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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quarta-Feira, 3-6-2020  

Relação dos Ancestrais de
Clara Arraes de Alencar Khan

1 - Clara Arraes de Alencar Khan (*30-06-1993) - (filha de 2 - Mohamed Khan e 3 - Mariana Arraes de Alencar)

Pais

2 - Mohamed Khan
3 - Mariana Arraes de Alencar (*20-09-1963) - (filha de 6 - Miguel Arraes de Alencar e 7 - Maria Magdalena Fiuza Arraes de Alencar)

Avós

6 - Miguel Arraes de Alencar (*15-12-1916, +13-08-2005) - (filho de 12 - José Almino Alencar e Silva e 13 - Maria Benigna Arraes de Alencar) Faleceu às 11:40.
7 - Maria Magdalena Fiuza Arraes de Alencar (*14-12-1928)

Bisavós

12 - José Almino Alencar e Silva (*14-11-1887) Além de agricultor e pecuarista, era grande empreendedor. Montou o primeiro matadouro industrial do interior do Ceará, a primeira industria de beneficiamento de algodão e foi o primeiro a utilizar comercialmente a energia elétrica no sul do Ceará.
13 - Maria Benigna Arraes de Alencar (*17-09-1898, +27-10-1994) - (filha de 26 - Miguel Arraes Sobrinho e 27 - Maria Silvinha de Alencar Arraes)

Trisavós

26 - Miguel Arraes Sobrinho (*1866, +1908) - (filho de 52 - José Inácio de Oliveira Maciel e 53 - Isabel Brasilina Arraes) Era comerciante e fazendeiro. Foi coronel, prefeito de Araripe-CE e chefe político da região.
27 - Maria Silvinha de Alencar Arraes (*02-12-1869, +02-12-1955) - (filha de 54 - Alexandre da Silva Pereira II e 55 - Alexandrina Benigna de Alencar) Viveu na cidade do Crato-CE.

Tetravós

52 - José Inácio de Oliveira Maciel - (filho de 104 - Inácio Caetano de Alencar Rodovalho e 105 - Francisca de Alencar Rodovalho)
53 - Isabel Brasilina Arraes - (filha de 106 - Manoel Raimundo Arraes e 107 - Inácia Brasilina do Amor Divino)
54 - Alexandre da Silva Pereira II
55 - Alexandrina Benigna de Alencar - (filha de 110 - Joaquim Pereira de Alencar II)

Pentavós

104 - Inácio Caetano de Alencar Rodovalho - (filho de 208 - Antônio Carlos de Oliveira Alencar e 209 - Matilde) Residia no Crato-CE. Tomou parte na Revolução Pernambucana de 1817. Acompanhou D. Bárbara de Alencar (avó de José de Alencar), também revolucionária, em sua fuga do Crato para o Piauí. Por ter se desentendido com um sobrinho homônimo (da Taboca), retirou o nome "Alencar" de sua descendência.
105 - Francisca de Alencar Rodovalho
106 - Manoel Raimundo Arraes - (filho de 212 - Gonçalo Ricardo Arraes e 213 - Isabel Pereira Plácido)
107 - Inácia Brasilina do Amor Divino - (filha de 214 - Joaquim do Monte Furtado e 215 - Teresa Brasilina de Alencar)
110 - Joaquim Pereira de Alencar II - (filho de 220 - Antônio Lião da França e 221 - Inácia Pereira de Alencar)

Hexavós

208 - Antônio Carlos de Oliveira Alencar
209 - Matilde - (filha de 418 - Manoel do Monte Furtado e 419 - Matilde Barbosa de Mesquita)
212 - Gonçalo Ricardo Arraes - (filho de 424 - Inácio Ricardo Arraes e 425 - Ana Torres Deusdará) Tronco cearense da família Arraes. Aos 12 anos perdeu o pai, assassinado na Bahia. Aos 16 anos foi para o Ceará com seus 4 irmãos. Localizou-se no sítio Caiçara do Rio Conceição, no Saboeiro. Daí saiu para o sítio Macambira e, depois, para São Mateus, e, ainda, para Inhamuns, em 1809.
213 - Isabel Pereira Plácido
214 - Joaquim do Monte Furtado - (filho de 428 - Manoel do Monte Furtado e 429 - Matilde Barbosa de Mesquita)
215 - Teresa Brasilina de Alencar - (filha de 430 - Antônio Carlos de Oliveira Alencar e 431 - Matilde)
220 - Antônio Lião da França
221 - Inácia Pereira de Alencar - (filha de 442 - Joaquim Pereira de Alencar e 443 - Teodora Rodrigues da Conceição)

