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  Memória: Nenhum nome memorizado. Sábado, 19-9-2020  

Relação dos Ancestrais de
Guiomar Lustosa de Aquino Cantarelli

1 - Guiomar Lustosa de Aquino Cantarelli - (filha de 2 - Antônio Lustosa Cantarelli e 3 - Ascendina Tomás Aquino)

Pais

2 - Antônio Lustosa Cantarelli - (filho de 4 - Pompeu Alves da Luz Cantarelli e 5 - Rosalina Lustosa)
3 - Ascendina Tomás Aquino De Parnamirim.

Avós

4 - Pompeu Alves da Luz Cantarelli (*1853) - (filho de 8 - Caetano Di Cantarelli e 9 - Josefa Alves da Luz)
5 - Rosalina Lustosa - (filha de 10 - Antônio Lustosa Ferreira e 11 - Ana Idalina Agra) (Sinharinha).

Bisavós

8 - Caetano Di Cantarelli - (filho de 16 - Pascoal Di Cantarelli e 17 - Antonia Di Cantarelli) Caetano Di Cantarelli e Josefa Alves da luz casaram-se no Oratório Privado da Fazenda de José Alves da Luz. O casamento foi celebrado pelo Vigário Damaso D'Assunção Pires.
Certidão de Casamento conseguida através de Nivaldo Alves de Carvalho e Neide Rejane de Menezes Cantarelli.
O livro onde consta o registro do casamento está, por questão de segurança, no IAHGP- Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano; é o Livro de Casamentos n. 03, folha 74v. da Fazenda Grande, freguesia de Floresta-PE.
9 - Josefa Alves da Luz (+20-04-1866) - (filha de 18 - José Alves da Luz e 19 - Mariana Alves de Assunção) Conhecida como Zefinha.
10 - Antônio Lustosa Ferreira Do Piauí. Residiam em Parnamirim - PE.
11 - Ana Idalina Agra

Trisavós

16 - Pascoal Di Cantarelli
17 - Antonia Di Cantarelli
18 - José Alves da Luz Coronel. Eram moradores na Fazenda Calumbi, situada na margem do Rio Pajeú, em Floresta-PE. (hoje município de Itacuruba-PE). A tradição oral, transmitida pelos mais velhos, diz que o Cel. José da Luz era cearense e de família “nobre” ou “fidalga” daquele Estado e que tinha vindo para o Pajeú na 1ª metade do século XIX, aqui casando-se com Mariana, filha de fazendeiros.

Parece ter chegado em Floresta entre 1817 e 1838 quando a Província do Ceará enfrentava movimentos Revolucionários de maior importância histórica. Não se sabe ao certo se era Cel. Da Guarda Nacional (Criada em 1831), ou de alguma milícia, pois as fontes de informações foram verbais, obedecendo à tradição oral de alguns descendentes seus já falecidos. Sabe-se que gozava de alto conceito entre os seus descendentes que o descreviam como personagem de referência e destaque social na formação básica de sua família.
19 - Mariana Alves de Assunção - (filha de 38 - Manoel de Carvalho Alves e 39 - Maria Gomes de Assunção)

Tetravós

38 - Manoel de Carvalho Alves - (filho de 76 - Manoel de Carvalho Alves e 77 - uma prima da segunda esposa) (Goiana Carvalho). Sabe-se que tinha 19 filhos. Não se sabe os nomes nem os descendentes dos outros filhos.
39 - Maria Gomes de Assunção - (filha de 78 - Francisco Gomes de Sá e 79 - Rosa Maria do Nascimento)

Pentavós

76 - Manoel de Carvalho Alves - (filho de 152 - Jerónimo Coelho de Carvalho e 153 - Maria Fernandes Cardoso) Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
77 - uma prima da segunda esposa
78 - Francisco Gomes de Sá - (filho de 156 - Gomes de Sá e 157 - Gomes de Sá) Capitão-comandante. Residia no Riacho dos Mandantes.
79 - Rosa Maria do Nascimento - (filha de 158 - Manoel Lopes Diniz e 159 - Maria de Barros da Silveira)

