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  Memória: Nenhum nome memorizado. Quarta-Feira, 14-4-2021  

Relação dos Ancestrais de
Napoleão Tavares Neves

1 - Napoleão Tavares Neves (*17-09-1930) - (filho de 2 - Joaquim Pereira Neves e 3 - Maria Tavares Neves) Médico. Residente em Barbalha. É, além de médico, escritor, genealogista e historiador.

Pais

2 - Joaquim Pereira Neves - (filho de 4 - Napoleão Franco da Cruz Neves e 5 - Ana Pereira Neves) "Quincas". Residia em Porteiras-CE.
3 - Maria Tavares Neves - (filha de 6 - Nome Não Informado e 7 - Nome Não Informado)

Avós

4 - Napoleão Franco da Cruz Neves (+1923) - (filho de 8 - Francisco da Cruz Neves e 9 - Antônia Maria de Jesus) Do sítio Massapê - Jardim, CE.
5 - Ana Pereira Neves - (filha de 10 - Joaquim Pereira da Silva e 11 - Constância Pereira de Sá) (Donana da Carnaúba).
6 - Nome Não Informado
7 - Nome Não Informado

Bisavós

8 - Francisco da Cruz Neves - (filho de 16 - Antônio da Cruz Neves Júnior e 17 - Jacinta Xavier da Silveira) "Major Chiquinho"
9 - Antônia Maria de Jesus Da família Tavares Quental
10 - Joaquim Pereira da Silva (*1804, +1890) - (filho de 20 - José Pereira da Silva e 21 - Jacintha Océlia de Santo Antônio) Proprietário da fazenda Carnaúba (segundo Venício Feitosa Neves).
11 - Constância Pereira de Sá - (filha de 22 - Isidoro Mariano de Sá e 23 - Ana Gonçalves Lima)

Trisavós

16 - Antônio da Cruz Neves Júnior - (filho de 32 - Antônio da Cruz Neves e 33 - Maria Vieira de Jesus)
17 - Jacinta Xavier da Silveira Também consta seu nome como Jacinta Xavier de Vasconcelos.
20 - José Pereira da Silva (+1837) - (filho de 40 - Manuel Pereira da Silva e 41 - Joaquina Pereira) Capitão. Conhecido como Zezinho. Tronco dos Pereiras da lendária Ribeira do Pajeú, no Sertão de Pernambuco. Diz-se em Serra Talhada que José Pereira chegara àquela região no século XVIII, egresso das Sesmarias do Alto Jaguaribe, nos Inhamuns, Estado do Ceará. Foi proprietário da Fazenda Carnaúba (mesmo nome da fazenda de seu pai), que pertence ao seu bisneto, deputado Argemiro Pereira. Algumas informações sobre os seus filhos foram obtidas do blog Cariri Cangaço - A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio (http://cariricangaco.blogspot.com.br/2013/03/a-chegada-de-sinho-pereira-ao-cariri.html?m=1). Foi dono da fazenda Mocambo. Capitão de Ordenanças, Vereador de Flores, Presidente da Câmara do Senado de Flores, Juiz Ordinário de Vila Bela, conforme documentos visto por Joaquim Pereira da Silva.
21 - Jacintha Océlia de Santo Antônio - (filha de 42 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 43 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha) (Ou Jacinta Rodrigues).
22 - Isidoro Mariano de Sá - (filho de 44 - José Mariano de Sá e 45 - Quitéria Rodrigues do Nascimento)
23 - Ana Gonçalves Lima - (filha de 46 - Zacarias Gonçalves Lima)

Tetravós

32 - Antônio da Cruz Neves (*1740, +1834) - (filho de 64 - Manuel da Cruz Neves e 65 - Joana Fagundes de Sousa) Tenente. "Tonico da Serra do Mato", tronco comum dos Cruz Neves, Pereira Neves e Cruz Sampaio de Jardim-CE e sertões de Pernambuco.
33 - Maria Vieira de Jesus
40 - Manuel Pereira da Silva (*1725) - (filho de 80 - Antônio Pereira da Silva e 81 - Maria Pereira da Silva) Da Fazenda Carnaúba, em Geremoabo, Estado da Bahia. Desembarcou em Salvador na primeira metade do século XVIII, vindo de Portugal. Na mesma caravela, vieram também quatro irmãos portugueses de nomes Marta, Alexandre, João Francisco (o caçula) e Leonel de Alencar Rego, que viera mais tarde a se casar com sua filha Maria da Assunção.