Heptavós

418 - Manoel do Monte Furtado
419 - Matilde Barbosa de Mesquita
424 - Inácio Ricardo Arraes Por ser o primeiro Arraes com descendência conhecida, é considerado o tronco da famíla. Morreu assasinado na Bahia.
425 - Ana Torres Deusdará
428 - Manoel do Monte Furtado (Mesma pessoa de nº 418)
429 - Matilde Barbosa de Mesquita (Mesma pessoa de nº 419)
430 - Antônio Carlos de Oliveira Alencar (Mesma pessoa de nº 208)
431 - Matilde - (filha de 862 - Manoel do Monte Furtado e 863 - Matilde Barbosa de Mesquita) (Mesma pessoa de nº 209)
442 - Joaquim Pereira de Alencar - (filho de 884 - Leonel Pereira de Alencar Rego e 885 - Maria de Assunção de Jesus Pereira)
443 - Teodora Rodrigues da Conceição - (filha de 887 - Antônia Pereira Rosa)

Octavós

862 - Manoel do Monte Furtado (Mesma pessoa de nº 418)
863 - Matilde Barbosa de Mesquita (Mesma pessoa de nº 419)
884 - Leonel Pereira de Alencar Rego - (filho de 1768 - Martinho Pereira do Rego e 1769 - Dorotéa de Alenquer) Tronco de todos os Alencar do Brasil. Faleceu com 108 anos.
885 - Maria de Assunção de Jesus Pereira - (filha de 1770 - Manuel Pereira da Silva e 1771 - Joaquina Pereira) Faleceu com 98 anos.
887 - Antônia Pereira Rosa

Eneavós (9º avós)

1768 - Martinho Pereira do Rego
1769 - Dorotéa de Alenquer - (filha de 3538 - Ricardo de Alenquer e 3539 - Isabel Pereira)
1770 - Manuel Pereira da Silva (*1725) - (filho de 3540 - Antônio Pereira da Silva e 3541 - Maria Pereira da Silva) Da Fazenda Carnaúba, em Geremoabo, Estado da Bahia. Desembarcou em Salvador na primeira metade do século XVIII, vindo de Portugal. Na mesma caravela, vieram também quatro irmãos portugueses de nomes Marta, Alexandre, João Francisco (o caçula) e Leonel de Alencar Rego, que viera mais tarde a se casar com sua filha Maria da Assunção.

Manuel ou Manoel, migrou para o brasil via Salvador e encaminhou-se para as sesmarias dos Inhamuns no Ceará. Em 1777, fugindo da grande seca, subiu a serra do icó e instalou se em Russas onde fundou a vila de São Cosme e Damião, vindo a chamar se mais tarde de Pereiro (divisa com o RN), em sua homenagem. Da mesma forma a serra recebeu o nome de serra dos Pereiros.
Outras fontes referem se a Manuel Pereira do Canto , que obedece a mesma história, porém o põe CASADO com a Sra. Catarina Cardosa da Rocha Resende Macrina [#43654] , segunda esposa de Francisco Alves Feitosa (#43655) mãe em algumas fontes de José Pereira da Silva (#4340) e Antônio Pereira de Souza (#56750).
Algumas fontes Relatam que Catarina Macrina trouxe outros filhos do leito de Manuel Pereira do Canto (Silva), dentre eles Antônio Pereira da Silva que posteriormente instala se na divisa de PE e BA. Quanto ao Capitão Zezinho, segundo tradição oral, homem calado que falava pouco das origens, após desavença com o Coronel Francisco Feitosa, tomou rumo a barranca do Pajeú das Flores, e daí sabe se toda história até a fundação de Serra Talhada.
Fica ainda no Vácuo a correlação sabida da Sra. Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que casou se com Leonel Pereira de Alencar (Alenquer) do Rego (#6197) que teve na família títulos de nobreza negados por ter sangue de cristão novo convertido.
Leonel foi companheiro de viagem de Manuel Pereira para o Brasil, e desposou sua filha Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que deu origem ao clã dos Alencar do Rego de Exu, tornando se figura imponente na história, tendo o nome Pereira ofuscado. Contudo daí comprova se a parentela do Pereiras do Pajeu aos Alencar do Rego, junção que trás na história uma herança de sangue terrível, porém trás a fundação de tês cidades: Serra Talhada, Pereiro (PE) e Catarina no Ceará
Fonte: José Lacet de Lima Junior.
1771 - Joaquina Pereira

Decavós (10º avós)

3538 - Ricardo de Alenquer
3539 - Isabel Pereira
3540 - Antônio Pereira da Silva
3541 - Maria Pereira da Silva

Total de Ancestrais: 48
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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