Hexavós

152 - Jerónimo Coelho de Carvalho
153 - Maria Fernandes Cardoso
156 - Gomes de Sá
157 - Gomes de Sá
158 - Manoel Lopes Diniz (*17-01-1709, +07-12-1796) - (filho de 316 - Bento Lopes e 317 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
159 - Maria de Barros da Silveira - (filha de 318 - João Pinto Leal e 319 - Maria de Barros da Silveira)

Heptavós

316 - Bento Lopes (*05-06-1671, +1740) - (filho de 632 - Gaspar Lopes e 633 - Catarina Teixeira) Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
317 - Águeda Maria Diniz (*05-02-1681, +1743) - (filha de 634 - Manoel Dias e 635 - Ana Diniz) Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
318 - João Pinto Leal (+Sim) Alferes.
319 - Maria de Barros da Silveira (+Sim) - (filha de 638 - Manoel de Souza da Rocha e 639 - Feliciana de Barros da Silveira) Também consta como Maria da Silveira Barros.

Octavós

632 - Gaspar Lopes (*09-01-1640, +1675) - (filho de 1264 - Manoel Francisco Lopes e 1265 - Maria Antônia) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
633 - Catarina Teixeira (*1642, +1696) - (filha de 1266 - Gonçalo Teixeira e 1267 - Maria Francisca)
634 - Manoel Dias (+1691) - (filho de 1268 - Gaspar Dias e 1269 - Maria Dias) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
635 - Ana Diniz (*14-05-1637, +1712) - (filha de 1270 - Domingos Gonçalves e 1271 - Francisca Diniz)
638 - Manoel de Souza da Rocha (+1749) Capitão. Arrendou a fazenda Tacoatiara, no lado pernambucano do rio São Francisco, no termo de Tacaratú.
639 - Feliciana de Barros da Silveira (+1759)

Eneavós (9º avós)

1264 - Manoel Francisco Lopes (*1600, +1674) - (filho de 2528 - Gaspar Francisco e 2529 - Catarina Lopes) Moravam em Santa Maria de Perozelo, bispado do Porto, Portugal.
1265 - Maria Antônia (+1655) - (filha de 2530 - Francisco Diniz e 2531 - Maria Dias)
1266 - Gonçalo Teixeira (*16-01-1606, +1694) - (filho de 2532 - Antônio Teixeira e 2533 - Maria Dias) Moravam em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
1267 - Maria Francisca (*21-03-1618, +1654) - (filha de 2534 - Francisco Fernandes e 2535 - Violante Gonçalves)
1268 - Gaspar Dias (+1667) Morava em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
1269 - Maria Dias (+1699)
1270 - Domingos Gonçalves (+1664) Residia na Reigada, Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.
1271 - Francisca Diniz (+1675)

Decavós (10º avós)

2528 - Gaspar Francisco - (filho de 5056 - Francisco Jorge e 5057 - Margarida Alves)
2529 - Catarina Lopes - (filha de 5058 - Gonçalo Lopes e 5059 - Margarida Alves)
2530 - Francisco Diniz (+1628)
2531 - Maria Dias (+1610)
2532 - Antônio Teixeira (*SEC XVI, +1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
2533 - Maria Dias
2534 - Francisco Fernandes (+1670) Residia em Santo Estêvão de Oldrões, bispado do Porto, Portugal.
2535 - Violante Gonçalves (+1659)

11º avós

5056 - Francisco Jorge
5057 - Margarida Alves (+1632)
5058 - Gonçalo Lopes (+1631)
5059 - Margarida Alves (+1613)

Total de Ancestrais: 54
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'. Em seguida, cada pessoa do sexo masculino tem um número par, que é calculado multiplicando-se o número de seu filho por 2. As pessoas do sexo feminino, por sua vez, têm um número ímpar, que é calculado somando-se 1 ao número do seu marido. Exemplo: O pai da pessoa de número 3 é a de número 6 (3 x 2) e a sua mãe é a pessoa de número 7 (2 x 3 + 1).
 
   
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