Manuel ou Manoel, migrou para o brasil via Salvador e encaminhou-se para as sesmarias dos Inhamuns no Ceará. Em 1777, fugindo da grande seca, subiu a serra do icó e instalou se em Russas onde fundou a vila de São Cosme e Damião, vindo a chamar se mais tarde de Pereiro (divisa com o RN), em sua homenagem. Da mesma forma a serra recebeu o nome de serra dos Pereiros.
Outras fontes referem se a Manuel Pereira do Canto , que obedece a mesma história, porém o põe CASADO com a Sra. Catarina Cardosa da Rocha Resende Macrina [#43654] , segunda esposa de Francisco Alves Feitosa (#43655) mãe em algumas fontes de José Pereira da Silva (#4340) e Antônio Pereira de Souza (#56750).
Algumas fontes Relatam que Catarina Macrina trouxe outros filhos do leito de Manuel Pereira do Canto (Silva), dentre eles Antônio Pereira da Silva que posteriormente instala se na divisa de PE e BA. Quanto ao Capitão Zezinho, segundo tradição oral, homem calado que falava pouco das origens, após desavença com o Coronel Francisco Feitosa, tomou rumo a barranca do Pajeú das Flores, e daí sabe se toda história até a fundação de Serra Talhada.
Fica ainda no Vácuo a correlação sabida da Sra. Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que casou se com Leonel Pereira de Alencar (Alenquer) do Rego (#6197) que teve na família títulos de nobreza negados por ter sangue de cristão novo convertido.
Leonel foi companheiro de viagem de Manuel Pereira para o Brasil, e desposou sua filha Maria de Assunção de Jesus Pereira (#5933) que deu origem ao clã dos Alencar do Rego de Exu, tornando se figura imponente na história, tendo o nome Pereira ofuscado. Contudo daí comprova se a parentela do Pereiras do Pajeu aos Alencar do Rego, junção que trás na história uma herança de sangue terrível, porém trás a fundação de tês cidades: Serra Talhada, Pereiro (PE) e Catarina no Ceará
Fonte: José Lacet de Lima Junior.
41 - Joaquina Pereira
42 - José Carlos Rodrigues do Nascimento O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
43 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 86 - Nome Desconhecido e 87 - Nome Desconhecido)
44 - José Mariano de Sá Segundo consta, foi casado com uma das filhas de José Carlos Rodrigues, provavelmente Quitéria Rodrigues do Nascimento.
45 - Quitéria Rodrigues do Nascimento - (filha de 90 - José Carlos Rodrigues do Nascimento e 91 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha)
46 - Zacarias Gonçalves Lima - (filho de 92 - Gonçalo Costa Lima e 93 - Anna Araújo da Fonseca) Foi proprietário das Fazenda Soledade e São João, em Serra Talhada (PE), no inicio do século XIX. Foi ele o patriarca da família "Goncalves Lima", no qual o local foi por diversos anos conhecido como São João dos Limas, famoso local onde nasceu o primeiro padre (Antônio), o primeiro juiz de direito (Joaquim) e primeiro promotor-publico (Miguel) de Villa Bella, em 1851, quanto na organização dessa nova cidade criada no interior pernambucano.

Pentavós

64 - Manuel da Cruz Neves Sargento-mor. Foi o primeiro CRUZ NEVES a chegar no Nordeste e no Brasil.
65 - Joana Fagundes de Sousa - (filha de 130 - Manoel de Barros e Souza e 131 - Joana Fagundes da Silveira) Originária de Sergipe e radicada em Santo Antônio de Pambú-BA.
80 - Antônio Pereira da Silva
81 - Maria Pereira da Silva
86 - Nome Desconhecido
87 - Nome Desconhecido
90 - José Carlos Rodrigues do Nascimento (Mesma pessoa de nº 42)
91 - Ana Joana Batista Pereira da Cunha - (filha de 182 - Nome Desconhecido e 183 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 43)
92 - Gonçalo Costa Lima
93 - Anna Araújo da Fonseca

Hexavós

130 - Manoel de Barros e Souza (+03-11-1752) - (filho de 260 - Bento Barros e Alvim e 261 - Francisca de Abreu de Souza) Vindo para o Brasil, radicou-se em Sergipe.
131 - Joana Fagundes da Silveira (*APROX 1650, +Sim)
182 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 86)
183 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 87)

Heptavós

260 - Bento Barros e Alvim (*27-01-1630, +12-12-1716) - (filho de 520 - Domingos de Barros e 521 - Maria Manuel)
261 - Francisca de Abreu de Souza (*1638, +04-03-1714) - (filha de 522 - Miguel Rebello de Sousa e 523 - Angela de Abreu)

Octavós

520 - Domingos de Barros (+24-06-1669) - (filho de 1040 - Gaspar de Barros)
521 - Maria Manuel (*08-05-1591) - (filha de 1042 - Guaspar João e 1043 - Anna João)
522 - Miguel Rebello de Sousa (*1608, +26-08-1688)
523 - Angela de Abreu (*APROX 1589, +17-07-1674)

Eneavós (9º avós)

1040 - Gaspar de Barros
1042 - Guaspar João (+12-08-1653)
1043 - Anna João (+1668)

Total de Ancestrais: 48
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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