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  Memória: Nenhum nome memorizado. Terça-Feira, 25-6-2019  

Relação dos Ancestrais de
Manoel Nunes de Bráulio

1 - Manoel Nunes de Bráulio (*1883, +1964) - (filho de 2 - Antônio Nunes de Barros e 3 - Andreza Thereza de Jesus) (Nequinho do Açude Novo). O casal viveu e faleceu no Sítio Caldeirão - Mirandiba - PE. O sobrenome Bráulio, e não Barros como deveria ser, deve-se a um erro do tabelião ao fazer o registro de nascimento.

Pais

2 - Antônio Nunes de Barros - (filho de 4 - Manoel Lopes de Barros e 5 - Audézia)
3 - Andreza Thereza de Jesus

Avós

4 - Manoel Lopes de Barros - (filho de 8 - Manoel Lopes de Barros e 9 - Úrsula Maria das Virgens) Tenente-Coronel. Siacota o tinha como morador da Barra do Pontal, em Santa Maria da Boa Vista, onde foi nomeado delegado em 1848. Em 1836, foi eleito vereador (com 306 votos) para a Câmara de Vereadores de Flores. Em 1837 foi indicado para sub-prefeito da Comarca do Pajeú, quando ainda era Major de um Esquadrão de Cavalaria naquela freguesia.
5 - Audézia - (filha de 10 - Pai de Audézia e 11 - Mãe de Audézia) Ligada à família Pereira do Barão do Pajeú.

Bisavós

8 - Manoel Lopes de Barros (+1818) - (filho de 16 - Francisco Barbosa Nogueira e 17 - Maria da Silva Barros) Conhecido como Capitãozinho. Morava na Fazenda Escadinha, onde foi barbaramente assassinado por Pedro Nunes de Magalhães (seu vizinho e parente, irmão do Capitão-Mor de Flores - Joaquim Nunes de Magalhães), por questões de terras e política. Em 07-06-1811 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de Flores.
9 - Úrsula Maria das Virgens (*1785, +1860) - (filha de 18 - Vitorino Nunes de Barros e 19 - Ana Maria das Virgens) Morava na Barra do Exu. A tradição oral dizia ser Úrsula irmã de uma Brígida Maria das Virgens... e, ambas, descendentes de "Dona Brígida", célebre e rica matrona do Termo de Cabrobó, que construiu igrejas e açudes naquela região. Na verdade, Dona Brígida Rodrigues de Abreu, também conhecida por Brígida Rodrigues de Carvalho (ou Brígida de Alencar), era filha (talvez natural) do Capitão Francisco Rodrigues de Carvalho, português rendeiro de Garcia D'Ávila, de uma vasta fazenda de criação de gado, no sertão de Cabrobó, cuja fazenda chamou-se de início: "Riacho", depois: "Riacho da Contenda" e, por último, "Riacho da Brígida", numa homenagem àquela sua herdeira.
10 - Pai de Audézia
11 - Mãe de Audézia

Trisavós

16 - Francisco Barbosa Nogueira (*1756, +21-07-1819) - (filho de 32 - João Nunes de Barros e 33 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
Em 1776 foi nomeado Juiz Ordinário do Julgado de Flores - PE.
Em 1782, em petição de emancipação da cunhada Clara, declara ter, aproximadamente, 26 anos.
Nomeado Juiz Ordinário do Pajehu (de Flores), em 09-05-1801, 07-08-1804 e 26-11-1805 pelos governadores: Dom Tomaz José de Melo e Caetano Pinto de Miranda Montenegro (Reg. de Provisões 1/8 - fls. 45v - 162v e 227).
17 - Maria da Silva Barros (+05-11-1837) - (filha de 34 - Manoel Lopes Diniz e 35 - Maria de Barros da Silveira)
18 - Vitorino Nunes de Barros (*1753, +ANTES DE 1801) - (filho de 36 - João Nunes de Barros e 37 - Antônia Barbosa Nogueira) Capitão. Nomeado Juiz Ordinário e de Órfãos do Julgado de Cabrobó (Reg. de Provisões 1/6 de 12.06.1790 e 12.06.1891 por Dom Tomaz José de Melo). Os filhos são os que constam do Auto de Contas da Partilha do seu inventário, em 1810 (pesquisa de Nivaldo Carvalho no Memorial da Justiça - Recife - PE).
19 - Ana Maria das Virgens Filha ou neta de D. Brígida R. de Abreu e seu esposo Tenente Manoel da Silva Lima (ou Vieira). Os filhos conhecidos são os que constam como herdeiros em documento de 1810.

Tetravós

32 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) Sargento-Mor. Os nomes dos filhos e esposa foram obtidos a partir do inventário de 1761.
33 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 66 - Nome Desconhecido)
34 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 68 - Bento Lopes e 69 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
35 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 70 - João Pinto Leal e 71 - Maria de Barros da Silveira)
36 - João Nunes de Barros (+ANTES DE 1761) (Mesma pessoa de nº 32)
37 - Antônia Barbosa Nogueira - (filha de 74 - Nome Desconhecido) (Mesma pessoa de nº 33)

Pentavós

66 - Nome Desconhecido
68 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 136 - Gaspar Lopes e 137 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
69 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 138 - Manoel Dias e 139 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
70 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
71 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 142 - Manoel de Souza da Rocha e 143 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.
74 - Nome Desconhecido (Mesma pessoa de nº 66)

Hexavós

136 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 272 - Manoel Francisco Lopes e 273 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
137 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 274 - Gonçalo Teixeira e 275 - Maria Francisca)
138 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 276 - Gaspar Dias e 277 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
139 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 278 - Domingos Gonçalves e 279 - Francisca Diniz)
142 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
143 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)

Heptavós

272 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 544 - Gaspar Francisco e 545 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
273 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 546 - Francisco Diniz e 547 - Maria Dias)
274 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 548 - Antônio Teixeira e 549 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
275 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 550 - Francisco Fernandes e 551 - Violante Gonçalves)
276 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
277 - Maria Dias (+1699)
278 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
279 - Francisca Diniz (+1675)

Octavós

544 - Gaspar Francisco - (filho de 1088 - Francisco Jorge e 1089 - Margarida Alves)
545 - Catarina Lopes - (filha de 1090 - Gonçalo Lopes e 1091 - Margarida Alves)
546 - Francisco Diniz (+1628)
547 - Maria Dias (+1610)
548 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
549 - Maria Dias
550 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
551 - Violante Gonçalves (+1659)

Eneavós (9º avós)

1088 - Francisco Jorge
1089 - Margarida Alves (+1632)
1090 - Gonçalo Lopes (+1631)
1091 - Margarida Alves (+1613)

Total de Ancestrais: 50
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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