha; um cercado e curral na Volta; um Sítio(?) na beira do São Francisco, havido por herança do sogro e pai Vitório de Souza, (Vitório de Souza da Rocha, inventariado em 1779); o Sítio Tapera de Paulo Afonso, na Ribeira do S. Francisco, Termo de Pambú, havido por compra; o Sítio Tamboril na Serra do Arapuá". Também figuram algumas dívidas, entre elas 43$530 réis ao crioulo Pascoal Coelho de Lemos, morador na Serra do Arapuá. Não havendo qualquer referência a um 1º ou 2º casamentos seu, conforme noticia Stella Noves. Se assim foi, só houve os 04 filhos com (a 2ª esposa?) Antônia Maria da Conceição, que são contemplados em seu testamento de 1817 e que dela são herdeiros em 1830.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
197 - Antônia Maria da Conceição (*1758, +06-06-1830) - (filha de 394 - Vitório de Souza da Rocha e 395 - Antônia Pereira Leite) Fez o seu testamento a 28.01.1817, quando contava 59 anos de idade e morava na sua Faz. "Misericórdia", tendo como testamenteiro seu filho José Francisco de Novaes.

Seus pais eram originários da Faz. "Tacoatiara," do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco, outrora pertencente aos seus avós paternos: Capitão Manoel de Souza da Rocha (+1749) e sua mulher Feliciana de Barros (da Silveira +1759). Em 1749, quando se encontrava preso no Recife o Capitão Manoel de Souza da Roxa (Rocha), pelo não recolhimento dos impostos, por ele arrematados, e o real donativo do ano de 1746, no valor total de 6 mil cruzados. Prestaram fiança para a sua libertação: o Alferes João Pinto Leal e sua mulher Maria de Barros (da Silveira); o Tenente Cel. Luiz Furtado de Almeida e sua mulher Beatriz de Souza da Silveira e o Capitão Jerônimo de Souza Ferraz e sua mulher Margarida de Souza (da Silveira), e como testemunha Manoel de Barros da Silveira. Deixando crer que eram parentes, pelo menos por afinidade, numa hipótese consistente de que a esposa do réu e as esposas dos fiadores eram irmãs; (inclusive a testemunha), filhas de Manoel de Barros e Souza e Joana Fagundes da Silveira, originários da freguesia de Jesus-Maria-José de Pé-de-Banco, em Sergipe Del Rei, que naquela época fazia parte da Bahia, e que em 1726 já estavam radicados na Missão do Pambú, do lado baiano do rio São Francisco, passando depois para o lado de Pernambuco (Cabrobó e Tacaratú), com ramificações estabelecidas no Ceará e Paraíba.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
198 - José Gomes de Sá - (filho de 396 - Francisco Gomes de Sá e 397 - Antônia de Souza da Rocha) Capitão-comandante. De Gravatá.
199 - Feliciana da Silva da Purificação - (filha de 398 - Joaquim de Almeida da Silva Leal e 399 - Maria da Silva) (ou Feliciana da Silva Leal). Da Faz. Riacho, situada na embocadura do riacho dos Mandantes, no rio S. Francisco.

Heptavós

392 - José Francisco de Souza - (filho de 784 - José Francisco de Seixas e 785 - Custódia Gomes de Sá)
393 - Esposa Ainda Desconhecida Possivelmente originária dos Novaes de Cabrobó.
394 - Vitório de Souza da Rocha - (filho de 788 - Manoel de Souza da Rocha e 789 - Feliciana de Barros da Silveira) Originário da Faz. "Tacoatiara", do Termo de Tacaratu, na margem pernambucana do S. Francisco.

Fonte: FAMÍLIA NOVAES, de Floresta/PE - (Genealogia e história) - Inédito - Pesquisa e organização: Nivaldo Alves de Carvalho. Colaboração: Hildo Leal da Rosa e Yony Sampaio.
395 - Antônia Pereira Leite
396 - Francisco Gomes de Sá - (filho de 792 - José Francisco de Seixas e 793 - Custódia Gomes de Sá) Capitão-Comandante. Da Fazenda Riacho, na embocadura do Riacho dos Mandantes no rio S. Francisco, hoje coberta pelas águas da barragem de Itaparica.
397 - Antônia de Souza da Rocha - (filha de 794 - Manoel de Souza da Rocha e 795 - Feliciana de Barros da Silveira)
398 - Joaquim de Almeida da Silva Leal - (filho de 796 - João Pinto Leal e 797 - Maria de Barros da Silveira)
399 - Maria da Silva

Octavós

784 - José Francisco de Seixas Capitão-Mor e Juiz Ordinário. Nomeado Tenente da Cia. do Cel. Francº Rodrigues de Figueiredo em 1729; em 1732 Cap. do Regitº da Infantaria da Ordem da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas; em 1833 e 1738, Juiz Ordinário da Fregª de N. Srª. da Conceição do Rodelas, em nomeações seqüenciadas, até 1757, quando ainda aparece como Juiz Ordinário de Cabrobó. (Fonte: Nivaldo Carvalho).
785 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 1570 - David Gomes de Sá)
788 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
789 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)
792 - José Francisco de Seixas (Mesma pessoa de nº 784)
793 - Custódia Gomes de Sá - (filha de 1586 - David Gomes de Sá) (Mesma pessoa de nº 785)
794 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 788)
795 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 789)
796 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
797 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 1594 - Manoel de Souza da Rocha e 1595 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.

Eneavós (9º avós)

1570 - David Gomes de Sá Tenente Coronel.
1586 - David Gomes de Sá (Mesma pessoa de nº 1570)
1594 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) (Mesma pessoa de nº 788)
1595 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759) (Mesma pessoa de nº 789)

Total de Ancestrais: 46
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
Início da Página Dados disponibilizados por Magno José de Sá Araújo © - e-mail: Magno José de Sá Araújo